Bicicletistas Selvagens

FOTOS

12:43 AM, 2/8/2012 .. 0 comentários .. Link

Amigos, as fotos do Morro do Macaco (Caldazinha - Para Pedro - Caldazinha) já estão no Albúm de Fotos.

Abraço.

 

Bicicletistas Selvagens



CALDAZINHA - PARA PEDRO - CALDAZINHA - TRILHAZINHA ENCARDIDA...

01:59 PM, 30/7/2012 .. 0 comentários .. Link

Fizemos neste sábado, 28/07/12,  a trilha Caldazinha - Para Pedro - Caldazinha. Imaginem uma trilha encardida...

Sábado, 14:00hs, saída da porta de casa. Chegam, Farley e logo em seguida Peterson, Peron e seu Francisco. Embarcamos as bicicletas e saímos rumo a Caldazinha. Ás 14:45 hs estavamos na estrada rumo a Para Pedro. Estradão de boa, fizemos o percurso em 90 minutos. Por causa do forte sol das 15:00 hs, fomos devagar, parando para a hidratação e sem percauço nenhum. 

Chegamos em Para Pedro, paramos em um bar, tomamos uma Coca geladinha, comemos umas salsichas e pé na estrada novamente. A partir daí, somente o Peterson e Seu Francisco conheciam a trilha. A primeira etapa em estradas vicinais, logo á frente, entramos em um pasto onde percorremos uns dois quilômetros. Saímos novamente em uma estrada e na chegada no Rio Caldas, uma descida alucinante. Realmente um paredão e com muito cascalho solto. Descemos uma parte dela montados e, exceto o Peterson, o restante de nós acabamos de descer empurrando, ou melhor, "segurando" a bicicleta.

Atravessamos uma ponte e entramos numa estrada que por uns quilômetros margeou o Rio Caldas. Chegamos no ponto culminante: o Morro do Macaco. E no final da subida a gente entende o porque do nome... Só macaco pra subir "naquilo". Noventa por cento da subida empurrando a magrela. Passamos então a andar no pasto. Foram mais ou menos uns cinco quilômetros até chegar de novo na estrada já perto de Caldazinha. Nesta parte da trilha, eu cai, o Farley caiu, o Peterson e o Peron cairam. O tombo espetacular foi o do Peron que pegou um cupim de frete e deu um salto mortal com a bicicleta pregada na sapatilha. Foi lindo...

A nota triste do dia foi a queda do Seu Francisco já em Caldazinha a uns cinquenta metros dos carros. Creio que ele se distraiu e não percebeu o quebra mola chegando na praça principal e caiu feio. O pior de tudo foi que ele caiu com o rosto no asfalto. Teve um corte fundo e trincou o nariz, outro corte na boca e um ematoma na face direita. O susto foi grande dado a grande quantidade de sangue no momento do acidente. Isolamos o local e fizemos com que ele ficasse imóvel até a chegada da UR dos Bombeiros. Atendimento de primeira, com carinho e atenção por parte dos socorristas, profissionais que merecem nosso respeito e consideração.

Atendido no Pronto Socorro de Senador Canedo, outra vez, com muita atenção por parte dos profissionais que lá estavam, suturou o nariz e a boca, tomou a antitetânica e, já mais calmo, foi levado para casa pelo Peterson e esposa além da irmã (Patrícia) e mãe, acompanhados ainda por Farley e eu.

Tristezas e preocupações á parte, foi uma trilha muito dura, mas, que nos agradou bastante. Algumas fotos no Álbum de Fotos.

 

BICICLETISTAS SELVAGENS 



MILAGRES ACONTECEM (AS VEZES)

07:45 AM, 19/7/2012 .. 1 comentários .. Link

 Esta é a bicicleta do nosso sócio fundador (ou seria afundador?) João "hipólito" Carlos:

Após uns três anos de pedidos para que ele desse um "up" na bichinha, sua muquiranagem, associada ao controle rígido, quase hitleriano dos ganhos mensais, pela Dona Baratinha, o inesplicável, o inimaginável, o surpreendente,  o "MILAGRE" aconteceu... Ele, o Hipólito da bicicleta, resolveu transformá-la em uma...

Parabéns!!!

 



CACHOEIRA DA PEDREIRA - PEDREIRA DE PEDALADA

09:41 AM, 26/3/2012 .. 0 comentários .. Link

 

Olha o desespero do Vitão!!!

