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10 notícias para lidar com os mercados nesta segunda-feira
As bolsas na Europa reagem a aprovação do pacote de ajuda a Portugal. Índices futuros nos EUA e commodities se valorizam
São Paulo - Aqui está o que você precisa saber:
1 – Agenda: Caged e dados de moradias e indústria nos EUA. O Ministério do Trabalho divulga o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados de abril. Nos Estados Unidos, saem dados de produção industrial e moradias. A presidente Dilma Rousseff participará da cerimônia oficial pela chegada do primeiro-ministro da Suécia, Fredrik Reinfeldt, às 11h no Palácio do Planalto, e após reunião, está programada declaração à imprensa, às 12h30.
Temporada de Resultados | No calendário corporativo americano, Home Depot, Wal-Mart Stores e Dell divulgam números. No Brasil e na Europa não estão previstos balanços que possam ter impacto nas bolsas.
2 – Mercados: Euro sobe com ajuda a Portugal; bolsa ensaia alta. O euro se valoriza diante do dólar, iene e outras moedas após os países europeus terem aprovado ajuda financeira a Portugal, diminuindo o receio de um agravamento da crise da dívida. As autoridades também propuseram um reescalonamento da dívida grega. Índices futuros de ações americanos e commodities se valorizam. Na Ásia, bolsas na China fecharam em alta após o crescimento dos investimentos estrangeiros no gigante asiático.
3 – Títulos da Petrobras ficam “baratos”, atraindo Aviva e Invesco. Os títulos da dívida em dólar da Petrobras estão sendo negociados no menor patamar em nove meses na comparação com os títulos do governo. Para Aviva Investors e Invesco, é boa hora para comprar papéis da estatal. O prêmio que os investidores exigem para comprar os papéis da Petrobras que vencem em 2019 em relação os títulos da dívida externa do governo brasileiro subiu para 119 pontos-base, ou 1,19 ponto percentual, em 9 de maio, maior nível desde 12 de julho do ano passado.
4 – Petrobras e OGX tem recomendação elevada pelo Barclays. A Petrobras teve sua recomendação elevada de equalweight (alocação igual a média do mercado) para overweight (alocação acima da média do mercado) pelo analista Felipe Mattar, do Barclays Capital. O preço-alvo para os ADRs da companhia negociados nos Estados Unidos é de 53 dólares, segundo relatório obtido pela Bloomberg. A OGX recebeu recomendação overweight no início de cobertura pelo mesmo analista, que tem preço-alvo para esse papel de 23 reais.
5 – Investimento estrangeiro na China cresce 26% entre janeiro e abril. O investimento estrangeiro direto (IED) na China alcançou 38,8 bilhões de dólares no primeiro quadrimestre do ano, volume 26,03% maior que o registrado no mesmo período de 2010. Segundo os dados divulgados pelo Ministério do Comércio chinês, em abril houve um aumento de 15,21% na comparação com o mesmo mês do ano passado, chegando a 8,46 bilhões de dólares.
6 – Mantega admite inflação dentro do limite superior da meta em 2011. A trajetória da inflação será “benigna” nos próximos meses, disse ontem (16) o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao participar da abertura do 23º Fórum Nacional, no Rio de Janeiro. Segundo Mantega, não há relaxamento do governo em relação à inflação. “Temos certeza que, em 2011, a inflação estará dentro do limite superior da meta, como tem ocorrido nos últimos anos”.
7 – Eletrobras quer entrar no capital da EDP Brasil, diz jornal. A Eletrobras, controlada pelo governo brasileiro, deverá comprar uma fatia de até 14% do capital da EDP Brasil, segundo informa o jornal português Diário Económico. Entre outros interessados, está a China Power International. Fontes oficiais se negaram a comentar o acordo. O objetivo da Eletrobrás é assegurar um papel relevante na decisão dos negócios da companhia portuguesa no Brasil, acrescenta a reportagem.
8 – Lucro da CCR cai 1,1% e atinge R$175,2 milhões no 1º trimestre. A empresa de concessões rodoviárias CCR reportou nesta segunda-feira lucro líquido de 175,2 milhões de reais para o primeiro trimestre, queda de 1,1% sobre o mesmo período de 2010. O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) apresentado foi de 662 milhões de reais nos três primeiros meses do ano.
9 – Lucro da Cemig tem leve alta puxado por indústria. A estatal mineira de energia Cemig encerrou o primeiro trimestre com alta ligeira no lucro líquido, apoiada em aumento da demanda industrial e dos negócios com transmissão de eletricidade. A companhia teve lucro líquido de 526,2 milhões de reais, aumento de 1,2% ante o ganho apurado em igual etapa do ano passado.
10 – Copersucar contrata Itaú, Morgan Stanley e Bradesco para IPO. A Copersucar, maior exportador brasileiro de açúcar, contratou o Banco Itaú BBA, Morgan Stanley e o Banco Bradesco para coordenar sua abertura de capital, segundo uma pessoa que acompanha a operação. O Itaú será o coordenador líder da oferta de ações, disse uma das pessoas à Bloomberg, pedindo anonimato porque a informação não é pública
 


12/05/2011 - MERCADO HOJE

11:39 AM, 12 May 2011 .. 0 comentários .. Link
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comece o pregão sabendo as novidades do cenário corporativo
 
SÃO PAULO – As negociações desta quinta-feira (12) na BM&F Bovespa terão início com um cenário internacional conturbado, marcado pela forte queda nas cotações de commodities e pela elevação de 0,50 ponto percentual da exigência de reserva de capital aos bancos chineses, em mais uma tentativa para controlar a escalada de preços no país.
Este cenário externo disputa a atenção com uma agenda de indicadores nos EUA também movimentada, com dados sobre as vendas no varejo, preços ao produtor, vendas e estoques das indústrias e pedidos de auxílio-desemprego. Já por aqui os indicadores ganham menos relevância, com a divulgação apenas de números referente ao comércio e ao emprego regional.
Eletropaulo
A divulgação de mais resultados referentes ao primeiro trimestre deste ano deve colocar o setor de energia elétrica em foco durante a sessão desta quinta, uma vez que diversas empresas divulgaram seus números.
Na última noite, a Eletropaulo (ELPL4) mostrou um crescimento de 26,5% do lucro líquido entre o primeiro trimestre de 2010 e o de 2011, para R$ 281,9 milhões, número superior às projeções da Ágora Corretora. "A boa performance do mercado, somada ao reajuste tarifário de julho de 2010, contribuiu positivamente para os resultados da companhia no período", destacou o diretor vice-presidente de Relações com o Investidor, Rinaldo Pecchio.
Copel
Do mesmo modo, a Copel (CPLE6) viu seus ganhos se elevarem em 20,5% durante o período, aos R$ 384,8 milhões, enquanto o Ebitda avançou 21,8% e a receita líquida, 11,3%, sendo que esta última foi favorecida, principalmente, pelo fim da política de descontos tarifários e o reajuste nos preços, bem como pela alta no mercado a fio.
CPFL
Por outro lado, a CPFL (CPFE3) anunciou um recuo de 4,5% em seu lucro líquido no primeiro trimestre, aos R$ 466 milhões, pressionada pela alta de 59,9% das despesas financeiras, por conta de atualizações monetárias e cambiais. Já a receita líquida e o Ebitda marcaram um incremento de 5% e de 3,9%, respectivamente.
Vivo
Enquanto isso, no setor de telecomunicações, o destaque deve ficar por conta da Vivo (VIVO4), a qual mostrou ao mercado na manhã desta quinta um lucro líquido de R$ 710,2 milhões, o que representa um salto de 270,1% sobre o número de 2010, "refletindo a melhor performance operacional, as menores despesas com depreciação e o melhor resultado financeiro". Da mesma forma, o Ebitda e a receita líquida avançaram, mas a um ritmo menor, de 29,6% e de 13,7%, respectivamente. 
Queiroz Galvão
Já no setor petrolífero, foi a vez da Queiroz Galvão (QGEP3) reportar seu desempenho entre janeiro e março deste ano, período no qual registrou uma receita líquida de R$ 71,1 milhões, valor 28% superior àquele do mesmo período de 2010.
No entanto, a empresa também revelou que a produção de gás foi consideravelmente abaixo daquela revelada na base de comparação, mas a expectativa é pelo retorno da capacidade total, já que três poços fechados para manutenção devem voltar a operar. Por fim, a petrolífera anunciou o início da perfuração de dois poços, marcados para este e o próximo mês.
Petrobras
Em se tratando do mercado de petróleo, a Petrobras (PETR3, PETR4) selou um acordo com a japonesa Jogmec para iniciar um programa de estudos sobre a viabilidade técnica para o projeto de dutos flexíveis que serão utilizados para a produção da commodity na região do pré-sal.
Brasil Ecodiesel
No caminho contrário, a Brasil Ecodiesel (ECOD3) rejeitou a proposta de incorporação da Vanguarda, a qual criaria a maior empresa do setor de agronegócios no país em termos de faturamento, revelou o jornal Valor Econômico nesta quinta.
No entanto, a operação ainda não está totalmente encerrada, uma vez que o presidente da Veremonte no Brasil - que detém participação indireta na empresa - já havia revelado ao jornal que, caso a proposta fosse rejeitada, convocaria uma assembleia-geral para que todos os acionistas da empresa votem.
Minerva
Já o Conselho de Administração do Minerva (BEEF3) aprovou uma capitalização de R$ 300 milhões através da segunda emissão pública de debêntures, conversíveis em ações ordinárias e com o objetivo de liquidar dívidas e reforçar o capital de giro da empresa. Os papéis terão um prazo de vencimento de quatro anos, a contar a partir da data de emissão
BR Malls
Finalmente, a sessão desta quinta marca também o início da negociação de 42,5 milhões de novas ações da BR Malls (BRML3) na BM&F Bovespa, no âmbito de sua oferta primária que, com o preço estipulado em R$ 17,20, totalizou uma captação de R$ 731 milhões à empresa.
 


Abertura de Mercado

11:37 AM, 12 May 2011 .. 0 comentários .. Link


DOLAR VOLTANDO A SUBIR

07:28 PM, 5 May 2011 .. 0 comentários .. Link

Dólar tem maior alta desde outubro e fecha a R$ 1,62

FOLHA 05/05/2011 16h14

 

Há mais de cinco meses a taxa de câmbio não subia tanto como na sessão desta quinta-feira, num momento de maior aversão a risco no cenário mundial, e de incertezas no front doméstico. Em apenas quatro dias de alta consecutiva, a cotação valorizou 3,30%.

Lá fora, a divisa americana também ganhou força, e o euro, que chegou a bater US$ 1,49 recentemente, caiu para US$ 1,45 nesta jornada. Com o dólar para cima, os preços das commodities derretem: um dos exemplos mais citados é o petróleo, cuja cotação desvalorizou quase 10%. Analistas internacionais citam a decisão do BCE (Banco Central Europeu), que manteve as taxas de juros em 1,25% ao ano, mas sinalizando altas futuras.

O dólar chegou a ser negociado por R$ 1,627 em seu valor máximo, e permaneceu bem perto desse patamar nas operações finais do dia, quando foi cotado por R$ 1,625, isto é, um aumento de 1,24% sobre o fechamento de ontem.

Já o dólar turismo foi vendido por R$ 1,730 e comprado por R$ 1,560 nas casas de câmbio paulistas, aumentando 0,6% sobre o valor fixado ontem.

Ainda operando, a Bovespa sofre queda de 0,54%, aos 63.274 pontos. O giro financeiro é de R$ 6,37 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York cai 1,12%.

Profissionais de corretoras têm salientado que a procura pela moeda aumentou nos últimos dias, devido ao período de remessas de lucros, e pagamento de importações, o que vem ocorrendo de menor abundância de dólares na praça financeira.

Os motivos destoam: alguns apontam o efeito das medidas restritivas adotadas pelo governo lá atrás, para conter a enxurrada de divisas vista nos primeiros meses; outros preferem apontar um redirecionamento dos grandes capitais rumo aos mercados já consagrados, em detrimentos dos emergentes. E notam o forte fluxo de saída registrado na Bolsa de Valores, que ultrapassou a casa dos R$ 3 bilhões no quadrimestre.

"[A taxa de R$ 1,65] não está longe de chegar. Talvez não amanhã, mas sim no início da semana que vem", comenta Luiz Baldan, diretor da corretora Fourtrade. Para esse profissional, o "dólar estava barato" demais, quando oscilou na faixa de R$ 1,52 e R$ 1,55 e um ajuste era esperado.

Ele nota que, a esses preços, é razoável contar que os exportadores comecem a integrar os dólares mantidos lá fora à espera de melhores taxas. "Com certeza, tem bastante dinheiro lá fora para entrar, mas é claro que não vai vir para cá de uma vez", ressalta.

JUROS FUTUROS

No mercado de juros futuros, as taxas negociadas recuaram, após vários sessões de estabilidade.

