ALMANAQUE DE CAMPO MAIOR.PI

O VENDEDOR POR OLAVO BILAC

07:53 PM, 18/1/2012 .. 0 comentários .. Link


O Poeta Olavio Bilac e o comerciante: A poesia que nos faz repensar.

O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, certo dia abordou-o na rua e disse: Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Será que poderia redigir o anúncio para o jornal?

Olavo Bilac apanhou lápis e papel e escreveu:

Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortado por cristalinas e merejantes águas de um lindo ribeirão. A casa, banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranqüila das tardes na varanda.”

Alguns meses depois, o poeta encontra-se com o comerciante e pergunta-lhe se já havia vendido o sítio.

Nem pensei mais nisso, disse o homem. Depois que li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha!

Às vezes, não percebemos as coisas boas que temos conosco e vamos longe atrás da miragem de falsos tesouros. Devemos valorizar o que temos e que nos foi dado gratuitamente por Deus: os amigos, o emprego, o conhecimento que adquirimos, a saúde, o sorriso dos filhos e o afago do cônjuge. Estes sim, são verdadeiros tesouros.



ACALE NOS 300 ANOS DA IGREJA DE SANTO ANTONIO

10:24 PM, 17/1/2012 .. 0 comentários .. Link

Estamos vivendo importante momento histórico religioso, que tem origem com a Fazenda Bitoroca – ano 1695, fato que culminou com a construção e inauguração da Igreja de Santo Antônio e afixação da imagem de Santo Antônio, padroeiro, no dia 12 de novembro de 1712, com a celebração da primeira Santa Eucaristia pelo Padre Tomé de Carvalho, que instalou naquele ano, a Freguesia de Santo Antônio do Surubim.

 

Esta GINCANA revelará importantes acontecimentos religiosos, culturais, históricos, geográficos e ambientais, dentro da celebração da programação  dos 300 anos da construção do Templo, demolido no ano de 1944 e reconstruído o que veio a ser a nossa  atual Catedral de Santo Antônio, sede da nossa Diocese de Campo Maior.
Concorrerão à GINCANA, com apresentação de TRABALHOS ESCRITOS e justificados em debates públicos, qualquer cidadão (ã), estudantes de todos os níveis, desejosos de melhorarem conhecimentos e se aprofundarem em pesquisas, que serão reveladoras sobre a história da nossa Igreja, os primeiros empreendedores, as primeiras fazendas, a formação da nossa comunidade e os acontecimentos históricos e sociais que formaram o município de Campo Maior.
Debates, conferências, shows e palestras acontecerão durante todo o ano 2012, com temas envolvendo a força da nossa Igreja Católica na formação da comunidade, que veio mais tarde solidificar a nossa histórica, bonita, rica e encantadora Campo Maior.
Os prêmios serão classificados por valores em dinheiros, objetos,  diplomas, medalhas e troféus que serão apresentados aos vencedores, sob responsabilidade da ACADEMIA CAMPOMAIORENSE DE ARTES E LETRAS,  terão sentidos históricos estimulantes, àqueles que desejam continuarem na busca de conhecer bem as origens de Campo Maior e de modo especial, a importância da nossa Igreja na formação da comunidade que vive entorno de Santo Antônio, nosso intercessor junto ao CRISTO.

 

POR RAULINO CAMPELLI



Homenagem a Júlio Rabelo nos 250 Anos de Campo Maior

10:14 PM, 13/1/2012 .. 0 comentários .. Link

 

Poesia que fará parte do projeto Júlio Rabelo exemplo de dignidade e honradez é divulgada com excluisividade no portal Campo Maior em Foco[...]

 

 

AMOR

(Homenagem a Júlio Rabelo)

 


 

 

Pai,

 

 

Quando a saudade invade o coração, não tenho medo de chorar,

 

 

nem desisto da vida que vem...

 

 

o que passou não vai voltar...

 

 

Não vou deixar meu coração entristecer,

 

 

pois as lembrançs são esperanças que jamais irei perder;

 

 

pode o tempo passar e a dor continuar,

 

 

mas eu sempre vou te amar...

 

 

e na nostalgia dos momentos, seguirei com as marcas da saudade.

 

 

POR RAULINO CAMPELLI



INTRODUÇÃO

11:58 PM, 11/1/2012 .. 0 comentários .. Link

PEQUENA INTRODUÇÃO DA VIDA DE JÚLIO RABELO

 

Por Raulino Campelli

 

Júlio Rabelo, que conhecia muito bem o que era ser comerciante de verdade, ele próprio, ao mesmo tempo rigoros  e operoso trabalhador em vendas, dizia não haver obra mais admirável do que a arte de vender. Sua famosa fórmula matemática do trabalho, com noventa e nove por cento de transpiração e só o restante para a inspiração, foi levada de tal modo a sério, que ajudou a provocar no comércio local um surto, para a qual bastariam boas ferramentas e o honesto suor do comerciante. Por isso, certamente, é que o adoravam os empresários de todas os produtos e os fabricantes de teses, mais interessados na imanência técnica da produção que na transcendência poética do produto.

