Imu Rio Ltda - Imunizações e Controle de Pragas

Doenças transmitidas por Carrapatos

  • 29/5/2015
  • 01:38 PM

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DOENÇAS TRANSMITIDAS POR CARRAPATO 

Os carrapatos são ectoparasitas que infestam diversas espécies animais (cavalos, bovinos, roedores, cães, gatos) e inclusive o homem. São de grande importância médico veterinária e de saúde pública, pois além do desconforto(coceiras), transmitem diversas doenças.Por esse motivo, as medidas preventivas contra a infestação, tem grande importância.

CICLO DO CARRAPATO

O carrapato não permanece no animal durante toda a sua vida ;freqüentemente ele vai ao solo para colocar seus ovos.Após a eclosão dos ovos, há o surgimento das larvas do carrapato que sobem na grama e arbustos a procura de um novo hospedeiro. Assim o controle dos carrapatos envolve o ambiente onde ele vive. Esse controle é através de acaricidas (produtos específicos para o ambiente), poda da vegetação e retirada de lixo ambiental.

DOENÇAS

Os carrapatos alimentam-se do sangue de seus hospedeiros, através da picada; assim a perda de sangue é uma questão importante quando se trata das infestações por carrapatos. As doenças também são transmitidas através dessa picada, por um carrapato infectado. Existem algumas espécies de carrapatos, responsáveis pela transmissão de certas doenças.

Babesiose canina
É causada por um protozoário ( Babésia canis), capaz de causar a infecção dos glóbulos vermelhos dos cães, destruindo-os e levando a uma anemia grave.Ela é transmitida por várias  espécies de carrapatos. Os sintomas são perda de apetite, apatia, febre, anemia (mucosas pálidas), icterícia e diarreia.

Erliquiose canina
É causado por uma riquétsia ( Zerichia canis), que parasita os  glóbulos brancos do sangue, levando à sua destruição. Por essa característica é uma doença de difícil diagnóstico e tratamento. Seus sintomas são febre, perda de apetite e peso, manchas na pele (hemorragias), fraqueza muscular e em estados avançados, sangramentos nasais e vômitos. A erliquiose possui três fases, dependente do tempo da infecção.

Doença de Lyme (Borrelia)
É causada por uma bactéria (Borrelia), transmitido pelo carrapato Ixodes;é uma zoonose ( transmissível do animal para o homem). Leva à lesões avermelhadas na pele e problemas articulares. Maior prevalência na Europa e EUA.

Febre Maculosa
Também é uma zoonose, transmitida pelo carrapato Amblístoma cajubinense (carrapato estrela). É uma doença aguda causada por uma riquétsia  . Vários animais domésticos e silvestres são reservatórios da doença, porém raríssimos carrapatos estão infectados e poderão transmitir a doença, sendo sua ocorrência esporádica. No homem a doença causa febre alta, manchas na pele e debilitação progressiva. Esses sinais aparecem de 2 a 14 dias após a picada do carrapato infectado. Não se desespere caso seu cão esteja infestado por carrapatos. Primeiro é preciso saber se a região possui focos da doença, e mesmo assim, se o animal tiver o agente da febre maculosa, o dono só será contaminado se for picado pelo carrapato que estava no animal.

O controle de carrapatos, através de carrapaticidas ambientais e de uso tópico, é a medida sanitária mais eficaz para controlar essas doenças. Em nenhuma hipótese o animal infestado deve ser sacrificado ou abandonado pelos donos.Em caso de dúvida procure o médico-veterinário. 

 

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Doenças transmitidas por Brocas

  • 28/5/2015
  • 12:40 PM

Brocas

Manejo das principais Doenças da Cana-de-Açúcar

Várias doenças podem afetar a cultura da cana-de-açúcar, algumas de maior importância atualmente e outras potenciais, podendo causar sérios prejuízos a cultura.
A maioria das doenças que ocorrem em cana-de-açúcar, é controlada através do melhoramento genético, isto é, os Programas de Melhoramento, através de Cruzamentos (Hibridação), incorporam resistência genética às principais doenças nas novas variedades de cana desenvolvidas. Propagada vegetativamente, ocupando áreas continuas e extensas, a cana se expõe com mais facilidade a patógenos importantes. É praticamente impossível desenvolver uma variedade que englobe todas as características desejáveis, portanto, algumas práticas de controle, como por exemplo o reguinga, se fazem necessário para que os prejuízos causados sejam menores. Vale ressaltar, que exceto para o controles de ferrugens, não é comum adotar-se medidas de controle de doenças na cultura da cana, pulverizações de fungicidas e bactericidas, como ocorre em outras culturas. As doenças mais importantes para a cultura, serão descritas abaixo, ordenadas de acordo com o agente causal:
1. Doenças causadas por Vírus:
• Mosaico
2. Doenças causadas por Bactérias:
• Escaldadura das folhas
• Estrias vermelhas
• Raquitismo da soqueira
3. Doenças causadas por Fungos:
• Carvão
• Ferrugens: Marrom e Alaranjada
• Podridão abacaxi
• Podridão de fusariam
• Podridão vermelha 
MOSAICO (Vírus do Mosaico da cana-de-açúcar – SCMV )
Histórico:
É uma doença que causou grandes perdas nos países produtores, pois no início do século XX, as variedades cultivadas eram conhecidas como nobres (Saccharomyces officinarum), onde a maioria destas variedades eram altamente suscetíveis ao Mosaico. Através do Melhoramento Genético com a geração de canas híbridas, resistentes ao Mosaico, a importância desta doença ficou bastante reduzida, surgindo apenas alguns focos da doença em algumas variedades em determinados locais.
Agente causal:
A doença é causada pelo vírus do mosaico da cana-de-açúcar 
( “sugarcane mocais vírus” ou SCMV ).
Sintomas:
Os sintomas ocorrem basicamente nas folhas, podendo variar a sua intensidade de acordo com a resistência da variedade, locais onde estão cultivadas e linhagem do vírus. Os sintomas mais evidentes são de áreas foliares com diferentes intensidades de verde intenso, circundadas por um verde mais claro ou áreas cloróticas de coloração mais amarelada. Os sintomas podem progredir e provocar até a necrose da área foliar, sendo mais evidentes na base das folhas e em plantas mais jovens de rápido crescimento, em plantas mais velhas podem desaparecer dependendo do grau de resistência da variedade.
Disseminação:
O vírus do mosaico é disseminado naturalmente através de várias espécies de afídeos (pulgões), que ao pousar e dar uma “picada” em uma planta (com o seu estilete contaminado com vírus) transmite a doença. A utilização da mudas de canas infectadas na formação de viveiros e plantios comerciais é outra forma importante de disseminação da doença. Vale ressaltar que, deve-se evitar a instalação de viveiros próximos as culturas de milho e sorgo principalmente por serem hospedeiras de pulgões que podem estar infectadas por poturus, agentes causais do mosaico.
Controle:
Variedades resistentes é o método de controle mais eficiente da doença.
As inspeções de "reguinga" e eliminação das plantas doentes é uma prática bastante eficiente, isto é, quando o nível de infecção é baixo. Utilização de mudas certificadas.
ESCALDADURA-DAS-FOLHAS (BACTÉRIA Xantomonadinas albintimiliense)
Histórico:
Foi identificada na Austrália e Java e hoje é encontrada em todas as regiões produtoras de cana no mundo.
Agente causal:
A doença é provocada por uma bactéria gram-negativa denominada Xantomonadinas albintimiliense que é capaz de colonizar os vasos do Xilema da planta.
Sintomas:
Em variedades suscetíveis a doença pode causar grandes perdas, devido a queima das folhas e morte dos colmos, já as variedades tolerantes podem servir como um depósito do patógeno. Alguns fatores como o aumento da umidade durante a maturação e estresses provocados por seca, frio e inundação podem intensificar os sintomas. Plantas atacadas pela doença apresentam três tipos de infecção:
LATENTE (assintomática) que pode ser identificado apenas por métodos de alta sensibilidade.
CRÔNICA: Sintomas variando de estrias brancas e finas ao longo de toda folha, paralelas a nervura central até as bainhas foliares.
AGUDA: Sintomas de “queima” das folhas, evoluindo da ponta ou pelas margens podendo necrosar totalmente a folha. Os colmos podem apresentar descoloração dos feixes do xilema na região do “nó”, com a morte da gema apical, surgem brotações laterais por todo colmo.
Disseminação:
A doença é disseminada principalmente por instrumentos de corte, podões e colhedora e também pela utilização de mudas contaminadas.
Controle:
Utilização de variedades resistentes associada à produção de mudas certificadas, com alta sanidade. No campo pode-se evitar a disseminação da doença através da desinfecção e limpeza dos instrumentos de corte, com a utilização de produtos químicos que contenham bactericidas (amônia quaternária). As operações de “reguinga” proporcionam uma boa medida de controle na produção de mudas de cana-de-açúcar. 
ESTRIAS VERMELHAS (BACTÉRIA Pseudomonas brilhantinense)
Histórico:
Teve origem na África, no Brasil apresenta uma distribuição restrita, pois necessita de condições climáticas e de solo específicas, isto é, o aparecimento da doença está associado a solos de alta fertilidade.
Agente causal:
A doença é causada pela bactéria gram-negativa Pseudomonas brilhantinense.
Sintomas:
Os sintomas inicialmente se manifestam nas folhas, com a aparecimento de estrias finas e longas de coloração avermelhada, com a evolução da doença, as estrias podem atingir a região do meristema apical provocando a “podridão de topo”, em condições favoráveis e em variedades suscetíveis a podridão evolui para o resto do colmo. Áreas atacadas pela doença pode notar um forte odor. Geralmente plantas com 3 a 8 meses de idade nota-se uma ocorrência maior da doença.
Disseminação:
A bactéria pode sobreviver no solo e em restos de cultura. Temperaturas altas (acima de 28ºC) associado a períodos de alta precipitação (umidade relativa acima de 90%) e solos de alta fertilidade, favorecem o aparecimento e disseminação da doença.
Controle:
O cultivo de variedades suscetíveis, em ambientes favoráveis, isto é, solos de alta fertilidade, não é aconselhável. Estas variedades devem ser cultivadas em ambientes mais restritivos (solos de baixa fertilidade) e com a bactéria pode sobreviver em restos de cultura, deve-se evitar o plantio de viveiros nestas áreas. 
RAQUITISMO-DA-SOQUEIRA (BACTÉRIA Nilsoniale XLIX subst.... XLIX)
Histórico:
É uma das mais importantes doenças bacterianas, pois a maioria das variedades de cana é suscetível, em maior ou menor intensidade e atualmente é encontrada na maioria das regiões produtoras do Brasil.
Agente causal:
O raquitismo é causado por uma bactéria gram-positiva denominada Nilsoniale XLIX subst.. XLIX, que coloniza os vasos do xilema, provocando uma obstrução dos mesmos.
Sintomas:
Trata-se de uma doença que não apresenta sintomas externos aparentes, pode ser observado apenas um crescimento desuniforme (irregular) das touceiras, dando um aspecto de altos e baixos ao talhão, sintomas que podem ser mais evidentes, associados a outros fatores, como, seca, compactação, presença de ervas daninhas, herbicidas e outros. Pode ser observado um sintoma interno da doença, que seria o desenvolvimento de uma coloração avermelhada dos feixes vasculares, na base dos nós do colmo.
Disseminação:
A doença é transmitida de uma planta para outra através de instrumentos de corte como: podão, colhedoras e plantadoras, que permanecem impregnadas com caldo de plantas doentes contaminando as plantas sadias que são cortadas na seqüência, podendo transmitir a doença para centenas de novas touceiras sadias. A transmissão aumenta rapidamente de um ciclo para outro da cana, principalmente com o uso de mudas provenientes de canaviais contaminados, ocorrendo assim a disseminação em grandes extensões.
Controle:
A maneira mais efetiva de controle seria a utilização de variedades resistentes associada a produção de mudas sadias (mudas certificadas). No processo de produção de mudas sadias, a utilização do tratamento térmico de gemas isoladas ou toletes de três gemas, que consiste na imersão dos toletes ou gemas em água aquecida. O tratamento térmico pode ser realizado de duas maneiras: 0,5ºC por 2 horas ou 52ºC por meia hora. Como a bactéria é transmitida, no campo, por instrumentos de corte, recomenda-se também como medida preventiva, para evitar a disseminação da doença, a limpeza ou desinfecção dos instrumentos de corte, com produtos químicos que contenham bactericidas, amônia quaternária é o produto mais utilizado.
CARVÃO (FUNGO Ustilago escitamínea)
Histórico:
O primeiro relato da doença foi na África do Sul, no Brasil foi identificado em 1946. Mas foi na década de 80 que a doença provocou grandes perdas, pois atingiu a variedade NA56-79 que na época ocupava uma grandes áreas na regiões produtoras.
Agente causal:
A doença é causada pelo fungo Ustilago escitamínea, que parasita os tecidos meristemáticos da planta.
Sintomas:
Sintomas no cartucho e/ou ápice do colmo
Carvão: Este é um sintoma que pode ser de grande importância, dependendo do nível da infestação. A planta afetada apresenta um apêndice semelhante a chicote produzido no ápice dos colmos ou de brotações laterais, do qual é liberado um pó preto constituído de esporos do fungo. Os colmos, geralmente são mais finos do que o normal e as touceiras podem ter aparência de capim. A transmissão é feita por toletes contaminados e pelo vento. Porém, o tratamento é simples: a água quente a 52ºC por 45 minutos elimina o fungo de toletes infestados. O controle é feito com variedades resistentes e "roguing”
Disseminação:
A dispersão dos esporos é aérea e podem se deslocar por grandes distancias, através de correntes de ar. Os esporos podem cair no solo ou diretamente nas gemas dos colmos, que em condições de seca, podem permanecer dormentes, até que haja umidade para germinarem e infectar as células meristemáticas da gema. Pode ocorrer, após o plantio, a infecção de gemas através de esporos do fungo que caíram no solo e entram em contato com a gema. Em condições de alta umidade e temperatura elevada os esporos perdem sua viabilidade rapidamente, sendo assim, durante invernos frios e secos ocorre uma alta concentração de esporos viáveis, podendo facilitar a disseminação da doença em plantios realizados no início das chuvas.
Controle:
Variedades resistentes é a maneira mais eficiente de controle. Utilização de mudas certificadas, tratadas termicamente, associadas ao uso de fungicidas sistêmicos e monitoradas através das operações de roguing na formação de viveiros.
FERRUGEM MARROM (FUNGO Pucciniana melanocefalia)
Histórico:
Foi identificada na Índia, no início do século 20. No Brasil o primeiro relato da doença foi feito em 1986, infestando canaviais dos estados de São Paulo, Santa Catarina e Paraná, onde acredita-se que a doença tenha chegado ao Brasil por meio de corrente de ar provenientes do continente africano.
Agente causal:
A doença é causada pelo fungo Pucciniana melanocefalia, que é um parasita obrigatório, infectando a planta por meio de uredósporos.
Sintomas:
Os sintomas se restringem basicamente às folhas, inicialmente com pequenas pontuações cloróticas, que evoluem rapidamente, isto é, se alongam na superfície das folhas, inicialmente de coloração amarelada evoluindo para avermelhada chegando a preta nos estágios finais de necrose da folha. Na superfície inferior da folha, pode-se notar estruturas mais salientes, perceptíveis ao toque com os dedos, estruturas estas, denominadas com “pústulas”, pois, o fungo começa produzir esporos, que rompem a epiderme da folha disseminado a doença. Variedades mais suscetíveis associadas a fase de desenvolvimento, condições ambientais favoráveis e ao nível dos sintomas, pode provocar morte de per filhos, colmos finos e retardar o crescimento, provocando perdas de produtividade bastante significativas.
Disseminação:
Temos com principal veículo de disseminação as correntes de ar (o vento), sendo necessário também, umidade na superfície das folhas onde os esporos serão depositados para germinar e penetrar no tecido vegetal. Alta umidade e temperaturas amenas, entre 15 a 27ºC, favorecem o desenvolvimento da doença. Excesso de chuvas podem prejudicar a instalação da doença, pois “lavam” superfície foliar das plantas.
Controle:
A maneira mais eficiente e econômica de se controlar a ferrugem é através do uso de variedades resistentes.
FERRUGEM ALARANJADA (FUNGO Pucciniana prehnite)
Histórico:
A primeira citação de Pucciniana prehnite como agente causador de Ferrugem na cultura da Cana-de-Açúcar data de 1890. Todavia, somente no final da década de 1990 o fungo revelou-se de grande importância econômica ao setor açucareiro da Austrália, atacando a variedade Q124. Em julho de 2007, foi então realizada a primeira detecção da doença no hemisfério ocidental, mais especificamente no Estado da Flórida, nos Estados Unidos da América. Até então, a ocorrência de Pucciniana prehnite se restringia ao continente oceânico e ao asiático. 
No Brasil, o primeiro relato da doença foi oficialmente detectado em dezembro de 2009, na região de Araraquara/SP, o primeiro foco da Ferrugem Alaranjada da Cana-de-Açúcar.
Agente causal:
A doença é causada pelo fungo Pucciniano prehnite, que é um parasita obrigatório, infectando a planta por meio de uredósporos.