Para julho, a taxa prevista passou de 12% ao ano para 11,99%; para janeiro de 2012, a taxa projetada cedeu de 12,34% para 12,32%. E no contrato para janeiro de 2013, a taxa prevista cedeu de 12,70% para 12,64%. Esses números são preliminares e estão sujeitos a ajustes



NOTICIAS EM 15/02/2011

10:58 AM, 15 February 2011 .. 0 comentários .. Link
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Dilma exige mínimo de R$ 545 para ancorar pacote de corte de gastos
Em reunião da coordenação política ontem, presidente disse a ministros que mercado só acreditará em intenção de cortar R$ 50 bilhões do Orçamento se reajuste do piso for contido; presidente do BC informou que juros alcançarão 12,5% até junho
14 de fevereiro de 2011 | 23h 00
Vera Rosa, de O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff avalia que a aprovação do salário mínimo de R$ 545 pelo Congresso é questão de honra para sinalizar ao mercado que o corte nos gastos públicos não tem volta. Com a expectativa de que a taxa básica de juros - hoje em 11,25% - chegue a 12,5% em junho, para conter a inflação, o Palácio do Planalto elegeu o mínimo como a âncora fiscal do início de governo.
A necessidade de demonstrar segurança aos agentes financeiros foi o principal assunto da reunião realizada ontem entre Dilma e os ministros que compõem a coordenação política de governo, no Planalto. No diagnóstico da presidente, o mercado só acreditará que o corte de R$ 50 bilhões no Orçamento é para valer quando souber de onde sairá a economia dos gastos.
Definido como a primeira prova de fogo do pós-Lula, o projeto de lei que fixa o piso em R$ 545 passará amanhã pelo crivo da Câmara dos Deputados e depois seguirá para o Senado. O governo também vai reajustar a tabela do Imposto de Renda para 2011 em 4,5%, como havia anunciado o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho. De qualquer forma, na avaliação do Planalto a maior pressão inflacionária é provocada pelo reajuste do mínimo.
Foi o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, que traçou internamente um cenário no qual os juros devem ter sucessivos aumentos até junho, quando o patamar tende a ficar em 12,5%. Em conversas reservadas, integrantes da equipe econômica têm dito que, se a preocupação do momento é com a alta do custo de vida, no fim do ano será com a desaceleração.
Na tentativa de quebrar as últimas resistências no Congresso, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, explicará hoje a proposta do Planalto sobre o reajuste do salário mínimo a uma comissão geral, composta por deputados e representantes de empresários e centrais sindicais. Embora o governo tenha maioria na Câmara e no Senado, a base aliada não está totalmente unida e o Planalto sabe que haverá dissidências. A intenção, agora, é neutralizá-las ao máximo.
O deputado Paulinho Pereira da Silva (PDT-SP), que preside a Força Sindical, promete intensificar a "campanha" para aprovar amanhã um piso de R$ 560. As centrais sindicais reivindicavam R$ 580, mas, nas negociações com o governo, concordaram em reduzir o valor.
"Nós não vamos nos submeter a nenhuma ameaça nem a troca de favores ou de carguinhos", disse Paulinho. Para dobrar os sindicalistas, até o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou em campo. Depois de chamar os colegas de "oportunistas" por reivindicarem um mínimo maior do que R$ 545, Lula amenizou o tom, mas continuou defendendo a manutenção do pacto firmado em seu governo com as centrais, em 2007.
Pelo acordo, o reajuste do mínimo deve obedecer à variação do índice de inflação anual somado ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores. Dilma prometeu a "política de valorização do salário mínimo" até 2014.
"Estamos confiantes na aprovação do projeto enviado pelo governo para o mínimo e na unidade da base", afirmou o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP). "Não existe plano B. Temos relação de confiança com os partidos da base aliada", avisou o ministro Luiz Sérgio (Relações Institucionais). "O País vive um momento de pressão inflacionária. Se agora precisamos apertar o cinto, mais à frente teremos situação mais tranquila", completou o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE).
O PSDB quer um piso de R$ 600 para o mínimo, valor que foi defendido na campanha presidencial pelo candidato derrotado José Serra. Mas, na prática, o PSDB poderá fechar um acordo com o DEM e o PDT e apoiar o piso de R$ 560.
O governo teme defecções no PMDB e PSB. Os pessebistas têm dois ministros, indicados pelos governadores Eduardo Campos (PE) e Cid Gomes (CE), que hoje vivem às turras. Os deputados e senadores socialistas, no entanto, não foram contemplados com cargos no governo.

Dilma pode aumentar impostos em 2012
Para economistas, elevar a carga tributária é a única saída para fechar as contas  
14 de fevereiro de 2011 | 22h 30
Raquel Landim, de O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - Restam poucas alternativas à presidente Dilma Rousseff a não ser elevar os impostos. O ajuste fiscal deste ano é factível, mas o governo necessitará aumentar a carga tributária se quiser manter a disciplina das contas públicas em 2012. O diagnóstico é dos economistas Samuel Pessoa e Felipe Salto, da consultoria Tendência.
Três hipóteses baseiam a análise: a arrecadação não será tão forte (para controlar a inflação, o governo vai desaquecer a economia), os investimentos serão mantidos (grandes eventos esportivos se aproximam, como Copa e Olimpíada), e a regra para o reajuste do salário mínimo prevê forte aumento em 2012.
"Esses objetivos não coexistem sem alta da carga tributária", disse Pessoa, que também é chefe do Centro de Crescimento Econômico do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre/FGV). "A regra do salário mínimo, que faz parte do contrato social estabelecido com a população, requer mais transferências públicas".
Pelas regras em vigor, o salário mínimo subiria de R$ 545 este ano (proposta defendida pelo governo) para R$ 620 em 2012, o que significa um gasto adicional de cerca de R$ 25 bilhões.
Pessoa acredita que o governo vai tentar recriar a CPMF, o imposto do cheque, agora que tem maioria no Senado e na Câmara. Quando foi extinta, a CPMF garantia uma receita de R$ 40 bilhões. Para Felipe Salto, da Tendência, outra alternativa é elevar os royalties para a extração de minério, o que seria politicamente menos complicado.
Salto chama a atenção para um ponto importante: um eventual aumento na carga tributária resolve o problema fiscal em 2012 ao elevar a receita, mas não desaquece a economia, que é o que facilita a tarefa do Banco Central (BC) de reduzir os juros. "Se não muda efetivamente a política fiscal, o aumento de receita não vai salvar a pátria", disse.
Factível. Uma análise detalhada feita pelos dois economistas conclui que o ajuste fiscal de Dilma é "factível". O governo anunciou a disposição de contingenciar R$ 50 bilhões do Orçamento, um valor recorde, embora ainda não tenha detalhado como isso será feito. "É uma medida positiva, crível, que conduzirá a um superávit primário alinhado com a meta", diz o texto.
Dos R$ 50 bilhões anunciados, R$ 18 bilhões virão de cortes de emendas parlamentares. Os economistas calcularam que há espaço significativo para reduzir despesas discricionárias como educação e saúde. Se mantiver as despesas de 2010 ( ajustadas pela inflação), o governo contingenciaria mais R$ 13,9 bilhões.
Outros R$ 15,3 bilhões podem ser obtidos segurando o orçamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na "boca do caixa". Para isso, não é necessário reduzir efetivamente os investimentos, mas manter a média de 2010, quando foi executado 65% do previsto.
Cortes de pessoal garantiriam ao governo mais R$ 5 bilhões de economia. Tudo somado, o ajuste fiscal chegaria a R$ 54,8 bilhões, nas contas da Tendências.
Como 2010 foi um ano eleitoral, com mais despesas e aceleração de investimento, o sacrifício não seria tão grande. "O corte é doloroso porque frustra os políticos e a base social ao não reajustar o salário mínimo", disse Pessoa. "Mas será feito, porque é do interesse da presidente fazer as maldades agora e garantir um bom governo até 2014."
 
Inflação ao consumidor da China sobe 4,9% em janeiro
Dado veio acima da alta de 4,6% em dezembro, mas ficou abaixo das expectativas do mercado 
15 de fevereiro de 2011 | 7h 22
Hélio Barboza, da Agência Estado
PEQUIM - O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da China subiu 4,9% em janeiro na comparação com o mesmo mês do ano passado, acima da alta de 4,6% verificada em dezembro. O dado, porém, ficou abaixo da mediana das previsões de economistas consultados pela Dow Jones, que projetava inflação de 5,4%.
A leitura de janeiro vem depois de um boato que se espalhou pelos mercados chineses na segunda-feira de que o CPI do mês ficaria justamente em 4,9%. O rumor fez as ações chinesas subirem e o Índice Xangai Composto fechou com elevação de 2,5%.
O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês), termômetro dos preços no atacado, subiu 6,6% em janeiro na comparação com um ano antes, acima dos 5,9% de dezembro e dos 6,3% previstos pelos economistas.
Segundo o Escritório Nacional de Estatísticas, da alta registrada no CPI de janeiro, 0,024 ponto porcentual se refere a uma mudança na ponderação dos itens que compõem o indicador e que ocorre a cada cinco anos. As informações são da Dow Jones. 
 
Zona do euro cresce 1,7% em 2010
PIB da região reverteu contração de 4,1% em 2009; no 4º trimestre, avanço foi de 0,3%, menos que o esperado
15 de fevereiro de 2011 | 8h 25
Cynthia Decloedt, da Agência Estado
LONDRES - A economia da zona do euro cresceu menos do que se esperava no último trimestre do ano passado, influenciada pelo fraco desempenho da Alemanha e da França, assim como pela contração da Grécia e de Portugal.
Segundo dados preliminares divulgados pela Eurostat, agência de estatísticas da União Europeia, o PIB da zona do euro cresceu 0,3% no quarto trimestre, abaixo da estimativa dos economistas ouvidos pela Dow Jones de expansão de 0,4%. Em comparação ao quarto trimestre de 2009, a economia da zona do euro registrou aceleração de 2%, também inferior à alta de 2,1% prevista.
Em todo o ano de 2010, a zona do euro cresceu 1,7%, revertendo contração recorde de 4,1% de 2009.
A economia alemã cresceu 0,4% no quarto trimestre em relação ao terceiro, prejudicada pelas severas condições do inverno; e a França registrou expansão de 0,3% no quarto trimestre, mesma variação do terceiro trimestre. O PIB da Itália subiu apenas 0,1% no quarto trimestre. Alemanha, França e Itália são, respectivamente, a primeira, segunda e terceira maiores economias da zona do euro.
Entre os menores países-membros, a economia grega contraiu 1,4% no quarto trimestre frente ao terceiro e a de Portugal contraiu 0,3%. A economia espanhola cresceu apenas 0,2%.
Balança comercial
O déficit comercial da zona do euro diminuiu para 500 milhões de euros (US$ 676,65 milhões) em dezembro, de saldo negativo de 1,5 bilhão de euros em novembro, segundo dados preliminares. Economistas ouvidos pela Dow Jones esperavam superávit em média de 1,2 bilhão de euros. Em dezembro de 2009, a zona do euro havia registrado superávit comercial de 3,2 bilhões de euros.
Em 2010, o superávit comercial da zona do euro caiu para 700 milhões de euros (US$ 947,6 milhões), após 16,6 bilhões de euros em 2009, refletindo elevação das importações em comparação as exportações.
As informações são da Dow Jones.
 
Impacto de R$ 38 mi faz prefeitos defenderem mínimo de R$ 545
Municípios temem efeito nefasto de reajuste maior em contas públicas; cálculo considera encargos trabalhistas
14 de fevereiro de 2011 | 23h 00
Eduardo Bresciani, do Estadão.com.br
O governo federal não está sozinho no lobby para evitar um aumento do salário mínimo acima dos R$ 545. Prefeitos de todo o país estão em campanha para evitar que a concessão de um reajuste maior prejudique ainda mais a situação dos executivos municipais. Números da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) estimam em R$ 38 milhões o impacto nas contas das prefeituras de cada R$ 1 de aumento dado ao mínimo. Além do salário dos trabalhadores, o cálculo leva em conta os encargos trabalhistas.
A elevação do mínimo para R$ 545 já tem um impacto estimado em R$ 1,3 bilhões nas contas das prefeituras em 2011. Se a emenda apresentada por DEM e PDT obtiver sucesso e levar o valor para R$ 560, os municípios teriam um gasto de quase R$ 1,9 bilhão. Caso o mínimo suba para R$ 600, como defende o PSDB, as prefeituras teriam uma despesa extra de R$ 3,4 bilhões, na avaliação da CNM.
Líder do PR na Câmara, o mineiro Lincoln Portella conta ter recebido desde a semana passada ligações de mais de 40 prefeitos para falar especificamente sobre esse tema. "Não podemos ser irresponsáveis e querer jogar o salário mínimo para um patamar que as prefeituras não dão conta. Tenho recebido ligações de prefeitos pedindo pelo amor de Deus que não deixemos o mínimo ir além dos R$ 545", afirmou o parlamentar.
O relato de Portella não é isolado. Deputados e senadores de vários partidos comentam sobre o assédio dos prefeitos. Um senador do Nordeste contou ter recebido ligações de prefeitos afirmando não conseguir sequer pagar a folha de pagamento do próximo mês se o salário for para um valor maior.
Efeito imediato. A região Nordeste tem o maior número de trabalhadores recebendo até um salário mínimo e meio, segundo dados da CNM. O levantamento mais recente, de 2009, mostra que quase a metade dos 1,7 milhões de funcionários de prefeituras nesta faixa salarial vive nesta região. É no salário destes trabalhadores que o reajuste é praticamente imediato.
Os pequenos municípios são os que mais sofrem com os reajustes do mínimo. Eles têm suas receitas vinculadas basicamente a repasses da União, principalmente o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que não vem crescendo no mesmo ritmo dos aumentos concedidos ao salário mínimo nos últimos anos, segundo avaliação da CNM.
LRF. O presidente da confederação, Paulo Ziulkoski, estima que, por causa dos sucessivos aumentos do salário mínimo, centenas de prefeituras têm estourado o limite de gastos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Convidado para falar na comissão geral que a Câmara realiza hoje para discutir o reajuste do mínimo, Ziulkoski enviará um técnico ao Congresso. O presidente da confederação já tinha agenda no Nordeste e está mostrando aos prefeitos o tamanho do impacto e pedindo para que pressionem os deputados.
"Não vamos gastar dinheiro à toa e ir pra Brasília", afirmou Ziulkoski. "A estratégia é cada prefeito falar com seus deputados e mostrar que não dá conta de pagar."

