JURANDIR LOPES JUNIOR Lopes & Scudeler Seguros e Consultoria Ltda. seguroseprevidencia@gmail.com

Palestras abordam oportunidades no setor - 04/04/2011

05:57 PM, 4/4/2011

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O cenário de crescimento do mercado de seguros e os caminhos para a realização de bons negócios em diferentes segmentos estão entre os temas a serem abordados em eventos do setor em diferentes estados brasileiros nesta primeira quinzena de abril. No dia 4, às 19h30, a psicóloga Andresa Pugliese falará em Goiânia sobre “Como Melhorar Sua Postura e Etiqueta Empresarial”. O evento, gratuito, acontecerá no auditório do Sincor-GO, na Rua C - 145 - Quadra 337 - 1036, Jardim América.

“A Abertura do Mercado de Resseguros e os Novos Riscos Para Seguradoras” será o tema do administrador Nilton Haiter dia 5, às 19h, no auditório da Escola Nacional de Seguros em São Paulo, que fica na Rua São Vicente, 182, Bela Vista. O evento é gratuito.

O economista Antônio Marcio Buainanin falará, dia 5, às 12h, sobre os desafios a serem enfrentados pela economia brasileira para sustentar a continuidade do crescimento econômico com inclusão social. A palestra “Desempenho, Perspectivas e Cenário para a Economia em 2011” acontecerá no Restaurante Dom Camaleone, que fica na Rua Desembargador Sampaio, 263, na Praia do Canto, em Vitória.

Em São Paulo, a Agência Seg News promove, dia 6, das 14h30 às 17h, a palestra “Corretor Pró-Sorriso - Perspectivas e Oportunidades para os Corretores do Mercado de Planos Odontológicos”. Otávio Antonio Filho, diretor de Planos Odontológicos da MetLife, e Sergio Mônaco, diretor de Marketing e Vendas da DEX Brasil, falarão sobre o atual momento mercadológico e as chances de negócios neste segmento. Mais informações pelo email agenciasegnews@agenciasegnews.com.br.

Blumenau sediará a palestra Tecnologia e Oportunidades em Seguros, a ser proferida por Eduardo Dal Ri, diretor de Automóvel e responsável pelas áreas Atuarial e Estatística da HDI Seguros. Ele falará dia 7, às 19h, sobre como corretoras de seguros e seguradoras podem aproveitar o momento favorável da Internet e alavancar seus negócios através das novas formas de relacionamento pessoal e comercial. O evento gratuito acontecerá no Hotel Himmilblau, na Rua 7 de Setembro, 544, no Centro.

Mais informações sobre os eventos do mercado de seguros em abril estão disponíveis no site www.funenseg.org.br.
 

Menos ruim não é bom

05:54 PM, 4/4/2011

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O Estado de S. Paulo | Economia | BR

 

Cada vez que um governo muda as regras no meio do jogo, as empresas são obrigadas a se adaptarem e nem sempre esta adaptação se insere no contexto esperado

Antonio Penteado Mendonça - O Estado de S.Paulo

O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) acaba de baixar a Resolução 232 de 25 de março de 2011, alterando a Resolução CNSP 168, de dezembro de 2007, e revogando a Resolução CNSP 224, de dezembro de 2010.

Todo este movimento afeta as regras para a operação de resseguro, cujo monopólio foi quebrado pela Lei Complementar 126/07, regulamentada pela Resolução CNSP 168, que tem particularidades que fazem do Brasil um mercado atípico para as resseguradoras interessadas em operar com os riscos nacionais.

Numa série de três artigos publicados após a entrada em vigor das Resoluções CNSP 224 e 225, mostrei de forma simplificada o que é, para que serve e como funciona o resseguro. E mais que isso, mostrei que as duas Resoluções, além de ilegais, o que já seria suficiente para afastar novas resseguradoras interessadas em operar no País, ainda por cima criavam um clima de forte insegurança jurídica, colocando o Brasil entre as nações vistas com reservas para investimentos pelas grandes empresas de todos os setores econômicos.

Conhecer as regras do jogo e saber que elas serão mantidas, ainda que longe de serem as mais adequadas, é fundamental para uma empresa desenvolver seu plano de ação para uma determinada região. Cada vez que um governo muda as regras no meio do jogo, as empresas são obrigadas a se adaptarem a elas e nem sempre esta adaptação, seja lá pela razão que for, se insere no contexto empresarial desenhado pela companhia.

Os conteúdos das Resoluções CNSP 224 e 225 poderiam ter sido baixados numa única Resolução, aliás, o que seria o lógico. Como as duas afrontam a lei, na medida em que modificam disposição de Lei Complementar, são peças antijurídicas, ou seja, são atos administrativos nulos ou anuláveis através da competente medida judicial.

Pelo desenrolar do drama, não me parece que o governo não soubesse disto. Pelo contrário, o fato de terem sido baixadas duas Resoluções dá a entender que ele estava pronto para negociar, porque a chiadeira seria forte. E esta certeza se consolidou quando outra Resolução, do começo do ano, prorrogou a entrada em vigor da Resolução CNSP 224.

Ocorre que tanto as seguradoras como as resseguradoras não fizeram o barulho que seria de se esperar. A entidade que desde o princípio se posicionou publicamente de forma contundente contra as mudanças embutidas nas Resoluções 224 e 225 foi a ABGR (Associação Brasileira de Gerência de Riscos), que congrega os grandes segurados e que percebeu rapidamente que na melhor das hipóteses o seguro brasileiro custaria mais caro e que, na pior, poderia acontecer de o País ficar sem determinados tipos de cobertura de seguros, duas situações extremamente negativas para empresas que pelo porte e pelas atividades não podem prescindir destes produtos, e tampouco pagar por eles mais caro que a concorrência.

Não quer dizer que os representantes dos outros setores envolvidos não se movimentaram, eles o fizeram, mas com o passar do tempo o governo se sentiu forte o suficiente para peitar os anseios do mercado e praticamente manter intacta a ideia original contida nas Resoluções 224 e 225. Assim, nasceu a Resolução 232, que somada a Resolução 225, preservada na íntegra, mantém a cessão de 40% dos resseguros gerados no País para resseguradoras locais, e libera 20% das cessões de resseguros para serem feitas dentro do mesmo grupo empresarial.

Alguém poderia dizer que a Argentina fez muito pior, ou que as restrições originais das Resoluções 224 e 225 eram mais severas. É verdade. Mas o que é menos ruim não é bom, é apenas menos ruim. O Brasil precisará de resseguros vultosos para garantir a realização das obras públicas previstas para os próximos anos. O cataclismo japonês vai diminuir a capacidade do mercado e encarecer as apólices no mundo inteiro. Num cenário como este não é hora de fazer graça. Se não acontecesse mais nada, o seguro brasileiro já custaria mais caro. Cutucar a onça com vara curta só vai fazê-lo mais caro ainda.

ANTONIO PENTEADO MENDONÇA, PRESIDENTE DA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS, SÓCIO DE PENTEADO

MENDONÇA ADVOCACIA E COMENTARISTA DA RÁDIO ELDORADO.

 

Saúde suplementar: o desafio da universalização

05:51 PM, 4/4/2011

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Correio Braziliense | Opinião | BR

 

» JOSÉ CECHIN

Diretor-executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde)

O acesso universal à saúde foi apontado pelo ministro Alexandre Padilha como um dos grandes desafios de sua gestão. Essa é, sem dúvida, uma das maiores reivindicações da população, que, com o aumento da renda, também sinaliza o desejo de adquirir um plano de saúde, como mostram pesquisas sobre o consumo do brasileiro em 2011.

O ministro mostra disposição para enfrentar a questão, ao mesmo tempo em que acena com maior diálogo com o setor de saúde suplementar - hoje, com quase 45 milhões de beneficiários no país, o equivalente a 23,4% da população brasileira.

Duas questões intrigam a todos: gestão e recursos financeiros. Boa gestão é sempre necessária, tanto no setor público quanto no privado, pois é a forma de evitar o desperdício de recursos sempre escassos. Mas não haverá gestão sem recursos financeiros. Se imaginarmos que o gasto per capita nos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), quase de US$ 4 mil, seria desejável para o Brasil, nós dispenderíamos grande parte de nossas rendas com saúde.

Faço a referência para mostrar a virtual impossibilidade de o setor público alocar, em futuro próximo, recursos necessários para prover atenção integral à saúde de todos os brasileiros. Forçoso, portanto, reconhecer a severa limitação de recursos financeiros para fazer frente às necessidades de gastos com saúde.

Por isso, entendemos que não haverá universalização do acesso à saúde senão por meio de forte e crescente interação entre os setores público e privado. No horizonte previsível, nem pode o Sistema Único de Saúde (SUS) sozinho cumprir com seu dever constitucional de garantir acesso a toda população, nem o setor privado tem condições de sozinho atender com integralidade e universalidade.

As pessoas que têm plano de saúde buscam atendimento na rede privada, embora não renunciem ao direito de se valerem do SUS e tampouco fiquem desoneradas de seus deveres de contribuintes. No entanto, ao recorrerem aos serviços da rede privada, os cidadãos com planos de saúde deixam de utilizar o sistema público.

Com menos pessoas dependendo exclusivamente do SUS, é possível planejar e organizar melhor o atendimento público de saúde, pois menor será número de indivíduos a serem atendidos pela mesma (e escassa) dotação orçamentária.

Ter plano é uma escolha voluntária e essa opção se dá por diversas razões - entre elas a expectativa de maior e mais rápido acesso e melhor atenção à saúde, a possibilidade de escolha do profissional, hospital ou laboratório e a qualidade das instalações privadas. Não há por que não permitir que um maior número de pessoas realize esse sonho.

Em 2010, o número de beneficiários de planos cresceu a taxas recordes, em razão do crescimento do emprego e das rendas. No entanto, com a ascensão econômica das classes C e D, era de se esperar crescimento ainda mais intenso - que não foi possível porque as pessoas ainda não têm renda suficiente para custear um plano de saúde.

Para aproximar o desejo das pessoas de ter um plano e sua concretização, o caminho é permitir o desenho de planos focados nas diferentes necessidades e possibilidades da população. Para isso será necessário rever a legislação e regulamentação da saúde suplementar, permitindo novos planos, voltados para os diferentes estratos sociais.

Esses novos produtos devem ter certas qualidades, como a permissão para que se construam provisões para as idades mais avançadas, que trazem consigo maior incidência de doenças, especialmente as crônicas, o que eleva os gastos com saúde num período da vida em que as rendas caem.

Proposta nesse sentido foi apresentada pela FenaSaúde, em parceria com a FenaPrevi, à Agência Nacional de Saúde Suplementar, que hoje estuda a criação de um plano híbrido de saúde e previdência - o que mostra que pequenas alterações nas regras soltarão as amarras da criatividade e libertarão os empreendedores para desenvolver produtos melhor adaptados às diferentes necessidades das pessoas.

Há enormes desafios a enfrentar na saúde, particularmente em razão da tendência do aumento das despesas médico-hospitalares com incorporação de tecnologias e envelhecimento da população. Não podemos assistir passivamente ao desenrolar dessas tendências e, resignados, aceitarmos as severas consequências da inação como se fatalidade fossem. Podemos e devemos construir nosso futuro, de maior acesso aos serviços de saúde, com menor incidência de doenças e vida mais longa e saudável para a população brasileira.