 

Neste domingo, 25/03/12, fizemos, eu, Victor, Rafael e Renato (primo do Victor e Rafael), uma trilha saindo dos Sítios da Sinhá até a cachoeira da pedreira, entre Caldazinha e Bonfinópolis. Segundo narrativa do Renato, a pedreira foi usada para abastecer de pedra a construção da estrada de ferro. A pedreira fica a poucos metros da ferrovia. Em consequência da queda d'água e da piscima que se formou, o proprietário tentou fazer uma área de laser, limpando o local, construindo um local para funcionar um bar, mas, a coisa não vingou. 

O percurso não é muito difícil. Na ida, mais descidas que subidas, paisagens lindas de um verde intenso, gado pastando, cheiro de mato... Tudo de bom. Acontece que "no caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no caminho". Isso pelo menos era o que pensávamos. Na verdade no caminho tinham "duas" pedras: Victor, que fazia sua primeira pedalada após uma terrível experiência algum tempo atrás e eu, que de uns tempos para cá tenho dado muito trabalho aos companheiros com uma perda de rendimento dígna de estudo.

Renato, ciclista de grandes distâncias, não mensurou o preparo do Victor, que desde o meio do caminho já reclamava dor nas "nádegas" e o meu, como já afirmei, com esta fraqueza muscular que me assola. Como não poderia deixar de ser , antes da cachoeira, Rafael para não deixar passar em branco teve seu pneu trasairo furado. Enfim, chegamos na cachoeira, que na realidade é uma queda d'água que desaba de um paredão, creio que criado pela retirada de pedra. Devia ser um riacho ou uma nascente que por alí passava e que com a ação humana se formou. É uma beleza e uma gostosura estar debaixo d água, que apesar de pouca, tem um peso incrível. Tomamos a ducha, sentamos num lugar maravilhoso (um paredão de rocha com nada menos que cinquenta metros de alturna) e lá embaixo a mata, um riacho que corre ao lado da ferrovia... coisa que nos renova as energia. Muitas fotos, devaneios com a beleza do lugar... Hora de voltar.

A dúvida começou em se determinar qual o caminho seria mais fácil de se fazer para não castigar mais o "bumbum" do Victão. Mal sabiam eles que eu também estava pelas pontas. A volta por onde havíamos vindo seria complicada devido ás subidas pesadas... A volta pelos trilhos seria incômoda pela "batedeira" de se andar sobre os dormentes. Assim, resolvemos conhecer o paredão, um corte nas pedras feito para a passagem da ferrovia e depois decidiríamos o que fazer. Conhecemos então o paredão e resolvemos voltar pelos trilhos. A verdade é que por qualquer rota, a volta seria difícil.

Após alguns metros o Victor já não aguentava pedalar. Não conseguia sentar na bicicleta, não conseguia pedalar em pé e aí, eu que também estava nas últimas, juntei-me a ele andando pelos trilhos e de vez em quando pedalando. Fizemos um single track muito legal, saindo um pouco dos trilhos. Chegamosa até a antiga caixa d'água da ferrovia e o caminho escolhido para a volta foi passar pela estrada que iria nos levar até o asfalto, um pouco antes dos Sítios da Sinhá. Mas, "no caminho tinha outra pedra, tinha outra pedra no caminho". Uma subida de matar nos esperava antes de chegarmos ao asfalto. Para encurtar, faltando uns 100 metros para o topo, o Victor arriou e eu também. A saida foi pedir ao Renato que buscasse o carro para nos salvar. Assim o fez e com maestria: trouxe um garaná Antarctica geladinho para nos animar.

Chegamos de volta ao sítio do sogro do Renato onde nos esperava um almoço dígno de aplausos. Tomamos umas cervejas, conversamos, rimos e almoçamos. Afonso, pai do Renato; Fernanda, esposa do Renato, e mais algumas pessoas nos receberam com carinho e simpatia. Hora de voltar para casa... Nos despedimos, não sem antes, marcar outra pedalada para o próximo domingo.

Fotos no álbum.

BICICLETISTAS SELVAGENS

 

 



Santo Antonio da Esperança - Eita Subidão!!!

10:54 AM, 14/2/2012 .. 1 comentários .. Link

Domingo, 12/02/12, fomos a Santo Antônio da Esperança, às margens do Rio Verde, GO-020, para uma trilha nas cercanias da cidade. Como ponto de referência a casa dos avós do Luizinho (mais conhecido no meio como Penélope Charmosa). Não há como iniciar este relato sem antes fazer menção á hospitalidade, carinhoso e singeleza com que fomos tratados.  Ainda de quebra, aquela coisa gostosa das pequenas cidades, onde todo mundo conhece todo mundo, se cumprimentam, o ar de simplicidade e o cheiro gostoso de "roça".