Analistas projetam mais inflação e ciclo mais longo de juros
Fernando Travaglini | De Brasília
15/02/2011
 
 
O mercado não acreditou na efetividade do corte de R$ 50 bilhões nos gastos públicos, anunciado pelo governo na semana passada, e as expectativas inflacionárias, que já estavam bem acima do centro da meta, de 4,5%, pioraram muito. Os economistas, agora, já esperam um ciclo mais longo de alta dos juros e um menor crescimento da economia em 2011.
No Boletim Focus desta semana, a projeção dos analistas e economistas para o Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano aumentou de 5,66% para 5,75%, na décima alta consecutiva. Para os economistas que compõem o Top 5 (analistas que mais acertam as previsões), a inflação fechará o ano em 6,44%, perigosamente próxima do teto da meta estipulada pelo governo (6,5%).
Já há economistas que acreditam que a inflação romperá de fato o teto da meta no fim do primeiro semestre deste ano. Segundo avaliação de Laura Haralyi, do Itaú Unibanco, o IPCA de janeiro acumulou alta de 5,99% nos últimos 12 meses e seguirá pressionado em fevereiro, com variação de cerca de 0,80% para o fechamento do mês. O índice seguirá em alta até o início do segundo semestre, projeta o banco, atingindo em agosto 6,8%, acumulado em 12 meses, para fechar o ano em 5,8%.
As projeções para os índices gerais de preços (IGP) também mostraram forte alta na última semana. O IGP-M, que estava em 6%, passou para 6,28%, quinta alta seguida. O IGP-DI, saiu de 6% para 6,33% nessa semana. Para 2012, a inflação medida pelo IPCA esperada pelo mercado voltou ao nível de 4,7%, fora do centro da meta de 4,5%, depois de ter recuado para 4,61% na semana passada.
Como consequência da deterioração da inflação, o mercado já acredita que o aperto monetário iniciado pelo BC em janeiro terá de se estender até 2012. A Selic esperada para o fim do próximo ano passou de 11% para 11,25% ao ano.
Na avaliação da equipe econômica da corretora Lerosa Investimentos, o mercado de juros da BM&FBovespa no dia seguinte ao anúncio de cortes terminou com ligeira alta, pautado pela dúvida que persiste com relação ao ajuste fiscal e se ele será ou não suficiente para que o BC adote uma política monetária mais frouxa.
O mercado também refez suas projeções para o crescimento do PIB. Em linha com uma ação mais moderada dos gastos do governo, os economistas que respondem ao Focus reduziram suas expectativas de 4,6%, na semana passada, para 4,5% no boletim divulgado ontem.
Com relação à taxa de câmbio, também houve redução para baixo das projeções. O mercado acredita que a cotação do dólar encerra o ano na casa de R$ 1,7. Há um mês, a mediana das previsões apontava taxa de R$ 1,75. A revisão na taxa cambial carrega um ajuste nos preços das commodities, como aponta Maurício Molan, economista do banco Santander. Segundo ele, há uma forte relação entre câmbio e commodities que deve pressionar ainda mais a moeda brasileira. O Santander acredita em dólar a R$ 1,55 no fim do ano.
O Bradesco também revisou para baixo sua projeção para o câmbio, de R$ 1,7 para R$ 1,62. "A despeito dos controles impostos e do maior grau de intervencionismo no mercado cambial brasileiro, avaliamos que os fundamentos prevalecerão, o que inclui perspectivas melhores para a economia brasileira relativamente à média mundial", aponta o Departamento de Pesquisas Econômicas do Bradesco, em relatório.
O governo se comprometeu a explicar, nesta semana, como fará o corte de R$ 50 bilhões no gasto público, cifra que cai para R$ 32 bilhões considerando que o Congresso deverá perder R$ 18 bilhões de emendas parlamentares.

Faturamento da indústria cresce acima da produção
Sergio Lamucci | De São Paulo
15/02/2011
 
O faturamento cresceu com mais força do que a produção em 12 de 19 setores da indústria nos últimos meses, segundo estudo da Rosenberg & Associados. Além dos segmentos de produtos químicos, máquinas e equipamentos, veículos e celulose e papel, também se destacam os de têxteis, máquinas, aparelhos e materiais elétricos, calçados e couros e outros equipamentos de transporte.
No setor de produtos químicos, o faturamento nominal aumentou 9,9% entre junho e dezembro, feito o ajuste sazonal, enquanto a produção avançou 5% no período. A alta mais forte do faturamento reflete uma recuperação dos preços no segmento, que ocorre na esteira da alta de insumos importantes como a nafta. Depois de cair com força em 2009, devido à crise global, o petróleo e seus derivados voltaram a subir, como lembra a diretora técnica de economia e estatística da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Fátima Ferreira.
 
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No segundo semestre de 2010, o índice geral de volume de produção da Abiquim, calculado em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), teve alta de 2,5% em relação ao mesmo período de 2009, ao passo que o indicador de preços do segmento aumentou 12%. Segundo Fátima, o que houve foi mais uma recuperação em cima de uma base muito fraca.
No setor de máquinas e equipamentos, o faturamento subiu 13,8% em termos nominais no segundo semestre, feito o ajuste sazonal. A produção do segmento, por sua vez, caiu 0,4% entre junho e dezembro. Nesse setor, a mudança para uma linha de produtos mais sofisticados parece a explicação mais plausível para o descolamento enter faturamento e produção, acredita a economista-chefe da Rosenberg, Thaís Marzola Zara. É uma estratégia usada por alguns segmentos desde antes da crise, diz ela, lembrando o caso da indústria calçadista. Sofrendo com a forte concorrência dos produtos chineses nos produtos mais básicos, o setor começou a buscar nichos de maior valor agregado. Entre junho e dezembro de 2010, o segmento de calçados e couros conseguiu elevar o faturamento nominal em 11,8%, na série com ajuste sazonal. No período, a produção teve queda de 8,8%.
Parte dessa disparidade no setor se explica também pelos reajustes de preços que chegaram ao varejo no ano passado. Em 2010, o item calçados e acessórios subiu 8,08% no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Para o economista Silvio Sales, consultor da Fundação Getulio Vargas (FGV), o aumento expressivo das importações ao longo de 2010 é o motivo de maior peso para a estagnação da produção industrial desde abril do ano passado. Em alguns segmentos, isso limitou repasses de preços, como nos de bens duráveis, como automóveis e eletroeletrônicos.
O estudo da Rosenberg considerou os setores que aparecem ao mesmo tempo na pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), sobre faturamento, e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). "Eles equivalem a 92,5% da indústria geral pesquisada pelo IBGE", explica Thaís. A pesquisa da CNI leva em conta os valores em reais, enquanto a do IBGE mostra a evolução dos volumes produzidos.
 

Cidade de SP faz proposta para renegociar dívida
Marta Watanabe | De São Paulo
15/02/2011
 
A prefeitura de São Paulo levou ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, uma nova proposta para renegociação da dívida com a União. Além de recálculo do estoque da dívida, a prefeitura quer a troca do indexador e novo prazo para amortização do valor.
Com as alterações solicitadas e conforme o crescimento das receitas, o município teria possibilidade de tomar de R$ 1 bilhão a R$ 2 bilhões em créditos, o que aumentaria a capacidade de investimento da prefeitura e permitiria investimentos maiores para este ano e para 2012, quando acontecem as eleições para prefeito. Segundo o secretário de Finanças de São Paulo, Mauro Ricardo Costa, Mantega reconheceu a necessidade de solucionar o alto endividamento.
A relação atual entre a dívida consolidada líquida e a receita corrente líquida do município é de 2,03, número bem acima do teto de 1,2 estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) ou mesmo da relação de 1,49 prevista pela mesma legislação na trajetória de redução do nível de endividamento. Praticamente toda a dívida do município é com a União.
Hoje a dívida com o governo federal é corrigida pelo IGP-DI, com juros de 9% ao ano. No ano passado, informa Costa, a prestação devida à União foi de R$ 7,9 bilhões, mas o acordo com o governo federal fixa, até 2030, um pagamento de prestação limitado a 13% da receita líquida real do município. Por isso, a prefeitura desembolsou à União R$ 2,4 bilhões em 2010. O resíduo de R$ 5,5 bilhões foi incorporado ao estoque de dívida, hoje de R$ 44,1 bilhões. O montante devido inicialmente, quando houve a negociação com a União, em 1999, era de R$ 10,5 bilhões.
Na negociação estabeleceu-se um prazo de 30 meses para a prefeitura amortizar 20% da dívida. Até então, a dívida era corrigida por IGP-DI mais 6% ao ano. Sem a amortização no prazo estipulado, a dívida passou a ser corrigida por IGP-DI mais 9% ao ano, conforme previa o acordo. Essa correção foi aplicada retroativamente para recálculo da dívida.
A prefeitura, diz Costa, propõe recálculo da dívida por IGP-DI mais 6% ao ano. O município também quer novo prazo para amortização de 20% do débito. Os recursos para esse abatimento seriam obtidos pelo município no Banco Mundial. Além disso, a prefeitura propõe, a partir do momento da renegociação, a troca do indexador para IPCA mais 3%.
Com as mudanças, diz o secretário, o município chegaria a 2016 com relação de 0,89 entre dívida consolidada e receita corrente. 2016 foi o prazo estabelecido pela legislação para os municípios chegarem à relação de 1,2 de endividamento. Caso não consiga cumprir esse limite, a prefeitura perde o direito a financiamentos e transferências voluntárias da União. Se o indexador for IGP-DI mais 6%, o município também conseguirá cumprir o teto, chegando com relação de endividamento de 0,92% em 2016. A estimativa leva em consideração um cenário otimista, com crescimento real de 3% ao ano da receita líquida real.
Costa diz que a vantagem da União seria receber cerca de R$ 6 bilhões relativos à amortização de 20% da dívida recalculada. "É uma operação de ganha-ganha." Segundo ele, a mudança proposta pela prefeitura não fere a LRF e poderia ser feita por mudança na MP da negociação da dívida ou por nova medida provisória.
 
Dilma intervém para evitar atrasos na Copa
Luciano Máximo e Cristiane Agostine | De São Paulo
15/02/2011
 
 
Preocupada com atrasos nos preparativos para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil, a presidente Dilma Rousseff começará a chamar, depois do Carnaval, prefeitos e governadores das 12 cidades e Estados que sediarão o evento para "uma conversa chegada", o que representará a passagem para um estágio de intensificação de medidas no planejamento brasileiro, disse ao Valor o ministro do Esporte, Orlando Silva. Segundo ele, Dilma dará prioridade máxima ao mundial, que ocorrerá em exatos 40 meses, no fim de seu mandato e às vésperas da eleição presidencial. O ano de 2011 será crucial, e se os projetos e as obras não deslancharem nos próximos meses, o país entrará numa "zona de risco", prevê o ministro.
De acordo com Silva, a presidente Dilma também pediu a elaboração de um balanço trimestral sobre a evolução dos empreendimentos nas 12 capitais. A ideia é que as prefeituras e os governos estaduais sigam à risca a matriz de responsabilidades da Copa, documento que sela compromissos entre os entes federativos. "Vamos fazer um TAC [termo de ajuste de conduta] entre as cidades, os Estados e a União, dizendo quem faz o quê e paga o quê e quais são os cronogramas."
A orientação do governo federal é dar maior transparência aos processos, evitar atrasos e afastar problemas de sobrepreço e irregularidades nos projetos. "A Dilma quer agora um balanço a cada três meses. O sujeito vai ter que se explicar por que [o projeto inicial] era R$ 300 milhões e agora é R$ 600 milhões. Vai ter que esclarecer para a sociedade por que o projeto não ficou pronto", ilustra.
 