 

Seguros de baixo custo

05:49 PM, 4/4/2011

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Jornal de Brasília | Economia | DF

PROJETO DE LEI

Cem milhões de pessoas das classes C, D e E serão favorecidas com a medida

Soraya Sobreira

Inclusão social tem sido um dos temas mais discutidos nos últimos anos. Com base nisso, o mercado de seguros poderá contar com uma nova modalidade: os microsseguros. O objetivo da medida é fazer com que até cem milhões de pessoas que jamais tiveram condições de contratar serviços como seguros, poupança e crédito, tenham oportunidade para isto. Mas, para viabilizar os microsseguros, o Congresso Nacional precisa votar e aprovar o Projeto de Lei 3.266, de 2008, de autoria do deputado Adilson Soares (PR/RJ).

Depois de aprovado e sancionado, o texto será regulamentado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), que acompanha o tema há três anos. A decisão é aguardada ainda para este ano. Regina Camões, coordenadora do projeto de microsseguros da Susep, ressalta a importância de atender a população das classes C, D e E nos ramos de vida (com presença de cobertura de auxílio-funeral), residência e acidentes pessoais. "Esse público terá uma garantia, por exemplo, para seus imóveis, ainda que modestos, e pequenos empreendimentos. E poderão adquirir outros seguros, como de vida, acidentes e assistência funeral".

Liomário Alves de Araújo, 51 anos, que trabalha em serviços gerais, tem uma renda mensal de dois salários-mínimos para manter a mulher e dois filhos. "Não tenho condições financeiras para assegurar a mim e a minha família, embora eu quisesse". O professor de educação física Jenaide Pereira Lima, 54 anos, concorda. "O que se ganha não dá nem para cobrir as dívidas, por isso fica difícil adquirir seguro", lamenta. Ele diz que acha válido se o preço for acessível, pois tem mulher e duas filhas.

RISCO MAIOR

Segundo informações da Susep, pesquisas feitas por instituições internacionais confirmam que enquanto nos países desenvolvidos a maior parte da população está coberta por algum tipo de seguro, nos cem países mais pobres do mundo menos de 3% da população possui algum tipo de cobertura. Porém, são as famílias pobres que estão especialmente vulneráveis a riscos, tanto os causados pela natureza, quanto por ocorrências do cotidiano.

De acordo com a instituição, no Brasil a situação não é diferente, pois as classes menos favorecidas estão mais frequentemente expostas a doenças, acidentes, mortes e a uma série de danos e perdas relacionadas aos bens e à propriedade em função da natureza de suas atividades e do ambiente em que vivem.

"Essas ocorrências, além dos impactos sociais e econômicos causados aos mais carentes, geram, a cada período, uma série de gastos extraordinários para o governo, cujos recursos poderiam ser melhor empregados caso houvesse algum mecanismo que oferecesse uma proteção adequada para os segmentos mais pobres da população", afirma Regina Camões.

"Embora em um primeiro momento o microsseguro possa ser confundido com seguro popular, que é seguro massificado, com prêmios baixos, essa modalidade terá regras próprias, tanto na tributação, como nos canais de distribuição", explica a coordenadora da Susep.

FIA abre inscrições para pós-graduação em Seguros e Previdência

04:11 PM, 1/4/2011

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Data: 31.03.2011 - Fonte: Revista Apólice

 

O ProCED (Programa de Capacitação da Empresa em Desenvolvimento), da FIA (Fundação Instituto de Administração), está com inscrições abertas para a turma 5 da Pós-Graduação em Seguros e Previdência, cujas aulas terão início em 05 de abril de 2011. O curso é voltado aos profissionais de instituições financeiras, companhias seguradoras, entidades de previdência e capitalização, e de corretoras de seguro. As inscrições podem ser feitas até o dia 03 de abril, pelo site www.fia.com.br/proced. É necessário que os interessados possuam ensino superior completo e atuem na área de seguros e previdência.


O conteúdo disciplinar do curso conta com temas específicos para a capacitação de profissionais em Seguros e Previdência no âmbito de seguradoras, companhias de previdência privada, de planos de saúde, resseguradoras, capitalização e corretoras de seguro, com atualização dos conceitos e sua aplicabilidade prática considerando a realidade tanto nacional como internacional dos segmentos estudados.
 

Bradesco Seguros recebe Prêmio Segurador Brasil

04:03 PM, 1/4/2011

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Data: 31.03.2011 - Fonte: Seguros dia-a-dia

 

O grupo Bradesco Seguros foi destaque na cerimônia de entrega da 8ª edição do Prêmio Segurador Brasil, promovida pela Editora Brasil Notícias, nesta quarta-feira (30 de março), em São Paulo. As empresas que compõem o grupo foram reconhecidas em seis categorias listadas abaixo:


Bradesco Seguros - “Liderança de vendas Global em Seguros”


Bradesco Auto/RE - “Melhor Desempenho (Conglomerados com Faturamento acima de R$ 1,5 bilhão) em Transportes Internacionais, Condomínio, Riscos Populares e Aeronáuticos”


Bradesco Capitalização - “Marketing 10”


Bradesco Saúde - “Destaque do Mercado”


Bradesco Vida e Previdência – Com dois reconhecimentos: “Liderança/Melhor Desempenho de vendas Previdência Privada Aberta” e “Líder de Vendas Vida Individual”


O Prêmio Segurador Brasil leva em conta os números em prêmios obtidos pelas seguradoras no ano anterior. A premiação visa homenagear o trabalho empreendedor, a liderança e o desempenho das empresas do setor de seguros e criadoras de produtos para o mercado, além de ser uma forma de divulgação da empresa e atração de novos negócios.

 

Seguradora lança apólice com cobertura contra danos ao meio ambiente

04:01 PM, 1/4/2011

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Data: 31.03.2011 - Fonte: InfoMoney / Gladys Ferraz Magalhães

 

Não raro, as pessoas se deparam com notícias relatando vazamentos de óleo no mar, contaminação do solo, entre outros problemas envolvendo empresas e o meio ambiente.


Pensando nisso, a Ace Seguradora está trazendo para o Brasil um seguro que cobre prejuízos contra propriedades coletivas como mananciais, rios, atmosfera, fauna e flora. Ou seja, em caso de sinistro, o seguro oferece as coberturas necessárias em prol da preservação do meio ambiente, perdas infligidas a terceiros e prejuízos sofridos pelo próprio segurado.


“As empresas que operam no Brasil, de modo geral, estão fortemente expostas ao ordenamento jurídico que trata de possíveis acidentes com agentes poluidores no país. O seguro tem, neste particular, especial importância, pois transmite a segurança necessária para a continuidade das atividades”, ressalta o superintendente da área de Responsabilidade Civil Geral da Ace, Jeferson Bem.


Mercado


Para contratar o seguro da Ace, o interessado precisa preencher um questionário com duas páginas e aguardar a análise, geralmente feita em 15 dias.


As indenizações poderão ser efetuadas assim que houver reclamações de terceiros ou a partir da descoberta do sinistro pelo próprio segurado, sendo que, na opinião da Ace, ao adquirir a apólice, o segurado poderá demonstrar que executa , de fato, uma política eficaz de prevenção de acidentes ambientais.


Conforme levantamento da seguradora, nos Estados Unidos, os setores que mais adquirem seguros ambientais são bancos, fundos de investimentos, petróleo (incluindo fornecedores), tratamento de resíduos, serviços industriais, construção civil e hotéis.

Novas resoluções do CNSP podem encarecer preço do resseguro

03:58 PM, 1/4/2011

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Data: 31.03.2011 - Fonte: Segs | Márcia Alves

 

Esta foi a conclusão de especialistas reunidos em debate promovido pela JBO Advocacia, nesta terça-feira, 29 de março, na capital paulista. O grupo também criticou a redação da recente Resolução 232, que dá margem a muitas interpretações, e analisou os impactos das novas regras no mercado nacional e internacional.


Se há um consenso no mercado de seguros e resseguros quanto às novas normas editadas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) é que não agradaram ninguém. Ainda que a nova Resolução 232, publicada no Diário Oficial desta segunda-feira, 28 de março, tenha revogado a polêmica Resolução 224, substituindo a proibição total do repasse de riscos para empresas do mesmo grupo no exterior pelo limite de até 20% dos prêmios em cada cobertura contratada, não conseguiu agradar a todos os players do mercado.


Ambas as resoluções foram analisadas em detalhes por um grupo de especialistas reunidos nesta terça-feira, 29 de março, em evento promovido pelo escritório JBO Advocacia, na capital paulista. Márcia Cicarelli, sócia da JBO, que assumiu a organização do evento há alguns meses, revelou que os palestrantes foram surpreendidos com a edição da nova Resolução 232 e obrigados a rever suas apresentações. “A 224, que foi editada ao apagar das luzes no último ano e que deveria entrar em vigor em janeiro deste ano foi prorrogada para março. Mas, antes do fim desse prazo acabou revogada por uma nova resolução. É vexatório”, disse a palestrante Patricia Godoy, diretora jurídica da ACE Seguradora.


Ela conta que chegou a ser questionada pela matriz de sua empresa sobre o porquê de não saber antecipadamente da edição das novas regras. “No exterior, qualquer mudança na legislação deve ser discutida, obrigatoriamente, em audiência pública. Mas aqui isso não acontece”, lamentou. Para a especialista, situações como essa geram insegurança jurídica e prejudicam a imagem do país perante investidores estrangeiros. “A intenção da Lei Complementar 126 era transformar o Brasil em um pólo de resseguro. Mas com a mudança de regras do jogo da noite para o dia, qualquer investidor estrangeiro pensará duas vezes antes de decidir investir no país”, avaliou.


As duas especialistas apontaram muitas falhas de redação no curto texto da Resolução 232, que além de gerar várias interpretações, ainda conflitam com a legislação em vigor. De acordo com Márcia Cicarelli, a 224 vedava o repasse de riscos, mencionando a “responsabilidade” assumida em seguro, resseguro e retrocessão. A 232, porém, veda não a responsabilidade, mas a transferência de prêmio além do limite de 20%. “Houve a troca de responsabilidade por prêmio”, concluiu.


Para Patricia Godoy, não está claro se os prêmios mencionados na nova resolução são de resseguro ou seguro. “Embora eu saiba que sejam prêmios de resseguro, isso não está escrito na resolução”, disse. Por esse raciocínio, ela disse que também é questionável a interpretação do trecho que define o limite de 20% a cada cobertura contratada. “Mesmo num contrato de resseguro pode haver vários ramos. Então, esse limite poderia ser por ramo ou apólice?”.


Para Márcia Cicarelli, o texto suscita outra dúvida. “Quando se transfere o risco, o prêmio está atrelado. Mas será que é possível transferir o risco sem a transferência de prêmio?”, questionou. Ela ressaltou, ainda, que a nova resolução fornece uma redação mais detalhada sobre a definição de intragrupos – que já era definida de forma parcial em resoluções anteriores -, estabelecendo que a mínima participação acionária de 10% ou o simples controle operacional já caracterizam a empresa como de mesmo grupo.


