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O MUNDO ISLAMICO - POR DENTRO DA RELIGIÃO MUÇULMANA

  • 10/7/2017
  • 11:47 PM

O MUNDO ISLAMICO - POR DENTRO DA RELIGIÃO MUÇULMANA

 

CAPÍTULO 1: Introdução

Salve senhoras, senhores a afins! Meu nome é Huash. Tenho ouvido diversos boatos sobre uma lei de imigração, navios abarrotados de mulçumanos que chegariam ao Brasil em breve, governos incentivando o terrorismo... islã... curioso com isso, resolvi investigar, estudar o islamismo e conhecê-lo bem para formar uma opinião, pois é isso que um cristão consciente deve fazer: buscar conhecimento ao invés de sair por aí espalhando boatos. Porque é disso que se trata: terrorismo e não é terrorismo muçulmano.

Busquei diversas fontes, li todo o Alcorão, me informei sobre a Sharia, usos, costumes e esse é o resultado dessa extensa busca. As fontes consultadas estão na descrição do vídeo no You Tube e ao fim desse artigo, juntamente com um minidicionário sobre expressões islâmicas e o link para o a fanpage do meu Facebook.

Boa leitura.

 

CAPÍTULO 1: O Mundo Pré-Islâmico

Há muitos séculos um meteorito caiu na Arábia Saudita, os árabes daquele tempo interpretaram aquela pedra como um sinal dos deuses e em algum momento da história construíram muros em volta dela, cobriram e nomearam aquele pequeno santuário de Caaba. Junto dela, colocaram trezentos e sessenta estatuetas, um deus dia do ano – que eles pensavam ter 360 dias. Até mesmo Jesus de Nazaré era adorado ali.

Multidões cada vez maiores de devotos adotaram o ritual de peregrinar até aquele local e dar sete voltas em torno daquele pequeno templo. Não sei se a cidade de Meca já existia ou se foi construída ao redor dele, mas foi assim que ela se tornou um caldeirão de crenças politeístas.

A vida naquela época e lugar não era nada fácil: a economia girava em torno da criação de cabras, da agricultura e do comércio, e como a alimentação era escassa mesmo assim, os saques eram a forma mais comum de conseguir comida e não sofriam a devida punição, as contendas mais sérias acabavam resolvidas violentamente: quem matava, morria. Se o criminoso não fosse encontrado, morria um parente dele.

Esse caos social levava muitas pessoas a se tornar escravas por não conseguir pagar dívidas e muitos preferiam abrir mão da própria liberdade para conseguir sobreviver. Nesse cenário, as mulheres sofriam ainda mais, aquelas que não morriam durante a infância eram entregues em casamento antes mesmo de chegar à puberdade. Com os homens vivendo e morrendo nos intermináveis conflitos tribais, aceitar o papel de concubina em troca de comida e proteção era, para as mulheres, uma forma legítima de sobreviver.

 

CAPÍTULO 2: O Nascimento de Maomé e a Origem do Islamismo

 Mohamed, ou Maomé, para nós ocidentais, nasceu por volta de 570 d. C., era da tribo dos Coraixitas, uma casta alta, mas do clã Hashim, que era bastante pobre, seu pai se chamava Abd Allah e morreu antes do seu nascimento, sua mãe, Amina, faleceu quando ele tinha seis anos de idade, então ele foi viver com seu avô, Mutallib, que também morreu dois anos depois e, por fim, ele passou à tutela de seu tio paterno, Abu Talib, de quem herdou a profissão: negociante.

Meca, por seus motivos religiosos, logo se tornou também um centro comercial para onde convergiam caravanas vindas da Pérsia e da Síria, o que fazia dos romeiros a principal fonte de riqueza da cidade. E isso com certeza influenciou bastante Maomé também pelo intercambio cultural que ele desenvolveu com tantas pessoas diferentes. Em poucos anos o jovem tornou-se experiente em realizar caravanas, lutar contra os assaltantes e tomar grandes decisões.

Com 25 anos Maomé casa-se com sua prima Kadidja, rica e quinze anos mais velha que ele. Talvez por ser, de certa forma, dependente dela, mesmo conduzindo os negócios da família, ele não teve outras esposas, embora a cultura da época permitisse um homem ter várias esposas, o casal teve quatro filhos e três morreram quando ainda eram crianças.