http://www.valoronline.com.br/sites/default/files/crop/imagecache/media_library_default/0/14/361/452/sites/default/files/gn/11/02/arte15bra-102-copa-a5.jpg
O ministro aproveitou para comentar relatório publicado semana passada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que indicou uma série de problemas nos projetos da Copa de 2014: descumprimento de prazos, aportes desnecessários, riscos de aditivos contratuais e sobrepreço. Para ele, as informações do órgão estão incompletas.
"Temos colaborado fortemente com o TCU, a última leva de informações requeridas era de dezembro. Pedimos novo prazo, que vai vencer em 26 de fevereiro", ponderou o ministro, que considera natural algumas alterações de custos e prazos. "Em Cuiabá, a obra do estádio começou e, durante o estaqueamento, foi descoberto um grande lençol freático. Tem que ver que empresa fez a sondagem do terreno e aplicar uma multa. A obra continuará no mesmo lugar, será preciso triplicar o estaqueamento. Vai custar mais."
Além disso, a presidente convocou uma reunião para o dia 2 de março com 23 ministros para tratar exclusivamente de assuntos relacionados à Copa do Mundo. No encontro, serão apresentadas informações colhidas em campo por Silva e sua equipe, que têm percorrido as 12 cidades-sede desde a semana passada. "Pretendemos dar um balanço dos preparativos e medidas para intensificar as ações do Mundial da Fifa no Brasil. Este ano é chave, porque é o ano que concentra o início da maior quantidade de obras, sobretudo de mobilidade urbana e aeroportos. Se não agirmos adequadamente entramos numa zona de risco", afirma Silva.
De acordo com a previsão de gastos federais, estaduais e municipais e financiamentos da Caixa Econômica Federal e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), disponíveis no Portal da Transparência, dos R$ 23,5 bilhões estimados para a construção de estádios e obras de mobilidade urbana e reformas em aeroportos, as autoridades públicas brasileiras contrataram R$ 8,6 bilhões e conseguiram executar apenas R$ 207,2 milhões - 0,87% do total.
O baixo índice de execução dos orçamentos públicos não significa necessariamente que todos os projetos estejam atrasados, pois contratos já firmados com a iniciativa privada garantem a condução de obras. Nos cálculos do ministro, as construções dos estádios estão em andamento em 10 das 12 sedes. "Não temos obras em São Paulo, porque foi trocado o endereço do estádio - era o Morumbi, passou a ser o projeto Corinthians, em Itaquera. Também não temos obras em Natal, porque a licitação não teve nenhum concorrente. O novo edital, previsto para março ou abril, já tem 28 grupos interessados."
O ministro diz que a maior preocupação é com as obras de infraestrutura. Ele atribui os atrasos à falta da cultura de planejamento. "As cidades têm um plano conceitual, mas não têm uma estratégia clara. Queríamos deixar um legado de transporte urbano, mas as prefeituras traziam projetos de intervenção viárias, queriam facilitar a circulação dos carros na cidade."
 
Reajuste do mínimo fica sem retroatividade
Ribamar Oliveira e Paulo de Tarso Lyra | De Brasília
15/02/2011
 
O governo decidiu não permitir que o novo valor de R$ 545 para o salário mínimo retroaja a 1º de janeiro diante de uma avaliação feita pela equipe econômica de que a medida provocaria uma "grande confusão", segundo explicou ontem o líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza (PT-SP): "A retroatividade do salário mínimo a janeiro iria criar um turbilhão na Justiça."
Da forma que foi encaminhado ao Congresso Nacional, o projeto elaborado pelo Palácio do Planalto prevê que o novo valor de R$ 545 entrará em vigor no primeiro dia útil do mês subsequente ao da publicação da lei. Se o projeto for aprovado esta semana, como é a intenção do governo, e sancionado pela presidente Dilma Rousseff até o fim deste mês, o valor de R$ 545 valerá a partir do dia 1º de março. Se houver atraso na votação do projeto, somente em 1º de abril.
A exposição de motivos estima que entrando em vigor no dia 1º de março, o novo mínimo aumentará os gastos públicos a ele vinculados em R$ 1,36 bilhão este ano (com as aposentadorias do INSS, abono salarial, entre outros).
Vaccarezza explicou que de janeiro para cá, numerosos trabalhadores que ganham o piso salarial foram demitidos, mudaram de emprego ou até mesmo morreram. Além disso, várias empresas pagam os trabalhadores por hora trabalhada. Se a lei retroagisse a janeiro, as empresas teriam grande dificuldade operacional para pagar a diferença, o que terminaria provocando ações na Justiça.
Desde janeiro, o salário mínimo é de R$ 540. Este valor, no entanto, não foi suficiente para cobrir a inflação integral do ano passado, medida pelo INPC, que ficou em 6,47%. O líder do governo disse que chegou a defender a retroatividade, mas foi convencido pelos argumentos da equipe econômica.
A não retroatividade será mais uma dificuldade que o governo vai enfrentar na batalha de amanhã para aprovar o projeto de lei que fixa o valor de R$ 545 e estabelece uma política de recuperação do salário mínimo até 2015. Alguns líderes da base aliada consideram que será difícil convencer as suas bancadas a aprovar o projeto sem a retroatividade.
O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), chegou a admitir ontem a possibilidade de que essa questão possa ser objeto de uma emenda ao projeto de lei. Mas a orientação na Câmara dos Deputados, onde o projeto começou a tramitar, é de que os partidos da base aliada não apresentem emendas. O único parlamentar que não cumprirá a determinação governista é o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, e que já anunciou sua disposição de apresentar uma emenda passando o salário mínimo para R$ 580.
O ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, e Vaccarezza garantiram, durante a reunião da coordenação política, que o governo tem votos suficientes para aprovar amanhã o salário mínimo de R$ 545. Diante da presidente Dilma Rousseff e dos ministros que compõem o núcleo do governo, Vaccarezza afirmou: "Vai ser trabalhoso e barulhento, mas o projeto do salário mínimo passa na Câmara."
Após a reunião, o ministro e o líder do governo descartaram a possibilidade de um "plano B" caso o Executivo tenha dificuldades em aprovar o valor de R$ 545 no Congresso. Nos últimos dias, especulou-se que o Planalto aceitaria o valor de R$ 560 defendido pelo DEM e pelo PDT - o PSDB vai apresentar um destaque ao projeto propondo o aumento do salário mínimo para R$ 600.
Ficou acertado que o governo não pedirá aos líderes que punam os deputados que votarem contrários à orientação do Planalto. Mas haverá um trabalho sistemático para mostrar aos aliados que o valor de R$ 545 é o único que cabe dentro dos limites orçamentários do Executivo.
Vaccarezza disse que PT, PMDB, PR e PP estão fechados a favor dos R$ 545. Além disso, o PSB "avançou em direção à essa proposta" e PDT e PCdoB vão reabrir as discussões nas respectivas bancadas.
O PDT terá uma reunião hoje de sua bancada e parte da executiva nacional. O líder do partido na Câmara, Giovanni Queiroz (PA), disse que, se a presidente pretende, de fato, manter a política de valorização do salário mínimo, deveria reajustar o mínimo para R$ 560. "Isso representa R$ 4,5 bilhões no Orçamento, não é nada, em comparação à injeção de recursos na economia brasileira."
Ex-líder do PCdoB, o deputado Daniel Almeida (BA) declarou que o partido não pretende colocar-se como oposição ao governo, mas que tentará, até o último momento, dar um aumento maior para o mínimo.
 
Americanos não parecem prontos a aceitar redução de gastos sociais
Gerald F. Seib | The Wall Street Journal
15/02/2011
 
 
Se você quer instigar uma expressão de dor num político de Washington hoje em dia, só precisa perguntar: será que os eleitores vão aceitar grandes cortes em programas que eles adoram para que o déficit do orçamento possa ser diminuído? A resposta provavelmente será um menear de ombros ou uma testa franzida.
E isso, mais do que qualquer coisa, serve para explicar a proposta de orçamento federal apresentada ontem pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama - e várias das abordagens alternativas que a oposição já apresentou.
O país está muito insatisfeito com o déficit de US$ 1,6 trilhão este ano e, teoricamente, os eleitores exigem que esses gastos sejam contidos. Mas isso não significa querer cortar despesas em áreas em que os gastos são mesmo grandes e politicamente delicados.
E, no momento, a verdade é que os políticos não estão convencidos de que enxergam sinais reais na opinião pública de que os eleitores vão aplaudir um corte nos benefícios do programa de saúde da vovó, ou nos benefícios da previdência que eles esperam receber quando se aposentarem, duas despesas que na verdade são o cerne do problema. Como Washington já não é um lugar dado a rompantes de coragem nessas questões, essa visão da opinião pública deve continuar produzindo o que todos temos visto até agora: inação.
De muitas maneiras, o novo orçamento de Obama é o retrato perfeito desse panorama. O orçamento prevê que os gastos em todos os programas que o Congresso debate e vota todos os anos - incluindo os gastos de defesa - na verdade vão cair nos próximos dez anos.
Enquanto isso, a estimativa do orçamento é de que os gastos da previdência vão subir 71%, os do Medicare, programa de saúde para idosos, vão subir 72%, e os do Medicaid, programa de saúde para famílias de baixa renda, vão subir 115% no mesmo período, com aumentos ainda maiores depois da próxima década. Esses programas estão no piloto automático e vão continuar devorando mais e mais dólares dos contribuintes se não forem modificados.
Mas o próprio orçamento de Obama contém poucas sugestões significativas para modificar a tendência de expansão desses programas fixos. O sumário do orçamento apresentado pelo presidente fala mais do que não deve ser reduzido na previdência do que do que deve ser reduzido, e repete ideias que já embarcaram no bonde da reforma da saúde do ano passado e deveriam reduzir a expansão dos gastos do Medicare.
O governo estuda elevar o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) das compras no exterior com cartão de crédito de 0,38% para mais de 4%, informa a reportagem de Valdo Cruz e Sheila D'Amorim publicada na edição desta terça-feira da Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
Se a alíquota for aprovada, o IOF sobre uma despesa internacional de R$ 2.000 em cartão passará dos atuais R$ 7,60 para R$ 80.
O objetivo é frear o consumo no exterior. Em 2010, essas transações cresceram 54%, somando US$ 10 bilhões.
A combinação de crescimento de renda com dólar barato favorece as viagens para fora e as compras de importados pela internet.
A medida visa evitar o endividamento excessivo, que pode elevar a inadimplência no futuro. Empresários também se queixam de que importados prejudicam produtos locais.

 
Editoria de Arte / Folhapress
 



Acabei de preparar este Guia Rápido de Câmbio Turismo especialmente para você.

01:09 PM, 4 February 2011 .. 0 comentários .. Link
Informações Básicas
Onde comprar? Pela lei brasileira, você só deve comprar moeda estrangeira em instituições credenciadas pelo Banco Central do Brasil. Negociar com o mercado paralelo o deixará sujeito às sanções penais.
Documentos necessários: Comprar moeda estrangeira é muito simples: basta apresentar seus documentos de identificação pessoal (CPF e RG), endereço e telefone. Para valores acima de R$ 10.000,00 (dez mil reais), consulte os documentos necessários.
Comprovante da operação: Entregue após a compra, é a garantia de procedência da moeda estrangeira que você carrega. Exija seu comprovante e leve-o consigo, pois ele poderá ser solicitado quando você for sair do Brasil ou ao entrar em outro país.
Limites: Não há limite para aquisição de moeda estrangeira.
Como pagar? Você pode pagar sua compra através de transferência eletrônica, o que garante a sua segurança. Para valores acima de R$ 10.000,00 (dez mil reais), a lei determina que seja efetuado pagamento via transferência.
Obrigações Se você for deixar o país com quantias superiores ao valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais), não esqueça de fazer a declaração obrigatória junto à Receita Federal no site www.receita.fazenda.gov.br/dpv e posteriormente na fiscalização da Receita Federal no aeroporto. No site da Receita, você pode fazer a declaração eletrônica de porte de valores (DPV). Para obter mais explicações de como proceder e a legislação pertinente, acesse o https://www4.receita.fazenda.gov.br/dpv-viajante/.
Imposto de Renda Se você vai comprar moeda com a finalidade de cobrir gastos em viagens internacionais, não é preciso fazer a declaração no Imposto de Renda. Consulte seu contador em caso de dúvidas ou se a quantia adquirida não for totalmente utilizada durante a sua viagem.
Estrangeiros Estrangeiros podem trocar sua moeda para o Real, mas devem guardar seus comprovantes para uma futura retroca ao deixar o país. É só apresentar o passaporte e atentar ao limite de pagamento em espécie, que é de R$ 10.000,00 (dez mil reais), tanto para compra como para a venda de moeda estrangeira (inclusive brasileiros).
Dicas
·    Para menores de idade, todas as precauções são necessárias. No exterior, devido as belezas e atrações locais, as pessoas costumam se distrair e descuidar com relação a furtos (freqüentes em locais turísticos). Cartões pré-pagos de bandeira internacional são os mais indicados e confiáveis pela agilidade no caso de reembolso.
·    Evite trazer moedas da sua viagem. Além de negociação difícil, existem também as moedas "não-conversíveis", que não são mais aceitas no Brasil. Caso tenha visitado um país cuja moeda não seja conversível aqui, troque-a por Dólares Americanos ou Euros antes do seu retorno.
·    Viaje sempre com a moeda do país a ser visitado, ou com o VTM, que lhe permitirá saques e pagamentos na moeda local.
·    Evite transtornos de última hora. Compre a moeda do país a ser visitado com antecedência. Fique atento às oscilações das moedas antes de sua viagem, para aproveitar momentos econômicos mais favoráveis, uma vez que elas oscilam frequentemente;
·    Sempre que possível, use cartão Visa Travel Money, pois possui reembolso em caso de perda ou roubo;
·    Para viagens a destinos em que a moeda local não é disponível no Brasil, procure levar um pouco de USD (Dólar Americano) em espécie, e o restante no cartão Visa Travel Money. Saques em caixas eletrônicos podem lhe proporcionar transações mais favoráveis, e estão disponíveis a qualquer momento;
·    Evite levar USD para a Europa. Os europeus não gostam muito de Dólares Americanos, pela alta taxa de notas falsas em circulação no Mundo. Se já tiver Dólares Americanos adquiridos, procure levar em notas abaixo de USD 100,00.
·    Se for passear em Cuba leve Euros, pois os Dólares Americanos não têm livre circulação como em outros países.
 