A advogada classificou de “estapafúrdia” a inclusão do artigo oitavo na redação da Resolução CNSP 168/07, realizada pela nova Resolução 232. O novo artigo estabelece no parágrafo único que: “Os contratos automáticos já firmados serão considerados, para efeito do percentual disposto no caput, na sua renovação ou a partir de 31 de março de 2012, o que ocorrer antes”. Segundo ela, o termo “o que ocorrer antes” está errado, porque pelo principio do Direito, “deveria ser o que ocorrer depois”, já que a vigência dos contratos não é estabelecida, necessariamente, pelo prazo de um ano.


Preço mais caro


Paulo Pereira, vice-presidente da Transatlantic Re e presidente da Associação Brasileira das Empresas de Resseguros (Aber), fez questão de ressaltar que sua participação no evento não era como representante da entidade, já que a mesma ainda não tinha posição oficial sobre as novas regras. Um dos pontos que ele destacou nas novas resoluções se refere à reserva de mercado de 40%, que não existia nas normas anteriores. “Falava-se em preferência, mas nunca em reserva de mercado”, disse.


A conseqüência dessa mudança, segundo ele, será o aumento de preço do resseguro. “A partir de 31 de março, todas as empresas vão pagar mais caro por seus programas de resseguro”, sentenciou. Para Paulo Pereira, significa uma volta ao passado, quando havia dois preços. “Até hoje, se conseguia um preço no mercado estrangeiro e o local acompanhava. Agora, com a reserva, será obrigatório colocar no local. Com isso, as resseguradoras ditarão suas condições e, consequentemente, poderá ocorrer o aumento de preço do resseguro”, explicou.


Ele acredita que um dos motivos para essa mudança seja o intuito de estimular as resseguradoras a se instalarem no país na condição de locais. “Mas é um erro, porque elas precisarão de um volume de dinheiro que não corresponde às operações normais de resseguro no mundo”, disse. Paulo Pereira supõe que, para driblar a limitação de retrocessão, as resseguradoras poderão adotar um mecanismo de triangulação. “Se A não pode repassar o prêmio para A, poderá repassar para B, que retornará para A”, explicou. “As legislações internacionais são brandas e muito parecidas para facilitar o fluxo do resseguro. O país que dificultar esse fluxo, ou perderá capacidade ou pagará mais caro por ele”, concluiu.
 

Projeto que cria fundo de proteção do consumidor de seguros volta a Câmara

03:56 PM, 1/4/2011

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Data: 31.03.2011 - Fonte: InfoMoney

 

O Projeto de Lei 3.498 de 2008 voltou à pauta na Câmara dos Deputados. A proposta cria o FPC (Fundo de Proteção do Consumidor de Seguros Privados, Previdência Complementar Aberta e Capitalização), com o objetivo de fortalecer o sistema de seguros privados, mediante a constituição de garantias complementares, no caso de problemas de insolvência, voltadas ao consumidor.


De acordo com a matéria, o fundo de proteção ao consumidor tem três variantes, sendo uma para o ramo de seguros de danos, outra para o de seguros de pessoas e previdência complementar aberta e, a terceira, para a capitalização.


A deputada Ana Arraes (PSB-PE) será a relatora do projeto na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara Federal. A proposta chegou a ser relatada, em novembro de 2009, pelo deputado Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB), com parecer pela aprovação, mas não foi votada.


Arrecadação


Conforme determina a proposta, as empresas supervisionadas pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) serão a fonte principal de recursos do fundo.


O fundo ainda poderá utilizar o patrimônio dos referidos fundos de investimento em operações de crédito vinculadas a negociações que impliquem o saneamento ou a transferência total ou parcial de carteiras de entidades participantes com grande risco de insolvência.


Os créditos seriam pagos aos segurados, em caso de liquidação ou falência da empresa. O fundo contará também com o incentivo tributário, como isenção do imposto de renda e da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido).
 

Presidente da Bradesco Capitalização fala sobre o Projeto Clickarvore

03:54 PM, 1/4/2011

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Data: 31.03.2011 - Fonte: Revista Apólice

 

O presidente da Bradesco Capitalização, Norton Glabes Labes, ministrou a palestra "Projeto Clickarvore", no primeiro evento da série "Parcerias para o Desenvolvimento Sustentável", promovido nesta quinta-feira (30), pela Câmara de Comércio França-Brasil São Paulo e Comissão de Sustentabilidade, em São Paulo.


O Clickarvore é uma iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica e conta com a Bradesco Capitalização como principal parceira. Em dez anos de atividade, o programa restaurou mais de 13 mil hectares da Mata Atlântica

Bradesco e Allianz dominam Prêmio Segurador Brasil

03:49 PM, 1/4/2011

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Data: 01.04.2011 - Fonte: CQCS | Pedro Duarte

 

A oitava edição do Prêmio Segurador Brasil confirmou o grande desempenho da Bradesco Seguros e Previdência e Allianz Seguros, em 2010.


O grupo Bradesco Seguros foi destaque na cerimônia de entrega da 8ª edição do Prêmio Segurador Brasil, promovida pela Editora Brasil Notícias, nesta quarta-feira (30 de março), em São Paulo. As empresas que compõem o grupo foram reconhecidas em seis categorias: Bradesco Seguros - “Liderança de vendas Global em Seguros”, Bradesco Auto/RE - “Melhor Desempenho (Conglomerados com Faturamento acima de R$ 1,5 bilhão) em Transportes Internacionais, Condomínio, Riscos Populares e Aeronáuticos”, Bradesco Capitalização - “Marketing 10”, Bradesco Saúde - “Destaque do Mercado” e Bradesco Vida e Previdência – Com dois reconhecimentos: “Liderança/Melhor Desempenho de vendas Previdência Privada Aberta” e “Líder de Vendas Vida Individual”.


Já a Allianz Seguros, de acordo com a avaliação técnica elaborada pelo economista Luiz Roberto Castiglione, um dos principais especialistas do Brasil no segmento, obteve destaque nas categorias “Seguro Residencial – Melhor Desempenho”, “Destaque em Seguros de Riscos Especiais” e “Destaque/Líder de Vendas - Seguro Condomínio


 

A Allianz Seguros é a primeira no ranking em Condomínio, com 28,3% de participação no mercado. A expansão imobiliária nacional, com a chegada de novos empreendimentos, aqueceu o mercado de seguros para condomínios. A companhia aproveitou o crescimento imobiliário e a obrigatoriedade da contratação deste tipo de apólice para acelerar o processo de incremento dessa carteira no Brasil. Somente em 2010, a companhia obteve um acréscimo de 33,1% dessa modalidade e é a primeira no ranking na carteira.


Na carteira Residencial, a Allianz Seguros vem obtendo destaque por oferecer pacotes acessíveis ao bolso do público e que facilitam o entendimento das coberturas – excluindo o “segurês”. Um exemplo é o Residência Essencial, apólice de um ano de vigência que, como o próprio nome diz, traz coberturas de primeira necessidade do segurado com um bom pacote de assistência 24 horas.


Já em Riscos Especiais, que inclui Petróleo, a companhia está entre as líderes com crescimento de 26,6% em 2010. Com o mercado interno fortalecido pela economia estável e os grandes eventos esportivos, como Copa do Mundo e Olimpíada, o cenário que se estabelece é um dos mais promissores da história, principalmente para o setor.


A Allianz Seguros está entre as empresas do Grupo Allianz que faturam mais de R$ 1 bilhão de euros por ano. De 2004 a 2009, o faturamento da seguradora (inclui Saúde) mais que dobrou, com praticamente o mesmo número de funcionários. A seguradora deu continuidade à rota de crescimento e encerrou 2010 (saúde + seguros) com 2,6 bilhões em prêmios, registrando 16,1% de crescimento, quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

Ministério Público acata denúncia do Sincor-RS contra "seguro grátis" da Volks

03:47 PM, 1/4/2011

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Data: 01.04.2011 - Fonte: Sincor-RS

 

O Ministério Público do Rio Grande do Sul, através da Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, instaurou um inquérito civil contra a Volkswagen do Brasil pela publicidade da caminhonete Amarok, que oferecia dois anos de "seguros grátis". Dessa forma, o MP/RS acatou representação apresentada pelo Sincor-RS, tendo em vista o desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor, já que não existe o tal "seguro grátis" e o valor do prêmio fica embutido na prestação, sem que o consumidor saiba.
 

Gato por lebre, o seguro que não é seguro

03:44 PM, 1/4/2011

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Data: 31.03.2011 - Fonte: Seguros dia-a-dia

 

A nova construção da esperteza humana é a tentativa de plagiar o contrato de seguro. Sob a denominação mais usual de programa de proteção automotiva, várias cooperativas ou associações estão comercializando aos seus cooperativados, associados ou terceiros, um produto que parece seguro, tem cheiro de seguro, roupa de seguro, mas não é seguro. Os consumidores mais desavisados, contudo, não percebem isto. Acreditam estar contratando um instrumento auditado pela Superintendência de SEGUROS Privados - SUSEP, autarquia federal que regula o setor de SEGUROS; com reservas técnicas para fazer frente aos sinistros que surjam; com garantia de solvência da seguradora contratada, especializada na assunção e administração dos mais variados riscos e, finalmente, com grande rede de prestadores de serviços e parceiros que atendam o segurado no momento da necessidade.


Ao contrário disto, estes consumidores desinformados se veemem uma pseudo situação de garantia, onde eles figuram simultaneamente na situação de garantidor e garantido, sem absolutamente nenhuma segurança da capacidade financeira da cooperativa ou associação de arcar com os custos do sinistro, e ao total desamparo da proteção estatal, que não acompanha ou controla estas atividades associativas. Não há como negar que o modelo cooperativo, baseado na mutualidade, consiste nos antecedentes históricos do contrato de seguro, onde um grupo se quotizava para pagar o exato montante do infortúnio sofrido por um dos seus membros. Contudo, este modelo sucumbiu justamente por se mostrar ineficaz diante dos desastres simultâneos sofridos por vários membros do grupo. Hoje apenas em específicas situações, como no seguro Saúde, admite-se a atuação securitária por meio de cooperativas, caindo na ilegalidade os demais casos. A prática mostrou que apenas a dispersão do risco sobre um imenso número de segurados, administrados por uma empresa profissional, baseada em cálculos atuariais eestatísticos precisos e constantemente revisados, com supervisão estatal adequada, especialmente quanto às reservas técnicas, balanços e solvência da empresa, são adequados à efetiva proteção dos segurados, transformando o projeto mutualístico em segurança concreta e não virtual. A proteção automotiva, longe de um modelo seguro, é mais uma figura especulativa, baseada na sorte e se aproximando das famigeradas pirâmides, onde uns poucos ganham e outros muitos sempre perdem.


Por tudo isto, as cooperativas e associações que comercializam esta proteção automotiva não são aceitas pelo nosso Direito, são consideradas ilegais e por isto é necessário seu combate através do ministério público e administração pública, seja pela clara deficiência informativa sofrida pelos consumidores usuários destas cooperativas, que não conhecem adequadamente o que estão contratando, seja em virtude de atuarem no ramo securitário sem autorização legal para tanto. Fiquemos então atentos para contratarmos seguro e não gato por lebre.
 

Google é a marca mais valiosa do mundo; Bradesco lidera no Brasil.

10:24 AM, 27/3/2011

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  Google superou o Walmart e tornou-se a marca mais valiosa do mundo, segundo estudo anual da consultoria Brand Finance. A empresa brasileira mais bem colocada foi o Bradesco, que ficou em 28º.