 Júlio Rabelo, comerciante sério e artista inspirado no que era apto, foi também pai zeloso de suas criaturas: em registros, deixou depoimentos interessantes sobre sua procriação romanesca. Deles certamente se beneficiarão os filhos - sinônimo de honradez.

Confessou, homem rico e vaidoso, culto e requintado, assíduo freqüentador de ..., em...

A visão da morada em Campo Maior(adjetivo do autor) “um impacto tremendo”, e, a partir daí, a pessoa real de Júlio Rabelo começou lentamente..., se instalando de uma “forma poderosíssima” (superlativo do autor), de tal maneira que, mesmo alegando seu total alheamento das coisas..., não descartou a possibilidade de certo apoio..., tanto que, para começar..., sentiu necessidade da presença física do amigo, conhecido... nome...

Sem dúvida como todo ser humano foi modelo existencial de exemplo de vida. Embora, de família pobre e sua vida foi a de um menino qualquer do interior mais distante. Ainda que tenha conseguido manter vivo o moleque sertanejo ao lado do adulto civilizado, a história do rapaz que saiu de..., dirigiu a Campo Maior, prcisamente a Casa Marc Jacob - verdadeiro cidadão do mundo.

Evidentemente, trata-se de um homem, apesar de todos os vínculos com a realidade, deve ser julgado como um vencedor. O que não invalida uma abordagem comparatista de grandes nomes como:... entre o que sabemos da vida de Júlio Rabelo e o que foi transcristo. O autor fez uso de sua vida real a sua vida possível...

Este confessou, mais de uma vez, a casualidade com que o comercio entrou em sua vida, ao contrário dos outros amigos, que desde a adolescência zelava pelo próprio projeto de virar médico, poeta, professor, advogado... Por ironia da vida, Júlio Rabelo entrou de fato para a história do comércio campomaiorense, talvez o principal responsável pela o crescimento de nosso comércio no ano de...diante de tudo isso, será lembrado como um grande ícone de toda nossa história desde de...

Desse material é que foi feito a história de sua vida: vida real e vida possível. Material, de resto, de toda a literatura, embora a maioria contada por amigos e daqueles que conviveram com ele de perto. Dos amigos não se preocupe em evidenciar os segredos dessa relação. Ao revelar, com certa cumplicidade, tanto nas pesquisas como nas conversas informadas, nos escritos, os elementos presentes em dados de Júlio, cedido gentimelmente pela a família e o possível, não para antecipar-se à crítica no desvendamento da vida real, mas para fazer da própria vida uma continuação do que ele representou em nosso meio, e vice-versa, numa interdependência que transforma os diários do final da carreira em partes dialeticamente integrantes da sua história de vida.

A história do comerciante é muito simples: resume-se às muitas lembranças pessoais, sobretudo, às conversas que manteve com os amigos mais próximos, colhendo dados para uma biografia que jamais seria feita, pois os dotes literários do pesquisador eram insuficientes para enfrentar um trabalho de tal peso.

No seu currículo empreendedor, foi uma das grandes realização pessoal, ponto intermediário de uma evolução formal iniciada com a reconhecmentos muito aplaudida — que tinham uma admiradores ilustres... — , tendo significado, para o escritor, a definitiva superação do regionalismo dos dos principais comerciantes da época, revelando uma habilidade madura, inspirado nos melhores modelos...e sem precisar temer o confronto com nomes..., para citar somente alguns nomes de sua família, variados comerciantes da época. Foi seu admirável virtuosismo que lhe permitiria imitar, com facilidades, não...

Há uma perfeita correspondência entre o estilo e o mundo representado na vida desse homem, um tom deliberadamente antigo, algo oitocentista, como se o retrato de Júlio, homem digno, cético e culto, em belo ensaio no que a vida lhe propocionou e de elegante caligrafia formal, que deixaria horrorizados os companheiros políticos da época).

O curioso é que o texto relata sua vida, perfeito para exprimir o mundo sofisticado..., também podia ser roceiramente simples, de despojamento quase franciscano, de preferência quando o narrador se reportava à vida interiorana, numa flexibilidade de movimentos que só a concisão clássica é capaz de permitir.

Se o leitor tiver paciência com a parte inicial deste escritos, íngreme e preparatória, o restante do caminho será de pura satisfação: logo surge em pessoa as experiências com os amigos, e sobretudo de seus amigos (o método predominante na apresentação do empresário é o indireto, através dos outros), salva pela mescla bem temperada do humor e do..., com sábia dosagem do suspense, em tudo que fazia.

Júlio Rabelo  foi um dos último gentleman de Camppo Maior. Era da época em que empresários ainda não tinham desenvolvido suscetibilidade alérgica às coisas do espírito, nem reduzido suas ambições turísticas. Sua biblioteca só foi feita à imagem e semelhança dos templos, porque livros eram objetos sagrados — e para ser lidos: o empresário, cuja escolaridade não ia além do...e foi um brilhante autodidata, sabendo apreciar os clássicos como...na mesma medida em que se interessava por...ou pela música de...(o amante de...exibia, em sua mesa de trabalho, um retrato...