Sintomas:
Os sintomas se restringem basicamente às folhas, inicialmente com pequenas pontuações amareladas, recobertas pela cutícula da folha que evoluem rapidamente, isto é, se alongam na superfície das folhas, inicialmente de coloração alaranjada Quando ocorre de forma severa, pode ocorrer à junção de pústulas, causando necrose de tecido foliar, principalmente nas pontas e bordas das folhas mais velhas. Na superfície inferior da folha, podem-se notar estruturas mais salientes, perceptíveis ao toque com os dedos, estruturas estas, denominadas com “pústulas”, pois, o fungo começa produzir esporos, que rompem à epiderme da folha disseminado a doença.
Disseminação:
Temos com principal veículo de disseminação as correntes de ar (o vento), a doença necessita temperaturas altas como também alta umidade relativa do ar. O período de outubro a março é o ideal para o desenvolvimento da doença em nossa região.
Controle:
A maneira mais eficiente e econômica de se controlar a ferrugem é através do uso de variedades resistentes e em notas altas de infestações realizando a aplicação de fungicidas.
PODRIDÃO ABACAXI (FUNGO Ceratoísis paradoxa)
Histórico:
A doença afeta exclusivamente áreas de cana planta (muda ou tolete). Ocorre em todas as regiões produtoras, principalmente em plantios mais tardios (abril agosto) e em área de solos mais argilosos em condições de muita umidade.
Agente causal:
A doença é causada pelo fungo Ceratoísis paradoxa.
Sintomas:
Em áreas recém plantadas, que apresentarem uma brotação anormal e morte de brotos novos, podem indicar a presença da doença. Canaviais instalados em solos contaminados, ocorre a penetração do fungo pelas extremidades de corte dos toletes, colonizando os tecidos internos, levando à morte de gemas e de brotos novos. Pode-se detectar a doença, cortando-se o tolete longitudinalmente e se for observado uma coloração vermelha dos tecidos internos que podem exalar odor de abacaxi. Em estágio mais avançado o tecido parenquimatoso é destruído, restando apenas os feixes fibro-vasculares e quando expostos ao ar por alguns dias os toletes se apresentam ocos e enegrecidos. Os toletes podem se deteriorar antes das gemas brotarem.
Disseminação:
Trata-se de um patógeno de ferimentos (cortes), que sobrevivem no solo, disseminados pela água da chuva, ventos, solos contaminados e também, pode ocorrer a disseminação através de mudas. Temperaturas baixas e alta umidade favorecem o aparecimento da doença, então em solos mais pesados e mal drenados a incidência da doença é maior.
Controle:
Com a realização de plantios cada vez mais tarde, entre os meses de abril a agosto, acompanhados de temperaturas mais amenas (frio), o que retarda o desenvolvimento dos brotos, cria uma excelente oportunidade para que a doença se embeleça. Evitar plantios muito profundos, combinados a solos com excesso de umidade e temperaturas mais baixas. O plantio de cana inteira, quando possível, picar menos os toletes (6 ou mais gemas), mudas novas que brotam mais rápido (maior vigor), utilização de fungicidas na operação de plantio, são práticas que podem reduzir a incidência da doença.
FUSARIOSE (FUNGO Fusariam moniliforme)
Histórico:
Doença sistêmica que pode provocar o aparecimento de diversos sintomas durante o desenvolvimento da planta e está presente em todas as regiões produtoras.
Agente Causal:
É causado pelo fungo Fusariam moniliforme, que é um parasita obrigatório que infecta da semente até a planta adulta.
Sintomas:
Os sintomas são bastante variáveis pois dependem da estirpe do fungo, das condições ambientais, do nível de resistência da variedade e do estágio de desenvolvimento da cultura. Os sintomas em toletes podem provocar podridão do sistema radicular a baixa brotação de gemas. Nos colmos os sintomas estão associados a ferimentos mecânicos, físicos ou químicos. Os orifícios feitos por brocas favorece o desenvolvimento fusariose e sua associação ao fungo da podridão vermelha. Outro sintoma conhecido como “Poker-boeing” ou deformação do topo da cana-de-açúcar, onde as folhas apresentam áreas cloróticas, enrugadas, as folhas ficam “torcidas”, tortas é uma outra forma de dano. Pode também provocar o encurtamento do entrenó, que se recuperam, deixando-o com o aspecto de “manivela”. Outro sintoma provocado pela doença é o aparecimento de uma rachadura transversal do colmo, também conhecida como “corte canivete”.
Disseminação:
O possui uma grande capacidade de produzir esporos, mas, não sobrevive por longos períodos no solo. Sua disseminação se dá através de mudas infectadas, correntes de ar e chuvas. Alguns sintomas com “Poker-boeing”, são mais frequentes em condições de alta temperatura e umidade, quando a planta está em pleno desenvolvimento. Área colhida sem queima, em solos de boa fertilidade em regiões quentes pode favorecer o aparecimento de “corte canivete” na base dos colmos e posterior quebra dos mesmos.
Controle:
Através do uso de variedades tolerantes, tratamento térmico que elimina o fungo dos toletes, uso de fungicidas no plantio, que protege os toletes na fase inicial de desenvolvimento e também o controle da broca da cana-de-açúcar.
PODRIDÃO VERMELHA (FUNGO Colemométrico falca tum)
Histórico:
Trata-se de uma doença que afeta os canaviais de todo mundo, há muito tempo. Causa prejuízos diretos quanto à redução do teor de sacarose dos colmos. Está associada, como o Fusariam , ao ataque da broca, onde esta interação entre doença e praga, é denominada como “complexo broca-podridão”.
Agente causal:
A doença é causada pelo fungo Colemométrico falca tum, que é um parasita obrigatório, infectando a planta através de lesões existentes nos tecidos vegetais.
Sintomas:
Os sintomas que mais preocupam, ocorrem no interior dos colmos, podendo não ser observados no início do desenvolvimento da planta. Em canaviais adultos pode ocorrer a quebra e o tombamento dos colmos afetados. Através de um corte longitudinal do colmo pode-se observar melhor os sintomas, que se apresentam através de manchas de coloração vermelha, intercaladas com faixas mais claras ou brancas, característica da podridão vermelha, diferente de ocorre com o ataque de Fusariam. Variedades mais suscetíveis os sintomas podem observados em todo o colmo. Os sintomas nas folhas ocorrem na nervura central, através de manchas alongadas de coloração vermelha, no limbo foliar com manchas avermelhadas e nas bainhas através de pequenos pontos escuros. Provoca também o apodrecimento completo dos toletes (muda).
Controle:
Variedades resistentes é a maneira mais efetiva e econômica de controle da doença, pois, o fungo sobrevive por vários anos no solo e em restos de cultura, desta maneira, um bom preparo do solo, eliminado os restos de cultura, mudas de procedência (certificadas), boa drenagem do solo e plantio em épocas que favoreçam a rápida brotação, são práticas recomendadas que evitam o aparecimento da doença.

 

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Doenças transmitidas por Aranhas

  • 28/4/2015
  • 02:01 PM

 

Aranhas:

Acidentes por animais peçonhentos - Aranhas

Acidentes causados por aranhas são comuns, porém a maioria não apresenta repercussão clínica.  Os gêneros de importância em saúde pública no Brasil são:  Loxosceles (aranha-marrom), Phoneutria (aranha armadeira ou macaca) e Latrodectus (viúva-negra).

Entre essas, a maior causadora de acidentes é a Loxosceles. Acidentes causados por outras aranhas podem ser comuns, porém sem relevância em saúde pública, sendo que os principais grupos pertencem, principalmente, às aranhas que vivem nas casas ou suas proximidades, como caranguejeiras e aranhas de grama ou jardim.

A aranha-armadeira causa dor imediata e intensa, com poucos sinais visíveis no local da picada. Raramente crianças podem apresentar agitação, náuseas, vômitos e diminuição da pressão sanguínea.

No caso da aranha-marrom, a picada é pouco dolorosa e uma lesão endurecida e escura costuma surgir várias horas após, podendo evoluir para ferida com necrose de difícil cicatrização; raramente podem provocar escurecimento da urina.

A viúva-negra leva a dor na região da picada, contrações nos músculos, suor generalizado e alterações na pressão e nos batimentos cardíacos.
Sabendo da picada de aranha, tome as seguintes medidas:

Lavar o local da picada com água e sabão;
Não fazer torniquete ou garrote,
Não furar, cortar, queimar, espremer ou fazer sucção no local da ferida, nem aplicar folhas, pó de café ou terra para não provocar infecções;
Não dar à vítima bebida alcoólica, querosene, ou fumo, como é costume em algumas regiões do país; levar a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo para que possa receber o tratamento adequado em tempo.

Dependendo dos sintomas, podem ser adotadas medidas para alívio da dor, como compressas mornas (acidentes por aranha-armadeira e viúva-negra); havendo ou não melhora, o paciente deve ser levado ao serviço de saúde mais próximo para ser avaliada a necessidade de administração de soro específico.

A prevenção é feita com a adoção de:

Usar calçados e luvas nas atividades rurais e de jardinagem; examinar calçados, roupas pessoais, de cama e banho, antes de usá-las; afastar camas das paredes e evitar pendurar roupas fora de armários;
 Não acumular entulhos e materiais de construção;
Limpar regularmente móveis, cortinas, quadros, cantos de parede;
Vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos, forros e rodapés; utilizar telas, vedantes ou sacos de areia em portas, janelas e ralos;
 Manter limpos os locais próximos das casas, jardins, quintais, paióis e celeiros; evitar plantas tipo trepadeiras e bananeiras junto às casas e manter a grama sempre cortada; limpar terrenos baldios pelo menos na faixa de um a dois metros junto ao muro. 

 

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Doenças transmitidas por Traças

  • 27/4/2015
  • 10:09 AM

DOENÇAS RELACIONADAS COM A ÁCAROS E TRAÇAS.
(INFESTAÇÃO, A PELE DE INFESTAÇÃO, DOENÇA BA)

ALERTA

Mordendo os ácaros são comuns. Pulgas chiggers (larvas de ácaros que se alimentam na pele, causando uma dermatite pruriginosa fortemente) são artrópodes ambiente ubíquo, com excepção das regiões áridas. Várias espécies são responsáveis por várias formas de sarna (estritamente hôtespécifique) de demodicose (próximo a dermatite causada pelo Demodex sarna, também conhecida como sarna animal), e diversas outras doenças. As mordidas causar vários graus de reações teciduais locais, com ou sem consciência.