Segundo o estudo, que reuniu as 500 marcas mais valiosas, o Google vale US$ 44,3 bilhões e supera a Microsoft (US$ 42,8 bilhões) e o Walmart (US$ 36,2 bilhões), que no ano anterior ocupou a liderança do ranking.

MARCAS MAIS VALIOSAS DO MUNDO

 
 
 
 
Foto 1 de 27 - 1º. GOOGLE - US$ 44,3 bilhões Reuters

Das dez marcas mais valiosas, cinco são de empresas que atuam na área de tecnologia. As companhias norte-americanas também são maioria com nove entre as dez primeiras.

Brasil: bancos são os maiores

Entre as brasileiras, o setor bancário é destaque. O Bradesco é a marca nacional mais valiosa (US$ 18,7 bilhões) e ocupa a 28º lugar na lista geral. Em seguida, vem o Itaú (US$ 16,6 bilhões), na 41ª posição geral, e o Banco do Brasil (US$ 9,5 bilhões), 95º.

A Petrobras aparece em 106º (US$ 8,7 bilhões), seguida pela Oi (US$ 5 bilhões), na 190º posição. As demais brasileiras no estudo são: Vivo (US$ 4,3 bilhões), Vale (US$ 3,7 bilhões), Pão de Açúcar (US$ 2,7 bilhões), Eletrobras (US$ 2,5 bilhões) e Natura (US$ 2,3 bilhões).

Coca-Cola cai no ranking

Entre as empresa que perderam posições, a Coca-Cola (US$ 25,8 bilhões) caiu do 3º para 16º lugar, ficando pela primeira vez fora da lista das dez maiores marcas.

A petrolífera britânica BP, que no ano passado teve a sua imagem aranhada por um gigantesco vazamento na costa dos Estados Unidos, caiu 51 posições e ficou em 104º lugar (US$ 8,7 bilhões).

Saiba mais sobre o estudo

O levantamento das mais valiosas do mundo teve início em 2007. Na primeira edição, foram listadas 250 empresas. A partir de 2008, o estudo foi ampliado e começou a trazer 500 empresas. O resultado foi divulgado na segunda-feira (21).

 
 

Contrato pode voltar a ter correção monetária

06:24 PM, 26/3/2011

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Jornal do Commercio RJ | Seguros | RJ

Contrato pode voltar a ter correção monetária

O Projeto de Lei 234/2011, de Sandes Júnior (PP-GO), começou a tramitar na Câmara Federal, com despacho da mesa diretora às comissões de Defesa do Consumidor, Finanças e Tributação, e Constituição e Justiça, nas quais a proposição está sujeita a apreciação conclusiva. O projeto do parlamentar goiano propõe alterar os parágrafos primeiro e segundo do artigo 781 do Código Civil (Lei 10.406/2002), de modo a estabelecer normas sobre indenização para os contratos de seguro de veículos.

Com essa iniciativa, Sandes Júnior quer que o valor da indenização corresponda ao valor fixado na apólice para os casos de sinistros do automóvel com perda total.

Além disso, obriga a seguradora a incluir no contrato cláusula de atualização monetária do valor estipulado na apólice, no período de vigência, para o pagamento da indenização.

O objetivo do projeto, segundo ele, é minimizar as constantes divergências entre as seguradoras e os segurados no momento de definição do valor da indenização (perda total), "o que tem levado a inúmeras batalhas jurídicas".

Feito isso, ele entende que o Código Civil retoma ao que previa antes de 2002.

Sandes Júnior sustenta ainda em sua justificativa que a jurisprudência assente no Superior Tribunal de Justiça (STJ) é no sentido de que a correção monetária não é um plus, mas apenas a recomposição do poder de compra da moeda, corroído pela inflação.

"Portanto, a inclusão da cláusula de correção monetária no contrato de seguro de veículo automotor, de modo a atualizar o valor da apólice para eventual indenização em caso de sinistro, deve ser obrigatória ao segurador, e não uma faculdade dele", conclui o parlamentar.

 

Prêmios tornam atraentes títulos de capitalização

06:19 PM, 26/3/2011

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Valor Econômico | Especial - Seguros | BR

Prêmios tornam atraentes títulos de capitalização

Guilherme Meirelles

De São Paulo

Não é aplicação, mas é vendida pelo sistema bancário. Não é jogo, mas oferece sorteios que chegam a R$ 10 milhões. E, ainda por cima, é uma atividade regulamentada e administrada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

São os títulos de capitalização, que sobrevivem há décadas e fecharam 2010 com receita acumulada de R$ 11,78 bilhões, valor 16,6% superior ao de 2009.

Os títulos de capitalização não podem ser considerados uma formade investimento por não oferecerem rentabilidade ao comprador.

Em sua modalidade tradicional, a pessoa recebe o valor corrigido pela taxa referencial (TR). Se sacar antes do prazo, nunca inferior a um ano, não leva o valor integral.

"Mas atrai o brasileiro por causa dos prêmios, pela forma como foi montada. Só existe aqui no Brasil", afirma Natanael Aparecido de Castro, vice-presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap). A lógica do brasileiro, diz, é a possibilidade de ascensão social.

"Se ele aplicar na poupança, terá a correção do dinheiro mais 0,5% mensal, o que não deixa ninguém rico. Se comprar um título, concorrerá a sorteios e ainda terá o dinheiro de volta corrigido", diz.

Outro atrativo é o aparato legal em torno da modalidade. Segundo Castro, os títulos estão sob responsabilidade da Susep por implicarem sorteios que necessitam de lastro. É um ramo de gente grande. Estão registradas na FenaCap apenas 12 instituições financeiras: Aplub, Bradesco, Brasilcap, CEF, Horizonte, HSBC, Icatu, Itaú, Liderança, Mapfre, Santander e SulAmérica.

Além da forma tradicional, que devolve o valor corrigido pela TR, há mais três variantes de títulos de capitalização. A chamada popular, caso da TeleSena, que devolve 50% do dinheiro; os títulos de incentivo, utilizados por empresa, e os de compra programada, no qual se resgata um determinado produto.

Atuando no ramo desde 1984, a Bradesco Capitalização teve em 2010 um dos melhores períodos de sua história, com crescimento de 24,7% ante 2009. "Chegamos a vender 123 mil títulos pela internet, sendo que capitalização é um produto normalmente ofertado, e não procurado por iniciativa própria", comemora Norton Glabes Labes, presidente da Bradesco Capitalização. Com ampla capilaridade em sua rede, a instituição lança mão do apelo emocional para cativar clientes. "Em muitas agências, o gerente promove uma festa quando algum cliente é sorteado", diz Labes. No ano passado, a Bradesco Capitalização pagou R$ 58,6 milhões em prêmios para 2.353 títulos sorteados no período. Em 2011, a companhia tem planos de crescer 15%.

A Caixa Econômica Federal está lançando o "É Gol", título de incentivo que agrega ao produto a paixão pelo futebol. O comprador paga R$ 6,00 por um título com o distintivo de seu time e concorre a 97 prêmios em um mês. Metade do valor vai para o clube do coração.

 

Crédito alavanca vendas de veículos e das apólices

06:13 PM, 26/3/2011

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Valor Econômico | Especial - Seguros | BR

Crédito alavanca vendas de veículos e das apólices

Novos clientes da classe C dão sustentação ao mercado

Paulo Fortuna e Gleise de Castro

Para o Valor, de São Paulo

A expansão acelerada do setor de seguros automotivos no Brasil, que fechou 2010 com um acréscimo de 15,3% na carteira de clientes, é alavancada pelos recordes de vendas de veículos e, em especial, pela nova massa de consumidores que está comprando pela primeira vez um carro zero. São clientes pertencentes em sua maioria à chamada nova classe C, que tiveram acréscimo de renda, e que compram os carros com prazos de financiamentos mais longos.

"Há uma grande leva de novos consumidores chegando ao mercado.

Cerca de 25% dos seguros de automóveis estão sendo vendidos para pessoas que nunca tinham adquirido este produto", diz o diretorpresidente da Bradesco Auto RE Companhia de Seguros, Ricardo Saad. Ele acredita que o mercado deve continuar aquecido em 2011, mesmo com um crescimento mais modesto da economia.

Saad lembra que as vendas do setor automotivo voltaram a bater recordes em fevereiro, mesmo após as medidas de desestímulo ao consumo e restrição ao crédito tomadas pelo Banco Central. Em fevereiro, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de automóveis e comerciais leves cresceram 24,1 % em relação a fevereiro de 2010. Em 2010, ano de recorde histórico da indústria, as vendas tinham subido 10,63% sobre 2009.

A expansão dos seguros de automóveis no Brasil têm relação direta com os recordes de vendas do setor automotivo", diz o diretor de vendas da SulAmérica Seguros, Anderson Mello. Ele avalia que mercado deve se manter em alta, lembrando que a chegada de novos montadoras ao país - como a chinesa Jac Motors - ajuda a estimular a competição no setor.

O vice-presidente da Cardif Brasil, Adriano Romano, diz que o mercado de seguros de automóveis, mesmo com a expansão recente, tem muito a espaço a conquistar.

"Cerca de 70% das pessoas que possuem automóvel no Brasil não têm seguro. E o mercado de seguros no Brasil ainda penaliza quem é jovem ou tem um veículo mais velho", diz.

Para atingir o público principalmente o público classe C que está chegando ao mercado, mas que ainda tem capacidade limitada de pagamento, a Cardif lançou o Autofácil, uma espécie de seguro popular com foco em roubo e furto do veículo, sem cobertura de sinistros. Segundo Romano, o produto é 50% mais barato que um seguro tradicional.

Na outra ponta do mercado, as vendas de automóveis importados, incluindo os de valor mais alto, cresceram 144,1% em 2010, o que estimula o mercado segurador a oferecer produtos para este segmento. Conforme explica o superintendente técnico do setor de autos da ADD Corretora de Seguros, Gilberto Reina, há um crescimento da "massa crítica" neste mercado, ou seja, há mais veículos de marcas de luxo e peças disponíveis para reposições em casos de sinistros, o que barateia os custos.

"Há um mercado de veículos AAA que vem crescendo muito no Brasil e que desperta o interesse do setor de seguros", afirma.

Criado em 1974, o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres, ou por sua Carga, a Pessoas Transportadas ou Não (DPVAT) é pago todo ano pelos proprietários de veículos, junto com o licenciamento, mas continua desconhecido da maioria das pessoas.

O desconhecimento provoca a ação de intermediários em prontosocorros e IMLs, aproveitandose da vulnerabilidade das vítimas para dar entrada no seguro, mediante comissões de até 30% do valor a ser recebido. Graças a um convênio assinado em dezembro do ano passado entre o sindicato dos corretores de seguros (Sincor-SP) e a Polícia Militar do Estado de São Paulo, o número de pessoas atendidas para recebimento aumentou 40% . Segundo levantamento da Seguradora L í d e r, de um total de 38.899 acidentes comunicados à polícia entre janeiro e setembro do ano passado, apenas 57% foram indenizados.

Dos 16.758 restantes, 35% não tiveram acesso ao DPVAT por desconhecer o direito..

 

Seguradoras dão ênfase para autos

05:59 PM, 26/3/2011

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Valor Econômico | Especial - Seguros | BR

Seguradoras dão ênfase para autos

Para conquistar novos consumidores, empresas apostam na originalidade dos benefícios

Guilherme Meirelles

Para o Valor, de São Paulo

Agregar serviços e benefícios aos seguros contratados é a estratégia preferida das seguradoras na conquista por novos clientes.