Não se cansou de ter filhos, e também era cercado de um grupo de amigos fiéis, que dele dependiam quase como crianças. Tinha o gênio da amizade: quando incentivo à cultura ainda não podia ser deduzido dos impostos, sem nunca pedir o dinheiro de volta; financiou o futebol do Comercial; Nome... amigo desportista, foi logo promovido a diretor na época, comerciante cujo principal desejo era voltar a viver no...

Sempre beneficiários da sua generosidade. Desses amigos, nenhum foi mais devotado que ..., que por amizade a Júlio se arruinou financeiramente: uma derrota, porém, com substância de sucesso moral.

Marcelino, seguramente, resumiu-a com felicidade no conhecido aforismo: “No Brasil, sucesso é ofensa pessoal”.

Júlio Rabelo é a história de um homem de sucesso, comerciante vitorioso, que soube transformar uma pequena herança... em grande.... Se tivessemos tido uma dúzia de homens como ele, seria ela a locomotiva da nação.

A intenção era fazer um apanhado, mas como nenhum retrato...pode prescindir totalmente da moldura social, das coisas episódicas que a cercam, Júlio, acabou sem querer realizando o que a maioria da crítica nacional sempre espera de um escritor: que se conecte bravamente ao social, que não vire as costas à história, é, por tabela, um “documento social”, e por ele viajamos não só pelos aspectos economico do Piaui, como também por certas mudanças mais estruturais da sociedade brasileira, à época da revolução de Trinta, com o poder político e econômico transferidos para as mãos de uma burguesia mais preocupada com números que com letras — vestindo camisa de linho e terno de palha de seda, gravata borboleta, sapatos polidos, face escanhoada recendendo a água-de-colônia — o projeto adquire o ritmo que acompanhará o leitor até o final do livro, num sistemático confronto, discretamente sociológico, entre os dois contexto da classificação: o sertanejo e o...

É preciso incluir o próprio personagem, cuja infância e adolescência se desvendam no início da obra, rareando, depois, as informações sobre o adulto sonhador, representante comercial, para quem a vida significara muita coisa.

Mas a biografia de Júlio Rabelo acabou, de certo modo, realizada, pois o demiurgo Raulino Campello cedeu a narração da história à sua voz, e é por seu timbre exageradamente discreto que o leitor fica sabendo de tudo o que ocorre: o pequeno livro que pensou em escrever sobre Júlio Rabelo já estava milagrosamente escrito, antes do último ponto final da obra, como um prêmio pela pesquisa incansável sobre o que ele representava na nossa história — e que o redimiu, de algum modo, da condição de personagem vencedor pelo destino.



AMOR DE PAI, AMOR DE FILHO

09:57 PM, 11/1/2012 .. 0 comentários .. Link

AMOR

Quando a saudade invade o coração, não tenho medo de chorar,

nem desisto da vida que vem...

o que passou não vai voltar...

Não vou deixar meu coração entristecer,

pois as lembrançs são esperanças que jamais irei perder;

pode o tempo passar e a dor continuar,

mas eu sempre vou te amar...

e na nostalgia dos momentos, seguirei com as marcas da saudade.



SAUDADE - RAULINO CAMPELLI

09:46 PM, 11/1/2012 .. 0 comentários .. Link

SAUDADE

AI! QUANTA SAUDADE QUE SINTO...

QUANDO PENSO EM VOÇÊ.

SAUDADE DO TEU OLHAR,

SAUDADE DOS SEUS BEIJOS, SAUDADE DOS SEUS ABRAÇOS,

SAUDADE DE ESTAR CONTIGO,

SAUDADE DOS BONS MOMENTOS,

SAUDADE DOS SEUS CARINHOS,

SAUDADE DO SEU JEITO SINCERO,

SAUDADE DE TE DIZER TE AMO,

SUDADE DE TUDO QUE SE PASSOU,

SAUDADE QUE DÓI NO PEITO,

SAUDADE DA TUA PRESENÇA,

SAUDADE DO TEU AMOR DE PAI.

 



HOMENAGEM A JÚLIO RABELO

09:42 PM, 11/1/2012 .. 0 comentários .. Link

MEUS SENTIMENTOS TEUS

(JÚLIO RABELO - EXEMPLO DE DIGNIDADE E HONRADEZ)

 

SÃO SENTIMENTOS VIVIDOS

EMOÇÕES QUE SENTIMOS

LÁGRIMAS QUE CHORAMOS


SENTIMENTOS MEUS...

IGUAIS AOS TEUS...

SÃO NOSSOS SENTIMENTOS...

 

RAULINO CAMPELLI



Campo Maior - 248 Anos de história

11:10 AM, 11/1/2012 .. 0 comentários .. Link

Campo Maior é uma cidade, assim como as mais velhas cidades deste pais, que foi originada de fazenda de gado. Muitas delas instaladas por homens que tinham a missão de desbravar as terras desconhecidas e povoa-las. Assim, Bernardo de Carvalho e Aguiar, ao instalar nessas terras a fazenda denominada Bitorocara, não sabia, mas estava plantando a semente de um povo heróico.

Foram instaladas em 1762, as vilas de Campo maior, Jerumenha, Marvão, Parnaguá, Parnaíba e Valença do Piauí. A região do Longá, onde se localizaria a progressista povoação do de Santo Antônio do Surubim, fora conquistada depois da do Canindé. Sua origem era pouco conhecida no século XVII. Contudo, consta que sua criação remonta às fazendas do português D. Francisco da Cunha Castelo Branco, a partir de 1693.