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Maomé tinha o hábito de se isolar para meditar e num desses isolamentos espirituais, em uma caverna no monte Hira, perto de Meca, reza a tradição que Maomé teve a primeira de várias revelações que mudariam sua vida.

O anjo Gabriel teria aparecido a ele ordenando que o homem lesse uma mensagem divina, mas Maomé, que era analfabeto, alegou não poder fazê-lo, por três vezes recebeu a ordem e na terceira ele leu, de certa forma. A revelação continuou em outras ocasiões, durante aproximadamente 23 anos, até a morte de Maomé em 632 d.C., cada palavra revelada a ele mais tarde seria devidamente registrada por seus seguidores em um livro chamado posteriormente de Alcorão.

Esse livro foi dividido em 114 suratas e mais ou menos 6225 ou ayats. Em 613 d. C. a nova religião começa a ser pregada, mas logo acumula opositores que, incomodados com a mensagem que poderia acabar com a lucrativa romaria à pedra sagrada, ameaçam o profeta com cada vez mais ferocidade até que ele é obrigado a fugir com seus poucos seguidores da cidade. Eles chegam a Yatreb em 16 de julho de 622 d.C., marcando o início do calendário muçulmano no evento chamado Hégira.

Naquele lugar, os ideais do profeta adquiriram um caráter mais político. O nome da cidade foi mudado para Medina, os judeus que ali viviam ou foram mortos ou expulsos e as caravanas que saiam ou se dirigiam a Meca eram assaltadas em nome de Alá. Após vários anos de lutas, Maomé marchou contra Meca com milhares de guerreiros e, mesmo estando em menor números, conquistaram a cidade sagrada.

Como novo dirigente político e religioso, Maomé ordenou a destruição de todos os ídolos da Caaba mas manteve o monumento para que as romarias não acabasse, mas o único Deus que é adorado desde então é Alá, segundo a tradição, o mesmo Deus dos cristãos e judeus. Assim nasceu o Islamismo, a verdadeira religião dos árabes, que acabou com as adorações pagãs e passou a pregar a vida em coletividade, a importância da família, da obediência a Deus e à lei... e a nova fé começou a se espalhar rapidamente.

Em 632 d. C., Maomé ficou doente: ele tinha febres e constantes dores de cabeça. Morreu após 20 dias, mas a fé criada por ele se tornou cada vez mais viva.

 

CAPÍTULO 3: Expansão do Islã

 

A morte do profeta gerou conflitos por causa da sua sucessão. Um grupo acreditava que quem deveria ser o novo líder religioso, ou califa, seria um sucessor sanguíneo, nesse caso, Eli, primo de Maomé, o primeiro a aceitar sua mensagem e marido da filha mais velha do profeta, Fátima. O grupo que acreditava nisso passou a se denominar Xiitas, ou seja, “Seguidores de Eli”.

Outro grupo acreditava que o sucessor deveria ser alguém honrado, sem obrigatoriedade de parentesco, e esse grupo copilou um livro que registrava a vida de Maomé em relatos chamados Suna, por isso o grupo era chamado de Sunita, ou seja, “Seguidores da Suna” e o califa indicado por seus seguidores foi Abu Bakr, amigo e pai de Aisha, a esposa mais jovem de Maomé.

Assim houve uma grande divisão nos primórdios do Islã. E conflitos entre os grupos com assassinatos sucessivos e até mesmo disputas internas pelo califado. Mas isso não foi o bastante para conter o crescimento daquela nova fé. A civilização islâmica uniu as tribos árabes e expandiu-se rapidamente, ocupando uma extensão de terra somente comparável ao império romano em seu auge. Em menos de um século, já haviam dominado os impérios persa e bizantino, além da maior parte do norte da África e da península Ibérica. Somente nesta última região, os muçulmanos permaneceriam por cerca de oito séculos.