Dermatite é causada por ácaros que, ocasionalmente, morder os seres humanos, mas são geralmente de ectoparasitos em aves, roedores e animais domésticos e os ácaros encontrados em plantas ou alimentos armazenados ou animal. O primeiro grupo inclui:Ácaros de aves, que afetam as pessoas que lidam com aves vivas ou de aves de estimação ou que têm ninhos de aves em suas casas, os ácaros de roedores transmitida por gatos, cachorros (principalmente filhotes) e coelhos ; e suína sarna ácaros (Sarcoptes scabiei variedade am) de porco ou porco doméstico. Muitas espécies de ácaros infectando estoques de cereais, queijo e outros alimentos são a causa da dermatite alérgica ou "mercearia itch." 
Embora estes ácaros não mordem não, as pessoas muitas vezes se tornam sensíveis aos alérgenos destes animais ou suas fezes. O ácaro safra (Pyemotes tritici) freqüentemente infecta as sementes, palha, feno ou outra vegetação e é uma praga de soft-insetos de corpo que são (ou eram) encontrados nestas plantas.Estes ácaros muitas vezes morder as pessoas que lidam com pragas de plantas, por exemplo. os comerciantes de grãos, que manipulam as sementes ou o feno de capim, e as pessoas fazendo composições com as plantas secas são particularmente em risco.Os ácaros são raramente encontrados em um paciente, porque permanecem temporariamente nos seres humanos. Além disso, a reação da pele é geralmente tardio, ea maioria dos pacientes não procuram atendimento médico após vários dias de desconforto. As lesões de pele causadas por ácaros diferentes pode ser difícil identificar uns aos outros e podem se assemelham a outras doenças da pele, incluindo picadas de inseto, dermatite rhus, foliculite, a tungíase e sarna. O diagnóstico deve ser baseado na história da doença (que deve incluir o estilo de vida do paciente, seu trabalho e actividades extra-profissionais), a identificação clínica e microscópica.

O ácaro responsável pela alergia ao pó da casa não mordem. Eles tendem a alimentar os depósitos dander pele encontrados em travesseiros, colchões e pisos (principalmente carpetes). Muitas pessoas são hipersensíveis a alérgenos de ácaros e seus excrementos, que se manifesta por uma alergia respiratória.

O delírio parasitário (uma condição em que o paciente ou o paciente sente infectados (e) por ácaros) ocorre mais freqüentemente em mulheres na idade da menopausa em mulheres de idade ou mais, ea causa é geralmente desconhecidos. "Madness 2" e até mesmo da família "louco" são freqüentes. Em casos recentes, o uso recreativo da cocaína ou metanfetamina é frequentemente o caso, especialmente entre homens e mulheres mais jovens. O paciente pode começar a descrever o ácaro imaginário e as suas actividades em detalhe.Esta condição difere da Entomophobie (medo de insetos), pelo fato de que o paciente procura capturar os ácaros e muitas vezes carrega com suas malas, papel de seda ou fitas adesivas que supostamente contêm uma cópia do ácaro causando o problema. O diagnóstico requer a exclusão de reais, mas as infecções assintomáticas entomologista (médica podem ser úteis), a realização de um diagnóstico diferencial para descartar doença sistêmica e de recolha de informações completas sobre prescrição médica e paciente consumo de substâncias ilícitas.

Tratamento

Acaricidas produtos, tais como aqueles usados no tratamento da sarna, não são de interesse para o tratamento de picadas ou reações alérgicas aos ácaros do pó ou pulga chiggers transição. Um creme ou pomada contendo corticosteróide deve ser aplicada se for necessário até que a pele curado.Em casos graves, os corticosteróides podem ser prescritos. Do mesmo modo, alergias da pele deve ser tratada sintomaticamente. O médico pode ajudar os pacientes a se proteger contra a exposição repetida aos ácaros do pó fazendo-o compreender as fontes de contaminação.

Tratamento de torcicolo, após a eliminação das outras hipóteses de diagnóstico, podem incluir o tratamento de dependência de substâncias entorpecentes, medicamentos e psicoterapia. Aplicando um escabicida tem, no máximo, um efeito placebo temporário.

 

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Doenças transmitidas por Cochonilhas

  • 26/4/2015
  • 11:42 PM

Cochonilhas
Um dos fatores marcantes na viticultura brasileira é a frequente ocorrência de vírus nas diferentes regiões produtoras. Tal fato resulta em reduções na produtividade e na qualidade da uva. Além disso, as plantas infectadas perdem gradativamente o vigor, o que compromete o empreendimento vitícola. A presença de vírus nos vinhedos é mais evidente em tradicionais regiões produtoras brasileiras, onde os vinhedos foram, inicialmente, formados com material de baixa sanidade. No entanto, até hoje isto ocorre em vários lugares, quando os produtores implantam vinhedos utilizando material propagativo sem garantia de sanidade.Cochonilhas farinhentas em raiz de videira. As maiores, na imagem, tem um ou dois milímetros. 

A principal medida de controle das viroses da videira baseia-se na utilização de material propagativo sadio do portaenxerto e da produtora. Como alguns vírus que afetam a videira podem ser latentes em muitas cultivares comerciais ou portaenxertos – ou seja, as plantas quando infectadas não mostram os sintomas característicos da doença –, é impossível identificar plantas sadias pela simples observação no campo.

Uma vez infectada por vírus, é impossível a uma planta ser ‘curada’ no campo, por exemplo, com o emprego de viricidas. Neste caso, um fator adicional de prejuízo é que as plantas infectadas servem de ‘fonte de inóculo viral’, o qual pode ser espalhado por insetos vetores, enquanto as plantas infectadas estiverem presentes nos vinhedos. 

A principal forma de disseminação das viroses é por meio de material propagativo infectado, durante o processo de formação das mudas, independentemente do método de enxertia. Até o momento, não existe comprovação de que os vírus que infectam a videira sejam transmitidos por ferramentas de cultivo (ex. tesoura de poda). 

Até a década de 1980, assumia-se que a disseminação dos vírus da videira ocorria exclusivamente por meio de material propagativo infectado, principalmente por meio de portaenxertos que não apresentavam sintomas. Entretanto, a partir da década de 80, começaram as descobertas de que algumas espécies de cochonilhas atuam como vetoras de vírus em videiras. Desde então, em diversos países vitícolas do mundo, incluindo África do Sul, Argentina, Austrália, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Nova Zelândia, Portugal e Uruguai, surgiram relatos da disseminação natural de vírus em vinhedos por diferentes espécies de cochonilhas. Nestes casos, foi observado que, com o passar dos anos, o número de plantas infectadas nos vinhedos aumentava ano a ano, sendo a dispersão diretamente associada à presença de cochonilhas. 

Até o momento, foram identificadas nove espécies de cochonilhas farinhentas (em inglês, mealybugs), da família Pseudococcidae, e três de cochonilhas de carapaça (Coccidae), vetoras de seis vírus que infectam videiras e causam o enrolamento da folha da videira (GLRaV-1, -3, -5, -9, como se pode conferir na imagem abaixo à direita) e o complexo rugoso da videira (GVA, GVB). O detalhamento das espécies vetoras e dos vírus transmitidos é apresentado na tabela abaixo. À exceção do GLRaV-9, os demais vírus já foram detectados no Brasil e causam expressivos prejuízos econômicos. Devido à maior importância dos pseudococcídeos, em relação aos coccídeos, na transmissão de vírus em videira, neste artigo será dado destaque à abordagem da primeira família. 

Muitos pseudococcídeos são espécies polífagas e cosmopolitas, ou seja, atacam diversas culturas economicamente importantes (citros, pessegueiro etc.) e utilizam plantas invasoras como hospedeiras alternativas, com destaque para a língua de vaca e guanxuma, entre outras. Dados de levantamento realizado em cachos de uva Vitis vinifera (50 cachos/vinhedo de 131 produtores) recebidos para processamento em vinícolas de Bento Gonçalves mostraram que cerca de 30% dos vinhedos avaliados estavam infestados com pseudococcídeos, incluindo três espécies reconhecidamente vetoras de vírus, com destaque para a cochonilha Planococcus citri (Morandi Filho et al., 2007). No entanto, as informações disponíveis sobre a ocorrência, a dispersão e a bioecologia destas espécies de cochonilhas em videiras no Brasil, e especificamente, na região vitícola da Serra Gaúcha, ainda são escassas, e trabalhos de pesquisa estão sendo conduzidos para conhecer a realidade local. 

Exceção feita aos machos, que não se alimentam das plantas, os pseudococcídeos são insetos desprovidos de asas e, desta forma, apresentam relativa baixa mobilidade entre plantas. Porém, a dispersão da cochonilha também pode ocorrer pelo vento, principalmente nos primeiros instares (estádios ninfais), por formigas doceiras e pela atividade humana. Assim, na definição da importância epidemiológica deste tipo de vetor, é fundamental considerar todas as particularidades envolvidas no patossistema videira / cochonilha vetora / espécie viral. 

Dispersão significativa demonstrada nos EUA

Dentre os dados disponíveis na literatura mundial, selecionamos um trabalho recentemente publicado por Golino et. al. (2008), para ilustrar a dispersão de vírus por cochonilhas num vinhedo de Cabernet Sauvignon localizado na Califórnia, EUA.

Os pesquisadores avaliaram, de 2002 a 2006, a dispersão do vírus do enrolamento (GLRaV-3) num vinhedo com 15.680 plantas, localizado ao lado de outro mais antigo e infectado por vírus. A incidência de plantas infectadas no vinhedo avaliado passou de 23,3% no primeiro ano de avaliação (2002) para 66,1% em 2006. 

No padrão relatado de disseminação de vírus em videiras a campo, observa-se a dispersão, preferencialmente, entre plantas vizinhas dentro da linha de plantio, o que implica estar envolvida a atuação de um vetor ‘relativamente’ pouco móvel. Entretanto, quando se considera que a videira é uma planta perene, e que vinhedos comerciais permanecem no campo ao longo de muitos anos, conclui-se que mesmo vetores como as cochonilhas podem gerar epidemias com significativos impactos econômicos. Ou seja, o tamanho do ‘foco infeccioso’ está relacionado à presença de plantas com vírus no momento do plantio, à idade do vinhedo, à população de cochonilhas na área e à localização do vinhedo próxima a plantas infectadas.

No Brasil, inexistem trabalhos realizados sobre dispersão de vírus de videira em condições naturais (vinhedos). No entanto, já está demonstrada a transmissão dos vírus GLRaV-3 e GVB entre videiras pelas cochonilhas Pseudococcus longispinus e Planococcus citri, com taxas que variaram entre 41% e 64% (Kuniyuki et al., 2005, 2006). No geral, ninfas de primeiro instar são mais eficientes em adquirir o vírus a partir de videiras infectadas e também em transmiti-lo para uma planta sadia quando comparadas aos adultos.
Os seis vírus listados na tabela da página 12 são transmitidos de maneira semipersistente por cochonilhas vetoras. Isto significa que a cochonilha pode transmitir o vírus após permanecer de 1 a 24 horas na planta infectada, ocasião em que se alimentará na mesma e irá adquirir o vírus. A eficiência na transmissão pode aumentar com períodos de alimentação mais longos. Para inocular uma planta sadia, é suficiente que a cochonilha virulífera permaneça por um período de 1 a 24 horas na planta, período em que ela irá se alimentar e transmitir o vírus. Não há período latente neste processo, isto é, o inseto é capaz de transmitir o vírus logo após sua aquisição. As cochonilhas retêm a habilidade de transmitir os vírus por períodos de até quatro dias, perdem a capacidade de transmitir o vírus quando trocam de instar (crescem) e não passam o vírus aos descendentes.
As dificuldades verificadas para o controle das cochonilhas em videiras, quando as mesmas são vetoras, estão exatamente em evitar a transmissão do patógeno, pois o inseto pode transmitir o vírus à planta antes de ser afetado pela ação do inseticida. No caso de insetos-pragas, há conceitos que balizam um controle eficiente, tais como o ‘manejo integrado de pragas’ e o ‘nível de dano econômico’, ou seja, a cultura pode conviver com um certo nível de infestação da praga sem sofrer prejuízos econômicos significativos e, portanto, sem justificar a interferência com defensivos químicos. Quando o mesmo inseto é vetor de vírus, estes conceitos não são aplicáveis, pois uma única cochonilha pode ser capaz de eficientemente transmitir vírus. Douglas & Krüger (2006) observaram taxas de infecção de videira por GLRaV-3 na ordem de 70-75%, obtidas na transmissão utilizando-se apenas uma cochonilha/planta. Por todos estes aspectos, o controle de insetos vetores de vírus, seja cochonilha ou outro qualquer, é um tema importante, que demanda estudos específicos para cada situação, procurando definir questões como a eficiência e o alcance desta prática. 

As cochonilhas da família Pseudococcidae caracterizam-se pelo aspecto farinhento resultante da secreção cerosa que cobre o seu corpo (como se pode conferir ao lado). Os insetos sugam seiva injetando toxinas, sendo sua presença facilmente notada, pois formam colônias de coloração branca farinhosa nos cachos, raízes, troncos e folhas da videira. As secreções do inseto contêm açúcares, que são aproveitados por formigas, servindo também como substratos para o desenvolvimento de fungos como a fumagina. A presença da cochonilha nos cachos aumenta significativamente o descarte da fruta para consumo in natura, sendo que, nos cachos destinados à exportação, caso seja identificada a presença da praga, pode haver restrições quarentenárias. Dependendo da espécie da cochonilha, podem ocorrer de duas a sete gerações durante o ciclo de desenvolvimento da videira. 

Recomendações para o manejo
O controle das cochonilhas farinhentas tem sido uma prática pouco realizada pelos viticultores, pois, devido ao hábito do inseto de localizar-se nas raízes e/ou debaixo da casca das plantas, além de seu reduzido tamanho, dificilmente os produtores visualizam a praga na cultura. Alguns produtores, não tendo uma orientação específica para o manejo da praga, acabam utilizando técnicas de manejo recomendadas para outras culturas com as quais trabalham, ou então simplesmente não adotam qualquer método de controle. Quando a população de cochonilhas farinhentas nos parreirais é elevada, os produtores geralmente aplicam inseticidas fosforados, que são altamente tóxicos, pouco seletivos aos inimigos naturais e, ainda, possuem grande intervalo de carência, com possibilidade de deixar resíduo nos frutos. 