A primitiva povoação do Longá foi crescendo, espiritual e materialmente, sendo sucessivamente elevada à dignidade de freguesia, com a invocação de Santo Antônio do Surubim, antes mesmo de 1713 e cumulativamente instalada como Vila e Cidade no dia 08.08.1762, pelo primeiro Governador da Capitania do Piauí, João Pereira Caldas, aí presentes o Conselheiro Ultramarino, Francisco Marcelino de Oliveira e o Ouvidor Geral do Piauí, Luís José Duarte Freire e várias outras pessoas graduadas do lugar. A partir de sua instalação, passou a denominar-se Campo Maior, nome este sugerido pelo próprio governador, em homenagens às pastagens de mimoso e aos campos verdejantes e floridos que ali presenciou e admirou. Em seguida foi levantado o pelourinho do município no pátio da igreja matriz, o qual constava de um quadro onde foi erguida uma coluna de pedra. Conservou-se no local até 1844, quando foi retirado em virtude de desmoronamento parcial do mesmo.  

A progressista vila conquistou território delimitado e os moradores residentes em seu extenso domínio rural. Por ocasião de sua instalação, Campo Maior era a quarta vila mais extensa da Capitania de São José do Piauí, com a área de 28.022 km², somente ultrapassada por Jerumenha (76.455 km²), Oeiras (53.513 km²) e Parnaguá (49.526 km²). Era a segunda em população com 1867 habitantes, entre cidadãos livres e escravos, espalhados na zona urbana e no interior, superada somente por Oeiras com 3615 habitantes. Abrangendo sede e interior, o primitivo município de Campo Maior tinha como limites: ao norte, com a Vila do Parnaíba; ao sul, com Valença do Piauí e Oeiras; a leste com a Serra do Ibiapaba (Ceará) e a Vila do Marvão e pelo oeste com o Maranhão (Rio Parnaíba).      

Em 1852, todo o território da Vila do Poti, também chamada de Vila Velha do Poti, que pertencia a Campo Maior, fora instalada Teresina, Capital do Estado do Piauí, criada pelo Decreto de 06.07.1832, foi instalada em 21.11.1833 e elevada à categoria de cidade pela Resolução nº 315, de 01.07.1852 da Assembléia Provincial com o nome de Teresina.          

Assim, os municípios de Beneditinos, Barras, Batalha, Esperantina, José de Freitas, Miguel Alves, Porto e Teresina, que se constituíram, posteriormente, à custa de territórios retirados dos primeiros municípios, originariamente, emancipados de Campo Maior, até 1955, faziam parte também deste primitivo e extenso município. Acrescente-se que, com os constantes desmembramentos ulteriores à criação daqueles primeiros municípios, nasceram os de Boqueirão do Piauí, Capitão de Campos, Cocal de Telha, Jatobá do Piauí, Nossa Senhora de Nazaré e Sigefredo Pacheco.

Hoje, Campo Maior pertence à Microrregião do Centro-Norte Piauiense e integra a Microrregião do mesmo nome. Em face dos sucessivos desmembramentos havidos entre os séculos XVII e fins do século XX, o antigo território de Campo Maior reduziu-se.


POR RAULINO CAMPELLI

FONTE: PORTAL DESTAK

 



Vamos brincar de cidadãos até quando?

06:42 PM, 10/1/2012 .. 1 comentários .. Link


Onde o Brasil vai parar com tanta bandalheira? De que adianta ser reconhecido como uma potência mundial, um país riquíssimo, se o povo arrasta a bunda no chão da pobreza, aprova o famoso “jeitinho” e é sistematicamente roubado todos os dias sem qualquer pudor ou penalidade?

Por que ficar se vangloriando por ter se tornado a 6ª maior economia do planeta, quando nos mantemos em posições obscenas em índices como desenvolvimento humano, educação e corrupção? Pior: somos campeões no quesito impunidade. Comemorar o que? Vamos brincar de ser “cidadãos” até quando?

Como muitos brasileiros sérios, tenho a real sensação de que a safadeza tomou conta. Vige no Brasil uma cultura medíocre de permissividade e cumplicidade com as sacanagens, com os ganhos ilegais, com tudo que é errado. Já se tornou uma constante acompanhar, todos os dias, denúncias de que alguém está fraudando alguma coisa para levar qualquer vantagem. A situação chegou a um ponto tão crítico que não há mais como apontar culpabilidades. Somos todos! Seja a padaria que frauda a tara da balança para ganhar uns centavos a mais no peso do pão; seja o laboratório que produz comprimidos de farinha; a empresa de telefonia que altera a minutagem das ligações; e tantas coisas mais. É isso que chancela, por exemplo, a existência e manutenção de políticos que roubam bilhões todos os anos dos cofres públicos. Somos todos culpados!