Devido ao bom momento do setor automotivo, a área de veículos é o que tem merecido maior atenção das companhias, que com isso buscam fixar mais as suas marcas junto ao mercado.

Líder no ramo de autos, com 20%do mercado (equivalente a 3,5 milhão de veículos), a Porto Seguro vai lançar um produto voltado para o público feminino, batizado como Porto Seguro Auto Mulher.

As ações compreendem ainda campanhas de conscientização no trânsito, como a" Trânsito + gentil", lançada em São Paulo no fim de 2009, que será ampliada para Minas Gerais. "Nosso carro chefe é autos e vamos investir na prevenção", diz Fabio Luchetti, vice-presidente executivo da empresa, que congrega também a seguradora Azul. A companhia dispõe de uma rede de centros automotivos próprios, que realizam inspeções gratuitas e fazem diagnóstico dos principais itens de segurança do veículo. A empresa vai manter um ônibus itinerante percorrendo diversas cidades com os mesmos serviços.

Outro diferencial é o cartão de crédito Porto Seguro Visa, focado na contratação de serviços de conveniência, como jardinagem, marceneiro e pedreiro. O cartão oferece parcelamento em até quatro vezes e o cliente tem desconto de 5% na compra e de 7% na renovação dos seguros.

O uso do cartão de crédito como meio de agregar benefícios é uma das novidades da SulAmérica em 2011. A empresa fechou parceria com a Credicard para 1,23 milhão de clientes de autos. Em uma próxima etapa, o cartão será ampliado para as demais carteiras. Segundo Sérgio Borriello, vice-presidente da empresa, a meta é chegar a 500 mil cartões. "Neste primeiro momento, a intenção é oferecer vantagens ao cliente de autos, como parcelamento em até seis vezes em serviços e compra de peças." Além do cartão, a SulAmérica continuará investindo na Rádio SulAmérica Trânsito, um projeto lançado há quatro anos em São Paulo, com grande sucesso entre os motoristas, por oferecer uma programação voltada às condições de trânsito na Grande São Paulo. "A rádio é um marco na vida da SulAmérica.

Antes éramos a quinta marca associada a seguro de veículos e hoje somos a segunda", diz José Carlos dos Santos Vieira, diretor de marketing. No Rio, a SulAmérica tem um projeto similar com a rádio SulAmérica Paradiso.

A Marítima, mais voltada para o mercado paulista, vai priorizar o ramo de veículos. A companhia mantém parceria com cerca de 60 prestadores de serviços por meio do Auto Clube Marítima. Segundo André Gouw, gerente de marketing, haverá aperfeiçoamentos com a criação de um sistema de pontos para troca de produtos, que deve ser expandido para áreas de vida eacidentes pessoais. A Marítima tem ainda uma parceria com a rede Walmart , que permite ao segurado desconto de 5% em compras pela internet.

As ações de marketing da Bradesco Seguros irão se concentrar mais no plano institucional, buscando aliar a marca a conceitos como saúde e longevidade. A empresa prosseguir com a campanha de conscientização "Vai que...", que alerta o consumidor sobre a importância de seguros em caso de imprevistos. Entre os eventos a serem patrocinados, estão competições ciclísticas e provas de corrida e caminhada.

As políticas da Allianz estão voltadas para os esportes. A seguradora vai repetir este ano uma promoção que vai levar dois adolescentes para o centro de treinamento do Bayer München, em Munique, onde terão contato com os atletas do time, com direito a assistir uma partida no estádio Allianz Arena.

Com estilo voltado para programas de afinidade com grandes redes, a Cardif não tem intenção de reforçar sua marca no mercado publicitário. " A companhia se apoia no marketing de seus parceiros", diz Adriano Romano, vicepresidente da empresa.

 

Negócios aquecidos com a economia firme e o aumento da renda

05:47 PM, 26/3/2011

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Valor Econômico | Especial - Seguros | BR

Negócios aquecidos com a economia firme e o aumento da renda

De São Paulo

O aquecimento da economia, com o aumento da renda principalmente nas classes C e D, é o principal fator de impulso para a expansão do ramo de seguros de vida no Brasil. Segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida(FenaPrevi), o valor movimentado no setor de seguro em vida individual cresceu em 36,89% no ano passado, enquanto que nos seguros de vida em grupo a alta foi de 8,55%.

Renato Russo, vice-presidente da entidade, diz que, mesmo que o crescimento do PIB seja mais modesto em 2011 do que em 2010, este mercado deverá manter a expansão em níveis elevados, porque há um grande número de clientes a ser conquistado.

Estudo realizado em 2010 Kan tar Worlpanel, a pedido da Fenaprevi, mostrou que 18% das famílias das classes A e B têm seguro de vida, porcentual que cai para 6% na C e que é de 2% na D,E. Ainda assim, é mais significativo que a previdência privada, que atinge 10% das classes A e B, 4% da classe C e apenas 1% na D,E. A diferença a favor do seguro de vida, ocorre porque, além de serem mais conhecido, faz parte do pacote de benefícios oferecidos por muitas empresas a seus funcionários Russo diz que o aumento da oferta de crédito no país também ajudou o mercado de seguro de vida prestamista, destinado às empresas que realizam vendas a prazo, o que garante a quitação do financiamento no caso de morte ou invalidez permanente do cliente.

Ele lembra que as maiores taxas de crescimento das operações de crédito ocorreram nas classes C, D e E, inclusive em itens de maior valor agregado, como automóveis.

Para a superintendente técnica comercial de vida da SulAmérica, Carolina de Molla, é um grande desafio para as seguradoras desenvolver produtos para conseguir atingir esse novo consumidor.

Uma das estratégias da SulAmérica é desenvolver produtos mais simples e mais baratos. .

Outra ação, desta vez voltada para o público feminino, é o SulAmérica Você Mulher, que entre outros benefícios oferece assistência nutricional, personal fitness e assistência gestante. Também há o Serviço Faz Tudo, uma espécie de "marido de aluguel", com um profissional para fazer serviços como instalação de antenas, fixação de cortinas e prateleiras, troca de tomadas e soquetes de luz..

A americana Assurant Solutions focou seus produtos no Brasil nas classes C e D. Segundo o presidente da empresa, Ricardo Fiúza, foram desenvolvidos seguros com valores mais baixos e fechadas parcerias com grandes redes de varejo.

"O objetivo é atingir a população que dificilmente compraria um seguro na agência bancária", diz.

O diretor de vida, atuária e precificação da companhia alemã Allianz Seguros, Olívio Lucca Filho, diz que cresceu o número de pequenas e médias empresas que oferecem o seguro de vida aos funcionários. Ele lembra que o benefício - mais comum em grandes empresas - é um fator importante na atração e retenção de mão de obra especializada. A Allianz vem desenvolvendo estratégias para crescer em todos os segmentos. ( P. F.)

 

NOTICIAS DPVAT: Peça ajuda do SINCOR SÃO PAULO

09:47 PM, 23/3/2011

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Você poderá obter exclarecimentos e tambem dar entrada nos documentos para a indenização do DPVAT atravez de uma das Diretorias Regionais do Sincor São Paulo ( Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo ). 

http://www.sincor.org.br/conteudoPortugues/modeloHome.aspx?codConteudo=3&Secao=home

O atendimento é Gratuito.

Colaboração: Lopes & Scudeler Seguros e Consultoria Ltda.

                          Jurandir Lopes Junior

 

NOTICIAS DPVAT: seguro beneficia 250.000 vítimas em 2010

09:30 PM, 23/3/2011

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DPVAT: seguro beneficia 250.000 vítimas em 2010

 

Data: 21.03.2011 - Fonte: Veja.com

 

Por boa parte da população, seguro sofre reajuste de quase 8%; valores que devem ser pagos a vítimas não aumentam desde 2007

 

O acirramento da violência nas estradas durante o carnaval – foram 213 mortos e 2.441 feridos em 4.165 acidentes, segundo balanço da Polícia Rodoviária Federal (PRF) - chama a atenção para um benefício que pouca gente sabe que tem. Todo brasileiro que sofre um acidente de trânsito tem direito a receber uma indenização. O dinheiro vem do seguro obrigatório DPVAT, pago junto com o IPVA anualmente. Pouca gente sabe, também, que o valor do seguro aumentou quase 8% esse ano, enquanto o das indenizações pagas não sofre reajuste desde 2007.

 

DPVAT, como diz o nome, é o seguro contra Danos Pessoais Causados Por Veículos Automotores de vias Terrestres. Por ser obrigatório por lei (Lei 6.194/74), garante às vítimas de acidentes com veículos o recebimento de indenizações. Em 2010, foram pagas 252,3 mil indenizações, incluindo mortes de condutores, passageiros e pedestres, vítimas de lesões e as despesas médicas em consequência de acidentes.

 

Em 2011, o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) reajustou o valor do seguro em 7,83% - automóveis pagaram R$101,16 e as motocicletas R$ 279,27. O governo fica com metade da arrecadação – 5% devem ser investidos em campanhas de segurança no trânsito e 45% vão para o sistema público de saúde. A outra metade vai para as seguradoras.

 

Por serem reguladas por lei (Lei 11.482/07), as indenizações não sofrem reajuste desde 2007, quando foram fixados os valores atuais: R$ 13.500 em caso de morte, até R$ 13.500,00 em caso de invalidez total ou parcial e reembolso de despesas de assistência médica no valor até R$ 2.700,00.

 

Antes, as indenizações eram calculadas com base no salário mínimo. “O valor do seguro teve que ser reajustado porque o número de sinistros aumentou consideravelmente nos últimos anos”, explica Ricardo Xavier, diretor-presidente da Seguradora Líder, que representa todas as seguradoras do consórcio DPVAT. O feriadão de carnaval foi considerado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) o mais violento de todos os tempos.

 

Leia também: Mais carros, chuvas e imprudência causam mais mortes

 


Pedestres são maiores vítimas - Segundo Ricardo Xavier, a maior dificuldade relacionada ao pagamento das indenizações é que, na maioria dos casos, quem precisa receber não é quem paga o seguro, mas sim pedestres ou passageiros. Em acidentes com carros, por exemplo, 53% das vítimas são pedestres. “Muitas vezes, as vítimas não tem carro, não sabem da existência desse seguro e acabam não entrando com o pedido de indenização”, afirma.

 

Desde 2009, a Seguradora Líder tenta, através de campanhas publicitárias, conscientizar a população do seu direito de receber o seguro. Mas, segundo Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da associação de consumidores Proteste, muitas pessoas continuam sem saber como agir. Ela lembra que, além de pedir ajuda, é preciso chamar, também, a polícia para fazer o boletim de registro de acidente de trânsito (Brat). “É importante não tirar o carro do lugar e lembrar de pegar uma cópia autenticada do Brat no batalhão da polícia para dar entrada no pedido de indenização junto com outros documentos”, explica.

 

Ricardo Xavier alerta: para fazer o pedido de indenização não é necessário usar intermediários: “O procedimento é simples e gratuito. O próprio segurado pode reunir a documentação e entregá-la em um dos postos de atendimento. O pagamento é feito em 30 dias em crédito em conta ou poupança bancária”.

