Almanaque Boca do Inferno

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Memorial Monsenhor Mateus

Memorial Monsenhor Mateus

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.https://pt.wikipedia.org/wiki/Memorial_Monsenhor_Mateus


Autoreres: Alberto José Bona Andrade (arquiteto), Clauberto Santos (escultor) e José Francisco Santos (engenheiro estrutural)
Data da construção 23 de maio de 1992(23 anos)
Cidade Campo Maior,   Piauí

O Memorial Monsenhor Mateus é um monumento cultural localizado na praça Bona Primo, na cidade de Campo Maior, no Piauí.[1]

 

História

Foi erguido em 23 de maio de 1992 em homenagem memorial ao sacerdote Mateus Cortez Rufino[2] , que dirigiu a paróquia de Santo Antônio, o padroeiro da cidade, de 1941 a 1971[3] e foi o responsável pela idealização da construção da Catedral de Santo Antônio, pela implantação do colégio Ginásio Santo Antônio e da escola Patronato Nossa Senhora de Lourdes.[4] [5]

Arquiteturação

O monumento em concreto armado constitui-se de um quadrado com degrau escadarial em cujo centro posta-se uma estátua do homenageado em tamanho próprio de bronze de autoria do escultor Clauberto Santos, sendo que, o quadramento é orlado em uma lateral por placas temáticas sobre o serviço pastoral, educacional e missionário do monsenhor Mateus.[6]

   

Referências

Ir para cima↑ MASCARENHAS, Marielly Ibiapina. Entre telhas e carnaúbas: breve história da arquitetura de Campo Maior - Piauí. Teresina; ed autora, 2012
Ir para cima↑ BASTOS, Cláudio de Albuquerque. Dicionário Histórico e Geográfico do Estado do Piauí. Teresina; Fundação Cultura Monsenhor Chaves, 1994.
Ir para cima↑ OLIVEIRA, Natália; AFONSO Alcília. Da matriz veja a cidade - a igreja de Santo Antonio em Campo Maior. Teresina: EDUFPI/HALLEY, 2013. página 71 e 72. ISBN 978-85-1463-919-2
Ir para cima↑ LIMA, Reginaldo Gonçalves de. Geração Campo Maior: anotações para uma enciclopédia. Teresina; Gráfica Junior, 1995. páginas 100.101 e outras.
Ir para cima↑ ALVES FILHO. João. Campo Maior e o contraditório. Campo Maior; ACALE, 2011
Ir para cima↑ ALVES FILHO. João. Mateus rumo ao céu. Campo Maior; Halley, 1994.

Categoria: 

Campo Maior (Piauí)

 


Postado em: 06:28 PM, 1/5/2016
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TRANSCENDÊNCIA DO CÉU E DO MAR

Amanheceu o dia

Vejo o céu

Vejo o mar

Ah! Esses companheiros

Dos meus dias

 São verdadeiramente

Grandes e belos

Já os pequeninos homens

No afã de eternizarem-se

Constroem suntuosas mansões

Enchem-se de dinheiro e luxo

E no arrojo bestial -  de ser

Na ganância insana - de ter

Perdem o senso da humildade

E pisam e matam a irmandade

Desrespeitam os mandamentos cristãos

Depois envelhecidos

E sem poder

Tombam inexplicavelmente ao chão

Para o sono igualitário

De todas as almas

Sabe-se que nesse plano

Que inuma corpos

Nada se faz

Só se vê o fácil

E  triste epitáfio

 “aqui jaz...”

 Não há o mando

A fidalguia, o luxo...

De tudo, tudo...

Sobrou o silêncio!

Ó esplêndido céu

Ó grande mar!

Vocês são belos

Vocês são eternos

 Tens olhares ternos

Sem aridez

Sem infernos

Sem verões

Sem invernos

Tens vidas eternas

Além do além

E o mais transcendental

De tudo

É que espelham

A paz

A luz

O brilho

Da aura de Jesus

Portanto,

Na longa trajetória do Tempo

Milhões de séculos se passaram

Mas continuam imutáveis

E irradiando

A beleza absoluta.