A última sacanagem que tomamos conhecimento vem dos postos de combustível e é algo que a maioria dos brasileiros que tem veículo automotor já desconfiava: somos roubados, roubados e roubados... de todos os lados! São os impostos surreais que incidem desde a compra nas fábricas e concessionárias, passando pelo anual IPVA que para nada serve, até o preço assombroso do combustível. Não bastasse tudo isso, no último domingo o programa Fantástico, da Rede Globo, trouxe como matéria principal a denúncia, assinada pelos repórteres Eduardo Faustini e André Luiz Azevedo, de que os postos de combustível estão utilizando um sofisticado equipamento nas bombas para roubar o consumidor. A fraude chega a lesar o cidadão em até 12% do que está sendo comprado.

Isso sem falar nos preços exorbitantes praticados e beneficiados pela formação de carteis nas cidades, na incidência vergonhosa de impostos e do desrespeito ao percentual legal de mistura de álcool na gasolina, que é de 21%. Em alguns casos, os postos estão colocando 70% de etanol e apenas 30% de gasolina. Isso representa um prejuízo de 19% no valor pago pelo consumidor. Em suma, se somarmos apenas essas fraudes que já conhecemos, a cada R$ 100 que gastamos nos portos de combustível, cerca de R$ 31 nos são roubados! E não há como reclamar ou questionar isso. As instâncias de fiscalização e controle (ANP – Agência Nacional do Petróleo; o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis; e afins) simplesmente não funcionam, não servem para nada!

Mas a pergunta que não quer calar é: por que a safadeza tomou conta do Brasil? Resposta simples: porque todos nós, para mais ou para menos, somos sacanas. E que vá para o inferno quem vier com aquele papinho chato e politicamente correto de que não é certo falar dessa ou daquela forma.

 

Chega dessa idiotice! Eu sei que ler, ver ou ouvir verdades inconvenientes, em geral, é um processo doloroso. Mas não podemos fugir delas se queremos uma democracia plena, real e justa. Assim como somos os trabalhadores responsáveis pela ascensão do Brasil à 6ª economia do mundo, também somos os culpados pelo país ter se tornado o império e o celeiro da bandalheira. Deixo aqui minha provocação ao debate: e agora, o que devemos fazer?



POR RAULINO CAMPELLI

Coluna: Politicando/ do amigo Helder Caldeira APPM

 



JULIO RABELO (IN MEMÓRIA)

09:24 PM, 9/1/2012 .. 0 comentários .. Link
 
 
JÚLIO RABELO
EXEMPLO DE DIGNIDADE E HONRADEZ
HOMEM DE OPORTUNIDADES EMPRESARIAIS
DE ABSOLUTA COMPETÊNCIA
DE MARCAS INESQUECÍVEIS
 
DESPORTISTA
DE BOAS RELAÇÕES
CIDADÃO QUE AGRADAVA À TODOS
DONO DE UMA ELEGÂNCIA, SIMPATIA E CORTESIA INCOMPARÁVEL
UMA VERDADEIRA ECICLOPÉDIA VIVA
SEMPRE BEM VINDO ENTRE OS AMIGOS
 
SE DESTACAVA EM TUDO QUE FAZIA
DENTRO DE SUA CAPACIDADE ADMINISTRATIVA
 
SOLIDÁRIO
AMIGO
CONVERSADOR
DEVOTO DE SANTO ANTÔNIO
APAIXONADO PELA VIDA
POR DONA MARIA RAIMUNDA SUA ESPOSA
PELOS OS FILHOS
PELA A FAMÍLIA
APAIXONADO POR CAMPO MAIOR
CIDADE QUE SÓ QUIS O BEM.
 
AUTOR
RAULINO CAMPELLI
 


IGREJA DE SANTO ANTÔNIO COMPLETA 300 ANOS EM 2012

12:27 PM, 6/1/2012 .. 0 comentários .. Link

 

 
 
            A Igreja de Santo Antônio, em Campo Maior, inaugurada no dia 12 de novembro do ano de 1712, é a principal referência na formação da comunidade, que teve início com a instalação da Fazenda Bitorocara, no ano de 1695, propriedade do Sargento-Mor Bernardo de Carvalho e Aguiar, reconhecido por Lei municipal O FUNDADOR DE CAMPO MAIOR.
            A Igreja, construída pelo próprio Bernardo de Carvalho, teve como acompanhante da obra o Padre Tomé de Carvalho, celebrante da PRIMEIRA SANTA MISSA no nosso Templo Sagrado. O santo escolhido por Bernardo de Carvalho, Santo Antônio de Pádua, em homenagem a Portugal, onde nasceu o Fernando de Bulhões, mais tarde e no Convento Frei Antônio.
            Todo o crescimento populacional e econômico de Campo Maior, girou em torno da Igreja, tornando-se um dos maiores centros econômicos da Província do Piauí e atualmente do Estado.
            A Academia de Campomaiorense de Artes e Letras-ACALE, REALIZARÁ UMA PROGRAMAÇÃO ESPECIAL DURANTE TODO O ANO DE 2012, junto desta data que marca a rligiosidade da nossa gente.
            A comunidade, as autoridades e todos os católicos, estão convidados, a celebrarem juntos este especial fato histórico de Campo Maior. Os acadêmicos deverão se apresentarem com o MANTO ACADÊMICO, acompanhado dos seus familiares.
 
 
raulinocampeli@hotmail.com


ALMANQUE CAMPO MAIOR REGISTRA A HISTÓRIA DE JÚLIO RABELO

11:13 AM, 29/12/2011 .. 0 comentários .. Link
JÚLIO DE LIMA RABELO
 Exemplo de Dignidade e Honradez.
 