Para começar saimos de Senador Canedo lá pelas 7:30 hs e paramos no Posto Barcelona para um cafézinho rápido. Eu, João e Devair com esposas e filhos, Luizinho com esposa e Rafael ( o azarado), Farlley e Jeferson "solteiros". Na noite anterior, tentei organizar um suporte "tabajara" para a máquina fotográfica e fimadora e assim o fiz. Acontece que o Gustavo, anjinho que Deus medeu, sumiu com o parafuso/borboleta que tinha conseguido e fui obrigado a prendê-la definitivamente no guidão. Assim, ficamos sem as fotos e somente alguns vídeos foram feitos. Destaque-se a beleza da região com grandes plantações, o próprio Rio Verde e uma grande quantidade de córregos. Aliás, em um deles, fizemos uma parada para um banho revitalizador. A água cai de uma altura de uns dois metros formando um "tanque" de uns três por três e uma profundidade de 1,60 m. Água cristalina e gelada, uma delícia. No casebre abandonado, morcegos e uma cobra enorme passeando pelo madeiramento do teto. Ao chegarmos de volta comentamos com o pessoal da propriedade sobre a cobra. Nos disseram que a bichinha é de casa e tem até nome: "LEONA"!!!

Sobre a trilha... é só subida... quase morrí! 38 quilômetros de estradas vicinais, pontes caídas, atravessar riachos em pinguelas improvisadas pelos operários que estavam construindo a nova ponte, trieiros, uma decida alucinante para chegar à queda d'água, muita areia na chegada, enfim, tudo que se espera de uma trilha. Logo nos primeiros quatro quilômetros a primeira baixa: Rafael teve a roldana do cambio traseiro de sua bicicleta solta. Conseguimos encontrar as peças, mas, ele voltou por medo de acontecer mais longe e acabar com a trilha de todo mundo. Tristezas à parte, prosseguimos. O Luizinho, conhecedor do lugar era o que nos guiava. Após umas duas entradas erradas, começamos a lembrar da trilha Caldazinha/Bonfinópolis/Para Pedro. 

Ao final, depois de ser "empurrado" pelo Jeferson em umas quatro subidas, o Rafael, que já estava preocupado com a nossa demora, me salvou faltando uns dois quilômetros para chegar e me levou de carro... arcondicionado... banco de couro... KKKKKKKKKKK...

Ressaltar a presença do Devair que, esperamos seja de agora em diante, permanente e a ausência do Peron que esperamos seja curta.

Um belo almoço a nossa espera (graças às nossas esposas e avó do Luizinho) e fim de passeio.

Foi muito bom e ficamos de voltar para pernoitarmos em um final de semana para podermos apreciar mais detidamente a hospitalidade e belza do lugar. 

Por fim agradecer de coração ao Luizinho e esposa, sempre muito educados e gentis e aos seus familiares que lá nos receberam em igual ou maior atenção.

 

BICICLETISTAS SELVAGENS

 



CALDAZINHA / BONFINÓPOLIS / PARA PEDRO – UMA ODISSÉIA CICLÍSTICA!!!

03:48 PM, 26/1/2012 .. 2 comentários .. Link

 

Onde estou??? É tudo tão estranho!!!

A segunda parte do roteiro previamente traçado pode ser comparado a uma verdadeira odisséia. Antes trataremos do percurso de caldazinha a Bonfinópolis. Tudo bem até o Perón começar a reclamar de um dor no estômago que me deixou preocupado. Após reunião chegando a Bonfinópolis ficou decidido ir até lá. O plano inicial era entrar a direita chegando à cidade nas imediações do lixão.