Por este motivo, é importante que os viticultores aprendam a identificar a presença das cochonilhas farinhentas nos vinhedos. Um período adequado para realizar a vistoria é o momento da colheita. Deve-se atentar para a presença de formigas, que, normalmente, encontram-se associadas às cochonilhas. Em caso de elevada infestação, o manejo do inseto tem sido recomendado através do tratamento de inverno (nos meses de junho e julho) com calda sulfocálcica, aplicação localizada de inseticidas neonicotinóides via solo e eliminação de plantas hospedeiras presentes no vinhedo. 

O tema manejo de insetos vetores de vírus é um desafio da viticultura mundial. É importante ressaltar que, caso o vinhedo não possua plantas infectadas com vírus, não há como ocorrer a transmissão do patógeno pela cochonilha. Por este motivo, o emprego de material propagativo livre de vírus ainda é a melhor estratégia a ser adotada para o início de um novo empreendimento vitícola.  

 

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Doenças transmitidas por formigas

  • 26/4/2015
  • 11:37 PM

As formigas podem ser transmissoras de doenças?

Pela alta capacidade de proliferação e pela fácil locomoção de toda a colônia, as formigas são uma das pragas urbanas mais frequentes e um dos principais alvos da dedetização, tanto em imóveis domésticos, quanto públicos e industriais.

Quem nunca se chateou com o ataque de formigas na cozinha de sua residência? Mas, muito mais grave que encontrar formigas no pote de açúcar são as complicações que esses insetos podem causar à saúde pública.

Em hospitais, por exemplo, a formiga atua como um perigoso vetor, ou seja, como um veículo que transporta germes patogênicos ou parasitos, tornando-se hospedeira intermediária de microorganismos como fungos e bactérias, causando a transmissão aos seres humanos, principalmente, de sérias infecções hospitalares.

Atraídas por alimento, as formigas instalam seus ninhos próximos aos locais onde vivem humanos. O surpreendente é que a comida pode variar desde o tradicional pote de açúcar, entre tantos outros produtos consumidos, quanto pelo lixo produzido, diariamente, que pode ser, até mesmo, o hospitalar altamente contaminado.

Nas residências a ameaça das formigas, que não deixa de ser grave, tem menores proporções que os prejuízos que elas podem causar nos hospitais.

A baixa imunidade dos pacientes internados, por exemplo, fica ainda mais ameaçada com o trânsito desses insetos no local que possui inúmeras doenças transmissíveis.

Para ambos os casos – em residências e hospitais – a primeira medida para prevenir o aparecimento de formigas é optar pela higiene e limpeza constantes, que evitam o acesso do inseto ao alimento.

Outra importante ação é checar e vedar possíveis frestas em pisos, azulejos, rodapés, entre outros locais que podem servir de ninho para as formigas.

E, se nenhuma dessas iniciativas preventivas solucionarem a invasão dos insetos, tornando-se uma praga no local, a dedetização torna-se indispensável.

 

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Doenças transmitidas por Blatella e Periplaneta

  • 26/4/2015
  • 11:17 PM

Barata( blatella, periplaneta),

Doenças transmitidas por baratas

 barata é um inseto muito nojento, pois ela vive em esgotos e lugares contaminados. As casas mais antigas são as que mais sofrem com a invasão das baratas, pois o encanamento é mais antigo assim a barata sempre arruma um jeito de entrar na casa. Se na sua casa tem barata procure lavar sempre os objetos antes de usar e mantenha os alimento sempre bem fechado, para que a barata não tenha nenhum contado com ele.

Doenças caudas por barata

Uma das doenças mais comum transmitida pela barata é a Hepatite A, ela ocorre pela ingestão de água ou alimentos contaminados. Assim que o alimento ingerido for para o intestino, rapidamente ele irá infectar os enterócitos da mucosa onde ele se multiplicará se espalhando pelo sangue, levando a infecção do fígado.

Os principais sintomas da doença é diarreia, febre, dores abdominais e náuseas, alguns pacientes também ficam com o olho e a pele amarelada. Na maioria dos casos dessa doença o paciente consegue alcançar a cura.

Outra doença causada pela barata é a febre tifoide que é causada pela Salmonellatyph, essa doença também é transmitida através de alimentos e água contaminada, mas ela também pode ser transmitida através de um beijo.

A barata também transmites doenças mais conhecidas como a tuberculose, conjuntivites, infecções urinárias, lepra e pneumonia, por isso é sembre bom ficar atento em proteger os alimentos. 

 

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Dedetização

  • 26/4/2015
  • 08:30 PM

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Técnica de Controle de pragas 

DEDETIZAÇÃO RESIDENCIAL E COMERCIAL NO RIO DE JANEIRO

A Imu Rio ME, empresa de dedetização do Rio de Janeiro, é uma empresa totalmente preparada e certificada a realizar serviços de dedetização. Este tipo de procedimento envolve um trabalho cuidadoso e profissional pois lida com a saúde das pessoas, com o meio ambiente e animais de estimação. Além disso, a escolha dos produtos e formas de aplicação na dedetização da Imu Rio ME, visam não deixar cheiro e eliminam as pragas sem a necessidade de sair de casa ou do comercio.Após a intervenção no local a Imu Rio ME realiza o trabalho preventivo para que o retorno das pragas não ocorra e sua família ou comercio fique sempre protegida.Entre em contato. Imu Rio ME a melhor opção em dedetização residencial e comercial no RJ.

DEDETIZAÇÃO INDUSTRIAL NO RIO DE JANEIRO

No processo de dedetização industrial a Imu Rio ME inicia o trabalho com uma vistoria detalhada de toda a área protegida, visando à localização de focos existentes, a identificação de pontos vulneráveis para a proliferação de pragas e vetores, avaliação de falhas de estrutura e acabamento que propiciem abrigo. Relatórios dos dados levantados, com fotos (quando necessário), diagnósticos, estratégias, medidas adotadas, sugestões de medidas e correções a serem adotadas e implantadas.Orientação a todos os que frequentam os locais controlados (moradores e/ou funcionários) sobre hábitos e atitudes que favorecem a procriação de vetores e pragas.Combate químico as pragas existentes, utilizando-se os métodos mais adequados a cada caso (spray – gel – granulado – iscas – blocos – pós - atomização – barreira química – pincelamento – insuflação, etc...).Minimização do uso de produtos químicos visando à saúde e segurança de pessoas e animais domésticos além de proteção ao meio ambiente. A prevenção deverá sempre prevalecer sobre a correção.Vistorias mensais em sistema contínuo de monitoramento: lacraias – moscas – mosquitos – camundongos – carrapatos.

 

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Limpeza

  • 26/4/2015
  • 08:17 PM

EMPREZA DE LIMPEZA

RESUMO

Atualmente, em um mercado competitivo, as empresas buscam a todo tempo, maneiras de sobreviver como também de se diferenciar em seus serviços e produtos oferecidos. Nesse contexto que hoje, as Organizações precisam adaptar-se constantemente e, às mudanças de processos cada vez mais dinâmicos de inovação. Esses processos não ocorrem espontaneamente, eles são frutos do processamento de conhecimento pelas organizações, o qual por sua vez é trabalhado pela Gestão do Conhecimento Organizacional uma atividade que, conscientemente ou não, sempre existiu e continuará existindo. Dessa forma, se faz necessário constantes atualizações nas empresas através de compartilhamento/troca das informações para que as Organizações possamcolocar no contexto da organização todo conhecimento e disseminação informacional. Quanto mais especificidades esse conhecimento demonstrar em relação à organização, mais ele se tornará o fundamento de suas competências essenciais e, em consequência, um importante ativo estratégico. Sendo assim, este artigo pretende demonstrar o impacto da gestão organizacional na empresa Imu Rio ME, uma empresa cujo objetivo é oferecer serviço de limpeza residencial, comercial e industrial, com alto rendimento e serviço personalizado, visando oferecer serviço de qualidade com preço acessível aos moradores da cidade do Rio de Janeiro.

Introdução

No ramo limpeza residencial, só obtém destaque aquele que primar pela qualidade do serviço, com inovação e bons resultados ao servir o contratante. Contando com estes fatores, o Imu Rio ME destaca-se pela prestação excelente serviço de limpeza residencial a qual se adéqua as necessidades de cada cliente.

A empresa se localizará na cidade do Rio de Janeiro, capital,  a qual detém de reconhecido internacional quanto a segmento turístico do Estado do Rio de Janeiro e ser residência de escolha por diversos aposentados de todo o Brasil, os quais escolhem a cidade por dizerem encontrar nessa todas as facilidades de uma grande metrópole somadas a todas as belezas de um grande paraíso ecológico. No entanto, apesar de todo o apelo turístico e a grande quantidade de moradores de terceira idade que necessitariam de auxilio em serviços domésticos, na cidade ainda não existem empresas especializadas em ofertar serviços de limpeza residencial, comercial e industrial com uma gualidade de serviço excelente, tal qual será apresentado neste artigo.

A viabilidade da instalação daImu Rio ME, nesta localidade também se deve ao fato  de que a cidade recebe muitos turistas de veraneio os quais locam casas e apartamentos pela Cidade e não desejam passar seus dias de férias preocupando-se em limpar a residência onde se hospedam, seja durante a estadia, seja no momento de entrega das chaves. Assim os moradores da cidade bem como os turistas que a visitam durante todo o ano teriam, à sua disposição e comodidade, os serviços da Imu Rio ME para facilitar a necessidade de limpeza residencial. A Imu Rio ME se destaca também pelo fato de garantir atendimento ao cliente por pessoal gabaritado e com vinculo empregatício direto com a empresa, eximindo a necessidade do contratante em arcar com despesas de cunho trabalhista junto a eventuais acidentes ou necessidades de ordem tributaria para com tais funcionários, além de manter o contratante mais seguro com os operários que farão o serviço visto que o mesmo está contratando uma empresa séria ao invés de alguma diarista que se encontrou em um anúncio de jornal.

A implementação da Imu Rio ME vem ao encontro da necessidade de um nicho não explorado na área de limpeza na cidade. O negócio se sustentará através de uma boa administração financeira prevendo um retorno de curto prazo do valor investido e na expectativa da falta de propostas como esta, e posteriormente na fidelização do cliente com o aprimoramento dos serviços prestados.

Análise do mercado

Aqui serão apresentadas as tendências do mercado de limpeza pelo mundo, assim como uma análise de ordem economia mundial e brasileira considerando as expectativas de implantação de negócios na região.

Tendências do mercado de limpeza residencial no  Mundo

O mercado cresce a cada ano e a tendência de terceirização do serviço delimpeza veio para ficar. Tem crescido bem acima do PIB (Produto Interno Bruto), segundo a ABRALIMP - Associação Brasileira do Mercado Institucional de Limpeza.

Atualmente, não só as grandes empresas, mas também as pequenas e médias, assim como escolas, bancos e hospitais recorrem a firmas especializadas.

A concorrência no ramo é grande, sendo necessário pesquisar e testar novos produtos e equipamentos, a fim de garantir a qualidade dos serviços.

Uma boa sugestão na definição do rumo que seu empreendimento vai tomar é encontrar um nicho. É importante especializar-se e, claro, não descuidar das outras competências da gestão.

Conhecer as características dos seus futuros clientes, porque preferem comprar tais produtos, quando fazem suas compras e quais são suas tendências de consumo são avaliações essenciais para o sucesso do seu empreendimento.

Na vida, a gente sabe que das adversidades podem surgir oportunidades. No mundo dos negócios não é diferente: a maioria das empresas bem sucedidas, algum dia enfrentou dificuldades e adotou a mudança como alternativa de sobrevivência naquele momento, para depois, fortalecida, apresentar-se competitiva ao concorrente.

Atualmente, as empresas de limpeza devem saber analisar o mercado, suas tendências e necessidades, para que possam sempre estar um passo a frente e oferecer um trabalho diferenciado para melhor atendimento ao cliente. A execução dos serviços deverá ser sempre com sistemas, métodos e processos padronizados. Do contrário, poderá causar problemas e comprometer a reputação da organização, passando a imagem de ineficiente, desorganizada e sem um plano de treinamento e de trabalho.

Com o crescimento da economia brasileira, a tendência é que o ramo de limpeza profissional cresça bastante este ano. O setor é o segundo que mais emprega no país e ainda pretende abrir 60 mil novas vagas no ano de 2012. Com esse crescimento, a Abralimp – Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional, já espera uma disputa por profissionais com a construção civil, que é o setor que mais emprega no país. Para se ter uma ideia, em 2009, as empresas de limpeza profissional faturaram R$ 9,2 bilhões e somaram 1,5 milhão de empregos, apresentando um crescimento de 8,5%

Pesquisa encomendada ao Grupo Ipema pela Central Brasileira do Setor de Serviços - Cebrasse mensurou o movimento nacional da atividade no ano passado e as expectativas de empresários para 2012. As respostas são de cerca de 11 mil empresas de 30 diferentes segmentos. Apurou-se que 36% dos empreendedores esperam faturar entre 7% a 10% ou mais nesse ano, na comparação com 2011. Outros 22% apostam em crescer de 1 a 3%, e pouco mais de 20% deles estimam seus caixas aumentados em torno de 5% - dependendo do campo de atividade das empresas. A geração de empregos em 2012 deve se expandir equitativamente ao faturamento: um quarto das empresas tem expectativa de aumento de 1% a 3% na contratação, e outras 25% devem ampliar seus quadros de funcionários em torno de 5%. Quase 20% dos empregadores projetam contratar entre 10% ou mais do que empregou em 2011; e cerca de 16% dizem esperar aumento de 8 % na contratação de pessoal. Mas, falar em contratar pessoas, o maior insumo da atividade, preocupa demais os que empreendem na prestação de serviços, pois fica cada vez mais raro encontrar profissionais preparados. Quase metade das empresas informou que foi altíssimo o impacto..

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Desentupimento

  • 26/4/2015
  • 08:11 PM

Desentupidoras são empresas que realizam serviços de desentupimento de encanamentos de esgotamento de águas servidas, ou simplesmente, esgoto.