Nascido no sul do Estado do Piauí, ainda jovem Júlio de Lima Rabelo tomou a iniciativa de buscar cidades que pudessem lhe oferecer oportunidades empresariais. Primeiro Floriano-Pi, onde trabalhou como comerciário da Casa Marc Jacob S/A.
Quando a diretoria da empresa descobriu a vocação comercial de Júlio Rabelo, tomou a iniciativa de indicá-lo para trabalhar na nossa Campo Maior e na condição de gerente, desenvolveu com absoluta competência e fez os negócios prosperarem. A sua condição de gerente deixou uma marca inesquecível na vida da empresa Casa Marc Jacob S/A.
Ao conquistar o direito à aposentadoria, não parou. Continuou na iniciativa privada, administrando os seus próprios negócios. Conquistou ao longo de sua vida, um razoável patrimônio, fruto do trabalho e honradez em suas funções. 
Júlio Rabelo era o cidadão que agradava a todos, com sua conversa equilibrada e animada. No ambiente onde se encontrasse, se destacava com sua simpatia, elegância e cortesia.
Júlio Rabelo foi destaque na fundação do Campo Maior Clube, do Iate Clube Laguna, do Rotary Clube de Campo Maior, do Comercial Atlético Clube e do Caiçara Esporte Clube. Com a sua condição de gerente empresarial e dentro de sua capacidade administrativa, ajudou aos que lhe solicitavam. Júlio Rabelo teve atuação marcante em Campo Maior.
O Presidente da Academia Campomaiorense de Artes e Letras, escritor João Alves Filho, orgulha-se de ter a sua carteira profissional do trabalho assinada por Júlio de Lima Rabelo, quando serviu como funcionário da Casa Marc Jacob S/A.
Júlio Rabelo foi casado com D. Raimunda Barras Rabelo e do casal uma maravilhosa e bem orientada prole. Entre os filhos, destaca-se no exterior, Itália, a Dra. Marlene Barros Rabelo, que periodicamente visita a nossa Campo Maior e não se cansa de dizer, ser uma apaixonada pela cidade que lhe viu nascer e viver as suas belezas. 
 
POR RAULINO CAMPELLI  


MENSAGEM DE FIM ANO - ALMANAQUE CAMPO MAIOR COM RAULINO CAMPELLI

05:56 PM, 21/12/2011 .. 0 comentários .. Link

Dedicamos este final de ano, a quem vai fazer o ano que vem...A pessoa que mesmo sabendo dos problemas do mundo, vai encontrar um momento gênio e de inspiração.
A quem ignora o pessismo e encontra esperança dele mesmo.
A quem não fica esperando previsões astrológicas, que vai lá e faz...
Transforma...
Que muda...
Dedicamos 2012 à voçê!

Mude 2012!
Mude O Mundo!
E conte sempre com agente para mudar com voçê O MUNDO!

FELIZ NATAL...FELIZ 2012!

RAULINO CAMPELLI



Conheça um pouco da história do agricultor Zé Maguim e seu fusca canarinho amarelo[...]

08:57 PM, 11/12/2011 .. 1 comentários .. Link

 O AGRICULTOR: ZÉ MAGUIM, 60 ANOS, ESBANJA COM MUITA SIMPATIA O SEU FUSCA DO ANO 1975 - QUE É MUITO APRECIADO POR TODA A POPULAÇÃO CAMPOMAIORENSE!

 ZÉ MAGUIM RESIDE NA RUA[...], BAIRRO DE FÁTIMA NA CIDADE DE CAMPO MAIOR, A 84KM DE TERESINA.PI

 UM DIA O JOÃO E A MARIA ESTAVAM VINDO PARA O BRASIL ESTAVAM NA METADE DO PERCURSO QUANDO O CARRO MORREU, O JOÃO FOI OLHAR O QUE TINHA ACONTECIDO ABRIU NA FRENTE DO FUSQUINHA E DISSE PARA A MARIA:
MAS MARIA ROUBARAM O MOTOR DO CARRO, OLHOU ATRÁS E VIU O MOTOR E DISSE:
MAS AINDA BEM QUE TEM UM RESERVA!!![RISOS...]

 O FUSCA É O CARRO MAIS TRADICIONAL DO BRASIL[...]

 NOSSA REDAÇÃO PODE DESFILAR NAS RUAS DE CAMPO MAIOR E PERCEBER O QUANTO O FUSCA DE ZÉ MAGUIM E COBIÇADO POR TODOS!!!

 ZÉ MAGUIM NOS CONTA TAMBÉM QUE TODOS OS ANOS VAI A CANIDÉ.CE COM A FAMÍLIA NO FUSCA ZÉ CANARINHO[...]

 

Histórias de fusca

 

Meu fusca ficou dois dias e meio no médico – para outros carros, no mecânico. Nesse tempo trivial, eu lembrei de pequenas histórias que só quem tem um fusca pode contar e acreditar.