Creio que nossa sorte começou ai. Se tivéssemos ido direto muitos de nós teria “dado prego” bem antes. Em Bonfinópolis bebemos e comemos e descansamos mais ou menos meia hora. De volta à estrada seguimos para Para Pedro entrando à esquerda no lixão. O grupo estava muito dividido com os mais resistentes bem à frente e os mais “fraquinhos” sempre na rabeira. Dentre estes eu, que estava com o mapa do percurso (diga-se de passagem, que nunca o havíamos feito e era inteiramente desconhecido). Assim passamos da entrada correta e fomos para numa fazenda. A pessoa indagada informou um caminho, indicando como referência, um “pau branco” (árvore seca) no meio de um pé de serra, dizendo que atrás dele haveria a estrada que nos colocaria novamente no caminho. Demos continuidade e... final de estrada. Chegamos em outra casa e, segundo informações, a estrada acaba ali. As pessoas não souberam informar se a aludida estrada estava mesmo do outro lado da elevação. Nesta hora, o Desnorteado (Hamilton), Gardenal (Wender Pamonha) e Andarilho (Márcio) já haviam descido por descer numa saroba com, mais ou menos, um metro de altura. Aí todo mundo foi atrás. Descemos, atravessamos um córrego, subimos uns cem metros, passamos pelo “pau branco” e nada. Descemos mais uns tanto de mata e nada. Subimos mais uns tanto dentro da mata e nada. Neste momento já sabíamos que estávamos PER-DI-DOS. Já escurecendo e nosso maior medo era chegar a noite e estarmos dentro da mata. A sorte continua... encontramos a estrada. Demos uma volta de uns dois quilômetros dentro da mata, empurrando as bicicletas e mortos de cansaço.
Vamos voltar para Caldazinha. Os mais descansados irão à frente para pegar os carros e vir resgatando os mais cansados. Dentre estes, eu. O Marcelo (Down Hill) estava morto. Eu e o João tomamos a incumbência de cuidar do Down Hill. Ele andava cinquenta metros e pedia para parar. As câimbras o atormentavam. Mas, devagar, viemos andando. A noite chegou. Com muita dificuldade vínhamos voltando, até que, entramos uma entrada antes da correta e descemos, mais ou menos, uns quatro quilômetros até chegarmos a um curral que, com toda a certeza, não era o caminho. Pedimos socorro numa fazenda, ao seu proprietário, que se recusou. Com muito favor nos indicou o caminho de volta a estrada principal. Lá vai “os perdidos”, eu, João Grandão e Down Hill, (se eu não colocasse isso aqui o Farlley ia me encher o ...) subir de volta, com o Down Hill quase morto. Ainda levei um tombo que, por sorte, não acarretou nenhum ferimento grave e nem dano à bicicleta. Por fim, as 00:00 hs (não digitei errado não, meia noite!!!) fomos resgatados pelo Luizinho e Perón. Cheguei em casa 00:20 hs, quase em total falência do corpo.
 
As fotos estão no álbum. Os vídeos creio que por configuração da máquina (primeira vez que a usamos) ficaram de um tamanho muito pequeno e muito ruim de se ver. Mas, mesmo assim, ai estão.
 

BICICLETISTAS SELVAGENS

 



PARABÉNS PAPAI FARLLEY (UFA! ATÉ QUE ENFIM!!!)

10:26 AM, 16/1/2012 .. 0 comentários .. Link

 Fizemos algumas trilhas estes dias. Por falta da câmera não fizemos o registro fotográfico, mas, não paramos.

Quinta-feira próxima passada, recebemos a notícia que finalmente o Farlley está “choco”. Não deu outra... Na trilha, mais ou menos na metade do caminho, pedimos para parar para descanso, água e alimentar e... Três ovos (fornecidos pelo “Gigante”) e farinha (fornecidos por mim) e foi uma festa (vejam as fotos e vídeo).

O principal é que estamos todos felizes com a notícia e parabenizamos principalmente a Vanéia pela coragem de agüentar este mala sem alça..

A trilha, que já fazemos a algum tempo, passa pela estrada velha de Caldazinha, virando a esquerda, e saindo mais a frente, um pouco adiante do trevo para Goianápolis. Pelo asfalto voltamos uns 4,5 Km até um barzinho na beira da estrada e voltamos para a estrada de terra vindo sair no Boa Vista, passando pela “Saúde”, descendo pela Dom Emanuel até o centro.

Não sei por que esta trilha foi um martírio para mim e para o João Carlos. Cheguei em casa só o pó e se tivesse que pedalar mais uma quadra não sei se conseguiria. Nesta trilha o João Carlos e Farlley estavam demais. Cada um levou dois tombos. Um deles o João Carlos ao desviar de “não sei o que” trançou com a bicicleta do Farlley e lá foram os dois pro chão. O Farlley me pediu que, ao escrever esta postagem, não deixasse de informar o perigo que é pedalar ao lado do “Gigante”. Para não passar nos obstáculos, ele sem pensar duas vezes, vai para cima do “companheiro” sem pestanejar. A primeira investida o Farlley conseguiu se livrar, mas, na segunda, foram os dois para o chão.

Ao final de 39 Km, chegamos todos inteiros.

Fotos do banho de ovo e farinha no álbum de fotos.

 

BICICLETISTAS SELVAGENS



NOVAMENTE... DESUMANO!!!

11:02 PM, 9/1/2012 .. 0 comentários .. Link

 

Fizemos novamente o percurso entre Caldazinha e Bonfinópolis. Desta vez foi melhor. Creio que o fato de estarmos andando mais vezes durante a semana tenha nos dado um preparo maior que quando o fizemos pela primeira vez. Nesta incursão foram: Farlley, João Carlos, Peron, Vinicius, Luizinho, Marco Aurélio e eu. A trilha estava "lavada" pelas chuvas o que fez com que o excesso de cascalho fosse retirado melhorando a tração das bicicletas.