 

Ah! Enfim,

Em todos os meus dias

 Eu quero ver

O sorriso simplista do céu

Eu quero ver

E viver

A ternura descompromissada do mar.

   .   .   .

São Luís, MA, 27/05/2015

EVALDO LOPES, poeta campo-maiorense

Membro-Fundador da Academia de Letras do Território dos Carnaubais -  ALTEC, Cadeira n. 7

E-mail: evaldoello

pes@gmail.com


Postado em: 10:24 PM, 30/5/2015
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DOE-RN

Diário Oficial do R Grande do Norte (imagem: facebook do governador do estado, Robinson Farias, em janeiro de 2015.)

 

 

 


Postado em: 02:02 PM, 26/1/2015
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A VIDA – APENAS PÓ DA CARNAÚBA

 Nos sonhos passados

Em noites enluaradas

E em dias claros

Vi o tempo

No seu silêncio

Transformar rios

Criar novas vidas

Moldar performances

De homens fortes

Mulheres belas

Depois vi

As flores do campo

E as formosuras

De antes

Tornarem-se

Pétalas murchas

E sem perfumes

Minha alma

Não cansa

Até canta e dança

Em ver o céu, o sol, a lua, o mar...

Mas o corpo envelhece

Naquilo que apetece

Que bom, que era

Ó verdor da juventude!

A minha casa, a minha rua,

Meus pais, meus irmãos...

A praça, o trem, os carnaubais

E a Estação...

As águas do lindo Açude

Nada é infinito

 Nada tem concretude

Diante da magia

Da vida

Nada me ilude

Não quero ser Rei das Arábias

Nem General de Cuba

Sou guerreiro nato

Vim das lutas do Jenipapo

Nem quero curtir Aruba

Sou apenas o pó da carnaúba

Meu DNA me fez

Meio metafísico

Meio rude

E na gangorra do destino

Só restam as lembranças

De menino

E a vida segue

Seu caminho

Absoluta, sozinha...

E lá fora

Ouço apenas

As vozes

Do vaidoso vento

Que todo contente

Embala-me na fantasia

E me traz

Porque a vida é bela

E me apraz:

Viver - nunca é demais

O que passou, passou

E não volta

Nunca mais.

       .   .   .

São Luís, MA, 28 de outubro de 2014

EVALDO LOPES, poeta campo-maiorense

Membro da Academia de Letras do Território dos Carnaubais (ALTEC), cadeira n. 07

E-mail: evaldoellopes@gmail.com

 

 

 


Postado em: 10:33 PM, 28/10/2014
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Deu no Facebook da ACALE

 Campo Maior e as Eleições estaduais de 1934

Já é tradicional Campo Maior eleger dois deputados estaduais, por exemplo, nas eleições de 14 de outubro de 1934 foram eleitos os campomaiorenses  ( e com base eleitoral idem) Francisco Alves Cavalcanti e Cláudio Pacheco Brasil

(Fonte: Valdemar de Castro Macedo. O Legislativo Piauiense 1835 – 1985) 

Do facebook da Academia Campomaiorense de Artes e Letras - ACALE


Postado em: 02:33 PM, 24/8/2014
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UM DIA ESCURO E SEM MÃE