 
Tel : 3191-2574 / 3191-2581
Fax.: 3191-2688
Celular: 7265-9278 
msn:  alex.faircorretora@hotmail.com;
SKYPE: alexpardimfraga
 


Abertura de Mercado

11:08 AM, 1 February 2011 .. 0 comentários .. Link
Você compra pelo Telefone e entregamos onde melhor lhe convir (Tel. 3191-2574) - http://blog.clickgratis.com.br/TurismoEssencial/
Dólar Turismo     1.7500
Euro Turismo      2,4200
Dólar Comercial  1,6720
Operações fechadas e com crédito confirmado até ás 12:00hs serão entregues no mesmo dia em horário comercial.Ressaltamos que para as operaçôes de câmbio  turismo, deve-se haver  negociação  imediata,  pois o mercado  é flutuante.
R.B.
"Se esbaldando"
 
São Paulo, 1 de fevereiro de 2011 (TERÇA-FEIRA).

Mercados:
 
HOJE
-    A BOVESPA deve subir, tentando iniciar um movimento de recuperação das perdas acumuladas no mês passado (-3,9%), seguindo a provável melhora do ''humor'' das demais bolsas mundiais e beneficiada pela valorização das commodities.
-    O DÓLAR pode cair, devolvendo toda a alta acumulada no primeiro mês do ano (0,5%), influenciado pelo crescente fluxo positivo de recursos externos e também seguindo a provável melhora do ''humor'' mundial.
 
ONTEM
-    BOVESPA -0,2%, abriu em alta, para na máxima avançar 0,7%, porem, logo passou a cair e emendou seu quarto dia consecutivo de baixas, mais uma vez pressionada pela as ações do setor bancário e do setor de construção civil, diante dos ''temores'' de novas medidas macropudenciais para conter a inflação.
-    DÓLAR -0,6% à R$ 1,67, já abriu em queda e, mesmo com os leilões de compra do BC, à vista e à termo, manteve a trajetória descendente ao longo de todo pregão, influenciado pelo recuo do risco-Brasil (-4,9%) e pelo fluxo positivo de recursos externos.
-    Na ÁSIA, refletindo os problemas no Egito, JAPÃO -1,2%, com destaques de queda para as exportadoras do setor de tecnologia, prejudicadas pela valorização da moeda local (o iene) frente ao dólar e pelas projeções decepcionantes da Fujitsu e da Konica Minolta, CHINA -0,7%, realizando lucros recentes e CORÉIA -1,8%, com destaques de queda para ações de companhias aéreas, montadoras e construtoras.
-    Na EUROPA, sem uma tendência única, INGLATERRA -0,3%, FRANÇA 0,1% e ALEMANHA -0,4%, impulsionadas por um lado pela divulgação de dados positivos sobre a renda e o consumo nos EUA, mas por outro pressionados pela intensificação dos protestos contra o governo no Egito.
-    Nos EUA, superando os temores com a crise egípcia, S&P 0,8%, DJ 0,6% e NASDAQ 0,5%, graças a divulgação de indicadores econômicos positivos, como índice ISM de atividade na região de Chicago, que subiu ao seu melhor nível desde JUL/98.

Economia:
 
Pressionando o Copom a seguir elevando a Selic, o ''mercado'', diante dos últimos indicadores de inflação divulgados, elevou, pela oitava vez consecutiva, suas ''apostas'' para o IPCA de 2011, desta vez de 5,53% para 5,64%, patamar acima do centro da meta do BC (4,5%).
 
''Apostando muitas fichas no Brasil'', o mexicano Carlos Slim, magnata das telecomunicações e considerado o homem mais rico do mundo, anunciou ontem que em 2011 investirá nas suas empresas brasileiras US$ 2,5bi dos US$ 8,3bi que pretende investir todos os seus negócios espalhados pelo mundo.
 
Aumentando a atratividade das ações da Petrobrás, porem pressionando a inflação global, a crise política no Egito fez o preço do barril do petróleo passar os US$ 100 pela primeira vez desde OUT/08, já que apesar de produzir pouco petróleo, o após controla o Canal de Suez, uma rota crucial para os petroleiros que saem do Golfo Pérsico em direção à Europa.
 
Reduzindo aos poucos o seu ''rombo histórico'', no ano passado a Previdência Social, beneficiada pela queda do desemprego e pelo conseqüente aumento na arrecadação, registrou um déficit de R$ -44,3bi, o que representa um número -4,5% menor do que o alcançado em 2009.
 
Sofrendo, como todos os setores da economia brasileira, com a falta de mão de obra qualificada, a companhia aérea Gol decidiu investir alguns milhões de reais para criar um centro de treinamento próprio para agilizar a formação de seus pilotos.
 
''Se esbaldando'' no bom momento da economia brasileira, na baixa concorrência do setor que atua e no alto patamar das taxas de juros, o Bradesco fechou 2010 com um lucro de R$ 10,1bi, o terceiro maior da história dos bancos de capital aberto brasileiros e com um crescimento de 25% na comparação com o seu resultado de 2009.
 
Mesmo sofrendo, cada dia mais, com a concorrência dos importados, no ano passado, estimuladas pelo aumento da renda do brasileiro, as vendas de computadores da Positivo Informática cresceram 11,3% na comparação com 2009.
 
-    A TAM caiu -7,1%, após a justiça chilena determinar a interrupção no processo de fusão com a LAN.

Política:
 
Cumprindo uma promessa de Lula, Dilma colocou Meirelles, ex-presidente do BC nos 8 anos do governo anterior, para comandar a Autoridade Pública Olímpica, que será o consórcio que vai coordenar todos os investimentos para a realização dos Jogos Olímpicos de 2016, no RJ.
 
Hoje tem eleição para definir o presidente da Câmara Federal nos próximos 2 anos e, como a base aliada está insatisfeita com a distribuição de cargos e com a liberação de emendas, o governo ''pisa em ovos'' para garantir a vitória de seu candidato, o petista Marco Maia.
 
Confirmando mais uma vez que, diferentemente de Serra, não quer ''briga'', Aécio, que assumiu ontem sua vaga de senador por MG, pregou a unidade da oposição, conclamou os colegas a colocar em pauta uma agenda que atenda as demandas da sociedade e ressaltou que quer manter um canal de diálogo com os setores da base governista.
 
Sem falar em reforma política, um tema considerado urgente pela sociedade, tanto o petista Marco Maia como Sandro Mabel, do PR, que são os 2 únicos candidatos à presidência da Câmara Federal, prometem aos seus ''colegas'' ações corporativistas como (1) construir um novo prédio para ampliar os gabinetes dos deputados, (2) reajustes salariais mais freqüentes e vinculados aos vencimentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal e (3) tornar obrigatória a liberação do dinheiro de emendas parlamentares feitas ao Orçamento da União pelo Executivo.

Crítica:
 
Alem da disparada do petróleo, a crise política no Egito tem afetado o turismo, no auge da temporada no setor, que aliás é uma das principais fontes de renda do país africano, cujo acesso à internet também está bloqueado desde sexta-feira e o toque de recolher foi reforçado.

PAZ, amor e bons negócios;
 
 
Alex Pardim Fraga 
Tel : 3191-2574 / 3191-2581
Fax.: 3191-2688
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R.B.
Mercados:
 
HOJE
-    A BOVESPA pode subir, recuperando as perdas acumuladas em 2011 (-0,9%), influenciada positivamente pela recuperação das commodities e pelas seguidas confirmações e declarações referentes as boas perspectivas para o futuro e para o presente da economia brasileira.
-    O DÓLAR deve cair, rumo aos R$ 1,65, retornando à sua ''trajetória natural'' diante da provável melhora do ''humor'' na Bovespa e da manutenção do fluxo positivo de recursos externos oriundos de exportações, captações e ''investimentos''.
 
Economia:
 
Repetindo o que já dizem os principais economistas do mundo no Fórum Econômico de Davos, William Rhodes, presidente do Citibank, afirmou que está otimista com a situação econômica do Brasil, que segundo ele ''sem dúvidas'' é um mercado com "excelentes possibilidades".
 
Considerados, ao lado dos chineses, os mais dispostos a contratar, segundo uma pesquisa feita entre os empresários que participam do Fórum Econômico de Davos os brasileiros estão no pódio do campeonato global de confiança em bons negócios para o futuro imediato (2011) e também para o futuro próximo (até 2014).
 
Iniciando seu ''pacote de maldades'' para a Vale, o governo Dilma, alem de já falar abertamente de aumento dos impostos e tributos para o setor de mineração, divulgou ontem que, como está preocupado com o avanço estrangeiro sobre as jazidas minerais nacionais, o novo marco regulatório da mineração terá diversos mecanismos de restrição de capital internacional na exploração dos recursos naturais brasileiros.
 
Surpreendendo positivamente até os mais otimistas, segundo o BC a taxa de inadimplência da pessoa física caiu para 5,7% em DEZ/10, atingindo com isto o menor patamar desde JUN/01, quando estava em 5,5%, mesmo com a elevação da taxa média de juros do crédito ao consumidor, que no mesmo período subiu para 40,6% ao ano, a maior desde MAI/10.
 
Finalmente tomando uma decisão, ontem, coincidentemente 1 mês após a saída de seu presidente, o Ibama liberou a licença de instalação da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, que custará R$ 30bi e será a terceira maior do mundo.
 
Diante do aumento da renda e da queda do desemprego, (1) o Brasil terminou 2010 com 9,769 milhões de domicílios com TV por assinatura, o que representa um crescimento de 20,7% na comparação com o final de 2009 e (2) no ano passado a poupança da Caixa Econômica Federal registrou uma captação líquida de R$ 13,1bi, o que representou um recorde histórico para a instituição, superou em 21% o recorde anterior de 2008 (R$ 10,8bi) e elevou saldo da poupança para R$ 129bi, um crescimento de 115,6% em relação ao ano anterior.
 
''Engordando'' os lucros dos bancos e estimulando, e muito, o bom desempenho da economia brasileira no ano passado, segundo o BC em DEZ/10 a carteira de crédito total atingiu R$ 1,7tri, o que representa um crescimento de 20,5% sobre a cifra de DEZ/09.
 
Acima do esperado (0,70%), o que pode levar o BC a ''novas e mais duras'' medidas para conter a inflação, o IPCA-15 de JAN/11 ficou em 0,76%, ante 0,69% em DEZ/10, pressionado principalmente pelo aumento dos custos com transporte.

Política:
 
Cansada, finalmente, de estar ao lado e de apoiar os derrotados, a bancada do PSDB, mostrando que está caminhando para o lado de Aécio, isolou ainda mais Serra, o ex-governador de SP, ao (1) aprovar uma moção, subscrita por 54 deputados e suplentes, pela recondução do deputado eleito Sérgio Guerra à presidência do partido e (2) aclamar, de forma unânime, o paulista Duarte Nogueira, ligado ao governador Alckmin, para a liderança da bancada.
 
Acusado de receber ao menos R$ 228 mil por palestras e cursos ministrados em órgãos públicos fiscalizados pelo Tribunal de Contas da União, Benjamin Zymler, presidente do referido tribunal, disse aos seus colegas ministros, durante reunião fechada em seu gabinete, que cogitava deixar a presidência, porem foi demovido da idéia.
 
Após perder nas eleições passadas 9 de seus 52 deputados e 8 de seus 13 senadores, o DEM, temendo ficar menor que o PRONA, ameaçou fazer uma ''guerra jurídica'' se Kassab, o prefeito de SP que já é tratado como aliado de Dilma, confirmar sua pretensão de sair do partido para comandar o PMDB de SP.
 
Se preparando para receber Kassab ''de braços abertos'', o peemedebista Temer, vice-presidente da República, aguarda apenas o retorno do presidente interino do PMDB, Valdir Raupp, que está em férias, para definir o processo de dissolução do Diretório Estadual em SP e a nomeação de uma comissão provisória do partido no Estado.

Crítica:
 
Cansados dos desmandos e da incompetência do ditador Hosni Mubarak que, com o apoio e respaldo da comunidade internacional, governa o Egito a 30 anos, milhares de manifestantes saíram às ruas do país para protestar contra a crescente miséria do país que já foi o berço da civilização.

PAZ, amor e bons negócios;
 
 
 

 

 

 

 

 

 

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MERCADO

11:14 AM, 26 January 2011 .. 0 comentários .. Link
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R.B.
"Alguma coisa útil para fazer"
 
São Paulo, 26 de janeiro de 2011 (QUARTA-FEIRA).