Nosso grupo está crescendo, os trajetos das pedaladas de final de semana também. Já está na hora de organizarmos as camisas, não acham? Vamos correr atrás.

BICICLETISTAS SELVAGENS

 

 

 

 



TEM CICLISTA CHEGANDO!!!

02:15 PM, 22/12/2011 .. 0 comentários .. Link

 

Caros amigos, primeiramente os votos de boas festa e feliz ano novo a todos que pedalaram conosco, seus familiares e amigos, a todos que participaram de alguma forma nas nossas vidas, àqueles que comentaram nossas postagens, enfim...

Estamos neste final de ano mais alegres que nunca. Motivo? Novos adeptos do pedal se juntando a nós. Mesmo alguns que nos acompanharam somente algumas vezes, nos mostra que o esporte está crescendo em Senador Canedo e fazendo a diferença nas suas vidas.

Já pedalamos com André (contundido, deve estar voltando logo, logo), Marconi (eventos), Josias (locutor oficial), Mateus (me liga 9678-8994), Marco Aurélio (doentinho. Boa recuperação menino!), pessoas do bem que nos acompanharam nas deliciosas pedaladas pelo município.

Agora, com mais regularidade chegam ao grupo o Peron (apelidado de Tartaruga Ninja pelo Márcio), Márcio (apelidado de Andarilho pelo Peron) e Luizinho, o da oficina que, devido ao seu uniforme, digamos assim, meio gay (não tenho nada contra) ficou conhecido em nossa última incursão por "Penélope Charmosa" (vejam as fotos e me digam se não é a própria. kkkkkkk). Mas, apesar das brincadeiras, e é isso que nos desestressa, o respeito pela pessoa, pelo meio ambiente, por todos que encontramos nos caminhos é o lema do grupo: RES-PEI-TO.

Fizemos da última vez uma pedalada onde, saindo da minha casa (perto da raça da Matriz), saimos ruma a Caldazinha, descemos na estrada da pista de cross, fizemos uma volta até o asfalto e, no Haras do Eltinho, entramos a direita. Uns 300 metros á frente, a direita novamente... Uma bela de uma descida, uma bela de uma subida e estamos novamente num plano onde as poças são inúmeras e grandes. Em uma dessas, o Márcio Andarilho, por frescura de estar com um conjunto de rodas, pneus e transmissão novos, entrou quinenzinho moça na poça e só não pranchou na lama por que o Peron Ninja o salvou. Fiquei de banda esperando o tombo para rolar de rir. "Peron estraga prezer..."

Mais descidas e mais subidas e chegamos ao Setor Monte Azul. Para desopilar os músculos entramos a esquerda e fomos até o final do asfalto, demos a volta e saímos próximo aos eucalíptos (saída para GO-020). Aí foi só alegria até a casa do Luizinho onde tiramos algumas fotos que estarão postadas na galeria. A trilha toda está na foto acima, em vermelho, com perfil de elevação e com uma distância total de aproximadamente 25 Km.

Bem, mais uma vez boas festas e um ano repleto de realizações.

Ah! Marco Aurélio e Mateus, estamos sentindo falta de vocês.

Abração a todos!

BICICLETISTAS SELVAGENS

 



BICICLETA MAIS CARA DO MUNDO! SERÁ?

03:21 PM, 31/10/2011 .. 0 comentários .. Link

Ela é uma bicicleta com motor de 117 anos e pode atingir um valor recorde durante um leilão. A expectativa é que ela seja vendida por 325 mil libras, o que é equivalente a R$ 883 mil, no início de janeiro em um leilão que acontecerá em Las Vegas.

No entanto, não há nada de comum neste veículo, uma vez que ele atinge uma velocidade máxima de 40 milhas por hora devido ao seu sistema que funciona em uma caixa preta em que suas hastes são ligadas a pistões e manivelas. Aparentemente, trata-se de algo muito desconfortável e certamente perigoso.

Roper Steam Powered Motorcycle 1


Entusiastas e maníacos por antiguidades de todo o mundo participarão do evento para levar a “Roper Steam Powered Motorcycle” para casa. Basicamente esta moto usa uma fornalha e caldeira suspensa por molas entre as rodas. Um fogo produzido por carvão aquece a água e gera vapor para alimentar o motor. O vapor passa pelos tubos e depois é eliminado por uma espécie de escapamento, enquanto a água é utilizada a partir de um reservatório que contém uma bomba. Assim, a aceleração funciona da mesma forma que as motos atuais. Dá pra imaginar qual o nível de perigo que o seu utilizador sofre a cada que vez que dá uma volta com o veículo.