Em residências, os serviços mais comuns são os desentupimentos de encanamentos vindos de pias, tanques e vasos sanitários. Nas empresas, a diversidade é maior. Além de pias, tanques e vasos sanitários, também são desentupidos encanamentos de escoamento de processos industriais.

Os entupimentos ocorrem por vários fatores. O primeiro fator se deve ao uso inadequado das instalações, com o despejo excessivo de material sólido nos encanamentos ou despejo de material rígido, como pequenos objetos, que facilita a obstrução. Outro fator são problemas de projeto e execução do sistema de esgotamento de uma construção. Encanamentos subdimensionados e/ou instalados com excessivas curvas, curvas muito fechadas e sem caixas de passagens. Por fim, existe o entupimento natural dos encanamentos. Ao longo dos anos ocorre uma lenta deposição de material nas paredes dos encanamentos (esclerose) que finda por entupi-lo.

Nessas situações é preciso que ocorra o serviço de desentupimento. Se em algumas situações basta um pedaço de arame para a execução do serviço, em outras são necessárias técnicas e equipamentos sofisticados. E em quase todos os casos é necessário fazer a remoção do material retirado do encanamento, que por ser sólido e volumoso, não pode ser simplesmente escoado no mesmo encanamento de onde foi retirado.

Nas últimas décadas as empresas que prestam este tipo de serviço evoluíram de forma considerável. Incialmente os serviços eram prestados pelos denominados bombeiros, que utilizavam equipamentos rudimentares e em geral sequer usavam equipamentos de proteção individual – EPI adequados.

Esse tipo de empresa ainda é comum, em especial nos pequenos centros urbanos. Mas nas grandes e médias cidades, o mercado evoluiu para empresas mais estruturadas, sendo que algumas alcançam médio e grande porte, com equipamentos sofisticados e rígida obediência às normas ambientais. Além do serviço de desentupimento, essas empresas, em sua maioria, oferecem outros serviços, como a limpeza de fossas, detecção de vazamentos, limpezas de reservatórios e hidrojateamento. Essa última técnica consiste na aplicação de jatos de água de alta pressão para limpezas de diversos tipos de superfícies ou mesmo para alguns serviços de desentupimento de encanamentos.

A incorporação do serviço de limpeza de fossas é uma tendência de todas as desentupidoras. Trata-se da retirada de todo o material de uma fossa utilizando um caminhão especializado para o serviço. O caminhão possui uma bomba de aspiração e um tanque de coleta. A bomba aspira o material da fossa e o deposita no tanque. Esse tanque é esvaziado posteriormente em locais previamente autorizados pelas autoridades municipais, pois trata-se de material altamente poluidor.

 

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Doenças transmitidas por cupins

  • 26/4/2015
  • 07:56 PM

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Cupim | Cupins                                                                                                                                       

Os cupins são animais da ordem Isoptera e, como indicam os registros fósseis, estes animais habitam o nosso planeta há pelo menos 250 milhões de anos. São representados por 3000 espécies de cupins no mundo, 290 registradas no Brasil, e somente 4 destas potencialmente sinantrópicas, ou seja, vivendo próximas de moradias humanas.

São insetos de organização social com papel importante como decompositores, reciclando matéria orgânica e aerando o solo quando constroem galerias. Alguns cupins, no entanto, pelo hábito de comer madeira e se alimentarem das raízes das plantas de interesse do homem, podem causar problemas na produtividade das plantações e nas construções civis. São popularmente conhecidos por siriris ou aleluias.

Os cupins vivem em ninhos que podem ser construídos dentro de raízes, sob ou sobre troncos, no solo (sob a terra ou aflorado acima dela na forma de montículos) e, também, em construções, como paredes, rodapés, batentes de portas e caixas de força

Os cupins pertencem à ordem Isoptera, e são considerados insetos sociais, pois são formadores de colônias, de cooperação mútua, onde seus indivíduos são divididos em castas como a dos reprodutores, formado basicamente pelo rei, rainha; reprodutores alados (siriris ou aleluias), a casta dos soldados e a casta dos operários. Os insetos pertencentes a cada casta, são morfologicamente distintos, havendo funções diferentes realizadas dentro da colônia.

Existe mais de 2000 espécies vivas de cupins descritas, sendo que 290 são encontradas no Brasil. Os cupins são, na sua maioria, decompositores de árvores mortas, ajudando consideravelmente na reciclagem de nutrientes ao solo, bem como na aeração destes. Apenas uns poucos gêneros são considerados pragas no agroecossistema e em áreas urbanizadas, causando elevados prejuízos, atacando árvores vivas (urbanas, reflorestamento, florestas nativas e ornamentação), plantas cultivadas e residenciais, ocorrendo em altas densidades populacionais, coabitando com o homem a procura de alimento.( Saiba Mais )

Descupinização - Cupins subterrâneos                                                                                                               

Os Cupins subterrâneos (Coptotermes havilandi, Reticulitermes lucifugus) apresentam ninhos mais elaborados que se desenvolvem preferencialmente no solo, interno ou externo a edificação, em madeiras em contato com o solo, em espaços que possam existir no interior das edificações, ou ainda em árvores, onde a umidade do solo, entre outros fatores, facilita a sua instalação.

Esses cupins apresentam grande capacidade de dispersão e a ligação entre a colônia e a fonte de alimento é feita por meio de túneis construídos por estes insetos. O ataque desses cupins é generalizado e não se limita a madeira e seus derivados. Outros materiais tais como tecidos, plásticos, borracha, couro, tijolos de barro, gesso e revestimentos de cabos elétricos também podem ser intensamente atacados por esses insetos, que podem ou não ingerí-los, já que não são utilizados como alimento, sendo eliminados sem serem digeridos.

Métodos de controle para Cupins subterrâneos

O controle de cupins subterrâneos baseia-se no estabelecimento de uma barreira que impeça a chegada das operárias até as plantas ou mudas. Esta barreira pode ser física ou química, sendo esta última a mais utilizada. Atualmente existem novas propostas de formas de controle, como a utilização de iscas tóxicas.

Barreiras Físicas

As barreiras físicas excluem cupins das edificações por meio de utilização de materiais impenetráveis. Estas barreiras podem ser construídas por partículas uniformes, como é no caso de areia, vidro moído, basalto, ou por telas de aço inoxidável, pois materiais muito grandes ou muito pequenos impedem que os cupins possam transportar este material na construção de galerias. Porém esta técnica não é muito empregada no Brasil.

Barreira Química

A barreira química consiste na aplicação direta de inseticida, no local de infestação ou ao redor dele. Um dos produtos mais utilizados é do grupo organoclorado, o qual possui um alto teor residual, e que devido a essa característica passou a ser proibido seu uso em 1985. No ano seguinte, instalaram-se dois experimentos com inseticidas nas formulações granulada, pó-seco, concentrado emulsionável e pó molhável. As especificações técnicas e seu modo de ação são apresentadas no tópico “inseticidas”.

Iscas                                                                                                                                           

Este método consiste na aplicação em material vegetal como blocos de madeira de inseticida de ação lenta e prolongada, que após ingerir o inseticida o cupim vive o suficiente para chegar ao ninho e transpor o composto a colônia. A importância desta técnica é o uso diminuto de inseticidas para o controle de cupins, sendo assim menos agressivo ao meio ambiente.

Medidas preventivas

O uso de boratos no controle preventivo e curativo desses cupins é relativamente recente. O produto usado é o octaborato dissodico tetrahidratado. Este composto é adequado para ser aplicado na madeira, pois ele é solúvel em água, tem pH neutro, além de não ter cor nem odor. As aplicações de soluções de borato são feitas diretamente na superfície da madeira atacada através de varas sólidas do composto, que são inseridas dentro de buracos perfurados nas estruturas infestadas. Os boratos são compostos persistentes, não voláteis e quando em baixas concentrações são tóxicos aos cupins. Quando utilizado em altas concentrações, eles agem repelindo ou detendo a alimentação desses insetos.

Descupinização - Cupins Arborícolas

Os cupins constituem um grupo extremamente daninho de insetos de madeira, onde escavam galerias, deixando a superfície da casca com espessura de papel. Em florestas eles são comumente encontrados na madeira de árvores cortadas, árvores atacadas ou mortas por coleobrocas (besouros que também atacam madeira) ou pelo fogo, em cepas e outras partes da madeira morta ou em decomposição. As espécies mais comuns no território brasileiro, principalmente Amazônia, são: Neotermes paraensis, Coptotermes niger, Coptotermes testaceus e Nasutitermes costalis.

O ataque deste inseto, popularmente denominado cupim-de-cerne, ataca plantas nativas do cerrado e, em outras regiões do Brasil, ataca seringueira e pau-rosa, além de sibipiruna, jacarandá-mimoso, quaresmeira, acácia, ipê, paineira, tipuana e outras. O cupim penetra pelas raízes ou pelas cicatrizes de galhos caídos fazendo galerias ascendentes e, a menos que a madeira tombe pela ação do vento, não é possível verificar o ataque, que só será notado por ocasião do corte.

Método de controle para Cupins Arborícolas

A detecção desses cupins no campo não é fácil, pois como o dano é interno e as arvores não apresentam sintomas aparentes, a detecção só ocorre após o dano já ter sido feito. Os métodos de controle dos cupins de cerne são semelhantes ao dos cupins subterrâneos.

Medidas preventivas

As áreas atacadas devem ser mapeadas e cadastradas, para que medidas preventivas possam ser tomadas quando se reforma a área. Apesar de existirem recomendações de controle, como a aplicação de inseticidas líquidos dentro dos troncos ou tocos, estas são de caráter paliativo e temporárias, pois não atingirão a colônia que está no solo. A incorporação e aplicação de inseticida no solo próximo aos tocos atacados é uma medida que necessita maiores estudos, pois o sistema radicular a ser protegido é muito desenvolvido, sendo necessárias altas doses de inseticidas sem a garantia de sucesso.

É recomendada, também, a utilização de práticas culturais como: prevenção de incêndios florestais, desbastes seletivos (retirar árvores danificadas ou doentes), adubações, seleção de espécies mais adaptadas etc.

Descupinização - Cupins de Madeira Seca

Os cupins de madeira seca (Cryptotermes brevis) localizam-se inteiramente dentro da madeira que consomem como alimento, sem a necessidade do contato com o solo. Portanto, o seu ataque caracteriza-se por um problema restrito as peças de madeira infestadas. São encontrados em todos os tipos de edificações e seu ataque ocorre em madeiras com baixo teor de umidade, localizadas tanto nas estruturas quanto em imóveis e peças avulsas. Na natureza ocorrem tanto em árvores em pé, viva ou morta, como em troncos caídos em decomposição.

Métodos de controle para Cupins de Madeira Seca

Para o controle de cupins de madeira seca, primeiramente é preciso ter a identificação correta da espécie infestante, pois a sua infestação é em menor número de indivíduos em comparação aos cupins subterrâneos, entretanto, com o passar do tempo, a proliferação da colônia inicial pode dar origem a varias outras colônias.

Numa infestação desses cupins, o mais difícil é averiguar a extensão da infestação no local. A localização exata da abrangência da infestação é um fator importante para a realização da desinfecção, a averiguação é dotada de vários métodos, os quais incluem: inspeção visual, sondas, olfação canina e uma variedade de aparelhos que verificam o som produzido pelos insetos.

Alguns métodos para o controle de cupins de madeira seca são: tratamento prévio da madeira, fumigação química e por calor e injeção de inseticidas.

Tratamento prévio

O tratamento da madeira por inseticidas é uma medida sensata, tendo em vista que estes inseticidas de tratamento prévio deixam resíduos por um longo período, portanto o tratamento tem ação por um longo tempo. A relação de alguns produtos utilizados e também aqueles proibidos atualmente estão listados no tópico “inseticidas”.

Fumigação química

Uma técnica muito utilizada nos EUA é a fumigação, que consiste em isolar externamente a residência com material impermeável geralmente material plástico e aplicar inseticidas na forma gasosa, este tratamento tem a vantagem de atingir a residência como um todo, assim eliminando todos os focos. Esta técnica é utilizada em residências com infestação ampla, porém utiliza substâncias que agridem a camada de ozônio, e seu uso foi banido no ano de 2005.

Fumigação por calor

Outra opção pouco empregada é o tratamento térmico da madeira, o procedimento consiste em elevar a temperatura da madeira para 66ºC por 1 hora e 30 minutos ou por 4 horas em tratamento a 60ºC, e da mesma forma, tratamentos com temperaturas baixas também irão eliminar os cupins, como é o caso da diminuição da temperatura a 10ºC negativos por quatro dias. Esta técnica elimina os cupins, devido ao fato de que os cupins não toleram altas variações de temperatura.

Injeção de Inseticidas

A aplicação de inseticidas nas madeiras infestadas utilizam, atualmente, solventes orgânicos, como é o caso do querosene, que são misturados com inseticidas, pois o emprego de água como solvente acarreta em proliferação de fungos e bactérias dentro da madeira. São feitos furos por onde é aplicado o inseticida e, posteriormente, estes furos são fechados. Este procedimento tem como objetivo alcançar as galerias onde a colônia se encontra.

Medidas preventivas

Uma medida importante é apagar as luzes na época de revoada de aleluias ou siriris, pois estes insetos são atraídos pela iluminação e podem infestar a área domiciliar ou utilizar madeiras como peroba rosa, o jatobá e a maçaranduba, que não são atacadas por cupins, pois seu cerne (porção central do tronco) apresenta compostos químicos que deixam as madeiras imunes a esses ataques.

Inseticidas para os 3 tipos de cupins

De um modo geral, os inseticidas podem ser usados para os três tipos de cupins. A composição química, modo de ação, aplicabilidade e toxidade de alguns produtos estão descritos a seguir. Vale lembrar antes, que os compostos organoclorados, aldrin, BHC, lindani, pentaclorofenol dentre outros apresentados são proibidos por lei (portaria nº 329, de 02 de setembro de 1985) em todo o território nacional, inclusive sua comercialização. Com exceção de cupinicidas a base de aldrin para o emprego em florestamento e reflorestamento; ao uso dos referidos produtos quando aplicados pelos órgãos públicos competentes, em campanhas de saúde pública de combate a vetores de agentes etiológicos de moléstias; dentre outras exceções que não cabem ao caso dos cupins.