 Pensando bem, a vida é sempre permeada por dias claros e noites escuras. Eu, que no próximo mês completarei 60 primaveras, sempre tive dias claros na minha vida, evidentemente que, aqui e acolá, surgem no meu cotidiano algumas nuvenzinhas escuras e alguns trovões e relâmpagos, mas tudo assim muito rápido, não demora e logo tudo fica um céu de brigadeiro. Mas tudo tem a primeira vez, e foi justamente no dia 17 do mês fluente, que eu tive um dia aziago e muito escuro, pois fui acordado por volta das 06h20min, com a triste notícia de que a minha mãe havia falecido em Teresina, Piauí. E eu, atônito, macambúzio e sem graça pelo impacto da má notícia, confidenciei à minha esposa: Ontem, eu era um homem rico, mas hoje estou pobre, porque uma das pessoas mais importantes da minha vida está morta. Por que, meu Deus? O silêncio respondeu-me. Ora. Mas logo tu, minha mãe querida, que me deste tanto carinho e amor, que me ensinaste tudo de bom da vida, como os meus primeiros passos, me ensinaste a balbuciar as primeiras palavras, a rezar, a ter fé em Deus, a ser sensato diante das dificuldades, a respeitar as pessoas e as leis e que sempre me mostrava os bons exemplos, os bons costumes, e os bons caminhos para eu trilhar na trajetória da vida. E de repente, todo esse tesouro, essa riqueza se vai, se acaba. Tudo isso é doloroso e muito triste. É, mas somente Deus sabe explicar os mistérios que envolvem a vida e a morte, por isso temos que aceitar essas coisas com certo estoicismo, embora a gente saiba que tudo tem o seu prazo de validade aqui na terra, como bem nos ensina o Livro de Eclesiastes, 3-2, que diz: “Há tempo de nascer, e tempo de morrer. Há tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou”. Eu, como filho da Dona Dita Lopes, me sinto orgulhoso de ter tido essa mãe, essa pessoa dotada de muitas virtudes, tais como: a caridade, a humildade, a solidariedade humana. Lembro-me que, sempre pobre fomos, mas nenhum pedinte cruzou a soleira da nossa porta sem ser agraciado, pelo menos com um punhado de alimento, algumas moedas ou uma refeição. O portãozinho e a porta da nossa modesta casa sempre estiveram abertos para receber qualquer pessoa, quer fosse para palestrar, tomar uma xícara de café ou até ir ao fundo do quintal para apanhar carambolas. Numa das vezes que estive lá em casa, em férias, observei algumas pessoas chegando e foram até a cozinha, sentaram-se diante da nossa mesa vasta, papearam, tomaram café com bolo e depois saíram se despedindo. Foi aí que perguntei: mãe, quem são essas pessoas? Aquela morena, baixinha é filha de fulano, aqueloutro é neto de sicrano, e aquelas outras duas pessoas, eu não sei, apareceram aqui pelo bairro, respondeu-me ela com uma simplicidade franciscana.  Era assim mesmo, sempre minha mãe teve um enorme prazer em receber as pessoas, de ser receptiva, dentro de um padrão simples, lógico que, sem sobrosso e sem discriminação. Morou por mais de 50 anos na mesma casa no bairro da Estação em Campo Maior, Piauí, e não teve a capacidade de conceber sequer um inimigo. O seu boníssimo coração não teve espaço para abrigar a discórdia, a mentira, a inveja, o ressentimento. Era católica fervorosa, devota da Santíssima Virgem Maria, recebeu na pia batismal da Igreja de Nossa Senhora da Saúde em Frecheirinha/CE, sua terra natal, o nome de Expedita, como esse nome se encaixou bem na sua personalidade, pois realmente, era uma pessoa ativa e diligente em tudo que fazia. Descendia pelo lado materno, da família dos Mourão de Ipueiras/CE e pelo lado paterno, provinha da geração dos Martins, da Serra da Ibiapaba. Casou-se bem nova com Francisco Moreira Lopes, o Mestre Chico Lopes (in memoriam), também cearense de Sobral/CE, e em meados da década de 40 do século passado, subiram a Serra Grande e aportaram na Terra dos Carnaubais, e ali plantaram sementes e fincaram raízes; teve nove filhos, netos e bisnetos, viveu intensamente e feliz por longas nove décadas. Sabe mãe, deixa eu te confidenciar algumas coisas: naquela tarde violácea do fatídico dia em que te acompanhei ao Campo-Santo, vi, ainda com os olhos lacrimejantes quando tu desceste à campa e o teu pó, de uma forma natural e espontânea, misturou-se com o pó de papai, num processo simbiótico, cuja essência traduziu-se como um pacto de eterna aliança. Mãe, agora que estais aí no Oriente Eterno, pedes a Deus que te concedas a permissão para o reencontro com papai, e aí vocês sairão a passear de mãos dadas pelos bosques perfumados do Paraíso; mãe, aqui fica este teu pobre filho, que vela por ti, pela tua alma e augura que Deus, nosso Pai Todo Poderoso, possa te dar muita paz e que tu possas viver eternamente numa dessas “muitas moradas”, sob os cânticos dos anjos celestiais. Encerro minha modesta crônica evocando aquela Oração de São Francisco, que diz: “... é morrendo que se vive para a vida eterna.” E ainda, para lembrar as homilias domingueiras na Igreja de Santo Antonio, em Campo Maior, Piauí, na década de 60 do século pretérito, quando o Monsenhor Mateus Cortêz Rufino, nos dizia num bom latim: “Dominus vobiscum”, e a minha mãe e demais ovelhas respondiam: “Et cum spiritu