Roper Steam Powered Motorcycle 2


O criador desta moto, Sylvester Roper, morreu em 1896 enquanto andava com o veículo. No entanto, as causas apontam ter sido um problema cardíaco. Isso fez com que ele fosse a primeiro pessoa a de fato se acidentar com uma moto. Depois da morte de Roper, o veículo passou por diversos proprietários, até em 1996 chegar ao seu dono atual.

No momento, o recorde de vendas atingido em um leilão de moto foi em 1915, quando uma Cyclone Board Track Racer foi vendida por 300 mil libras (R$ 815 mil) em 2008.



QUEM IRIA IMAGINAR?!?!?!?

10:22 AM, 25/10/2011 .. 0 comentários .. Link

Incluir HTML:



OS CARAS SÃO LOUCOS OU DE BORRACHA!!!

08:14 AM, 25/10/2011 .. 0 comentários .. Link

Incluir HTML:



CICLOFAIXA EM CURITIBA

08:01 AM, 25/10/2011 .. 0 comentários .. Link

Ainda não é o ideal, mas, já é um início. (Veja vídeo ciclovia na Holanda logo abaixo)



RESPEITO PELO CIDADÃO CICLISTA

07:59 AM, 25/10/2011 .. 0 comentários .. Link

Incluir HTML:



VIDEO PNEU FURADO CALDAZINHA/BONFINÓPOLIS II

05:17 PM, 18/10/2011 .. 0 comentários .. Link

Incluir HTML:



VIDEO PNEU FURADO CALDAZINHA/BONFINÓPOLIS

05:15 PM, 18/10/2011 .. 0 comentários .. Link

Incluir HTML:



GAROTOS DO BEM

01:54 PM, 18/10/2011 .. 0 comentários .. Link

(Mateus e Marco Aurélio)

Leio sempre que o "andar de bicicleta" cria vínculos, amizades e mais que tudo edifica para o bem. Qual não foi minha surpresa quando um garoto (16 anos), meu vizinho, me perguntou se fazíamos trilha, já que havia me visto sair ou chegar várias vezes de bicicleta. Ao afirmar que sim, pediu-me permissão para ir conosco. Claro que a resposta foi sim.

O Farlley (O Chefe) já estava a algum tempo com a companhia do seu sobrinho Marco Aurélio (10 anos) nas trilhas de final de semana. O legal é que, mesmo com a grande diferença de idade, eles nos acompanham (a gente mais que acompanha os garotos - rs) de boa, obedecem o que pedimos, são super animados e respeitosos.

Na última trilha que fizemos, além do Marco Aurélio (que não pode ir) e do Mateus (meu vizinho), junto-se a nós outro garoto do bem, o Alaisom (não sei se é assim que se escreve). O que mais me impressionou foi saber que tanto Mateus, como o Alaisom, fazem curso profissionalizante pela manhã, trabalham no período vespertino e estudam a noite. Não foi difícil saber o porque da educação e respeito que nos dedicaram: são garotos do bem!!! Ao invés de ficarem fazendo nada durante todo o dia eles procuram formação, tanto profissional e educacional quanto moral e, além de tudo ainda ganham seu dinheiro, o qual, conforme me confidenciou Mateus, utilizam para o sustento, claro que em micro escala, dos seus hobbes.

Me orgulho imensamente e, tenho certeza que também o Farlley e o João, de tê-los conosco. Dei ênfase nesta história porque com tudo que se vê na TV sobre as "crianças" que roubam, matam e traficam, cresceu em mim a esperança de uma nova geração do bem, voltada para o que é de valor na vida. PARABÉNS GAROTOS DO BEM!!!

Vamos a trilha... A intenção era de fazer a trilha dos Tres Morros completa. Acontece que ao chegar na última subida, eu simplesmente travei. Na hora me lembrei do dia que tive que acabar de chegar de trator. O engraçado é que devíamos ter andado uns 18 Km apenas. Assim, com o travamente do vovô Mauro, a trilha tomou outro rumo.

Travamento a parte, a trilha foi muito boa. Tomamos banho em dois córregos, os meninos se divertiram muito e nós, Farlley e eu, relembramos nosso tempo de juventude. Quando se tem 16 anos tudo é festa. Na próxima trilha devemos ter fotos do Alaisom.

Também se juntaram a nós o André (DMT) e o Peron, também pessoas do bem, com um pouquinho" mais de idade, que fizeram outra trilha conosco. Sejambem vindos ao nosso convívio e às nossas pedaladas.

No álbum de fotos os momentos da trilha com os garotos.