Mercados:
 
HOJE
-    A BOVESPA deve subir, para retomar o patamar dos 71.000pts, seguindo a provável melhora do ''humor'' nas demais bolsas mundiais, diante da divulgação de bons resultados corporativos, e impulsionada pelas boas perspectivas para a economia brasileira.
-    O DÓLAR pode subir, diante do anuncio de que agora o Bc pode comprar a moeda norte-americana à termo, porem como esta é mais uma medida paliativa, a tendência ainda é de queda, agora também motivada pelo aumento das captações externas, como recentemente fez Petrobras (US$ 6bi) e Davcoval (US$ 2bi).
 
SEGUNDA-FEIRA
-    BOVESPA 0,4%, abriu ''de lado'', para na mínima recuar -0,5%, porem, com baixo volume de negócios (R$ 3,9bi), passou a subir na parte da tarde, tentando uma recuperação após uma seqüência de 3 dias consecutivos de perdas, puxada pelos papéis do setor bancário, bastante "castigados" na semana passada.
-    DÓLAR -0,1% à R$ 1,67, abriu em leve alta e, mesmo com os leilões de compra e de swap do BC, passou a cair na parte da tarde, seguindo a melhora do ''humor'' na Bovespa e o forte recuo do risco-Brasil (-4,1%).
 
ONTEM
-    Na ÁSIA, retomando suas trajetórias de alta, após o BC japonês, como esperado, decidir manter a política monetária extremamente frouxa, JAPÃO 1,1%, CORÉIA 0,2% e CHINA 0,7%, em meio a otimismo de resultados trimestrais corporativos fortes, principalmente entre as companhias produtoras de matérias-primas.
-    Na EUROPA, revertendo uma abertura positiva, INGLATERRA -0,4%, FRANÇA -0,3% e ALEMANHA -0,1%, após a confiança no Reino Unido ser abalada por uma queda inesperada no crescimento econômico do país no quarto trimestre de 2010, além de preocupações sobre novas regras de reserva de capital, que levaram os papéis de bancos espanhóis a caírem.
-    Nos EUA, sem uma tendência definida, S&P 0,1%, DJ -0,1% e NASDAQ 0,1%, divididas entre os bons resultados divulgados por Siemens e 3M e o desapontamento com a queda de -1,6% nos preços médios de casas nas 20 principais regiões metropolitanas do país em NOV/10 ante o mesmo mês de 2009.

Economia:
 
Confirmando que, diante do crescimento econômico e das boas perspectivas futuras, o Brasil está ''cada dia mais no centro do mundo'', em 2010 os investimentos estrangeiros diretos, que são aqueles destinados ao setor produtivo, atingiram US$ 48,5bi e assim bateram um recorde histórico com um crescimento de quase 100% na comparação com o verificado em 2009 (US$ 25,9bi).
 
Batendo mais uma recorde histórico e assim ''blindando'' ainda mais o Brasil de ''quase qualquer'' crise externa, as reservas internacionais brasileira fecharam 2010 em US$ 288,6bi, patamar 20,7% maior que em no final de 2009.
 
Mesmo com a elevação da Selic na semana passada, o ''mercado'' aumentou, desta vez de 5,42% para 5,53%, suas ''apostas'' para a taxa de inflação pelo IPCA em 2011, se afastando ainda mais do centro da meta do BC (4,5%).
 
Como fruto do aumento da renda da população brasileira e da queda do dólar frente ao real, o gasto de brasileiros com viagens e cartão de crédito fora do país chegou ao valor recorde de US$ 16,4 bilhões em 2010, o que representa um aumento de 50% em relação ao verificado em 2009, porem a despesa de estrangeiros que visitam o Brasil também bateu recorde, mas cresceu menos (12%), para US 5,9bi.
 
Para tornar o Brasil um país cada dia mais atuante e importante na economia mundial, Dilma pretende reforçar o apoio à internacionalização das empresas brasileiras, "destravando" a burocracia tupiniquim e usando contatos no exterior para apontar oportunidades de investimento e de participação em obras de infraestrutura.
 
Elevando o saldo positivo do ano para US$ 690mi, na semana passada a balança comercial brasileira apresentou um superávit de US$ 680mi, porem a preocupação do governo Dilma com o baixo patamar deste saldo comercial já motiva estudos de medidas para conter importações classificadas como "desnecessárias" e aumentar o controle sobre importações fraudulentas.
 
-    A Petrobrás caiu -0,2%, após anunciar que quer reduzir de 65% para 35% a meta de utilização de itens e serviços nacionais na exploração das novas reservas do pré-sal e antes de informar uma nova descoberta de óleo de boa qualidade nos reservatórios do pré-sal no bloco BM-S-9, na Bacia de Santos.

Política:
 
Em campanha, que vai super bem, para ser reeleito presidente da Câmara, o deputado federal petista Marco Maia foi para MG aonde declarou apoio à aprovação de um marco regulatório da mineração, com aumento dos royalties pagos pelas empresas mineradoras.
 
Por defender penas alternativas para os pequenos traficantes, Pedro Abramovay foi, agora já ex-Secretário Nacional Antidrogas, foi ''convidado a se demitir'' a pretexto de quebra hierárquica, o que contrasta com a tolerância do governo para com outras personagens ministeriais de comportamento bem mais comprometedor, como o ministro do Trabalho Carlos Lupi e o ministro do Turismo Pedro Novais.
 
Como que estivesse com vontade de fazer tudo de ruim que já fez para seu partido, o DEM, agora para o PSDB, Rodrigo Maia, presidente dos democratas, está se esforçando cada dia mais em criar um divisor dentro do partido em que parte dos parlamentares está com Aécio e outra com Serra.
 
Para não encolher ainda mais, faltando apenas 6 dias para a posse do novo Congresso, o DEM ingressou com uma ação no Supremo Tribunal Federal pedindo que os partidos fiquem com os votos obtidos por candidatos que, depois das eleições, tiveram seus registros cassados pela Justiça Eleitoral.

Crítica:
 
Como os países ''desenvolvidos'' não fizeram aquilo que, através do FMI, eles exigiam que os países em desenvolvimento fizessem, na 41ª edição do Fórum Econômico Mundial, que começa hoje na cidade Suíça de Davos, o foco absoluto é a necessidade de estabilização da economia global, abalada por graves seqüelas da crise, como ''coincidentemente'' o endividamento público dos países da Eurozona e a chamada guerra cambial.
 
Presidida por FHC, que finalmente arrumou ''alguma coisa útil para fazer'',  a Comissão Global sobre Drogas encerrou sua primeira reunião em Genebra com a clara tendência, que certamente vai gerar muita polêmica, de trabalhar pela legalização e regulamentação do uso da maconha como a melhor maneira de combater o tráfico de drogas e suas consequências.

PAZ, amor e bons negócios;
 
 
Alex Pardim Fraga 
Tel : 3191-2574 / 3191-2581
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09:55 AM, 21 January 2011 .. 0 comentários .. Link
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R.B.
"Com medo da juventude"
 
São Paulo, 21 de janeiro de 2011 (SEXTA-FEIRA).

Mercados:
 
HOJE
-    A BOVESPA deve subir, tentando uma recuperação após 2 pregões consecutivos de queda, acompanhando a melhora do ''humor'' nas demais bolsas mundiais e a valorização das commodities.
-    O DÓLAR pode subir, pressionado pelos leilões de compra do BC e pelo principalmente anuncio de um novo swap cambial reverso, porem deve-se ressaltar que a tendência da moeda norte-americana continua sendo de baixa.
 
ONTEM
-    BOVESPA -0,7%, abriu ''de lado'', para na máxima avançar 0,1%, porem, mais uma vez seguindo a piora do ''humor'' nas bolsas de NY, logo rompeu o ''suporte'' dos 70.000pts e definiu a trajetória negativa para o dia, diante dos ''temores'' de elevação dos juros na China e da rodada de balanços negativos nos EUA.
-    DÓLAR -0,1% à R$ 1,67, já abriu em queda e, com os ''investidores'' externos ''comemorando'' a elevação da Selic, manteve a trajetória descendente ao longo de todo pregão, também influenciado pelo recuo do risco-Brasil (-2,3%).
-    Na ÁSIA, ''preocupadas'' com o crescimento de 10,3% anunciado pela China, JAPÃO -1,1%, a maior queda desde 30/NOV/10, com destaques negativos para ações de empresas do setor financeiro, como Sumitomo Financial (-1,6%) e Mizuho Financial (-1,7%), CHINA -2,9%, a maior queda em 4 meses, por conta das preocupações sobre a adoção de medidas adicionais de aperto monetário e CORÉIA -0,4%, seguindo as demais bolsas locais.
-    Na EUROPA, ainda realizando lucros, INGLATERRA -1,8%, FRANÇA -0,3% e ALEMANHA -0,8%, pressionadas pelo declínio nos papéis dos setores automobilístico e de mineração em meio a receios com a possibilidade de mais apertos monetários na China.
-    Nos EUA, em mais um dia de perdas, S&P -0,1%, DJ -0,1% e NASDAQ -0,8%, prejudicadas por ''apáticos balanços'' corporativos dos setores de tecnologia, financeiro e de matérias-primas, como F5 Networks (-21,4%), Freeport-McMoRan Copper & Gold (-3,7%) e Morgan Stanley (-4,6%).

Economia:
 
Após ficarem em ''guerra nos bastidores'' durante a maior parte da gestão Lula, as equipes do Ministério da Fazenda, ainda comandada pelo ''falastrão'' Mantega, e do BC, agora coordenada pelo ''discreto'' Tombini, ensaiam, incentivados por Dilma, uma reaproximação e incluirá conversas mais regulares em almoços de conjuntura econômica toda terça-feira na sede do Ministério da Fazenda.
 
Acompanhando e até superando o bom desempenho da economia brasileira, em 2010 a arrecadação de tributos federais atingiu R$ 826bi, o que representa um recorde histórico e um crescimento real, que desconta a inflação, de 9,85% em relação a 2009.
 
Dando novos sinais do crescimento da economia brasileira, (1) o mercado de seguros de pessoas registrou crescimento de 14,89% entre JAN/10 e NOV/10,(2) em NOV/10 o nível de utilização da capacidade da indústria brasileira situou-se em 82,6%, ante 81,0% em NOV/09 e (3) as vendas de material de construção no mercado interno, no ano de 2010, cresceram 12,14% em relação a 2009.
 
Para reduzir ainda mais a taxa de desemprego e estimular os empregos formais, Dilma irá propor uma redução escalonada na tributação sobre a folha de pagamento, com um corte inicial de pelo menos -2% na alíquota de contribuição previdenciária das empresas, hoje em 20%.

Com o ''Imperialismo tupiniquim'' avançando cada dia mais, o Banco do Brasil ''avisou'' que está prestes a fechar a compra de um banco norte-americano, ressaltando que não está interessado na base de clientes de tal instituição, mas sim na estrutura a partir da qual pretende se expandir.
 
''Lutando'' por seus direitos, o Brasil abriu uma consulta legal na Organização Mundial do Comércio para saber se as regras comerciais permitem punição contra as economias que manipulam o valor da sua moeda, como a China, o que as torna mais competitivas no comércio internacional.
 
-    O Itaú caiu -2,4%, o Santander recuou -3% e o Bradesco desvalorizou -1,8%, diante dos ''temores'' de que, para conter a alta da inflação, o governo pode lançar mais medidas para contenção do crédito.

Política:
 
Podendo atingir Sarney, que se prepara para se reeleger na presidência do Senado, sua filha Roseana Sarney, governadora do Maranhão, é acusada com provas pelo executivo suíço Rudolf Elmer de fazer operações secretas no banco Julius Baer, nas Ilhas do Canal e Ilhas Virgens, dois dos mais conhecidos paraísos fiscais.
 
Como Serra está desempregado e Aécio está indo para o Senado, aonde ficará desobrigado das ''chatas'' tarefas administrativas, os 2 ex-governadores devem iniciar desde já a disputa para ver quem será o candidato tucano à presidência em 2014 e certamente daqui em diante a tensão entre eles tende a aumentar.
 
Em busca do que considera ''seus direitos'', o ''nobre'' senador tucano Álvaro Dias, que foi governador do Paraná, solicitou ao governo do Estado o pagamento retroativo de 5 anos da aposentadoria de R$ 24,8 mil concedida a ex-governadores e por receber cerca de R$ 1,6mi.
 
Revelando como a tensão da cúpula também já tomou conta das bases do PSDB, um grupo com cerca de 20 militantes tucanos fez na tarde de ontem uma manifestação na porta do diretório municipal de SP, no edifício Joelma, para pedir que o partido permita a entrada de novos filiados, ressaltando que a diretoria está ''com medo da juventude'' e que o diretório virou um “cabide de emprego”.
 
Após negar, ressaltando que é do Acre, a possibilidade de ser candidata à prefeitura de SP em 2012, Marina, em sua primeira aparição pública depois da posse de Dilma, afirmou que não decidiu se concorrerá ao Planalto em 2014, ressaltando que sua pretensão é construir uma terceira via no Brasil.

Crítica:
 
Como o roto que reclama do esfarrapado, ontem o Vaticano, acusado seguidamente de acobertar sacerdotes pedófilos, disse que está preocupado com as acusações de crimes sexuais supostamente cometidos pelo premiê italiano, Silvio Berlusconi, ressaltando que os funcionários de cargos públicos deveriam mostrar uma "moral robusta".