tuo”. E eu, ora vos direis: “Amen, amen”.

Tenho dito.

Caxias, MA, 19 de junho de 2014 – em trânsito

 

EVALDO LOPES, poeta campo-maiorense

Membro da Academia de Letras do Território dos Carnaubais (ALTEC), cadeira n. 7

Contatos: evaldoellopes@gmail.com


Postado em: 10:37 PM, 5/7/2014
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Adeus a Dona Dita Lopes.

 D. Dita Lopes, nasceu em Frecheirinha-CE, em 1924, onde casou com o metre Chico Lopes (Francisco Moreira Lopes, que denomina a Praça da Estação, em Campo Maior). O casal veio para Campo Maior na década de 50 nas obras de contrução da Estrada de Ferro Central do Piauí.
A mãe do poeta 
Helano Lopes, do poeta Evaldo Lopes e outros faleceu hoje, 16/06/2014,em Teresina; tinha 90 anos e foi sepultada no jazigo da família no cemitério São João, em Campo Maior.

   

 


Postado em: 07:01 PM, 17/6/2014
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vago


Postado em: 01:13 PM, 23/4/2014
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A NOVA ORTOGRAFIA E O GENTÍLICO CAMPO-MAIORENSE

                      

Nestes últimos dias, li o Vocabulário Ortográfico da Lingua Portuguesa , o VOLP-5° edição, ano 2009, Global Editora, e deparei-me com algumas inovações que foram celebradas pelos oito países lusófonos e que ora compõem o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, e que fora criado com o objetivo primordial de “delimitar as diferenças entre os falantes da língua e criar uma unidade linguística expressiva para ampliar o prestígio no âmbito internacional”.

 

 Pois bem, dentre essas inovações, destaco o acréscimo de mais três letras (K, W e Y) no alfabeto, a abolição do trema, a acentuação gráfica e outras alterações no nosso léxico.

 A propósito, há tempos, eu li que aquele sinalzinho gráfico que se atravessa horizontalmente entre dois ou mais vocábulos, dizendo-se que vai uni-los, na verdade ele não hifeniza, mas, volta e meia, ele literalmente inferniza a vida das pessoas.

Senão vejamos, com o advento dessas novas regras, eis que o danado do hífen está mais fortemente atazanando a nossa língua, pondo-nos dúvidas, ambiguidades; por exemplo, a palavra cor-de-rosa (tem hifens), mas, em cor de carne e cor de burro quando foge, não recebem hifens; a palavra coerdeiro aparece sem hífen e sem o h; outra, quem for acusado ou condenado pela participação com outra pessoa num mesmo delito será “corréu” e não mais “co-réu”.