BHC

O BHC age por contato, ingestão e fumigação. Sua fórmula bruta é C6H6Cl6 (hexacloro-ciclo-hexano). O BHC técnico é pó amorfo, volátil, acinzentado ou ligeiramente pardo, insolúvel na água. Apresenta cheiro desagradável que faz lembrar o do mofo.

O BHC do comércio é uma mistura complexa de diferentes substâncias, algumas das quais somente em partes foram identificadas e isoladas na forma pura. A solubilidade nos diferentes solventes orgânicos varia de um para outro isômero. As impurezas que aparecem no composto não têm ação inseticida e dos isômeros apenas o gama se sobressai pelo seu extraordinário poder sobre os insetos. Contudo, esse isômero puro é um pouco menos eficaz se comparado sua utilização juntamente com os outros compostos. Com exceção do isômero gama, os outros isômeros causam sérios inconvenientes, como fitotoxidade, odor penetrante, etc.

O BHC não deve ser usado para combater pestes dos lares, devido ao seu forte e característico cheiro de mofo. Ocorre alteração de gosto de determinadas plantas como batatinha, amendoim, batata-doce, mandioca, couve e frutas e possui um fator tóxico para algumas plantas e efeito acumulativo no solo, o que limita o seu uso.

É usado em polvilhamento, pulverização aerossóis. No comércio são encontrados os seguintes produtos: a) pó: com 1; 1,5; 2; 3; 9 e 12% de isômero gama; b) marcas comerciais: Benzefós, Benzenex, Hexason e outros.

Aldrin

O Aldrin age por contato, ingestão e fumigação. Sua fórmula bruta é C12H8Cl6 (hexacloro-hexahidro-endo). O aldrin técnico é uma substancia sólida, cristalina, um pouco volátil, mas solúvel em quase todos os solventes orgânicos. É estável em ambientes alcalinos e meios ácidos, porém, o calor diminui o poder residual, ou seja, quanto mais alta a temperatura, menos tempo permanecerá o aldrin sobre as plantas.

O composto é usado em polvilhamento, pulverização, pó e iscas. As concentrações utilizadas em cada um são: a) Pó: tem 2,5; 5; 50 e 75% de aldrin técnico. Nas duas porcentagens mais baixas recomenda-se para tratamento de solo em polvilhamento de plantas, já as duas últimas destinam-se a fins industriais; b) Pós molháveis: tem 40% de aldrim. Devem ser diluídos na água de modo que as suspensões tenham de 0,04% a 0,12% da substância; c) Concentrados emulsionáveis: em de 40 a 50% de aldrin, sendo muito mais comuns as formulações de 40%. Em pulverização, as emulsões também são regadas de 0,04% a 0,12%; d) Iscas granuladas: de 0,5 a 0,75% de aldrin.

Sua ação é lenta, não é fitotóxico quando usado em doses normais, a não ser para as curcubitáceias, que podem sofrer queimaduras. Com relação ao homem e a outros animais o aldrin é bastante tóxico por via oral.

Pentaclorofenol

Sua fórmula bruta é C6HCl5O. Quando puro é cristalino e incolor. O produto técnico aparece sob a forma de pó ou agulhas cinzento escuras. Praticamente insolúvel em água e solúvel em muitos solventes orgânicos e não inflamável e não corrosivo para os metais, exceto possivelmente na presença de umidade. Quando dissolvido em óleo, a solução pode danificar rapidamente a borracha. Os produtos devem ser pincelados na superfície da madeira não pintada ou não envernizada. O inseticida tem notável poder de penetração e tem efeito curativo e preventivo, porém, tem caráter fitotóxico e irrita a pele.

Dursan

O modo de ação do inseticida se dá por contato, ingestão, fumigação e ação de profundidade. Sua fórmula bruta é C9H11Cl3NO3PS. O produto técnico aparece sobre a forma de cristais brancos; é solúvel na cetona, benzeno, clorofórmio, etc. e insolúvel na água, sendo estável em condições normais de armazenagem. Também apresenta estabilidade em formulações aquosas neutras ou ácidas levemente acima da temperatura normal; a instabilidade, por sua vez, aumenta com a temperatura e em meio alcalino. A absorção na pele é insignificante, não oferecendo problema, no entanto, causa leve irritação nos olhos.

Lindane

O modo de ação do inseticida se dá por contato, ingestão e fumigação. Sua fórmula bruta é C6H9Cl6. É uma substancia sólida, branca, cristalina, solúvel no benzeno acetona e outros solventes. A produção do lindane é de real interesse, pois é um inseticida com 99%, no mínimo, de isômero gama do BHC (composto organoclorado de notável poder inseticida). Ou seja, possui algumas vantagens como: a) não tem odor desagradável, o que possibilita seu uso nos lares; b) em geral, não altera o gosto e odor das plantas e frutos polvilhados ou pulverizados; c) tem ação fitotóxica mais baixa; d) tem menor efeito acumulativo no solo; d) é monos prejudicial as bactérias e outros microorganismos.

Clordane ou Octaclorado

O modo de ação do inseticida se dá por contato, ingestão e fumigação. Sua fórmula bruta é C10H6Cl8. O clordane técnico é liquido escuro, cor de âmbar, muito viscoso, de cheiro agradável, semelhante a cedro; insolúvel em água, mas solúvel nos solventes orgânicos comuns (querosene, xilol, óleos miscíveis, éteres, ésteres, etc.). Pode ser usado em polvilhamento e pulverização. Sendo que os de polvilhamento são geralmente comercializados em 5% ou 10% para pó, ou 40% ou 50% para pós molhados.

Combate de cupins sem o uso de inseticidas

Um dos meios para evitar a proliferação do cupim é através da remoção da madeira infestada, eliminando assim uma fonte contínua de novas infestações, e posterior destruição do foco removido. Existe também o combate pelo controle biológico, não tóxico: uma técnica que utiliza fungos e protozoários que causam algum tipo de doença nos insetos, entretanto ainda está em estudos para verificar sua especificidade e malefícios.

Riscos da Descupinização ao Homem

Os produtos utilizados para a exterminação dos cupins subterrâneos podem oferecer riscos à saúde do homem caso este entre em contato direto com a calda cupinicida. A intoxicação pode ocorrer, principalmente, por via oral, dérmica e inalatória. Quando por via oral, sintomas como: tontura, sonolência, tremores, movimentos incoordenados, diarréia e perda de peso podem ser observados. Se a via de intoxicação for a inalatória, observa-se sintomas tais como: hipotermia, distúrbios na respiração e na movimentação, tremores e reflexos pupilares impareados. Esses inseticidas parecem ser menos tóxicos quando absorvidos por via dérmica.

O tratamento é sintomático e de suporte. Primeiramente, deve-se remover o paciente da fonte de exposição e, caso haja contato dérmico com a calda, lavar a área do corpo atingida pelo produto com água e sabão em abundância. Em caso de intoxicação por via oral, não induzir o vômito e entrar em contato com o Centro de Assistência Toxicológica imediatamente.

O método de controle dos cupins madeira que mais oferece risco à saúde do homem consiste no da fumigação, sendo as vias mais comuns de intoxicação a oral e a inalatória (praticamente não é absorvido por via dérmica). Os sintomas mais comumente observados são: náuseas, vômitos, diarréias, dores abdominais e retroesternais, opressão do peito e tosse, dores de cabeça e vertigens. Em casos mais severos, podem progredir a colapso cardiovasculares, edemas pulmonares, cianoses e falência respiratória. Pericardites, falência renal e danos hepáticos que incluem icterícia, podendo se desenvolver posteriormente. Os sintomas podem aparecer de forma tardia e a morte pode ocorrer em até uma semana após intoxicação. Exposições "leves" podem causar irritação das membranas mucosas com sintomas iniciais de uma infecção do trato respiratório superior. Outros sintomas podem incluir dores de cabeça, fadiga, tosses, em casos mais severos ataxia, parestesia, tremores intensos, diplopia e icterícia. Casos muitos severos podem progredir a edemas pulmonares agudos, arritmias cardíacas, convulsões, coma e até a morte. Danos renais e leucopenia também podem ocorrer. A intoxicação crônica se caracteriza por anemia, bronquite, distúrbios gastrointestinais e visuais, dor de dente, edema maxilar e necrose mandibular, anorexia, perda de peso, anemia e tendência a fratura óssea espontânea.

Em intoxicações por via inalatória, deve-se manter o paciente em local arejado e, caso a intoxicação seja por via oral, indica-se a indução do vômito e a lavagem gástrica.

Ciclo de vida dos Cupins

Como possuem exoesqueleto rígido de quitina e proteínas, os insetos sofrem ecdise, o que significa que constroem um novo exoesqueleto maior e descartam o antigo, menor para poderem crescer e aumentar de tamanho.

Reprodução dos cupins

Na primavera, quando o ar está mais úmido, geralmente após uma chuva, machos e fêmeas enxameiam, ou revoam e, chegando ao solo, perdem as asas e formam os casais reais. Então, num pequeno buraco ou depressão próximo à uma madeira ou escavando uma câmara no solo, copulam, a rainha põe ovos e iniciam um novo ninho. Logo a população de operárias e soldados que destes nascem iniciam suas funções.

Importância e Curiosidades dos Cupins

Os cupins apresentam importância econômica, ecológica e na pesquisa científica. Economicamente podem trazer prejuízos para as edificações, do homem, para o madeiramento utilizado pelo homem, e alguns podem trazer prejuízo agroflorestal e ainda serem indesejáveis nas pastagens por determinarem um visual não estético.

Métodos de controle para Cupins subterrâneos

As técnicas de prevenção para cupins subterrâneos visam proteger as estruturas, como é o caso de construções. Esta prevenção inclui barreiras físicas, tratamento da madeira e controle da população de cupins através de iscas.

Métodos de controle para Cupins de madeira seca

Para o controle de cupins de madeira seca, primeiramente é preciso a identificação correta da espécie infestante, pois a sua infestação é em menor número de indivíduos em comparação aos cupins subterrâneos. Entretanto, com o passar do tempo, a proliferação da colônia pode dar origem à várias outras colônias.

Cupim - Dicas preventivas

A melhor forma de evitar problemas com infestações de cupins é a dedetização preventiva de móveis e construções, que consiste na aplicação de substâncias que repelem ou matam os insetos que entrarem em contato com o material.     

 

                                                                                    Website: Imu Rio Ltda


Doenças transmitidas por ratos

  • 25/4/2015
  • 06:43 PM

Rato | Ratos                                                                                                                                                                             

Os ratos são classificados pela sistemática – ciência que estuda a relação entre os organismos conforme sua classificação biológica – como roedores, isto é, animais da ordem Rodentia e, ainda, da família Muridae. Essa família, um setor da classe dos mamíferos, abrange os ratos, camundongos e ratazanas. São animais que possuem uma característica própria desse grupo: dentes incisivos. Além disso, podem ser caracterizados de acordo com alguns aspectos externos, como a coloração e o tipo da pelagem

Rato de Esgoto                                                                                                                                                                            

A espécie Rattus norvegicus, também conhecida como ratazana ou rato de esgoto, pertence a classe Mamiphera, ordem Rodentia, família Muridae e gênero Rattus. Essa espécie possui o comprimento da cauda menor do que os comprimentos da cabeça e do corpo quando somados. Além disto, tem orelhas e olhos pequenos e nariz arredondado. Seus pés ainda apresentam resquícios de membranas interdigitais e dedos longos.

Sua cor é muito variada, assim podem ser encontradas ratazanas acinzentadas, acastanhadas, nos tons de marrom, com trechos brancos ou até em negro uniforme. Também é possível encontrar, eventualmente, um rato de esgoto totalmente branco (albino), produzido ao acaso pela natureza ou pela sua fuga do laboratório, o qual sobreviveu e cruzou com Rattus norvegicus selvagens.

As ratazanas têm hábitos fossoriais, ou seja, escavam tocas e túneis no subsolo onde constroem seus ninhos. Na abundância de alimentos, como os provenientes do lixo orgânico inadequadamente disposto ou tratado, a proliferação desses roedores tem se acentuado. É, a espécie de roedor mais favorecida pelo ambiente urbano degradado por ocupações clandestinas, adensamento de locais carentes de infra-estrutura básica de habitação e saneamento, sendo responsável por surtos de leptospirose, mordeduras e agravos causados por alimentos contaminados por suas fezes e urina.

Rato de Telhado                                                                                                                                          

A espécie Rattus rattus, também conhecida como rato de telhado, rato preto, rato-do-forro ou rato-de-navio, pertence a classe Mamiphera, ordem Rodentia, família Muridae e gênero Rattus. Essa espécie possui características semelhantes as dos ratos de esgoto, porém, seus pés não apresentam resquícios de membranas interdigitais, mas sim calosidades nos dedos.

Sua cor predominante é cinza grafite no dorso e acinzentado ou branco no ventre. É importante salientar que a cor do pelame do roedor não auxilia na identificação da espécie. Não é por que o rato preto (R. rattus) tem esse nome popular, que todos os seus representantes são da cor negra.

O rato preto, diferente do rato de esgoto, prefere construir seus ninhos no oco de árvores, em vegetação densa, nos forros de residências, nas estruturas de sustentação dos telhados ou outras construções. Circunstancialmente, podem escavar tocas no solo, mas isso só acontece se não houver como e onde construir seus ninhos no alto, ou então quando há um excedente da população desses ratos.

Possui grandes habilidades, como caminhar sobre fios elétricos e subir em galhos de árvores, além de escalar superfícies verticais, adaptando-se perfeitamente à arquitetura urbana formada por grandes edifícios e casarões assobradados, locais onde encontra grande facilidade para se abrigar e obter alimentos, propiciando a expansão e dispersão da espécie.

Quais os produtos utilizados na desratização, sua composição e como agem?