Nos novos territórios, os muçulmanos (como são chamados seguidores dessa religião) obrigavam os camponeses a pagar um terço da produção. Ao mesmo tempo introduziram inovadoras técnicas agrícolas, que beneficiaram os agricultores. Desenvolveram as atividades comerciais, cunharam moedas, exploraram minérios e construíram estradas. O apogeu islamismo ocidental foi vivido em território espanhol e desmoronou com as famosas cruzadas, finalizadas em 1492. E essa é outra longa historia.

Os árabes muçulmanos deixaram muitas marcas no mundo, criando e disseminando muitos aspectos da cultura árabe contribuindo para o desenvolvimento da cartografia, astronomia, química, medicina, filosofia, indústria, comércio, arquitetura, matemática e literatura.

 

CAPÍTULO 4: Fundamentos e Atualidade

 

No Islã, considera-se Alá como o deus único e Senhor do Universo, criador de tudo e de todos. Considera-se também a existência dos anjos, servos do Senhor e de demônios, servos do Diabo. Acredita-se também nos profetas os quais começaram com Adão, passando por Abraão, Moisés, Jesus e Maomé, o último deles.

O Islã prega o Paraíso para os crentes e o Inferno para os pecadores; considera que os crimes cometidos durante a vida, serão julgados na morte, ou seja, Juízo Final.

No Islã, tanto sunitas quanto xiitas consideram sagrados o Alcorão e a Sharia, um conjunto de códigos morais e legais baseados no Alcorão, no que disse o profeta Maomé e na tradição. E estes códigos ditam tudo: desde a forma como um muçulmano deve se vestir à comida que consome e rituais de oração, mas seus seguidores divergem na interpretação dela.

O islã não crê na Trindade, nem que Jesus Cristo seja o filho de Deus, aliás, isso para eles é uma grande heresia, o Jesus do Alcorão é bem diferente do Jesus que os cristãos cultuam.

O Islã se fundamenta em cinco bases:

1.    A profissão de fé que reconhece Alá como único deus e Maomé como seu legítimo profeta.

2.    Orar cinco vezes ao dia para Alá, no decorrer do dia. Nas sextas-feiras, o devoto deve ir a mesquita orar e assistir o sermão dado pelo sacerdote, que eles chamam iman. 

3.    O jejum, deve ser feito no mês do Ramadã. Ao longo dos trinta dias do mês, deve-se jejuar durante o dia e alimentar-se apenas de forma leve durante a noite. Durante este período, também se deve manter a abstinência sexual. 

4.    Esmola, tributo que todo o muçulmano é obrigado a pagar uma vez por ano à comunidade islâmica como forma de ajudar na organização dessa e na caridade. O valor é menor do que 3% da renda total anual. 

5.    A peregrinação, onde cada muçulmano deve ir à Meca circundar a Caaba pelo menos uma vez na vida, dentro das suas necessidades físicas e financeiras.

 O islamismo permite a poligamia, tendo o homem o direito de possuir até quatro esposas, desde que consiga mantê-las e seus filhos de forma igualitária, se não, recomenda-se que permaneça monogâmico.

Dependendo do país, as mulheres possuem ou não maior liberdade perante a sociedade, sendo permitidas andarem sozinhas e até mesmo dirigir. A mulher deve cobrir a cabeça com um véu, em sinal de respeito ao marido, aos filhos e a sua família, mas não precisam usar dentro de casa desde que na presença apenas dos familiares. Dependendo do país as restrições ao uso do véu são mais rígidas e as mulheres tem que usar a burca, veste que cobre, à exceção dos olhos, todo o corpo. Os homens também possuem o costume de cobrir a cabeça com turbantes e outros tipos de chapéus, embora não seja o seu uso obrigatório.

Atualmente, o islamismo é a maior religião do mundo, em torno de 1,6 bilhão de praticantes, e também é a que mais cresce, principalmente no norte da África, Ásia e Europa, o catolicismo vem em seguida com 1,3 bilhão, depois protestantismo com média de 900 milhões, o hinduísmo com 870 milhões de fiéis, budismo com cerca de 400 milhões de seguidores, seguidos de diversas outras religiões em números decrescentes.

 

CAPÍTULO 5: Islamismo e Terrorismo

Hoje em dia costuma-se associar bastante o islamismo ao terrorismo, o que é bastante precipitado. Para começar, nem todo árabe é muçulmano, muitos seguem outras religiões como o judaísmo e o cristianismo, e muitos mulçumanos não são árabes também. Há muitos asiáticos, europeus, americanos...