 

A documentação necessária varia conforme o tipo de indenização pleiteada mas, no geral, engloba documentos pessoais de identificação da vítima, Brat, relatórios médicos de atendimento que expliquem a relação de causalidade entre a lesão e o acidente. Em caso de morte, é necessário o atestado de óbito e, em caso de invalidez permanente, o laudo do IML quantificando o grau de invalidez. O prazo para dar entrada no pedido de indenização do Seguro Obrigatório DPVAT é de 3 anos, a contar da data em que ocorreu o acidente.

 

DPVAT

 

O QUE É: seguro contra danos pessoais causados por veículos automotores de vias terrestres.

 

QUEM TEM DIREITO: Todo brasileiro vítima de acidente de trânsito tem direito a receber.

 

INDENIZAÇÕES: Os valores são fixados por lei, sendo indenização de morte no valor de R$ 13.500,00; indenização de invalidez total ou parcial no valor até R$ 13.500,00 e reembolso de despesas de assistência médica no valor até R$ 2.700,00.

 

PROCEDIMENTO: Basta recolher a documentação necessária e levar pessoalmente a algum dos postos de atendimento. Mais informações em: www.dpvatseguro.com.br ou http://www.segurodotransito.com.br.

NOTICIAS DPVAT: Saiba como as vítimas de trânsito podem solicitar o Seguro DPVAT.,

09:28 PM, 23/3/2011

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Saiba como as vítimas de trânsito podem solicitar o Seguro DPVAT.,

 

Data: 15.03.2011 - Fonte: Agora

 

Em várias épocas do ano ocorrem feriados prolongados no Brasil, como o carnaval que passou recentemente. Nesses períodos há um aumento no número de acidentes nas estradas e nas rodovias do país, pois há uma maior circulação de veículos.

 

As vítimas de trânsito, sejam motoristas, passageiros ou pedestres, estão cobertas pelo Seguro DPVAT com indenizações nos casos de morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e hospitalares (DAMS). O Seguro DPVAT é um seguro de caráter social que indeniza vítimas de acidentes de trânsito sem apuração de culpa em qualquer parte do território nacional. O prazo para o pedido da indenização é de 3 anos, a contar da data do acidente.

 

Segundo o diretor presidente da Seguradora Líder DPVAT, Ricardo Xavier, o procedimento para o recebimento do seguro pelas vítimas de trânsito é simples e não necessita de intermediários para dar entrada no pedido de indenização.

 

"Ninguém melhor que o próprio cidadão para preservar seus direitos. Há seguradoras em todo o Brasil para receber as vítimas de trânsito. Basta apresentar os documentos na seguradora escolhida no prazo de três anos a contar da data da ocorrência do acidente," afirma.

 

No site oficial tem a relação completa dos pontos de atendimento. O pagamento das indenizações é feito, diretamente na conta corrente ou de poupança da vítima ou de seus beneficiários, em até 30 dias da apresentação de toda a documentação necessária.

 

O valor da indenização é de R$ 13.500 no caso de morte e de até R$ 13.500 nos casos de invalidez permanente, variando conforme o grau da invalidez, e de até R$ 2.700 em reembolso de despesas médicas e hospitalares comprovadas.
 

 

Para esclarecer as dúvidas, basta entrar em contato com:
- Central DPVAT - 0800 022 12 04 - Horário de funcionamento: Todos os dias
- Site DPVAT

Central nuclear de Fukushima está sem seguro desde agosto

09:13 PM, 23/3/2011

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Central nuclear de Fukushima está sem seguro desde agosto

 

Data: 22.03.2011 - Fonte: Revista Apólice

 

Os riscos patrimoniais - instalações e reatores - da usina nuclear de Fukushima, no Japão, não contam com a proteção do seguro desde agosto do ano passado. Segundo uma fonte informou à agência de notícias AFP, a companhia japonesa de eletricidade Tokyo Electric Power (TEPCO), proprietária e operadora da central, decidiu não renovar a apólice de seguro para eventuais danos nas instalações por considerar o preço muito elevado.

 

Embora os operadores não sejam obrigados a contratar uma proteção securitária para os danos que um acidente venham causar na infraestrutura da central, a Lei os obriga a adquirir uma cobertura para terceiros. De acordo com a AFP, para Fukushima, a lei japonesa estabelece um teto de indenização de 120 bilhões de ienes, cerca de 1,040 bilhão de euros.

 

No entanto, riscos como terremoto e tsunami são excluídos da cobertura de catástrofes naturais nas seguradoras. Como o Japão aderiu aos princípios da convenção de Paris, que exonera a operadora de uma indenização em caso de "cataclismo natural com caráter excepcional", o prejuízo do desastre deverá sair das contas do Governo.

 

Dos seis reatores da central de Fukushima Daiichi, quatro deles tiveram seu sistema de resfriamento danificado pelo tremor seguido de tsunami, ocorrido em 11 de março. Desde então, o pânico cresceu com os riscos de grandes vazamentos radioativos na atmosfera.

Sindseg reforça participação na Campanha Chega de Acidentes!

08:56 PM, 23/3/2011

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Sindseg reforça participação na Campanha Chega de Acidentes!

 

Data: 22.03.2011 - Fonte: Sindseg MG/GO/MT/DF

 

 

Em visita ao Sindseg, o gerente institucional e de mercado do Centro de Experimentação e Segurança Viária (CESVI Brasil), Eduardo Augusto Santos, proferiu palestra sobre a Campanha Chega de Acidentes. Criado em setembro de 2009, o movimento tem por missão reunir e mobilizar diversos segmentos da sociedade em prol da elaboração e implantação de um Plano Nacional de Segurança Viária, com metas e prazos de redução de vítimas de acidentes, para obter um trânsito mais seguro no País.

 

Durante sua apresentação, Eduardo salientou a importância da participação do Sindseg no movimento pelo combate à violência no trânsito. “O Sindicato tem uma participação importante na vida da população e de seus associados. Nosso objetivo com a parceria é chamar cada vez mais a atenção da sociedade e das autoridades para o grande número de acidentes no país”, disse.

 

Entre os presentes, estavam Augusto Matos, Presidente do Sindseg, Angelo Garcia, Vice-presidente, os diretores do sindicato, Carlos Eduardo e Marcus Barroso e os convidados Antônio Carlos Fóis, (Bradesco Auto/RE), e Jaime Neto, (Itaú Seguros).

Previdência Privada - Disputa ganha contornos mais acirrados

08:49 PM, 23/3/2011

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Disputa ganha contornos mais acirrados

 

Data: 23.03.2011 - Fonte: Valor Online

 

Além de atrair novos participantes, como family offices e assets independentes, a previdência privada tem sido alvo de uma disputa mais acirrada também entre as tradicionais seguradoras. A previdência está em evidência, diz o vice-presidente de Vida e Previdência da SulAmérica, Renato Russo. Mesmo com o mercado consolidado, o executivo ressalta que a briga pela liderança tem servido de combustível para vender mais.
Uma das empresas com menos tempo de atuação entre as grandes, a Brasilprev - do Banco do Brasil e do americano Principal Financial Group - investiu na força de vendas para ganhar espaço. O resultado é um crescimento acima da média. No primeiro bimestre do ano, a empresa lidera o ranking de captação líquida, com R$ 1,5 bilhão. Foi assim também em 2010. Contudo, em termos de patrimônio, Bradesco e Itaú Unibanco, nessa ordem, vêm à frente da Brasilprev.

 

Outro grupo que promete chamar a atenção é o Santander, após a parceria fechada no mês passado com a suíça Zurich no segmento de seguros para a América Latina. Com a Zurich, o Santander fica mais competitivo, acredita Marcello Rudge Ribeiro, consultor da MDS Corretora. Ele conta, inclusive, que alguns clientes já solicitaram a migração para o Santander.

 

Ao passar a representar fatia importante das carteiras dos investidores, a previdência virou moeda de troca para muitas instituições, argumenta Ribeiro. É a tal da reciprocidade, em que o cliente obtém benefícios, como um crédito imobiliário, em troca de concentrar seus negócios, entre eles a previdência, em uma mesma instituição.

 

Mas a disputa acirrada pode trazer benefícios para o detentor de planos de previdência, como a redução das taxas de carregamento e de administração. (AB

Bradesco premiou 94 campeões de três campanhas

08:42 PM, 23/3/2011

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Bradesco premiou 94 campeões de três campanhas

 

Data: 23.03.2011 - Fonte: CQCS/Jorge Clapp

 

A Bradesco Auto/RE realizou um grande evento, sexta-feira passada (dia 18), para premiar os grandes campeões das campanhas “RE/Compensa”, “Destaques de Produção” e “SOU+Bilhete”. No total, 94 profissionais do mercado, entre corretores, dirigentes de assessorias de seguros e integrantes da equipe da seguradora, vindos de diferentes regiões do país, foram agraciados com um fim de semana no Rio de Janeiro – com todas as despesas pagas e direito a acompanhante – e ainda receberam troféus referentes aos seus respectivos feitos.

 

Segundo o diretor Gerente da Bradesco Auto/RE, Marco Antonio Gonçalves,  o evento, realizado no Porcão Rio’s, reuniu mais de 300 pessoas. “Estamos muito satisfeitos por, através dessa premiação, disseminar o conceito da massificação do seguro no Brasil e oferecer proteção para o patrimônio da população”, afirma o executivo.

 

Ele explica que a campanha “RE/Compensa” teve como vencedores 40 corretores de seguros, divididos em quatro categorias. “Essa campanha visa a incentivar a venda de produtos massificados, tais como seus residenciais, empresariais e RD Equipamentos, que têm como público alvo as pequenas e médias empresas e pessoas físicas”, acentua Marco Antonio Gonçalves, acrescentando que os premiados se destacaram no período de setembro a dezembro do ano passado.

 

A outra ação reuniu as campanhas “Destaques de Produção” e “SOU+Bilhete”, realizadas trimestralmente. Neste caso, foram premiados 54 “campeões”, entre corretores, dirigentes de assessorias de seguros que operam com a seguradora e integrantes da equipe da Bradesco Auto/RE (assistentes, gerentes, supervisores e superintendentes regionais).

 

Todos eles também tiveram direito a final de semana no Rio e a troféus. “Toda a diretoria da seguradora esteve presente como reconhecimento ao trabalho executado por esses campeões”, conclui Marco Antonio Gonçalves.

 

 

 

 

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Corretor quer opinião sobre o Código de Ética

08:38 PM, 23/3/2011

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Corretor quer opinião sobre o Código de Ética

 

Data: 14.03.2011 - Fonte: CQCS | Debate Seguro

 

Nome:  Gustavo Mota 
E-mail:  gustmota@hotmail.com 
Empresa:  Pessoa Física 
Cidade:  São Gonçalo 
Estado:  RJ 

Assunto:   Código de Ética da FENACOR. Prezado Gustavo Gostaria de fomentar uma discussão sobre a opinião dos colegas sobre o código de ética da FENACOR. Gostaria de saber se há mais vantagens ou desvantagens em aderir ao código, na opinião dos colegas. Obrigado

 

FENACOR Responde:

 

Não se trata de ter vantagens ou não ao aderir-se ao Código de Ética dos Corretores de Seguros.

 

A importância de uma classe se pautar em normas de comportamento moral é a demonstração pública que existe respeito pelo próximo, que é um consumidor de seus serviços, além do respeito pelas leis e normas existentes.