BICICLETISTAS SELVAGENS



MAIS UM COMPANHEIRO

09:10 AM, 12/8/2011 .. 0 comentários .. Link

Após um longo período sem postagens, voltamos à ativa, com grande a satisfação de incluir e espero que definitivamente outro companheiro no grupo. Trata-se do Vinícius da Bicicletaria do Cristovão. Quem não conhece seu Cristovão, não é? Morador antigo, pessoa de índole inquestionável, cidadão correto e que passou suas qualidades para o filho. Atencioso, Vinicius agora cuida da bicicletaria, proporcionando ao Seu Cristovão, a merecida aposentadoria. Mas não se enganem. Seu Cristovão está sempre por perto com a simpatia e gentileza de sempre.

Este percurso, conforme mostra a figura acima, será percorrido neste sábado, com saída da casa do João Carlos, as 16:00 hs, com previsão de aproximadamente 2:30 h de duração. Ao olhar para o perfil de elevação podemos pensar que o nível de dificuldade é grande, mas, apesar do gráfico nos dar medo, temos apenas quatro pontos de maior dificuldade que podem ser vencidos de boa. Neste empreitada estarão eu (mecânico improvisado), Farlley (o "chefe'), João Carlos (o atrasado), Rafael (mister "só acontece comigo"), provavelmente um amigo do Rafael e FINALMENTE Vinicius, que agora vai tomar meu cargo de improvisado para ser o mecânico senior e eu seu badeco. Aliás, esperamos não necessitar dos serviços dele, né!

Seja bem vindo ao nosso grupo e boas trilhas.

 

BICICLETISTAS SELVAGENS



FIXAS - A NOVA ONDA.

03:27 PM, 6/6/2011 .. 2 comentários .. Link

Gosto muito de "andar" pela net a procura de novidades. Num desses passeios descobri uma nova (será) onda: a FIXED GEAR ou simplesmente a bicicleta FIXA. Fixa por que se utiliza de uma só coroa e o antigo peão ou pinhão, como queiram. É o estilo Monarkão Barra Circular. A criatividade é impressionante na hora de montar a fixa. As pinturas são as mais variadas e a simplicidade da magrela é o ponto alto. Algumas não usam nem freio. O conjunto de tração não tem aquela roda livre e o pedal não para de girar e para freiar é só parar de pedalar e firmar o pedal. Já fiz uma gambira e adquiri uma Monark 10 antiga que vou transformar em fixa. Abaixo algumas informações sobre a montagem da bike. Posto, também, algumas fotos.

AS SETE REGRAS DAS FIXAS. MAS BIKE FIXA TEM REGRAS??? (Extraído do blog Bike Fixa Brasil)

A fixa urbana não tem regras como as primas – bikes de pista – as quais nas competições estão submetidas às regras da UCI ou da NJS (corridas keirin no Japão).

 As ditas “regras” para as fixas são mais de natureza preventiva, para evitar acidentes, ou seja, decorrentes do bom senso, e não estipuladas pelo Comitê Central de Supervisão das Bikes Fixas (que não existe). 

As regras também são necessárias porque a maioria das bikes fixas são conversões de bike de speed e elas são montadas com uma miscelânea de peças. Caso a fixa fosse montada utilizando-se um quadro de pista ou quadro com movimento central alto (por exemplo: MTB convertida com rodas 700c) e componentes especificos para fixa (pedivela+movimento central), muitas dessas recomendações seriam desnecessárias.

 Vejamos às pretensas “regras” que se recomenda que sejam observadas para não estragar o prazer de pedalar em uma fixa.

 1) Manter a Corrente Esticada. Caso a corrente não estiver bem esticada ela pode cair /desengrenar e se você estiver sem freios, e em velocidade, é quase que garantido um bom capote ou uma colisão.

 2) Ter a Corrente Alinhada. A linha da corrente, entre o pinhão e a coroa, deve estar a mais reta possível, caso contrario, a corrente pode cair/desengrenar, com as mesmas conseqüências apontadas na “regra” anterior. Além disso, a falta de alinhamento gera mais fricção na pedalada e isso causa o desgaste prematuro da transmissão (corrente, coroa e pinhão).

 3) Usar Firma-Pé ou Pedal Clipless. É importante usá-los para não correr o risco de perder o controle do pedivela/pedais, pois se você anda sem freios, você não tem como brecar a bike na descida. Além da possibilidade dos pedais sem controle provocarem uma serie de hematomas nas canelas ou ocorrer um acidente. Lembre-se que na fixa, se a roda traseira está girando, o mesmo ocorre com o pedivela.