Em qualquer religião há muitos fundamentalistas, ou seja, pessoas que ligam sua religião a preceitos muito literais, utilizando a violência se necessário. Há grupos fundamentalistas no judaísmo, como o Kach Kahane Chai – que objetiva restabelecer os territórios judaicos como determina a Torá e expulsar os palestinos da região e, no cristianismo, como Christian Voice, da Inglaterra, que condena o divórcio, as clínicas de aborto e faz a promoção da cura de homossexuais. Outro ponto importante é o de que há grupos fundamentalistas em todas as religiões, porém nem todos praticam atos de terrorismo.

Mas é contraditório afirmar que o islamismo é uma religião pacífica. Seus seguidores, em sua maciça maioria optam pela paz, mas há realmente no Alcorão diversos textos que incentivam sim a perseguição principalmente a Judeus e Cristãos que é onde os extremistas islâmicos se baseiam, como a Al Qaeda, o Boko Haram e o Estado Islâmico.

Saliento no entanto que a maior parte dos muçulmanos optam pela paz, mas está no coração da teologia islâmica dizer que a paz mundial só será estabelecida quando todos os judeus forem eliminados da face da terra porque segundo o islamismo, eles foram os primeiros a rejeitar a mensagem do profeta Maomé e, portanto, merecem este tipo de tratamento.

Esse ódio crescente de Maomé pelos judeus se refletiu em vários episódios, como a decapitação de 700 homens judeus de uma tribo, fazendo de suas mulheres e crianças seus escravos. Os muçulmanos que escreveram a Sharia entendiam como Maomé era extremamente sensível a críticas, e por isso criticar Maomé se tornou o maior crime no Islã, que nunca será perdoado ainda que o agressor se arrependa. O respeito a Maomé é tal que ele não deve ser retratado em nenhum tipo de imagem.

No que tange o terror islâmico, todos os atos terroristas tem amparo na própria vida do profeta, como, por exemplo, a pedofilia: Maomé casou-se com Aisha quando ela tinha seis anos de idade. Consumou o casamento quando ela tinha nove. E Maomé teve em torno de quinze esposas depois que sua primeira esposa faleceu, além de diversas concubinas, escravas e prisioneiras de guerra. Saques, tocaias e quaisquer meios controversos eram tolerados por ele em nome da causa de Alá.

Então, aqui vão alguns trechos do Alcorão que servem de fundamento para os grupos terroristas do islamismo:

Alcorão 5: 51

“Ó fiéis, não tomeis por amigos judeus nem cristãos, que sejam amigos entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por amigos, certamente será um deles; e Alá não encaminha os iníquos.”

 

Alcorão 3: 151

“Infundiremos terror nos corações dos incrédulos, por terem atribuído a Deus, sem que Ele lhes tivesse conferido autoridade alguma para isso.”

 

Alcorão 4: 74

“Que façam guerra pela causa de Alá aqueles dispostos a sacrificar a vida terrena pela futura, porque a quem fizer guerra pela causa de Alá, quer perca, quer vença, concederemos magnífica recompensa.”

 

Alcorão 5: 33

“O castigo, para aqueles que lutam contra Alá e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.”

 

Alcorão 2: 191

“Matai-os onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos.”

 

Alcorão 8: 39

“Guerreiem até que não haja mais incredulidade, e até prevalecer totalmente a religião de Alá...”

 

Alcorão 9: 20

“Os fiéis que deixarem suas casas e sacrificarem seus bens e suas vidas pela causa de Alá, obterão maior dignidade ante Alá e serão os ganhadores.”

 

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Atualmente o islamismo é religião oficial em 39 países, 90% dos muçulmanos são sunitas e 10% são xiitas, as populações desses países concordam que a Sharia deveria ser a lei oficial de seus respectivos países e grande parte da população (entre 20 a 40%, dependendo do país) condena os atos terroristas contra civis mas acha estes atos de violência justificáveis.