Além de regular o motor e o freio e trocar a sanfona esquerda, o fusca precisava voltar a marcar a gasolina. Quando falei com o mecânico pra saber se estava tudo indo bem com o besouro, ele me disse que eu deveria trocar o relógio e que o orçamento sairia do previsto. Foi praticamente uma facada. Não por causa do valor material. Como não conseguiria um relógio igual, eu e o fusca fomos atingidos moralmente. Não dá. Deixa o marcador estragado.

Depois de ligar para o mecânico e pedir que mantivesse o relógio defeituoso vem à memória as lembranças das cerca de 20 vezes que fiquei sem gasolina – e não é exagero.

Na primeira vez, claro, fiquei desesperada porque o motor simplesmente desligou! Na segunda, sim, reconheci de cara a falta de gasolina. Aí, é só ligar pra alguém e pedir pra trazer um galão. Meu irmão sugeriu que me descem um de presente de aniversário, junto com um funil, pra que eu deixasse sempre dentro do fusca. Noutra vez, fiquei sem gasolina, às 22h, a dez metros do posto de gasolina. Dez horas da noite? É hora de fechamento. Corri e consegui ajuda do frentista.

Mas tive dias piores. Em uma cidade que não tem posto de gasolina 24 horas, não ter um bom marcador de gasolina pode ser problema seriíssimo. Eu descia o prolongamento da avenida 25 de julho para ir para casa quando resolvi pisar fundo (devia ter largado em ponto morto). Eu acabei com a gasolina. Daí, tentei ir até minha casa em ponto morto, mesmo sabendo que enfrentaria um quebra-mola.

Eram 3h, estava a uns 500 metros da minha casa, em frente a uma fábrica de móveis, empurrando o fusca pro acostamento. Eu e meu notebook dentro do fusca no acostamento, às 3h da manhã. Primeira ligação: o celular encontra-se desligado. Segunda ligação:

- Mãe! Vem rápido aqui na frente da Florense, com uma corda, pra me buscar que eu fiquei sem gasolina.

Poucos minutos depois, chega a Dobló.

- Trouxe a corda?
- Não! Deixa o fusca aí e vamos pra casa comigo!
- Eu não vou deixar o fuca aqui!

Segui até a fábrica. Encontro os vigilantes noturnos.

- Vocês têm uma corda pra emprestar!?

Depois de ouvirem, com sorrisos tímidos, uma boa discussão entre mãe e filha, chega um prestativo com a corda e segue até os carros para fazer o favor completo.

O fusca foi pra casa. Não entrou na garagem. Mas ficou protegido na frente de casa.

Tudo isso é pra dizer que quem sai com carro zero logo de cara, não vai ter tão cedo umas histórias como essa pra contar.

 

História

A história do Fusca é uma das mais complexas e longas da história do automóvel. Diferente da maioria dos outros carros, o projeto do Fusca envolveu várias empresas e até mesmo o governo de seu país, e levaria à fundação de uma fábrica inteira de automóveis no processo. Alguns pontos são obscuros ou mal documentados, já que o projeto inicialmente não teria tal importância histórica, e certos detalhes perderam-se com a devastação causada pela Segunda Guerra Mundial.

 

POR RAULINO CAMPELI/ DEZEMBRO DE 2011


 

 



Radialista Raulino Campelli comemora aniversário em alto estilo no fds

08:08 PM, 11/12/2011 .. 0 comentários .. Link

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



MOMENTO DE REFLEXÃO POR RAULINO CAMPELLI

05:55 PM, 6/12/2011 .. 0 comentários .. Link

Campo Maior

 

 

 Minha terra tem carnaubais

onde o vento vem soprar

Tem campos imensos em

Que neles o gado vem pastar.

 

Minha terra tem águas

 que os campos vêm cortar

Tem o céu mais azul

que reflete no olhar.

 

Minha terra resplandece

nas lutas do Piauí

É berço de heróis,

que bravamente, lutaram aqui.

 

Minha terra tem o monumento

mais famoso do Piauí

que guarda a história

dos bravos homens que

viveram aqui.

 

Danilo Calvacante

 

                                             

 

 



O PODER FEMENINO NAS ACADEMIAS DE LETRAS DO BRASIL

04:57 PM, 5/12/2011 .. 0 comentários .. Link

 

 

 

HOMENAGEM AS ACADÊMICAS: PROF. AVELINA, LUCIANA GOMES, ANA CUNHA E ROSA RIBEIRO E JESUS ANDRADE DA ACALE.PI

 

A Academia Brasileira de Letras, entidade fundada em 1897, manteve-se incólume à presença feminina até 1976, ano em que o Art. 17 do Regimento Interno, que até então restringia a eleição aos "brasileiros do sexo masculino", é alterado, assegurando às mulheres a possibilidade de candidatura. Tendo isto em vista, o presente artigo pretende analisar os bastidores do ingresso de Rachel de Queiroz, primeira mulher a sagrar-se imortal, em 1977.

 

Palavras-chave: Sociologia da Cultura; Academia Brasileira de Letras; Elegibilidade Feminina; Rachel de Queiroz.

 

"Escritora derrota jurista e entra na Academia de Letras"; O Globo: "Rachel de Queiroz eleita para a Academia".