 E para se tornar mais babélica a nossa “Última Flor do Lácio”, como chamou a língua portuguesa, o sonetista parnasiano Olavo Bilac, ainda nos vêm, as palavras micro-ondas com hífen e ideia e assembleia, sem acento.

Ainda a respeito do hífen, compulsei o compacto VOLP que ora se nos apresenta mais volumoso, posto que, no bojo das suas 878 páginas, açambarca cerca de 340.737 vocábulos e mais de 1.500 estrangeirismos, e eis que, no meio desse cipoal de verbetes,  pincei o nosso gentílico, isto é, aquele adjetivo que designa como se deve chamar o habitante de uma cidade, estado ou nação; e logo ali, na parte superior da terceira coluna da página 151, o VOLP taxativamente define assim: campo-maiorense, adj., s. 2 g.; plural campo-maiorenses, portanto, o gentilício de Campo Maior é campo-maiorense (assim mesmo com hífen); assim, também corrobora o dicionário do Aurélio, editora Nova Fronteira, 1999; mas, por outro lado, o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, 1ª edição, de 2001,   nos  ensina que o gentílico  de  Campo Maior, Alentejo, Portugal, é campomaiorense (sic), sem o hífen.

É lamentável que, modernamente a nossa língua esteja sendo ultrajada pela invasão de estrangeirismos, internês (peço vênia, para citar algumas palavras captadas em blogs de alguns adolescentes, v. g., aki=aqui, axim=assim, ateh=até, e assim segue a “nova ortografia virtual”), e outras intromissões, mas vamos torcer para que as autoridades do nosso País protejam as nossas tradições linguísticas, malgrado sabermos que qualquer língua – por não ser estática, inerte - inevitavelmente sofre modificações através do tempo e do processo migratório, ainda mais hodiernamente com os avanços tecnológicos, e a imprescindível internet que transformou o mundo numa simples aldeia global.  

A propósito, em se falando de preservação dos valores do idioma, os franceses lutam aguerridamente para que sua língua seja preservada, e não admitem que outros idiomas invadam a sua cultura e seus costumes. Deixem um estrangeiro qualquer chegar a uma lanchonete, por exemplo, e pedir um sanduba em inglês, espanhol, italiano...pra ver se é atendido. O gringo vai morrer de fome se não pedir sua guloseima em francês. Lá na França é assim, a língua é preservada, é blindada; e vejam que a França - sem ser xenófoba – é o país mais visitado do mundo, com mais de 70 milhões de visitantes por ano.

Sem a mínima pretensão de ser um crítico literário, aliás, até sofro à mingua desse mister, mas somente à guisa de reflexão,  cabe-me enunciar um conciso comentário: enquanto o poeta português Fernando Pessoa diz: “Minha pátria é a língua portuguesa”, me vem o Renato Russo com “Eu canto em português errado/acho que o imperfeito não participa do passado...”  e em outro ângulo, emerge o cantor de Podres Poderes e santo-amarense Caetano Veloso “...quero me dedicar/a criar confusão de prosódias/e uma profusão de paródias/que encurtem dores/e furtem cores como camaleões.”  Pergunto, no meu ínfimo conhecimento, será se esses versos dos dois compositores brasileiros, são a presença hiperbólica da licenciosidade cultural, que ousa enveredar na bendita liberdade poética?

E para descolorir mais ainda a nossa despetalada ”Flor do Lácio”, me vem um inescrupuloso internauta, que me eximo de citar o nome, e tasca essa risível pérola: “Português mal dizido ninguém corrége...”.

 Esquecem-se alguns escrevinhadores que a nossa língua, essa flor de lótus, que nascera nos jardins da Península Ibérica, possui riqueza, elegância, beleza, pureza e perfeição, e é justamente por isso que, ao longo do tempo, perfumou os poemas de Camões, celebrizou os Sermões do Pe. Vieira e deu charme aos romances de Eça e do nosso Machado de Assis, apenas para citar alguns dos nossos clássicos.