PAZ, amor e bons negócios;


COMUNICADO BACEN

03:16 PM, 18 January 2011 .. 0 comentários .. Link
                        COMUNICADO 20.503                           
                        -----------------                           
                                                                    
                                Dispensa a vinculação de contratos de
                                câmbio a Declarações de Despachos de
                                Exportação (DDE) e a Declarações de
                                Importação (DI) e estabelece outras
                                providências.                       
                                                                    
                                                                    
      O Chefe do Departamento de Monitoramento do Sistema Financeiro
e de Gestão da Informação (Desig), considerando o disposto na Lei nº
11.371, de 28 de novembro de 2006, e em consonância com o disposto na
Circular nº 3.325, de 24 de agosto de 2006, comunica a desativação, a
partir de 22 de janeiro de 2011, das opções de vinculação automática
de contratos de câmbio de exportação a Declarações de Despachos de
Exportação (DDE) e de contratos de câmbio de importação a Declarações
de Importação (DI), disponíveis nas transações PCAM300 e PCAM500 do
Sistema de Informações Banco Central (Sisbacen), nos termos do Título
1, Capítulo 3, Seção 2, Subseção 1, item 2, do Regulamento do
Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI).                
                                                                     
2.    Empresas exportadoras e importadoras ficam dispensadas de
apresentar ao Banco Central do Brasil o comprovante de vinculação dos
contratos de câmbio às DDE e às DI, independentemente da data do
embarque ou do desembaraço da mercadoria e da data da contratação do
câmbio.                                                             
                                                                    
3.    Eventuais ocorrências incluídas em processo administrativo
punitivo   instaurado pelo Banco Central do Brasil   devem   ser
justificadas nos autos, mediante a apresentação da   respectiva
documentação comprobatória.                                         
                                                                     
4.    Fica suspenso o fornecimento   de relatórios ou certidões
relacionados à vinculação de contratos de câmbio de exportação a DDE
e de contratos de câmbio de importação a DI.                        
                                                                     
                                                                    
                                     Brasília, 18 de janeiro de 2011.
                                                                    
                        Departamento de Monitoramento do Sistema
                        Financeiro e de Gestão da Informação (Desig)
                                                                    
                                                                     
                        Sidnei Correa Marques                       
                        Chefe                        


Mercado Hoje

11:16 AM, 18 January 2011 .. 0 comentários .. Link
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R.B.
"Belo discurso"
 
São Paulo, 18 de janeiro de 2011 (TERÇA-FEIRA).

Mercados:
 
HOJE
-    A BOVESPA deve subir, confirmando mais uma vez o ''suporte'' dos 70.000pts para recuperar as perdas do pregão anterior influenciada pela melhora do ''humor'' nas demais bolsas mundiais e pelas perspectivas positivas para a temporada de balanços corporativos, que ganha intensidade nas próximas semanas no Brasil.
-    O DÓLAR pode seguir em queda, rumo aos R$ 1,65, acompanhando a provável melhora do ''humor'' na Bovespa e, mesmo com os leilões de compra do BC, ainda influenciado pelas ''apostas'' de elevação da Selic.
 
ONTEM
-    BOVESPA -0,5%, já abriu em leve queda e, com baixa volatilidade diante do feriado em NY, manteve-se em território negativo ao longo de todo pregão, acompanhando as perdas das bolsas da Europa.
-    DÓLAR -0,1% à R$ 1,68, já abriu em queda e, mesmo com as perdas na Bovespa, manteve a trajetória negativa ao longo de todo pregão, com baixo volume de negócios e influenciado cada dia mais pelas ''apostas'' de elevação da Selic na reunião do Copom desta semana
-    Na ÁSIA, sem uma tendência única, JAPÃO 0,1%, sustentada pelas exportadoras do setor de tecnologia, como Tokyo Electron (3,4%) e Advantest (1,4%), CHINA -3,0%, prejudicada pelo aumento da taxa de reserva bancária chinesa em 0,50% na sexta-feira e CORÉIA -0,3%, realizando lucros recentes, principalmente entre ações de empresas com grande capitalização de mercado.
-    Na EUROPA, sem uma tendência única, com pouca volatilidade e com poucos negócios, INGLATERRA -0,2%, FRANÇA -0,2% e ALEMANHA 0,1%, em um movimento de cautela do mercado, que espera o fim de uma reunião entre autoridades econômicas européias durante a qual será discutido mais profundamente o mecanismo de resgate aos países da região.
-    Nos EUA, S&P, DJ e NASDAQ permaneceram fechadas devido ao feriado de Martin Luther King.

Economia:
Com o objetivo aumentar a competitividade da indústria do país, que ''sofre'' com o aumento das importações causado pela valorização do real, Fernando Pimentel, ministro do Desenvolvimento, afirmou ontem que o governo prepara medidas de desoneração do setor produtivo da economia brasileira.
 
Nas vésperas da reunião do Copom, que deve elevar a Selic em 0,5%, (1) o ''mercado'' aumentou, desta vez de 5,24 % para 5,42%, suas ''apostas'' para o IPCA de 2011, patamar cada dia mais distante do centro da meta (4,5%) e (2) o IPC registrou alta de 0,86% na segunda quadrissemana de janeiro, acelerando em relação à taxa de 0,61% apurada na primeira quadrissemana.
 
''Apostando'' na liquidez abundante no mercado internacional, no crescimento da economia brasileira e também na elevação da ''nota'' do Brasil, a área de análise do BB projeta que o Ibovespa fechará 2011 aos 86.000pts, o que implica uma alta de 24%, e coloca a Petrobrás como sua principal recomendação para este ano.
 
Dando novos sinais do bom desempenho e da atratividade da economia brasileira em 2010, (1) no ano passado a demanda das empresas por crédito cresceu 7,6%na comparação com 2009 e (2) o investimento estrangeiro direto no Brasil cresceu 16,3% em 2010 em comparação ao ano anterior.
 
Diante do aumento da concorrência no setor de cartões, os lojistas estão conseguindo renegociar com as empresas e as taxas cobradas por transação realizada pelos consumidores com este meio de pagamento chegam a cair até -40%, o que certamente causará uma redução das receitas e dos lucros da Cielo e da Redecard, as duas maiores credenciadoras de estabelecimentos comerciais.
 
-    A Vale subiu 1,2%, diante das boas perspectivas para a divulgação do PIB da China, um dos maiores importadores mundiais de commodities metálicas, na próxima quinta-feira.

Política:
 
Já preparando ''a massa para a pizza'', o petista Cândido Vaccarezza, líder do governo na Câmara dos Deputados, afirmou que todos os envolvidos no escândalo do mensalão já pagaram um preço maior do que seus pecados.
 
Contrariando uma decisão de Lula, Dilma decidiu suspender o processo de escolha dos aviões de combate da Força Aérea Brasileira, que já estava em fase final, e abrir uma nova disputa na qual irá ampliar o leque de concorrentes.
 
Para compensar a perda de poder no setor elétrico, o PMDB cobrará de Dilma (1) a candidatura única do senador José Sarney à presidência do Senado, (2) a devolução da Eletronorte à legenda e (3) o apoio do governo no processo de reabilitação do senador Renan Calheiros.
 
Com um ''belo discurso'' de que devem ser deixadas para trás as diferenças políticas, o petista José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça, definiu ontem com o tucano Alckmin, governador de SP, um plano de integração em segurança pública que envolve ações conjuntas entre o governo federal e o estadual.

Crítica:
 
Construindo uma nova forma de imperialismo e com o objetivo de suprir suas crescentes necessidades de matérias-primas, nos últimos 2 anos a China emprestou aos países em desenvolvimento US$ 110bi, patamar este que supera os valores emprestados pelo Banco Mundial (US$ 100,3bi).
 
Mostrando que ''ainda tem raposa cuidando do galinheiro'', os ''nobres Ministros e procuradores do Tribunal de Contas da União, que são muito bem pagos para fiscalizarem o uso dos recursos públicos, usam estes mesmos recursos públicos para viajarem a seus Estados de origem nos finais de semana e feriados.

PAZ, amor e bons negócios;
 
 
 
Alex Pardim Fraga 
Tel : 3191-2574 / 3191-2581
Fax.: 3191-2688
Celular: 7265-9278 
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RECEITA FEDERAL

02:53 PM, 17 January 2011 .. 0 comentários .. Link
Conforme estabelecido na  Circular 3.523 de 14/01/2011 (anexa) , as pessoas físicas ou jurídicas residentes no País, com ativos em moeda estrangeira, bens e direitos detidos fora do território nacional, na data base de 31/12/2010, deverão fazer a Declaração de Bens e Direitos entre às 9:00 hrs do dia 17/01/2011até às 20:00 hrs. do dia 28/02/2011. A declaração estará disponível  na página do Branco Central do Brasil na internet, endereço www.bcb.gov.br/?CBE .
As informações solicitadas na declaração estão relacionadas com as seguintes modalidades:
1-depósito no exterior;
2-empréstimo em moeda;
3-financiamento;
4-leasing e arrendamento mercantil;
5-investimento direto;
6-investimento em portfólio;
7-aplicação em derivativos financeiros e outros investimentos, incluindo imóveis e outros bens.
8- etc.................
Os detentores de ativos em 31/12/2010 , cujos os valores somados  totalizarem montante inferior a US$ 100.000,00 (cem mil dólares norte americanos) estão dispensados de prestar a declaração.
 
 
Qualquer dúvida estamos a disposição.
 
Alex Pardim Fraga 
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Srs. Clientes;
 


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10:38 AM, 17 January 2011 .. 0 comentários .. Link
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"Mais merda no ventilador"
 
São Paulo, 17 de janeiro de 2011 (SEGUNDA-FEIRA).

Mercados:
 
HOJE
-    A BOVESPA deve seguir em alta, acompanhando o ''humor positivo'' das demais bolsas mundiais, a valorização das commodities e as perspectivas cada dia mais positivas e favoráveis para a economia brasileira.
-    O DÓLAR deve cair, retornando à sua ''trajetória natural'' após a forte alta do pregão anterior, influenciado pelas ''apostas'' de elevação da Selic e pelo fim do ''efeito surpresa'' da retomada dos leilões de swap cambial reverso do BC.
 
SEXTA-FEIRA
-    BOVESPA 0,3%, abriu em queda, para na mínima recuar -0,3%, porem passou a subir ainda na parte da manhã, beneficiada por números positivos da economia norte-americana e pelas boas perspectivas para as empresas brasileiras.
-    DÓLAR 0,9% à R$ 1,68, já abriu em alta e, influenciado pela retomada dos leilões de swap cambial reverso do BC, que equivale a uma compra de dólar no mercado futuro, manteve a trajetória ascendente ao longo de todo pregão, também pressionado pela elevação do risco-Brasil (1,8%).
-    Na ÁSIA, sem uma tendência única, JAPÃO -0,9%, com as exportadoras, como Olympus (-3,0%) e Canon (-1,3%), prejudicadas pela desvalorização do dólar frente a moeda local (o iene), CHINA -1,3%, prejudicada principalmente pelos bancos e empresas de metais, por causa das preocupações sobre medidas adicionais de aperto monetário devido à perspectiva de aumento da inflação em DEZ/10 e CORÉIA 0,9%, se recuperando de uma queda no início da sessão, liderada pelas ações das montadoras e sustentada pelo otimismo em relação à recuperação da economia global.
-    Na EUROPA, também sem uma tendência única, INGLATERRA -0,4%, FRANÇA 0,2% e ALEMANHA 0,1%, diante de dados mistos sobre a economia dos EUA e em meio à notícia de que a taxa do compulsório bancário na China vai aumentar novamente.
-    Nos EUA, retomando a trajetória de alta, para fechar em território positivo pela sétima semana  consecutiva, S&P 0,7%, DJ 0,5% e NASDAQ 0,7%, com destaques de alta para ações de empresas do setor bancário, após o anuncio de resultado trimestral positivo do JPMorgan Chase, em meio a um razoável volume de negócios.

Economia:
 
Durante sua primeira reunião ministerial, Dilma, mostrando que assim como Lula manterá as contas publicas controladas, determinou que sua equipe priorize os cortes em seus orçamentos, começando por gastos de custeio, mas atingindo também, se necessário, os investimentos para cumprir a meta de superávit primário de 3% do PIB.
 
Estimulando a concorrência e assim ajudando na redução das taxas de juros cobradas dos consumidores, o BC proibiu a assinatura de novos convênios entre bancos e empresas prevendo exclusividade na concessão de crédito, principalmente nas operações com desconto em folha do crédito consignado.
 
Já esperando uma elevação de no mínimo 0,5% da Selic na reunião do Copom desta semana, e média das taxas de juros do empréstimo pessoal subiram de 5,27% ao mês em DEZ/10 para 5,34% ao mês em JAN/11.
 
Apesar de criticar a valorização do real frente ao dólar e torna-la uma das principais preocupações do governo brasileiro nos últimos meses, Mantega sabe bem, ou deveria saber, que isto acabou ajudando a "segurar" a inflação ao longo de 2010, já que tornou os produtos importados mais baratos e consequentemente obrigou os fabricantes nacionais a conterem os reajustes de preços.
 
Quase que perdendo da inflação oficial (5,92%), o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço teve, em 2010, o pior rendimento desde a sua criação, há 43 anos, com rentabilidade acumulada de 0,6009% no ano passado.
 