Menos de 30% da população do Paquistão, por exemplo, quer um governo democrático, contra 75% na Tunísia. São muitos os ataques terroristas pelo mundo mas é bom lembrar que as maiores vítimas desse terrorismo são os próprios muçulmanos, eles são os que mais sofrem com os governos ditadores, mais vivem no meio de guerras, são muçulmanos extremistas atacando a população muçulmana comum. Atacando seu próprio povo.

 

CAPÍTULO 7: Conclusão

Se aqui no Brasil você enxergar esses homens e mulheres estranhos no meio de vocês, não precisa vê-los como ameaça, porque eles não são. Eles estão cumprindo a Jihad, ou seja, uma forma de evangelismo, coisa que os cristãos fazem nos países árabes também, que você deve conhecer como missões, assim são eles tentando disseminar sua fé por aqui.

No nosso país, terrorismo é crime, e vem sendo repelido, vide diversas reportagens relatando o problema, além do mais, os muçulmanos jamais vão chegar a qualquer lugar onde não sejam maioria tocando o terror, as notícias que você tem ouvido internet afora sobre invasão islâmica, com certeza são infundadas. A comunidade islâmica brasileira já passa de um milhão de pessoas no Brasil e esses grupos nunca causaram problemas. Acredite, eles são da paz sim. Mas devo ressaltar que o Alcorão permite que eles promovam a violência.

Mas lembre-se que você pode ser cristão e também se tornar extremista, lembre-se das milhões de mortes causadas pelo mau uso do cristianismo poucos séculos atrás, mas isso é totalmente contrário aos ensinos de Jesus Cristo, o que põe uma pulga atrás da minha orelha: no Alcorão, os atos abomináveis cometidos pela Igreja Católica são mandamentos se praticados contra não muçulmanos. Os muçulmanos são minoria por aqui, mas... e se eles se tornarem maioria na população brasileira, essa boa convivência vai continuar?

Quando o islamismo chega ao poder, a ditadura se instala na maior parte dessas nações, dificilmente outras religiões são aceitas, no máximo toleradas e em quase metade delas, existe perseguição religiosa com deportação, prisões e mortes. Dos 25 países que mais perseguem os cristãos, por exemplo, 18 são muçulmanos.

Para os muçulmanos a religião deles é a única correta, a única que salva e que não a segue é infiel. Assim como outros credos por aí como por exemplo Testemunhas de Jeová e Congregação Cristã, a famosa Igreja do Véu. Mas via de regra, nós cristãos somos mais flexíveis quanto a essa visão.

Nosso livro sagrado, a Bíblia, é bem mais antiga. O Novo Testamento, quase 700 anos mais velho que o Alcorão prega a paz e o Alcorão não condena a violência contra os não muslins. Tudo é uma questão de fé, depende de você analisar com conhecimento de causa se ele é perigoso para você ou não.

Pra mim, a melhor forma de combater o crescimento do islamismo é não se converter a ele, para isso, devemos seguir o conselhos do profeta Oséis no capítulo 6, versículo 3: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor”, assim como disse Jesus no livro de João, capítulo 8, versículo 32: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, o que é reforçado pelo nosso irmão Paulo na carta aos Gálatas capítulo 5, no primeiro versículo: “Fiquem firmes na liberdade que lhes foi dada por Cristo Jesus”. Mas não vamos esquecer que devemos amar a todas as pessoas, não julgá-las. Jesus ama os muçulmanos e não somos melhores do que eles.

 

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D  I  C  I  O  N  Á  R  I  O     D  E     E  X  P  R  E  S  S  Õ  E  S     M U L Ç U M A N A S

ALCORÃO: “A Recitação”, é o livro sagrado dos muçulmanos, onde estão especificados os códigos morais, religiosos e políticos deste povo.

AYATS: "Sinal", "Presságio" ou "Milagre", o nome de cada um dos 6236 versículos ou subdivisões de uma surata ou capítulo do Alcorão.

CAABA: "Casa Quadrada", construção cúbica localizada próximo ao centro da grande mesquita de Meca que contém a 'pedra negra', um meteorito que teria sido enviada por Deus a Adão para redimi-lo de seus pecados.

HAJJ: Quinto fundamento do islamismo, é a peregrinação à Meca que todo muçulmano deve fazer pelo menos uma vez na vida, dentro de suas condições físicas e financeiras.