 4) Instalar pelo Menos o Freio Dianteiro. Lembre-se que você está pedalando nas ruas e não no velódromo. No velódromo não tem motoqueiro andando na pista, carro, velhinhas atravessando a pista, buracos, sinais etc. Você, o fixeiro purista, que está lendo este post vai pensar: freio, isso estraga o visual “clean e zen” da minha bike de pista NJS (bike keirin japonesa). É verdade, freio estraga o visual imaculadamente “clean” de uma bike NJS. É bom lembrar que inexiste colisão / acidente “clean” ou “zen” com bike fixa sem freios, na melhor das hipóteses você vai sair com uns hematomas ou escoriações e na pior você vai encontrar o criador do “zen-budismo”. Além dos riscos que a falta de freio ocasiona, você vai gastar mais pneu com os skids. Caso você, apesar das recomendações em contrario, tenha decidido dispensar o freio, então assegure-se que os componentes da transmissão tenham uma qualidade acima da média e que estejam bem instalados, pois uma eventual quebra pode ter conseqüências imprevisíveis.   Os puristas, no seu afã de ter uma bike esteticamente impecável, esquecem que não estamos sozinhos no mundo, e compartilhamos o espaço publico (ruas) com pedestres e veículos automotores. Os outros não têm porque sofrer as conseqüências de nossas escolhas / valores ques

5) Movimento Central (MC) Alto. Isso é desejável, caso seja possível. A maioria das conversões é feita a partir de um quadro de bike de estrada/speed, então o movimento central não é tão alto quanto o MC de um quadro de pista. A exceção são as MTBs convertidas e que usam roda 700c, que tem um movimento central mais alto que um quadro de pista. Um MC mais alto diminui a possibilidade dos pedais baterem no solo quando se faz uma curva (na qual você entra e sai pedalando) ou passa sobre um obstáculo.

 6) Pedivela Curto (165 mm). Isso é desejável também, como comentamos no item anterior. Nas fixas urbanas um pedivela curto é mais necessário que na bike de pista. Isso se deve ao fato da existência de inúmeros obstáculos nas nossas ruas (lombadas, guias, desníveis etc.). O motivo é o mesmo explanado na “regra” anterior, ou seja, diminuir as chances do pedal bater no solo e o fixeiro tomar um capote. A grande maioria das conversões no Brasil utiliza o pedivela da Sugino para BMX que tem 170 mm, dado o seu baixo custo. Ressalte-se que não tenho ouvido falar que isso tenha causado problemas.

 7) A Bike Fixa É uma Escolha Pessoal. Seja independente, não se deixe influenciar por modismos ou pretensos “gurus” que adoram pontificar que uma fixa deve ser “assim” ou “assado”. Ou que a fixa deve ter tais e tais componentes, se não é um lixo. Tirando as “regras” anteriores cujo objetivo é evitar acidentes dentro do possível, o resto é escolha pessoal. O mais importante é que você curta pedalar a sua fixa. A opinião dos outros é irrelevante, desde que você não desconsidere os aspectos que possam por em risco a sua integridade física ou a dos outros quando você pedala na sua fixa.

Boas Pedaladas a todos.                                    

           

                                                                      



"BICICLETISTAS SELVAGENS"

02:22 PM, 19/4/2011 .. 0 comentários .. Link

Já havia mencionado a vontade do grupo, Farlley, João Carlos, Rafael e eu, de mudar o termo biker's, como um ato de brasilidade. Tudo aqui, para ser chique e bem visto tem que ter algum termo ou conotação estrangeira, principalmente dos EUA.

Como brasileiros que somos, apaixonados pelo nosso País, estamos, então, em busca desta mudança, procurando algo que desce conotação mais brasileira para o nome do grupo.

Eis que, em uma das trilhas que fizemos e ao entrar em Senador Canedo já de volta, Rafael e eu passando por um menino, os dois paramentados, o guri exclamou quase que espantado: -- Olha os "BICICLETISTAS"!!! Na hora o Rafael falou; -- Não queria um novo nome? Taí!

Neste último passeio "desumano" combinamos que em homenagem à simplicidade daquela criança passaríamos a ser conhecidos como:

"BICICLETISTAS SELVAGENS"

 



{ Última Página } { Página 1 de 4 } { Próxima Página }

Sobre Mim

Home
Perfil
Arquivos
Amigos
Álbum de Fotos

Links

Blog do Bogão
Raiz da MPB
Vulgo Jamelão

Categorias


Últimos Posts

FOTOS
CALDAZINHA - PARA PEDRO - CALDAZINHA - TRILHAZINHA ENCARDIDA...
MILAGRES ACONTECEM (AS VEZES)
CACHOEIRA DA PEDREIRA - PEDREIRA DE PEDALADA
Santo Antonio da Esperança - Eita Subidão!!!

Amigos