Depois de tudo isso, em tese, convenhamos, efetivamente o nosso vernáculo é muito complexo, como bem disse o Barão de Itararé (1895-1971): ”O português é uma língua muito difícil. Tanto que calça é uma coisa que se bota, e bota é uma coisa que se calça”.

Tenho dito.

São Luís, MA, 14 de abril de 2014

EVALDO LOPES, poeta campo-maiorense

Membro da Academia de Letras do Território dos Carnaubais – ALTEC, Cadeira n. 07 

 


Postado em: 05:55 PM, 16/4/2014
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vago


Postado em: 05:12 PM, 5/1/2014
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Sidney Soares e a Enciclopédia dos Municípios Piauienses

 Ajudem-nos a encontar o  escritor Sidney Soares.

 


Postado em: 05:13 PM, 27/12/2013
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livro Os Monumentos Nacionais-Piauí

 

Raros do acervo.
O livro Os Monumentos Nacionais-Piauí é de 1949. Foi editado no Rio de Janeiro Pela Imprensa Militar sob a autoria do Ten-Cel. João Batista de Mattos. Tem 85 páginas e elenca e descreve os monumentos que então existiam.
Da página 13 a 17 descreve a construção do obelisco da Batalha do Jenipapo em 1922, comemorativo ao centenário da independência do Brasil; ainda faz um contesto histórico e geográfico de Campo Maior.

A obra faz todo um contexto do piauí histórico e geográgico como também dos municípios que tem monumentos.
Por ser único e raro não é permitido para empréstimo domiciliar, somente no recinto da Biblioteca.

 

 

 

 

 


Postado em: 01:02 PM, 27/12/2013
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Foto do 2° governo de Hugo Napoleão.

 Fotos do Segundo Governo do político Hugo Napoleão do Rego Neto , como governador do estado do Piauí, em 2002.

Esta publicação está disponível sob o licenciamento (Creative Commons 3.0 Brasil) pode ser utilizado por quem quiser.

 

 

 

Já a foto oficial do segundo governo de Roseana Sarney é bem mais elegante, valoriza a bandeira do Maranhão e usa a faixa de governadora. O uso da faixa governamental é tradição nas fotos oficiais do governadores do Maranhão.

 


Postado em: 08:18 PM, 21/12/2013
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Obra sobre as constituições do Piauí

 As Constituições do Piauí.


Postado em: 11:15 PM, 5/12/2013
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Dicionário Jurídico Brasileiro

 

Dicionário jurídico mini da editora os menores livros do mundo com feitura clássica e com a baideira do Brasil ornamentando a capa.

 


Postado em: 06:51 PM, 3/12/2013
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Vestibular da UESPI em 2002

 Capa do edital do vestibular da Universidade Estadual do Piauí UESPI em 2002. Detalhe: o emblema da UESPI tinha formato da arquitetura da catedral de Brasília com as cores do Piauí bem como um mapa do Piauí no cimo.

 

 


Postado em: 06:21 PM, 23/11/2013
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 Sr. Antonio Miguel de Oliveira autor do livro Jatobá do Piauí em 1999.


Postado em: 06:20 PM, 23/11/2013
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vago


Postado em: 06:09 PM, 23/11/2013
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Antologia de Literatura de Cordel

 Imagem da obra Literatura de Cordel Antologia editada pelo Banco do Nordeste do Brasil , pertencente ao acervo da Biblioteca  Municipal de Campo Maior-PI (foto Francisco Xavier)


Postado em: 09:13 AM, 15/11/2013
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Imagens da Constituição Piauiense

 Fotografia da Constituição Política do Estado do Piauí ornada com a bandeira do Piauí em fotografia de Xavier Soares.

TEXTO E IMAGEM EM Creative Commons

 

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Postado em: 03:04 PM, 29/10/2013
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