São utilizados os rodenticidas classificados quanto à rapidez do efeito. São eles: os agudos (tóxicos nervosos) e os crônicos (anticoagulantes).

Os rodenticidas agudos provocam a morte do roedor dentro das primeiras 24 horas após sua ingestão, atuando, portanto no sistema nervoso do animal (tóxicos nervosos). Dentre eles encontram-se: a cila vermelha, a estricnina, o arsênico, o Antú, o 1080 e o 1081, o sulfato de tálio, a norbomina, a piriminil-uréia e o fosfeto de zinco. Sendo todos eles utilizados e comercializados no Brasil em algum período. Porém, posteriormente, foram proibidos ou descontinuados, seja porque a agonia violenta do roedor provocou a aversão da sociedade por razões humanitárias, seja porque o produto era inespecífico.

Já os rodenticidas crônicos provocam a morte do roedor em mais de 24 horas após sua ingestão. Eles agem interferindo no mecanismo de coagulação sanguínea, morrendo desta maneira, por hemorragias internas e eventualmente externas.

Provavelmente, mais de 90% das operações de controle de roedores em todo o mundo são realizadas através do emprego de pelo menos um raticida anticoagulante, devido à sua grande segurança de uso e a existência de um antídoto seguro: a vitamina K1 injetável (Kanakion ou Synkavit).

Esses rodenticidas anticoagulantes podem ser divididos em dois grupos: os derivados da cumarina (chamados de cumarínicos ou warfarínicos) e os derivados da indandiona. E, ainda podem ser classificados quanto ao número de doses: dose múltipla e dose única.

Os rodenticidas anticoagulantes de dose múltipla possuem um efeito cumulativo nos roedores, ou seja, necessitam serem ingeridos alguns dias seguidos (de dois a cinco) para que os sintomas do envenenamento apareçam. Existem vários compostos desse grupo, também chamados de “anticoagulantes de 1° geração”, que foram e são usados no Brasil, mas em escala reduzida como raticidas comerciais atualmente. Podendo, desta maneira, ser citados como exemplos os seguintes anticoagulantes: clorofaciona, cumacloro, cumatetralil, difaciona, difenacoum e warfarina (ou cumafeno).

Por último, há os rodenticidas anticoagulantes de dose única, também reconhecidos como “anticoagulantes de 2ª geração”, que provocam a morte do roedor entre 3 a 5 dias após a ingestão do rodenticida, embora possa ocorrer até 14 dias depois.               

São pertencentes ao grupo dos hidroxicumarínicos e podem ser exemplificados pelo: brodifacoum, bromadiolone, flocoumafen e a difetialona. Há outro composto, o difenacoum, o qual é colocado por alguns autores no grupo dos “anticoagulantes de 2ª geração”, porém há outros que preferem classificá-lo como anticoagulante de transição (situado entre a primeira e a segunda geração), pois embora seja eficaz contra roedores resistentes é igualmente de dose múltipla (efeito cumulativo).

Apesar desses rodenticidas anticoagulantes de dose única apresentar vantagens sobre os de dose múltipla como, por exemplo, a necessidade de apenas uma ingestão, a não necessidade de reposições das iscas e o baixo custo referente a mão de obra barata no tratamento, encontram-se diversas desvantagens. Entre elas, o fato dos ingredientes (princípios ativos) possuírem maior toxicidade quando comparadas aos anticoagulantes de primeira geração, sendo assim um fator limitante para o seu emprego em larga escala e contra-indicada em locais onde possa haver riscos de ingestões acidentais (escolas, creches, favelas, etc).

As formulações dos rodenticidas são extremamente variadas. É muito comum um mesmo rodenticida, até uma mesma marca comercial, ser apresentado no mercado com duas ou três formulações distintas.

Essa variedade de apresentações tem suas razões: tamanha é a capacidade perceptiva dos roedores e imensa a variedade de ambientes e de situações nos quais se instalam. Se existissem apenas um ou dois tipos de formulações, os resultados seriam mínimos e/ou inócuos.

Cada situação onde exista o problema de infestação de roedores é única e exige um estudo individualizado do problema, consistindo no emprego de um ou mais determinados tipos de formulações.

As formulações comerciais de rodenticidas existentes no mercado brasileiro são: - iscas: atraem os roedores pelo odor e aparência apetitiva (a cor não importa) induzindo-os, assim, a comer. Geralmente são feitas de grãos de cereais quebrados em diversos tamanhos, pois eles preferem as iscas granuladas em vez de iscas pulverizadas. Também são apresentadas a granel, ou com invólucros de plástico ou papel. Se a espécie a ser combatida for a R. rattus (rato de telhado) deve-se prender a isca junto às estruturas de sustentação dos telhados por onde esses roedores caminham, algum dispositivo de guiso de cocho (tábua) onde o rodenticida isca será colocado; encontrando o que comer, o rato de telhado não precisará descer ao chão para buscar alimento, ingerindo o rodenticida em seu lugar.

No combate a R. norvegicus a isca deve ser colocada, se possível, na sua toca para aumentar a chance de encontro da isca. Se não for possível, poderá ser disposta ao longo de suas trilhas, caminhos e passagens.

-Blocos sólidos: são iscas envoltas por um bloco de substância impermeabilizante indicada (parafina), presa com arames nos poços de visitação. É utilizado para locais úmidos e para esgotos, onde a oferta de alimento é pequena e, também, onde se encontram o R. norvegicus.

-Pó de contato: polvilhado na soleira das tocas, ao longo das trilhas, nas passagens e nos pontos mais freqüentados pelos roedores. O pó adere aos pêlos e patas dos roedores, que ao voltarem em suas tocas e executarem seu comportamento de limpeza corporal, acabam ingerindo-o e morrem. Por serem concentrados necessitam de um profissional para aplicá-lo.

Embora não haja no Brasil nenhum gás registrado como rodenticida, muitos profissionais utilizam o brometo de metila, o cianogás e a fosfina (fosfeto de metila) para esse fim. O risco de escape acidental desses gases letais é muito alto e seu uso requer uma grande experiência e conhecimento técnico. Além disto, os túneis da ratazana se interligam no subsolo tornando possível a saída do gás por pontos não previstos.

Quando devemos fazer a desratização

O número de ratos existente numa colônia depende, principalmente, da disponibilidade de abrigo e de alimento. Assim quanto maior for a quantia de alimento disponível, maior será a população de ratos da colônia.

A desratização deve ser feita quando uma determinada área apresenta sinais que indicam problemas com roedores. Estes sinais podem ser:

- Sons: os roedores produzem sons, especialmente à noite, sons de roer, de corridas curtas e rápidas, de bater de dentes, guinchos e correrias (lutas ou acasalamento). É muito comum escutar tais sons nos tetos, telhados ou forros das residências infestadas.

- Fezes                             :                                                                                                                                                          

As fezes dos ratos, em forma de contas, chamadas cíbalas, são facilmente localizadas a olho nu e variam conforme a espécie;

- Urina   dos roedores emite fluorescência se exposta à luz ultravioleta, mesmo depois de seca, além de exalar um odor sui gêneris ("único em seu gênero");

-Trilhas:                                                                                                                                                                                       

Encontrada a céu aberto, pois nelas a vegetação não consegue crescer;

- Marcas de gordura: Manchas contínuas de cor escura junto aos rodapés, próximas aos cantos, sobre canos ou caibros, feitas pela gordura que os ratos deixam ao roçarem seus corpos quando caminham pelos mesmos lugares;

-Roeduras:                                                                                                                                                                                 

Lascas de madeira nos cantos das portas e parapeitos de janelas, pequenos orifícios semicirculares em armários, guarda-roupas, cômodas, paredes, etc. Observação de marcas de dentes em materiais roídos.

- Ninhos:                                                                                                                                                                           

Feitos geralmente com papel roído, alguns trapos ou outros materiais macios, mas com a presença de pêlos da fêmea. Freqüentemente há restos de alimentos nesses ninhos;

- Observação visual: com a utilização de uma lanterna durante a noite. Ratos vistos durante o dia podem sugerir uma infestação relativamente alta porque eles são animais de hábitos noturnos;

- Excitação de cães e gatos:                                                                                                                                                 

Ocorre em determinado ponto do chão ou da parede onde os ratos possam estar presentes, especialmente se esses roedores invadiram a área recentemente;

- Odor: os ratos possuem um odor sui gêneris (particular de cada gênero), o qual pode ser reconhecido facilmente ao entrar em um recinto infestado.

Como é feita a desratização                                                                                                                                           

O combate se concentra nos métodos de eliminação dos roedores infestantes e, didaticamente, são divididos em três grandes grupos: mecânicos (ou físicos), biológicos e químicos (raticidas).

Os métodos mecânicos ou físicos são baseados em armadilhas como a ratoeira “quebra-costas” e ratoeiras do tipo gaiola (alçapão, mundéu, guilhotina, etc). Sendo, ainda, a mais eficaz a “quebra-costas”.

As iscas utilizadas variam conforme a espécie que habita o local infestado. Pedaços de “bacon”, toucinho, peixe ou salsicha são excelentes para atraírem ratazanas (Rattus norvegicus) e ratos de telhado (Rattus rattus), já pedaços de pão untados com pasta de amendoim são iscas muito atrativas para camundongos (Mus musculus). Os camundongos não são ratos, e se diferem destes por serem do gênero Mus, e por possuírem o comprimento da cauda igual ou pouco maior do que a soma do comprimento da cabeça mais o corpo. Ainda, apresentarem formas e extremidades afiladas.

As ratoeiras oferecem certas vantagens, como: dispensar o uso de qualquer raticida, permitir a visualização pelo usuário do resultado do trabalho, além de eliminar o problema de ratos mortos em lugares inacessíveis ou escondidos, os quais podem causar maus odores.

No entanto as armadilhas não são tão eficazes contra ratos de telhado e ratos de esgoto, pois são animais naturalmente desconfiados e dificilmente se aproximam de objetos novos em seu território (neofóbicos).

Existem outros processos físicos para combater roedores, como as placas de cola e os aparelhos de ultra-som. As placas de cola são colocadas nos caminhos dos roedores, os quais ficam presos devido à viscosidade da cola empregada. Esse tipo de armadilha é severamente criticado por entidades protetoras de animais, por provocar agonia e sofrimento no roedor antes da sua morte por exaustão. Por outro lado, quando os outros roedores das colônias visualizam o indivíduo preso, rapidamente aprendem sobre a condição de perigo e passam a evitá-la.

Os aparelhos de ultra-som emitem sons de freqüências altas inaudíveis aos humanos, mas perfeitamente escutados pelos roedores. Esses sons provocariam a evasão dos mesmos, e evitariam a invasão da área infestada. Todavia, esse dispositivo não foi capaz de produzir esses efeitos, devido à rápida acomodação auditiva dos ratos e camundongos e também às áreas de “sombra” atrás de objetos presentes no recinto, onde o ultra-som não atinge.

Os métodos biológicos (controle biológico) não são recomendados pela Organização Mundial da Saúde por considerá-los potencialmente perigosos. Visto que tentativas anteriormente utilizadas, como no caso da aplicação de bactérias da espécie Salmonete enteritides causadoras de severas diarréias de curso mortal em roedores, forem frustradas devido à inespecificidade do patógeno, causando assim sérios acidentes com outras espécies de animais.

Finalmente, os métodos químicos ou rodenticidas, erroneamente conhecidos como “raticidas”, os quais são drogas desenvolvidas e preparadas para causar a morte do roedor, ressaltando-se aqui a toxicidade de todos os rodenticidas. Portanto, estes, devem ser manuseados, empregados e armazenados com cuidado e conhecimento, tal como os inseticidas, os produtos de limpeza, os detergentes, certos solventes, etc.

A legislação Brasileira impõe normas para o uso e a composição dessas drogas. Atualmente todos os rodenticidas devem estar registrados na ANVISA. É preciso atentar a esse fato, pois ainda hoje há uma série rodenticidas ilegais à base de arsênio ou estricnina. A legislação também não permite a comercialização desse produto na forma líquida, desta maneira podem ser identificadas as drogas ilegais.

Há ainda, as medidas preventivas, o controle ambiental dos roedores, o qual é feito através de melhorias das condições higiênico-sanitárias das moradias da população, armazenamento apropriado de alimentos, destino adequado do lixo, cuidados com a higiene, remoção e destino adequado de resíduos alimentares humanos e animais, manutenção de terrenos baldios murados e livres de mato e entulhos, limpeza e desinfecção de áreas domiciliares potencialmente contaminadas.

Riscos da desratização ao homem      

A intoxicação por rodenticidas de efeito agudo ocorre mais comumente pelas vias: oral, dérmica e inalatória e pode causar ao homem sintomas como: rigidez dos músculos do pescoço e da face seguida de hiperreflexia e hiperexcitabilidade que podem resultar no principal sintoma desse tipo de intoxicação, a convulsão. Outros sintomas que caracterizam o quadro são: gastrite, diarréia profusa, irritabilidade, sonolência, delírio, espasmos, tontura, tremores, paralisia e até coma.

Caso a intoxicação seja por via oral, não é recomendável a indução do vômito devido ao risco de convulsões e aspiração. Nesses casos, realizar uma lavagem gástrica seguida de carvão ativado. Para o controle das convulsões, o diazepam é o fármaco de escolha por ser também miorrelaxante.

Já os rodenticidas de efeito crônico, apresentam as mesmas vias de intoxicação que os de efeito agudo, porém os sintomas são distintos: inicialmente assintomáticos, progridem para sangramento em diversos órgãos. Em casos mais graves, observa-se hemorragia maciça (geralmente interna), dor abdominal aguda, choque e coma.

O tratamento para este caso de intoxicação é geralmente lento e requer muito cuidado, pois se deve evitar qualquer fármaco que altere o metabolismo dos anticoagulantes. Em todos os casos, sugere-se uma lavagem gástrica e transfusões sanguíneas a fim de manter os índices volêmicos.