 

Outro objetivo é despertar valores nas pessoas, que muitas vezes estão esquecidos.

 

Valores são metas valiosas que a pessoa, ou a sociedade, estabelece como objetivos de vida.

 

As virtudes são ações excelentes que possibilitam a realização daquelas metas.

 

O valor diz o que quero alcançar na vida, a virtude diz quais ações práticas no dia a dia para chegar lá.

 

O comportamento ético ou moral está no EU das pessoas.  É preciso despertá-lo, pois a dureza da sobrevivência pode sobrepor a eles.

 

Para encerrar esta breve opinião, cito parábola popular:

 

“Um sábio dizia que dentro dele latiam e lutavam dois cachorros; um bom e um mau.

 

Perguntado sobre qual dos dois vencia, o sábio respondeu:

 

Aquele que eu alimento melhor.”

 

Estou preparando uma palestra sobre Ética, que poderemos transformar em debate.

 

Vamos trabalhar o assunto.

 

Forte abraço.

 

Roberto Barbosa
Comitê Nacional de Ética da FENACOR.

ENTENDA O SEGURO DE VIDA

08:17 PM, 6/3/2011

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Que critérios adotar para escolher as coberturas necessárias?

Para adquirir um seguro de vida, você deve analisar e avaliar suas reais necessidades para não pagar por coberturas que não serão utilizadas. É um levantamento que gasta tempo, mexe com as emoções, porque ninguém, na verdade, gostaria de utilizar esse seguro. Mas é importante fazê-lo até para não subestimar as necessidades financeiras dos seus dependentes, caso não possam mais contar com o seu apoio.

Todas as coberturas são válidas em qualquer parte do mundo, à exceção da cobertura de funeral que, geralmente, é limitada ao território brasileiro. Este produto pode ser contratado junto com o seguro de vida para garantir o reembolso das despesas com os serviços e cerimônia de sepultamento, de livre escolha da família.

É bom lembrar que todas as coberturas possuem exclusões e condições específicas que você deve avaliar com atenção.

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Quais são as coberturas do seguro de vida?

A principal delas é a cobertura para morte, que pagará o capital segurado aos beneficiários indicados, qualquer que seja o motivo da morte do segurado (natural ou acidental).

A estrutura do seguro de vida distingue as coberturas entre básicas e adicionais, sendo exigida a contratação da cobertura básica para morte por causas naturais e acidentais.

Exemplo de um plano estruturado com coberturas básica e adicionais:

 

Cobertura básica

• Morte

 

Coberturas adicionais

• Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente (IPA)

• Invalidez Funcional Permanente Total por Doença (IFPD)

• Invalidez Laborativa Permanente Total por Doença (ILPD)

• Despesas Médico-Hospitalares (DMH)

• Diárias de Incapacidade Temporária (DIT)

 

No entanto, em vez de aprovar planos de seguros com coberturas básica e adicionais, muitas seguradoras têm optado por oferecer planos de seguros independentes para cada cobertura.

Dessa forma, é possível contratar um plano de seguro só para cobertura de morte (natural ou acidental), só para morte acidental, só para invalidez por acidente, só para invalidez funcional por doença, só para invalidez laborativa por doença etc.

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Como são contratadas as coberturas?

As coberturas para o seguro de vida podem ser contratadas juntas ou separadas. Preste atenção aos riscos excluídos e às condições específicas do contrato.

As coberturas disponíveis no mercado são inúmeras, como você pode conferir pela descrição a seguir:

Morte

Garante o pagamento de uma indenização aos beneficiários na morte do segurado por causa natural ou acidental, exceto se for decorrente dos riscos excluídos definidos nas condições gerais da apólice.

 

Morte acidental (MA)

Garante o pagamento de uma indenização aos beneficiários na morte por acidente do segurado, exceto se for decorrente dos riscos excluídos definidos nas condições gerais da apólice.

 

Invalidez permanente total ou parcial por acidente (IPA)

O segurado recebe indenização quando um acidente pessoal coberto pelo seguro causar perda, redução ou incapacidade para mover definitivamente, total ou parcialmente, uma das partes de seu corpo, ou ainda por ter sofrido lesão física em um órgão.

Mediante a constatação de invalidez permanente e depois da alta médica e de o segurado ter concluído o tratamento recomendado e de terem sido esgotados os recursos terapêuticos disponíveis, a seguradora deve pagar a indenização de acordo com os percentuais estabelecidos nas condições gerais e/ou especiais do seguro.

Se a invalidez por acidente for parcial, ou seja, quando ainda restar alguma função da parte do corpo ou do órgão lesado no acidente, a indenização por perda parcial é calculada com a aplicação de um percentual previsto no plano para perda total de uma das partes do corpo. O percentual varia de acordo com o grau de redução das funções do segurado.

Na falta de indicação exata do grau de redução da função de uma ou mais partes do corpo que foram atingidas e quando essa limitação funcional for classificada apenas como máxima, média, ou mínima, o cálculo da indenização usará os percentuais 75%, 50% e 25%, respectivamente.

Nos casos que não estiverem especificados no plano do seguro, o cálculo da indenização é feito com base na diminuição permanente da capacidade física do segurado, independentemente da sua profissão.

Para se medir o grau de invalidez, a seguradora pode utilizar uma tabela própria ou utilizar o modelo publicado pela Susep. Entretanto, a tabela adotada deve constar obrigatoriamente no plano de seguro protocolado na Susep.

 

 

Invalidez permanente total por acidente (IPTA)

Garante o pagamento de indenização relativa à perda, à redução ou à impotência funcional definitiva total de um membro ou órgão por lesão física, causada por acidente pessoal coberto.

A diferença entre invalidez por acidente (IPTA) e a invalidez por acidente anterior (IPA) é que, como o nome já diz, na IPTA só haverá indenização se a invalidez for total, não sendo indenizada perda parcial causada por acidente. Ou seja, a cobertura de IPTA indeniza exclusivamente a invalidez total por acidente.

 

Indenização laborativa permanente total por doença (ILPD)

Garante o pagamento de indenização com a constatação de que a invalidez laborativa permanente total por doença não permite recuperação ou reabilitação com os recursos terapêuticos disponíveis para a atividade de trabalho principal do segurado.

A principal atividade de trabalho é a que representa a maior renda do segurado durante determinado exercício anual definido no contrato.

Segurados que contraem doenças graves que conduzem à fase terminal, comprovada por médicos habilitados legalmente, são considerados total e permanentemente inválidos.

Depois de a seguradora ter reconhecido a invalidez laborativa, a indenização deve ser paga de uma só vez ou sob a forma de renda certa, temporária ou vitalícia, em prestações mensais, iguais e sucessivas, conforme foi tratado entre a empresa e o segurado.

Pessoas que não exercem nenhuma atividade de trabalho não podem contratar essa cobertura. Proibição idêntica existe para as seguradoras na oferta do produto e cobrança de prêmio.

 

Invalidez funcional permanente total por doença (IFPD)

Garante o pagamento de indenização quando o segurado perde a capacidade total de se movimentar independente e permanentemente, em consequência de uma doença. A chamada “perda da existência independente” é reconhecida diante de quadro clínico de incapacidade que inviabiliza, de forma irreversível, que o segurado de exerça suas atividades, plenamente e com autonomia.

As condições gerais e/ou especiais do contrato do seguro definem como deverá ser comprovado esse quadro de invalidez funcional permanente total por doença.

Os segurados portadores de doença em fase terminal, atestada por médico, também são considerados total e permanentemente inválidos para efeito dessa cobertura.

Após a seguradora reconhecer a invalidez laborativa, a indenização deve ser paga de uma só vez ou sob a forma de renda certa, temporária ou vitalícia, em prestações mensais, iguais e sucessivas, conforme foi tratado entre a empresa e o segurado.

 

Diárias por incapacidade temporária (DIT)

A cobertura de diárias por incapacidade tem início a partir do primeiro dia depois do período de franquia do seguro. As condições gerais e especiais do contrato determinam o limite máximo de diárias, por evento.

O período de franquia deverá ser de, no máximo, 15 (quinze) dias, a contar da data em que ocorreu o evento.

A incapacidade é caracterizada pela impossibilidade contínua e ininterrupta de o segurado exercer a sua profissão ou ocupação, durante o período em que se encontrar sob tratamento médico.

 

Despesas Médico-Hospitalares e Odontológicas (DMHO)

Garante o reembolso, limitado ao capital segurado, das despesas médico-hospitalares e odontológicas que o segurado tiver com o seu tratamento, sob orientação médica. O segurado pode escolher livremente os prestadores de serviço.

Todos os gastos precisam ser comprovados com nota fiscal. É importante lembrar que o tratamento deve ser iniciado nos 30 primeiros dias contados a partir da data do acidente pessoal coberto pelo seguro.

Despesas durante o período de convalescença, depois da alta médica; gastos com acompanhantes; órteses de qualquer natureza e próteses permanentes não contam com essa cobertura.

A única prótese que tem cobertura do seguro é para a perda de dentes naturais.

 

Diária por internação hospitalar (DIH)

Garante o pagamento de indenização proporcional ao período de internação do segurado. Essa cobertura tem franquia, limitada a, no máximo, 15 dias a contar da data inicial da internação.

Na apólice ou contrato do seguro, o valor da indenização (capital segurado) deverá ser definido sob a forma de diária, não estando relacionado com as despesas que o segurado tiver.

 

Doenças graves (DG)

Garante o pagamento de indenização no caso de serem diagnosticadas as doenças que foram especificadas e caracterizadas nas condições gerais e/ou especiais do contrato do seguro. Não é permitida a adoção de critérios de cálculo de capital segurado com base nas despesas médico-hospitalares que tiverem sido feitas para o tratamento da doença.

 

Inclusão de cônjuge e filhos

Se o plano de seguro permitir, cônjuge e/ou filhos dos segurados principais podem ser incluídos automática ou facultativamente no plano do seguro, por meio de cláusulas suplementares. Eles passam a ser considerados segurados dependentes.

Na hipótese de morte simultânea do segurado principal e do(s) segurado(s) dependente(s), os capitais segurados referentes às coberturas de todos eles deverão ser pagos aos beneficiários que cada um indicou. Só quando não houver ninguém indicado para receber a indenização, é que esta será paga aos herdeiros legais dos segurados.

Saiba como proceder para incluir cônjuge e filhos no seguro de vida:

 

Inclusão de cônjuge

Pode ser feita das seguintes formas:

• Automática: quando abranger os cônjuges de todos os segurados principais;

• Facultativa: quando abranger os cônjuges dos segurados principais mediante sua autorização.

 

Companheiro (a) do segurado principal se equipara à qualificação de cônjuge quando o titular do seguro de vida já era separado judicialmente ou de fato no momento da contratação.

O capital segurado do cônjuge não pode ser superior a 100% do valor de indenização do segurado principal. O critério para fixar essa quantia deve ser informado com clareza nas cláusulas suplementares ou nas condições especiais do plano.

 

Inclusão de filhos

A cláusula suplementar de inclusão de filhos também pode ser:

• Automática: quando abranger os filhos de todos os segurados principais e/ou dos cônjuges segurados;

• Facultativa: quando abranger os filhos dos segurados principais e/ou dos cônjuges segurados mediante sua autorização.

 

Em relação ao seguro de vida, enteados e menores de idade dependentes economicamente do segurado principal se equiparam à qualificação dos filhos.