 

 

 

 

 

POR RAULINO CAMPELLI

DEZEMBRO/2011

 



IMAGENS DA PRAÇA BONA PRIMO POR RAULINO CAMPELLI

11:42 AM, 21/11/2011 .. 3 comentários .. Link

 

Minha homenagem a Praça Bona Primo em Campo Maior.PI, esta praça que tanto adoro! Onde faço minha caminhada. Onde passeio com o meu cachorro. Onde converso com os amigos no banco da praça. Essa é a praça que tanto adoro, que fica no coração da minha cidade. Cidade natal onde resido abencoado por Santo Antônio. Esta é praça que eu adoro com suas árvores e carnaúbais. Onde crianças brincam livres. E com seus pais celebram a vida! Esta é a praça que tanto adoro...

 

 

 

A cidade de Vitória é rica em lugares bonitos para se conhecer e principalmente tirar fotos. Depois de muito prometer essa postagem pelo Twitter, hoje finalmente vou mostrar um pouco da Praça Bona Primo. Essa praça está localizada no coração de Campo Maior. Pessoal, é uma praça bem aconchegante, passo por ela todos os dias[...]


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Praça Bona Primo imensa e bela praça de minha liberdade onde vivia sem pressa, brincávamos com tranquilidade  não havia maldade na praça de minha infância, alegria, amizade[...]

 

 

 

 

 

 

 



Em homenagem a escritora e acadêmica Rosinha Ribeiro

11:15 AM, 21/11/2011 .. 0 comentários .. Link

As grandes mudanças que a escritora revela em seus escritos; parte de um desejo, com certeza, para um a reflexão e mobilização social covocando as pessoas para o ato de ler, concretizando ações e criando pequenos projetos fraternalmente unidos para um projeto maior rumo ao progresso[...]

 

VOCÊ SE LEMBRA

Rosa Ribeiro de Carvalho

Campo Maior.Pi

 

Você se lembra de quase todas

as pessoas e coisas, más dificilmente

se lembra de mim

Vamos refletir juntos?

Você vai ao centro da cidade faz compras

E até lembra das coisas masi supérfluas

Depois encontra colega para conversar, chega

em casa liga a televisão assiste diversos

programas e novelas mas não lembra de mim.

Lembra de ligar o computador acessa a internet

e se depara com notícias ruins como: assaltos, violência, assassinatos...

E até entra em pânico no dia-dia.

Acontece que você não se lembra mais de mim,

a maioria das pessoas então

esquecidas de mim, às vezes lembram

quando perdem um ente querido,

quando estãodesperadas, me pedem ajuda e depois me esquecem.

Eu só quero relembrar a você e a todos

que eu estou ao lado de vocês a todos os momentos.

Eu estou sempre querendo entrar no seu lar

más às vezes você abre a porta e fecha seu coração  pra mim.

Eu só quero o seu bem pra que você

convide os outros a prática da paz

e viver a oração, esta é a solução!

Sejam unidos! Ame uns aos outros

o mundo precisa de amor,

não deixem que as drogas e a violência destruam a humanidade.

Eu vim até você para que transmitisse minha mensagem

que o povo precisa ouvir todos os dias, pois eu

nunca irei deixar de amá-lo porque eu sou

o Pai de toda a humanidade, eu sou DEUS!

 

 

POR RAULINO CAMPELLI



Moradore estão contentes com a volta da Maria Fumaça

05:15 PM, 17/11/2011 .. 0 comentários .. Link

Moradores do Bairro Tirol ou Bairro Estação estão contentes com a declaração do prefeito de recolocar a Maria Fumaça de volta na Praça da Estação.

Paulo Martins disse em uma entrevista em rádio,  por volta do meio dia de 17/11 que “vamos recolocar a Maria Fumaça de volta no lugar dela. E, lá, a onde ela está peço idéias as pessoas de algo que podemos botar lá. Eu já tenho uma sugestão, dada por uma senhora, que é colocarmos uma carroça com jumento carregada com duas ancoretas (tonel de madeira). Pra lá precisamos  de algo que tenha mais a ver com o açude”. Comentou o prefeito. Recentemente no Bairro Estação (ou Tirol) houve eleição de Associação de moradores e umas das coisas mais pediadas paras as duas chapas foi exatamente a volta da Maria Fumaça para a praça Mestre Chico Lopes
A locomotiva Maria Fumaça foi instalada na praça do complexo ferroviário de Campo Maior em 1976, na administração do prefeito Dácio Bona. Daí, na tarde do dia 27 de dezembro de 2007 foi tirada, sob alguns protestos, e foi instalada no complexo cultural Valdir Fortes. Na época foi alegado que a locomotiva seria retirada porque na praça ela não estava sendo bem preservada e sofria ações de vândalos, pois, estes estariam urinando dentro da mesma e que o ácido úrico danificava sua estrutura de ferro. Após a retirada, moradores fixaram uma cruz preta na base que fora seu local com as datas de colocação e retirada da Maria Fumaça daquela praça.

 

POR RAULINO CAMPELLI

FOTO E TEXTO: BLOG BOCA DO INFERNO

MOACIR E ELANO

CAMPO MAIOR.PI



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