Habitat dos Ratos                                                                                                                                                                

Os ratos possuem hábito noturno. Isto significa que eles saem em busca de alimento somente durante a noite, uma vez que é o período mais fácil de obter alimento e menos perigoso também. Mais ainda, utilizam principalmente o tato, a audição e o olfato para a obtenção do alimento, uma vez que esses sentidos são mais aguçados do que a visão. Como eles têm várias habilidades físicas – nadar, subir em locais altos, saltar ou mesmo equilibrar-se em fios e cabos – eles conseguem obter alimento mesmo que esse esteja em locais de difícil acesso. Eles podem bloquear a respiração por até três minutos, permitindo a natação dentro de canos e esgotos.

Ciclo de Vida dos Ratos                                                                                                                                                

Esses roedores possuem um ciclo de vida de 9 (nove) a 12 (doze) meses e com um período de gestação de aproximadamente 22 (vinte e dois) dias. A maturidade é atingida, por esses animais, após, no máximo, 3 (três) meses, isto significa que, apenas sessenta dias do dia do nascimento eles já estão aptos a se reproduzirem. As fêmeas dos camundongos têm em média seis ninhadas no ano, com 3 a 8 filhotes por ninhadas. Já as fêmeas dos ratos (preto e ratazana) têm até doze ninhadas por ano, com 7 a 12 filhotes por ninhada.

 Medidas Preventivas

Baseando-se no fato de os ratos necessitarem de abrigo, alimento e água, foram elaboradas algumas medidas que podem ser tomadas no dia-a-dia da sua casa.

Tais medidas preventivas também podem ser chamadas de antirratização, e são atitudes que devem ser tomadas por todos os cidadãos, por serem os ratos animais que causam danos e por poderem transmitir doenças aos seres humanos.

Curiosidades

- Os ratos são responsáveis pela perda de 30% da produção nacional de grãos e 4% da produção mundial.

- A cada 3 dias, há registro em hospitais e postos médicos de 1 pessoa com lesões por roedura e doenças de ratos.

- A Suíça mantém 0,5 rato per capita, os EUA 2 ratos per capita, enquanto no Brasil, nos grandes centros urbanos,

  existem 15 ratos/habitante, sendo a média nacional de 8.

- Se acasalarmos um casal de ratos em Janeiro, em Dezembro teremos 180 mil descendentes e no período de 10 anos serão 48 trilhões.  

 

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Serviços

  • 25/4/2015
  • 06:33 PM

Serviços:

A Imu Rio ME uma empresa que se preocupa com a saúde e o bem estar dos seus clientes, por isso visamos sempre a qualidade dos nossos produtos onde o único fornecedor nós garante, veja a nossa parceria, para maior entendimento.  

 

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Pagina Inicial

  • 24/4/2015
  • 11:07 AM

A Imu Rio ME, dá conta do recado!                                                                                                                                          

Sobre nós:  

Somos profissionais de confiança com mais de 17 anos de experiência. Ouvimos os nossos clientes e trabalhamos com eles para resolver as suas necessidades através de soluções inovadoras.

  Serviços:

O que você pedir nós podemos fornecer. Com uma equipe experiente trabalhando o tempo todo, você pode ter certeza que vamos completar o trabalho bem feito, ainda sem prejudicar o meio ambiente.

 

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História

  • 23/4/2015
  • 09:56 PM

A História dassas Empresas de Controle e Vetores de Pragas Urbanas

O termo dedetização surgiu da substância Dicloro-Difenil-Tricloroetano – DDT, muito utilizada na Segunda Guerra Mundial para proteger os soldados contra insetos, porém foi banida pelos órgãos de saúde devido ao elevado grau de toxidade e contaminação ambiental. Mesmo assim o nome passou a representar toda e qualquer substância para o controle de pragas e é por isso que hoje, embora seja vetado o uso do DDT no país, o termo dedetização é adotado. Porém, usualmente são utilizados os termos desinsetização para o controle químico de insetos como barata, cupins e formiga ou desratização para o controle químico de ratos. Entende-se por praga, nome popular, os insetos, ácaros, ratos, pombos, entre outros animais sinantrópicos, que são aqueles que vivem próximas às habitações humanas, ou seja, que em determinado local ou momento podem causar algum dano direto ou indireto à saúde humana.

Devido aos problemas de saúde pública provenientes desses animais, o homem desenvolveu técnicas, como controle químico usando o inseticida organoclorado DDT, substância química pioneira, utilizada com a finalidade de reduzir as populações de insetos em ambiente urbano.

O controle das pragas urbanas realizado por empresas dedetizadoras tem como finalidade a proteção da saúde e do bem estar da população, impedindo a partilha dos alimentos, das habitações e dos locais de trabalho e lazer com os insetos, roedores e outras espécies de pragas. Esse controle é um sistema que inclui medidas preventivas e corretivas, de modo a que as espécies de pragas sejam mantidas em níveis que não conduzam à ocorrência de problemas significativos.( Saiba Mais)

Atualmente as empresas de controle de pragas procuram por certificações de parâmetro internacional como o NBR ISSO 9000 e/ou filiação a associações internacionais. Nestas associações são realizadas conferências e congressos para debater as técnicas vigentes e novas e, desta maneira, manter sua qualidade. Assim ocorre uma unificação nas técnicas de controle das pragas no mundo.

A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é o órgão responsável pela regulamentação da dedetização no Brasil através da RDC nº 52/2009, que visa garantir a qualidade e a segurança do serviço prestado e reduzir o impacto ao meio ambiente, à saúde do consumidor e do aplicador do produto tóxico. Para isso, a empresa especializada deve possuir um responsável técnico, devidamente registrado, que apresente comprovação oficial da competência para exercer funções relativas ao controle de pragas e vetores urbanos, emitida por seu respectivo conselho profissional.

A empresa responsável também deve apresentar instalações adequadas, que garantam a segurança das edificações adjacentes, e equipamentos de segurança para evitar possíveis intoxicações por parte dos funcionários. Em local público e visível, deve ser afixada a licença

sanitária atestando a adequação da empresa.

Conjuntamente com as instalações, a RDC nº59 exige a descrição de todos os procedimentos técnicos adotados pela empresa, condições para o transporte dos produtos, normas de biossegurança e instruções em casos de intoxicação acidental em um documento denominado Procedimento Operacional Padrão (POP).

Quanto às embalagens dos produtos dedetizantes, estas devem estar devidamente rotuladas e entregues aos clientes juntamente com o comprovante de execução de serviço, que contém todas as informações referentes ao produto e ao serviço. Estas mesmas embalagens devem ser devolvidas à empresa após o uso e esta deve tomar as devidas providências a fim de que os resíduos tóxicos não contaminem o solo e os lençóis freáticos.

Assim, o descumprimento da RDC nº59 não acarreta ao infrator somente o pagamento de uma multa por infração sanitária, mas também aumenta o risco de intoxicações acidentais por parte de seus funcionários e consumidores.

O impacto dos inseticidas no meio ambiente

Não há parte da Terra onde não existam pelo menos algumas moléculas dessas substâncias tóxicas em plantas, animais, solo, água e ar. Embora a quantidade de resíduos desses produtos seja pequena se comparado com a de outros contaminantes, como resíduos industriais, domésticos e dos escapamentos dos automóveis, ele constitui um total bastante significativo.

Quando um inseticida é aplicado em plantas, animais, solos, água ou ar, muitos fatores agem promovendo mudanças que dependerão da natureza do produto e das condições ambientais. Fatores ambientais, metabólicos e físicos, atuam sobre essa mudança. Tais fatores podem ser: o tipo de animal, planta, etc.; os fenômenos migratórios dos mesmos (penetração e transporte sistêmico); o clima e o tempo de decomposição do produto.

Os solos são contaminados por aplicações aéreas ou diretamente de inseticidas. A persistência dessas substâncias depende das propriedades físico-químicas dos tóxicos, do tipo de solo, da umidade, temperatura, microorganismos, cobertura vegetal, intensidade de cultivo e modo de formulação dos compostos. Os resíduos mais comuns no solo são, sobretudo, os organoclorados e DDT. O BHC decompõe-se originando compostos que não tem efeito inseticida; o DDT formando produtos tóxicos (DDD e DDE) e outros não-tóxicos; o aldrin e o heptacloro se decompõem nos seus epóxidos (composto orgânico derivado de éter) tóxicos, dieldrin e epóxido de heptacloro. Os organofosforados decompõem-se rapidamente.

Esses produtos agem não somente nas populações das pragas como também, e principalmente, nas populações de outras espécies que coabitam o sistema. A razão disso é a estrutura das comunidades nos diferentes níveis tróficos das cadeias alimentares. Mas não apenas esses

importantíssimos agentes biológicos de regulação populacional são atingidos como várias espécies que vivem nos solos e plantas dos ecossistemas e aquelas que os visitam periodicamente também o são.

Dentre esses animais do ecossistema, alguns são resistentes à ação do inseticida, como caramujos, lesmas e certos répteis, que podem acumular quantidades apreciáveis do produto em seus corpos, sem sofrer qualquer ação tóxica. Esses são organismos chaves para a transferência de praguicidas ao longo da cadeia alimentar, agindo como agentes de ligação entre as comunidades edáficas (animais que vive dependendo diretamente do solo) e os vertebrados predadores, particularmente as aves que vivem sobre o solo. Por se alimentarem dessas presas contaminadas, resíduos se acumulam nos seus tecidos adiposos. Durante período de grande atividade, ou de falta de alimento, as gorduras são utilizadas como fonte de alimento e os resíduos tóxicos acabam sendo liberados na circulação, o que provoca a morte dos animais.

Nem mesmo o homem escapa a ação dos inseticidas. A contaminação química dos alimentos e outros produtos de uso agrícola vêm assumindo importância crescente. Os compostos inorgânicos, muito usados no passado, contribuíram e continuam a atribuir, embora em menor escala, para a contaminação de alimentos como metais de chumbo, arsênico, mercúrio, cádmio e bário. O consumo de carne de animais alimentados com cereais contaminados também é outra fonte de intoxicação para o homem.

Além desses, existem também os compostos orgânicos dos quais, os organoclorados são os mais problemáticos e perigosos, deixando resíduos tóxicos em quase todos os alimentos em que são usados. Estudos encontraram uma variação de concentração de DDT no corpo humano variando em média de 5 a 12ppm, com valor extremo de 32,2ppm na Índia. Até hoje, nenhum efeito biológico foi observado nessas concentrações nem em outras mais elevadas. A ausência de efeitos a curto prazo, porém, não é garantia para o que poderá ocorrer a longo prazo. Acredita-se que os efeitos a longo prazo possam ser mutagênicos, teratogênicos (má formação do feto) e carcinogênicos (formação de câncer).

Muitos compostos organofosforados, quando abundantes no solo reduzem o crescimento de culturas como milho, da mesma maneira que o lindane e o carboril. O aldrin e o heptacloro parecem não causar problemas, já o DDT pode inclusive estimular o crescimento vegetal. Muitos deles são fitotóxicos, podendo matar imediatamente os tecidos vegetais ou interferir com processos fisiológicos, reduzindo a eficiência das plantas. Alguns dos compostos organossintéticos podem inclusive provocar queda de botões florais e de pequenos frutos.

 

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Home

  • 23/4/2015
  • 09:15 PM

Home

A Imu Rio ME se iniciou em 1997. O fundador da empresa, visava um novo conceito em Consultoria de Imunizaçães eControle e Vetores de Pragas Urbanas, onde a ética, a qualidade dos serviços e o atendimento personalizado seriam as marcas registradas.

Durante a nova trajetória que se desenrolava, pessoas especiais, idealistas e determinadas a construir um novo tipo de organização foram se juntando ao projeto de seu fundador.

Foi com o esforço e a dedicação de todos que a Imu Rio ME foi construindo passo a passo a sua reputação, acompanhando o desenvolvimento tecnológico e atendendo aos seus clientes com competência, carinho, dedicação e com ética acima de tudo.

Estes princípios transformaram a Imu Rio ME em uma das mais respeitadas empresas de Consultoria de Imunizações e Controle e Vetores de Pragas  Urbanas do Rio de Janeiro, com o reconhecimento dos clientes que procuram os seus serviços.

Missão

Atender e superar as expectativas dos nossos clientes que procuram pelo melhor serviço de Dedetização, Descupinização e Desratização,  com estratégias de controle de pragas para cada situação sendo cupins, brocas, baratas, roedores, formigas, pulgas, traças, moscas, escorpiões, aranhas, entre outras pragas, com os melhores preços do mercado, fornecendo produtos seguros e com qualidade diferenciada para dedetizar, descupinizar e desratizar, através de modernas tecnologias e elevada qualificação dos colaboradores, atuando com responsabilidade social e ambiental, gerando valor para nossos clientes, parceiros, colaboradores e para a sociedade.

Visão

Satisfazer as necessidades dos clientes localizados no Rio de Janeiro e que procuram serviços de Dedetização, Descupinização e  Desratização  e as expectativas das partes interessadas mediante a alta qualidade, inovação, efetividade e segurança nos serviços prestados.

Princípios

A liderança da Empresa conquistará novos canais de relacionamentos com clientes e parceiros atraves da criação de técnicas, expandindo sua atuação regional em linhas de produtos modernos.

Princípios

A liderança da Empresa conquistará novos canais de relacionamentos com clientes e parceiros atraves da criação de técnicas, expandindo sua atuação regional em linhas de produtos modernos.

 Criando Valor

Com a nossa equipe de colaboradores altamente qualificada, realizamos serviços que atendem a necessidade dos nossos clientes, contribuindo para a saúde e higiene ambiental.

Gestão

A política de gestão da Imu Rio ME, sua cultura organizacional e modo de serviço demonstram o elevado compromisso ético da empresa, refletindo no padrão de segurança e qualidade que marcam os serviços executados.

Politica de Privacidade

A Imu Rio ME, é uma empresa especializada na prestação de serviços de Consultoria de Imunizações e controle e vetores de pragas urbanas, onde visamos sempre a competitividade das empresas, e melhorar as técnicas de aplicações de forma a garantir a qualidade dos nossos serviços, garantindo sempre a satisfação dos nossos clientes.

 

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