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Detalhes sobre o Hyundai i30!

  • 9/6/2017
  • 07:18 PM

Com o automóvel já à distribuição em muitas praças do Brasil, e com sua típica acometida publicitária na conjunto de meios de comunicação em abarrotado andada, a Hyundai trouxe aos jornalistas automotivos nesta quarta-feira (10), em Campinas (SP), o hatch médio i30. Criado na Coreia do Sul, país-sede da acompanhador, ele chega com preços entre R$ 54 mil e R$ 72 mil. Por ademais, o i30 está disponível nas lojas somente num pacote agenciador de sua versão única, a GLS. Ele abarca afagos como ar-condicionado digital e abrigo brilhante, e produtos de segurança como dobrado airbag franco e frenagem com ABS (antitravamento) e EBD (abastecimento de vigor de acordo com o peso no alicerce).

Sai por R$ 69.900, levando sob o capô o propulsor 2.0 (a gasolina) de 16 válvulas e cabeçote de alumínio, agente de 145 cavalos, que move toda a série i30. A transmissão é automática, com quatro marchas. Num tempo também duvidoso ("até o final do ano", diz a Hyundai), o modelo deverá ser achado nas revendas com mais quatro pacotes de equipamentos. O auge, que abarca oito airbags e bancos em couro, entre outras coisas, possui preço de R$ 72 mil e é constantemente automático. Um i30 aproximado ao que já está nas lojas, porém com transmissão manual de cinco marchas, custará R$ 63 mil. Já o i30 básico virá por R$ 54 mil (manual) e R$ 58 mil (automático).

De janeiro a maio deste ano, o segmento dos hatches médios emplacou por volta de 11 mil carros por mês, de acordo com dados da Fenabrave (aliança dos distribuidores). O cabeça é o Chevrolet Astra dpvat 2018 pr, com 18,61% de atividade, acompanhado do Fiat Punto (cuja agrupamento como médio é muito discutível), com 18,4%. O alcoviteiro posto encontra-se com o Volkswagen Golf, que detém 14,06%. De acordo com a Hyundai , a aguardamento é vender pelo menos 2.000 unidades do i30 por mês. Argumento os números de maio da Fenabrave, se adquirir inclusive essa objetivo o i30 chegará, ao menos, ao alcoviteiro lugar entre os hatches médios. No nível de vendas apontado "confiante" (porém factível) pela marca, de 3.000 unidades/mês, pode até virar o cabeça.

Isto vai anunciar como megalomania a alguns ouvidos, porém não custa advertir que a esperteza de anúncio massiva, preços agressivos e garantia longa (cinco anos, o que vale similarmente para o i30) praticada pela Hyundai no Brasil colocou o Azera no cume da listagem dos sedãs grandes, vendendo cinco vezes mais que o de acordo com aplicado (VW Passat), e cravou o Tucson no calcanhar do Ford EcoSport, transformando-o no condecoração de prata entre os SUVs (utilitários esportivos) vendidos no país.

A única pedra de fato pesada no caminho do i30 é o feito de não ter propulsor bicombustível -- todos os concorrentes no segmento, fora o Ford Focus (por enquanto) e os importados premium, contem agente flex. O i30 foi acalentado pelo seção de design da Hyundai na Alemanha para ser um modelo absoluto, isto é, aceito em distintos mercados sem mudar por grandes modificações de um país a outro. Como não é possível acarinhar a todo mundo, aparentemente os projetistas da Hyundai apostaram em times que estão ganhando no condição estilo.


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