HÉGIRA: "Exílio", a fuga de Maomé de Meca, sua cidade natal, para Medina,  em 16 de julho de 622 d.C., que marca o início do calendário muçulmano.

IMAN: "Aquele Que Guia" , é o pregador no culto islâmico e também designa os principais líderes religiosos do Islamismo que sucederam ao profeta Maomé.

ISLAMISMO (OU ISLÃ): "Submissão", religião monoteísta fundada pelo profeta Maomé no início do século VII na Arábia Saudita.

JIHAD: "Esforço", guerra santa, luta pessoal do muçulmano para se tornar melhor na fé islamica; dever religioso dos muçulmanos de espalhar o Islã através da violência, se necessãrio.

MUÇULMANO (OU MUSLIM): "Crente", todo o indivíduo que se converte e segue a doutrina do Islamismo.

SAHW: Terceiro fundamento do islã, é um período de jejum que ocorre uma vez por ano durante o Ramadã, o nono mês do calendário islâmico no qual os fiéis passam cada um dos dias desse mês sem se alimentar e entregam o jejum a noite com uma refeição leve, ao final desse período mensal, há grandes celebrações e comunhão entre eles.

SALAH: Segundo fundamento da fé islamica, é a oração ritual diária ordenada a todos os muçulmanos cinco vezes ao longo do dia.

SHAHADA: Primeiro fundamento da fé islâmica de que ninguém merece adoração exceto Deus, e Muhammad é o Mensageiro de Deus.

SHARIA: "Caminho Para a Fonte", é um conjunto de leis islâmicas que são baseadas no Alcorão, e responsáveis por ditar as regras de comportamento dos muçulmanos.

SURATAS: Nome dos capítulos do Alcorão, dispostos segundo o seu comprimento.

ZAKAT: Quarto Fundamento do Islã. Responsabilidade social que o muçulmano deve ter em relação ao seu semelhante. Ao final de um ano, ele deve retirar 2,5 a 3 % do valor que iria poupar e destinar, por exemplo, aos pobres, os necessitados, os endividados, entre outros.

 

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F  O  N  T  E  S    D  E    P  E  S  Q  U  I  S  A

Mundo pré-islamico

http://googleweblight.com/?lite_url=http://super.abril.com.br/historia/maome-a-face-oculta-do-criador-do-isla/&ei=7fHQroMX&lc=pt-BR&s=1&m=978&host=www.google.com.br&ts=1498158482&sig=ALNZjWkqtXQ1FL0-2WdGE23QzrzXS-J07A

http://origin.guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/maome-pai-isla-434249.shtml

https://www.ebiografia.com/maome/

 

Maomé e as Revelações

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Fundamentos da Fé Muçulmana

http://www.islamreligion.com/pt/articles/9/o-segundo-pilar-do-isla/

 

Alcorão e Jihad

http://logosapologetica.com/o-que-o-islam-ensina-sobre-violencia/

 

Expansão do Islamismo

http://origin.guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/imperio-arabe-marcha-ala-434759.shtml

https://sites.google.com/site/mensagemvital/maome

http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/historiageral/expansao-islamica.htm

http://super.abril.com.br/historia/explosao-islamica/

 

Sunitas e Xiitas

http://historiadomundo.uol.com.br/idade-contemporanea/diferenca-entre-xiitas-e-sunitas.htm

http://bahaieislao.blogspot.com.br/2006/07/o-islo-aps-morte-de-maom.html

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2015-07-29/entenda-as-diferencas-entre-xiitas-e-sunitas.html

 

Maiores religiões do mundo:

http://www.novotopico.com/as-7-religioes-mais-seguidas-no-mundo-t6328.html

 

Violência no Alcorão

http://www.paulopes.com.br/2015/01/trechos-do-alcorao-que-inspiram-o-terror-islamico.html#.WV7nso1tncc

http://www.exmuculmanos.com/por-que-os-muculmanos-devem-odiar-os-judeus/

https://proecclesiacatholica.wordpress.com/2014/09/20/dos-25-paises-que-mais-perseguem-os-cristaos-18-sao-muculmanos/

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