Com rentabilidade melhor do que a poupança, principalmente para prazos maiores de 1 ano, e até mais expressivas que alguns CDBs de bancos grandes, as aplicações no Tesouro tem atraído cada dia mais investidores.
 
Já colhendo os frutos do pré-sal, a Petrobras incorporou em 2010, pela primeira vez, acumulações de petróleo e gás às suas reservas provadas, que subiram 7,5% na comparação com 2009 e alcançaram o recorde histórico de 16bi de barris.
 
-    A Embraer subiu 10,0%, após o banco de investimento Goldman Sachs incluir a empresa na sua lista de ''compra com convicção'', ressaltando que a fabricante de aviões brasileira tem potencial de crescimento no curto prazo em razão da melhora nas perspectivas macroeconômicas.

Política:
 
Com apenas 2 semanas de governo Dilma, como já era esperado ficou claro que há 2 tipos de ministro, Palocci e os demais, já que, exceto pela própria presidenta, o novo chefe da Casa Civil foi o personagem que mais freqüentou o gabinete presidencial desde 3/JAN/11 e até agora não houve reunião que Dilma convocasse sem que ele estivesse entre os participantes.
 
Já no inicio do ano em que os acusados de participação no mensalão, maior escândalo dos 8 anos do governo Lula, serão julgados e provavelmente inocentados pelo STF, renasce no PT movimento pela volta de Delúbio Soares, um dos protagonistas do caso, aos quadros do partido.
 
Comandada pelo PMDB desde 2005, segundo auditorias concluídas nos últimos 4 anos pela Controladoria Geral da União a Funasa foi vítima de desvios que podem ultrapassar a cifra de meio bilhão de reais.
 
Apesar de serem da base aliada e de terem 40 votos no Congresso Nacional, o PTB e o PSC não receberam nenhum ministério, porem serão contemplados no segundo escalão, já que PTB vai manter a presidência da Casa da Moeda e da Companhia Nacional de Abastecimento, e o ministro Negromonte, das Cidades, chamou o presidente do PSC, pastor Everaldo, para conversar e lhe arrumar uma ''boquinha''.

Crítica:
 
Podendo ajudar, e muito, Julian Assange, editor do site WikiLeaks, a jogar ''mais merda no ventilador'', Rudolf Elmer, um renomado ex-banqueiro suíço, prometeu divulgar dados sobre contas bancárias de cerca de 2.000 clientes, incluindo importantes empresários, artistas e cerca de 40 políticos, que colocaram suas reservas fora de seus países de origem.

PAZ, amor e bons negócios;
 
 
 
 
 
Alex Pardim Fraga 
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11:10 AM, 14 January 2011 .. 0 comentários .. Link
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Notícias em destaque:
>> Banco Central anuncia que fará hoje, do meio-dia às 12h30, leilão de contrato de swap cambial reverso. Serão ofertados até 20 mil contratos, a US$ 50 mil cada, com três vencimentos diferentes. No total, serão vendidos US$ 1 bilhão.
 
>> Banco Central da China eleva taxa do compulsório dos bancos em 0,50 ponto percentual, passando a ter efeito a partir de 20 de janeiro.
 
>> Zona do euro apresenta déficit comercial inesperado de 400 milhões de euros em novembro do ano passado, depois do superávit revisado para baixo de 4,7 bilhões de euros registrado em outubro. Em base sazonalmente ajustada, as exportações cresceram 0,2% no mês, enquanto que as importações avançaram 4,4%.
 
>> Inflação ao consumidor na Alemanha fecha o ano de 2010 com variação acumulada de 1,7%, contra 0,9% em 2009. Já a inflação na Espanha fechou 2010 em 3%, a taxa mais alta desde outubro de 2008. Seguindo na mesma direção, a inflação na zona do euro encerrou o ano passado em alta de 2,2%, acima da meta do BCE.
 
>> França reduz previsão de crescimento para 2010 para ao menos 1,5%, ante previsão de crescimento mínimo de 1,6% feita a um mês atrás. Já o governo português reafirmou sua previsão de crescimento de 0,2% para 2011, qualificando-a de "realista", embora o Banco de Portugal espere um retrocesso de 1,3% do PIB, com a aplicação das medidas de austeridade anunciadas. No caso da previsão do governo, o setor exportador seria o principal responsável pelo bom desempenho da economia no ano.
Análise: 
 
O anúncio feito pelo Banco Central de que irá realizar leilões de swap reverso, o que equivale a compra de dólares no mercado futuro, visa dar liquidez aos bancos que desejem reduzir as suas posições vendidas no spot, que geralmente envolve desmontar uma posição casada comprada no futuro, após a decisão da semana passada de adotar um compulsório de 60% na posição vendida em dólar. Assim, a expectativa é de que o câmbio abra pressionado hoje. Vale salientar, no entanto, que as diversas medidas de intervenção no câmbio já adotadas pelo governo/BC, se por um lado oferecem suporte a indústria local ao manter a sua competitividade frente aos importados, por outro lado estas levam a um enfraquecimento do mecanismo de compensação da alta dos preços das commodities via câmbio, favorecendo uma maior importação da inflação externa. Ao almejar alcançar dois objetivos bastante díspares na atual conjuntura de alta das commodities, quais sejam o de evitar a apreciação do câmbio e ao mesmo tempo promover o controle da inflação, resta ao governo adotar como estratégia ótima realizar um rigoroso ajuste fiscal para assim minimizar o ciclo de aperto monetário a ser implementado pelo BC.       
 
Expectativa para a abertura:* 
 
Juros: Alta.
Com nova medida sobre o câmbio, juros devem abrir em alta entendendo que haverá uma maior pressão sobre a política monetária para controlar a inflação.
 
Câmbio: Alta.
Anúncio de leilão de swap cambial reverso pelo BC deve induzir uma valorização da moeda americana sobre o real na abertura.
 
Bolsa: Baixa.
Alta do compulsório na China e medidas de intervenção no câmbio aqui favorecem uma abertura em queda da Bovespa também seguindo as bolsas internacionais.
 
 
 
 
 
 
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09:51 AM, 13 January 2011 .. 0 comentários .. Link
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R.B.
"Cair na real"
 
São Paulo, 13 de janeiro de 2011 (QUINTA-FEIRA).

Mercados:
 
HOJE
-    A BOVESPA deve voltar a subir, com ''boas chances'' de fechar o primeiro mês de 2011 acima do maior patamar da história (73.920pts), influenciado pela valorização das commodities, pela melhora do ''humor'' externo e pelas boas perspectivas para a economia brasileira.
-    O DÓLAR pode seguir em queda, ainda pressionando o governo a divulgar novas medidas contra a valorização do real enquanto tem certeza de que o Copom elevará a Selic na sua reunião da próxima semana, o que atrairá mais capital estrangeiro para o Brasil.
 
ONTEM
-    BOVESPA 1,7%, já abriu em alta e, mais uma vez seguindo a melhora do ''humor'' nas demais bolsas mundiais, manteve a trajetória ascendente ao longo de todo pregão, com bom volume de negócios (R$ 8,0bi) e com destaques de alta para tradicionais "blue-chips" Vale (1,9%) e Petrobras (2,8%).
-    DÓLAR -0,6% à R$ 1,67, já abriu em queda e, ''desafiando'' Mantega a anunciar novas medidas para conter a valorização do real, manteve a trajetória descendente ao longo de todo pregão, também influenciado pelo recuo do risco-Brasil (-1,8%).
-    Na ÁSIA, seguindo o fechamento positivo das demais bolsas mundiais no dia anterior, JAPÃO 0,1%, sustentada por ações de empresas do setor financeiro, como Mitsubishi UFJ Financial Group (3,6%) e Mitsui Fudosan (2,7%), e com o maior volume de negócios desde 10/DEZ/10, CHINA 0,4%, com destaques de alta para as ações de siderúrgicas, devido às perspectivas de aumento nos preços dos produtos e CORÉIA 0,3%, sustentada pelos ganhos das empresas de construção e dos estaleiros, em meio à diminuição das preocupações com a crise da dívida européia.
-    Na EUROPA, ''animadas'' com a noticia de que Portugal conseguiu levantar capital no mercado internacional, o que reduziu a preocupação dos investidores com a capacidade das pequenas economias européias para obter financiamento e honrar dívidas, INGLATERRA 0,6%, FRANÇA 2,1% e ALEMANHA 1,8%, com destaques de alta para as ações de bancos, como Bank of Greece (8,0%), Santander (9,6%), BBVA (9,9%), UniCredito (9,7%) e Intesa Sanpaolo (10,3%).
-    Nos EUA, nos maiores patamares desde 11/AGO/08, S&P 0,9%, DJ 0,7% e NASDAQ 0,7%, com destaques de alta para as ações de bancos e de empresas ligadas a commodities, diante do ''alivio'' com a redução dos problemas de dívida na Europa e das ''apostas'' de que a economia mundial vai se fortalecer.

Economia:
 
Confirmando que, por falar demais, o ministro da Fazenda brasileiro acumula cada dia mais desafetos, segundo uma ''piadinha'' do diário financeiro britânico Financial Times, Bernanke, presidente do BC norte-americano, afirmou que Mantega precisa "cair na real" e parar de criticar a política monetária dos EUA.
 
Mostrando que não adianta Mantega ''garantir'' que o real não vai se valorizar, na primeira semana de JAN/11, diante da expectativa de elevação da Selic, a entrada de dólares no país superou a saída em US$ 4,1bi.
 
Dando novos sinais positivos da economia brasileira, (1) em NOV/10 as vendas do setor varejista cresceram 9,9% na comparação com NOV/09, (2) batendo um recorde histórico, em DEZ/10 o volume de vendas de gasolina pela Petrobrás foi 17,8% maior que em 2009 e (3) em DEZ/10 a quantidade de cheques devolvidos por falta de fundos caiu -9,5% na comparação com DEZ/09
 
Indicando mais uma vez qual a real vocação brasileira, em 2010 as exportações do agronegócio atingiram o maior patamar da história (US$ 76,4bi), acumulando um aumento de 18% na comparação com 2009.
 
-    A Petrobrás subiu 2,8%, acompanhando a valorização do petróleo, que fechou no maior patamar em 27 meses, e ''animada por rumores'', já descartados por Dilma, de que Luciano Coutinho, presidente do BNDES, iria substituir Gabrielli na presidência da empresa.

Política:
 
Tentando impor um ''estilo mais empresarial'' de administração, amanhã, na sua primeira reunião ministerial, Dilma vai (1) exigir de sua equipe o cumprimento de resultados por setores do governo, (2) comunicar sua decisão de impor um forte ajuste nos gastos públicos e (3) reforçará a advertência de que as indicações políticas serão respeitadas, mas que os titulares das pastas terão de se comprometer com resultados que serão cobrados.
 
''Batendo'' no governo mais que a oposição, que aliás neste momento se encontra ''comportada e calada'', o deputado Paulinho da Força, presidente da Força Sindical e líder do PDT na Câmara, criticou Mantega e afirmou que com o aumento definido pelo governo para o salário mínimo não dá nem para tomar 2 cachaças.
 
Como o PMDB quer arrumar um bom emprego para 4 derrotados nas eleições de 2010, que são Geddel Vieira Lima, Hélio Costa, José Maranhão e Orlando Pessutti, o clima de disputa com o PT pode até ter ficado mais ameno, principalmente depois que Dilma determinou que as negociações por cargos sejam feitas sem alarde, mas, na prática, os 2 partidos continuam irredutíveis nas reivindicações.

Crítica:
 
Ao mesmo tempo em que SP afunda com tantas enchentes e Kassab usa o dinheiro para lindeza para fazer festas na Av. Paulista, o ministério publico descobriu que Paulo César Ribeiro, cunhado de Alckmin e dono de uma empresa que fornece merendas para as escolas publicas de Pindamonhangaba, piorou a qualidade dos alimentos fornecidos para os estudantes para fazer caixa para doações a campanhas eleitorais tucanas.

PAZ, amor e bons negócios;
 
 
 


REUNIÕES DO COMPOM 2011

12:33 PM, 12 January 2011 .. 0 comentários .. Link

COMUNICADO N. 020223

 
 
                        COMUNICADO 20.223                            
-----------------

Divulga o Calendário das Reuniões
Ordinárias do Comitê de Política
Monetária (Copom) para o ano de
2011.

De acordo com o estabelecido no art. 6º do Regulamento
anexo à Circular nº 3.297, de 31 de outubro de 2005, divulgo o
calendário das reuniões ordinárias do Comitê de Política Monetária
(Copom) para o ano de 2011:

DATAS:
18 e 19 de janeiro
1º e 2 de março
19 e 20 de abril
7 e 8 de junho
19 e 20 de julho
30 e 31 de agosto
18 e 19 de outubro
29 e 30 de novembro

2. As reuniões ordinárias são realizadas em duas sessões: a
primeira, às terças-feiras, reservada às apresentações técnicas de
conjuntura, e a segunda, às quartas-feiras, para decisões das
diretrizes de política monetária.

3. Conforme estabelece o art. 5º do citado Regulamento, a
divulgação das decisões do Copom será feita na data da segunda sessão
da reunião ordinária, após as 18h.

Brasília, 15 de outubro de 2010.




Alexandre Antonio Tombini
Diretor de Política Monetária, substituto



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