Nos planos coletivos, quando ambos os cônjuges forem segurados principais do mesmo grupo segurado, os filhos podem ser incluídos uma única vez, como dependentes daquele que tiver maior capital segurado.

Da mesma forma que o cônjuge, o capital segurado dos filhos não pode ser superior a 100% (cem por cento) do valor de indenização do segurado principal. O mesmo critério se aplica para a fixação do capital na cláusula suplementar ou nas condições gerais, que devem defini-lo com clareza.

A cobertura para filhos menores de 14 anos de idade é limitada ao reembolso de despesas com funeral e de gastos médico-hospitalares e odontológicos, desde que previstos na apólice. O ressarcimento desses gastos está limitado ao valor contratado.

 

Coberturas especiais

Segunda opinião médica

Garante o envio de exames e diagnósticos do segurado para emissão de parecer de médicos com competência renomada, credenciados no plano de seguro.

 

Cesta básica

Garante a alimentação dos dependentes, caso o segurado titular fique impedido de trabalhar ou morra. Ocorrendo o sinistro, o segurado ou os beneficiários indicados receberão uma cesta básica de alimentos por um período determinado, em geral, de três a seis meses, podendo chegar a um ano.

Existe também a opção de contratar o pagamento de um valor à vista, correspondente a todas as cestas básicas do período definido na apólice, em vez dos alimentos mensais.

O valor para custear a cesta básica pode ser incluído no prêmio do seguro de vida. Entretanto, a concorrência acirrada no setor favorece o segurado. Muitas empresas oferecem esse serviço gratuitamente e se reservam o direito de escolher os gêneros alimentícios ou estipular o valor correspondente.

 

Assistência funeral

É um serviço complementar ao contrato do seguro, sem direito de livre escolha por parte da família do segurado para contratação dos profissionais da cerimônia fúnebre e do sepultamento.

A seguradora indicará os prestadores de serviço, mas não poderá fornecer diretamente esses serviços. No regulamento da assistência funeral, o pagamento ou reembolso das despesas não pode estar previsto. Deve constar apenas a prestação dos serviços.

Quando a assistência funeral for fornecida sem custo para o segurado, os serviços devem ser regulamentados em documento à parte do contrato do plano. Mas, no caso de o segurado pagar pela cobertura dos serviços de funeral, será cobrado o prêmio correspondente.

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Qual a diferença entre seguro funeral, auxílio funeral e assistência funeral?

 

Seguro funeral

Garante o reembolso das despesas com o sepultamento do segurado, até o limite do capital segurado, permitindo que a família escolha livremente os serviços que deseja contratar. O prêmio do seguro de funeral, geralmente, não custa caro e sua contratação pode ser feita junto com a do seguro de vida.

 

Auxílio Funeral

Corresponde a um valor de capital segurado baixo que pode ser contratado junto com a cobertura de morte natural por qualquer causa. No caso de morte do segurado, os beneficiários indicados recebem esse valor.

O auxílio funeral deveria ser utilizado para ajudar nas despesas com o funeral. Entretanto, as seguradoras costumam pagá-lo juntamente com a indenização de morte, cujo prazo é de até 30 dias a contar da data da entrega de todos os documentos exigidos para regular o sinistro.

A indenização prevista para auxílio funeral é paga aos beneficiários indicados que não precisam comprovar o pagamento de nenhuma despesa com funeral.

 

Assistência funeral

É um serviço complementar ao contrato de seguro, que deve ser realizado por prestadores indicados pela seguradora, não sendo permitida a livre escolha. O seu regulamento, à parte do contrato do seguro de vida, não poderá prever o pagamento em espécie ou reembolso ao segurado, apenas a prestação de serviço.

Vale destacar que os serviços funerais não podem ser prestados diretamente pela seguradora.

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Quais são os riscos excluídos da indenização?

É importante conhecer as exclusões que existem no seguro de vida. Todas as possibilidades têm que ser informadas pela seguradora antes de o segurado assinar o contrato.

Como o que vale é o que está escrito, todos os riscos excluídos têm que estar relacionados, com detalhes nas Condições Gerais do plano de seguro. Os riscos excluídos não podem ser definidos de forma genérica.

 

Conheça os principais riscos excluídos que costumam constar nos planos de seguros que não dão direito à indenização:

• uso e manuseio de material nuclear, acidentes nucleares e semelhantes;

• atos e operações de guerra, rebelião e tumultos;

• doenças pré-existentes à contratação do seguro, que não foram informadas na declaração de saúde;

• suicídio ocorrido durante o período de carência de dois anos;

• prática de atos ilícitos dolosos (vontade consciente de enganar para obter vantagem pessoal ou para outros) por parte do segurado ou de seus beneficiários;

• sinistros ocorridos em decorrência do uso de álcool ou drogas;

• lesões causadas por esforços repetitivos (LER), doenças ósteo-musculares relacionadas ao trabalho (DORT), lesão por trauma continuado (LTC) e outras semelhantes.

 

Apesar de algumas seguradoras não aceitarem propostas de pessoas que, profissionalmente ou não, usam meios de transporte mais arriscados; de militares; de quem pratica esportes ou que se dedique a atos humanitários, sob risco de vida, normas baixadas pela Susep impedem esse tipo de restrição.

No caso de uma seguradora excluir a cobertura dos riscos acima descritos, o futuro segurado tem como argumentar para não concordar com essas limitações. O mesmo pode ser feito pelos beneficiários de um segurado que tenha sofrido um sinistro decorrente dessas condições e enfrentam dificuldade para receber a indenização.

Pois, de acordo com o artigo 799 do Código Civil, a seguradora não pode eximir-se ao pagamento do seguro, ainda que da apólice conste a restrição, se a morte ou a incapacidade do segurado provier da utilização de meio de transporte mais arriscado, da prestação de serviço militar, da prática de esporte, ou de atos de humanidade em auxílio de outrem.

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A seguradora paga indenização em caso de suicídio?

A entrada em vigor do novo Código Civil, em janeiro de 2003, encerrou a discussão a respeito do pagamento de indenização do seguro para os casos de suicídio.

A nova legislação colocou fim na polêmica em torno da premeditação do suicídio ou sua tentativa, ao condicionar o pagamento da indenização a um prazo de carência de dois anos.

Para efeito de indenização, o suicídio é equiparado a acidente pessoal. E os contratos do seguro de vida passaram a ter uma cláusula sobre essa possibilidade de garantia.

 

FONTE: Portal Tudosobreseguroswww.tudosobreseguros.org.br

FenaPrevi e FenaSaúde UNEM-SE PARA BUSCAR REGULAMENTAÇÃO DO VGBL SAÚDE

07:56 PM, 6/3/2011

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FenaPrevi e FenaSaúde unem-se para buscar regulamentação do VGBL Saúde

FenaPrevi e FenaSaúde unem-se para buscar regulamentação do VGBL Saúde

A FenaPrevi e a FenaSaúde uniram as forças para buscar a regulamentação do VGBL Saúde. Similar ao Health Savings Account (HSA) negociado no mercado americano desde 2003, o produto que alia coberturas de saúde e de previdência será apresentado formalmente à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) esta semana, depois de já discutido com a Susep nos últimos anos. "O debate do VGBL Saúde tem evoluído nos últimos anos- primeiro com a Susep e agora com a ANS- e estou otimista de que sua regulamentação poderá ocorrer de fato e talvez ainda este ano", acredita o presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), Marco Antonio Rossi.


O novo produto visa a reduzir os valores gastos com saúde no futuro, justamente ao acumular parte dos prêmios para tais despesas lá na frente, quando o segurado está mais velho e é maior o peso do tratamento médico em seu orçamento. "A análise do mercado mostra que os custos com planos e seguros saúde são maiores quando as pessoas mais precisam da cobertura e têm menos renda disponível. Ao se aposentar, normalmente, há uma queda nos rendimentos. Idealizamos o produto para resolver esse desequilíbrio", informou José Cechin, diretor-executivo da FenaSaúde, ao jornal O Globo.


Além das agências de supervisão, a implantação do produto precisa de aprovação prévia do Congresso Nacional, porque exige renúncia fiscal. Daí porque a proposta precisa tramitar antes na Susep, ANS, ministérios da Saúde e da Fazenda e, após o Congresso, receber a sanção da presidente Dilma Rousseff.



Viver Seguro

PREVIDÊNCIA PRIVADA ARRECADA R$ 46 BILHOES EM 2010

07:53 PM, 6/3/2011

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Previdência privada arrecada R$ 46 bilhões em 2010

Previdência privada arrecada R$ 46 bilhões em 2010

A previdência privada aberta fechou 2010 com arrecadação de R$ 46 bilhões em novos depósitos consolidando aumento de 18,79% frente a 2009, quando R$ 38,7 bilhões ingressaram no sistema, segundo informações da Fenaprevi. O volume da carteira de ativos registrou expansão de 21,97% em comparação ao ano anterior totalizando R$ 223 bilhões. As seguradoras administram atualmente 12 milhões de contratos ativos. Segundo o balanço do setor, o número de titulares de planos que já usufruem de aposentadoria privada chegou a 77 mil em dezembro de 2010, marca 0,34% superior a registrada no mesmo período de 2009.


No acumulado de 2010, o VGBL arrecadou R$ 36,7 bilhões, alta de 21,59%. O PGBL cresceu, por sua vez, 16,58% no período com R$ 6 bilhões em arrecadação de aportes. Já os planos tradicionais totalizaram aportes no valor R$ 3,2 bilhões no período. Outros produtos de previdência (FAPI, PGRP e VGRP) arrecadaram R$ 15,9 milhões.



Desempenho por segmento

Os dados da Fenaprevi mostram que em 2010 nos planos individuais foram efetuados aportes no valor de R$ 39,1 bilhões, apresentando um crescimento de 27,26% na comparação aos R$ 30,7 bilhões somados em 2009. Os planos empresariais, por sua vez, tiveram alta de 16,42% e arrecadação de R$ 5,4 bilhões. Já os aportes para os planos para menores registraram R$ 1,4 bilhão.



Ranking - Acumulado 2010

A Bradesco Vida e Previdência liderou o ranking de captação em 2010, com 31,18% do total dos aportes arrecadados, seguido pela BrasilPrev (21,05%), Itaú Vida e Previdência (19,04%), Santander Seguros (10,82%), Caixa Vida & Previdência (7,31%), HSBC Vida e Prev. (4,16%), Safra Vida e Prev. (1,15%), Icatu Hartford (0,96%), Sul America Seg. e Prev. (0,83%), Porto Seguro (0,55%). As demais operadoras somam, no total, 2,95% da arrecadação de aportes.



Provisões

As provisões - recursos acumulados pelos titulares dos planos de caráter previdenciário abertos - apresentaram saldo de R$ 216,2 bilhões ao final do exercício de 2010, com alta de 22,38% em comparação ao saldo registrado no ano de 2009, quando somaram R$ 176,6 bilhões.


As provisões de VGBLs tiveram o crescimento mais expressivo. Saltaram 29,47% passando de R$ 96,5 bilhões para R$ 125 bilhões. As provisões do PGBL?s cresceram 15,82% em 2010 passando de R$ 48,4 bilhões, em 2009, para R$ 56,1 bilhões. Nos planos tradicionais as provisões passaram de R$ 31,1 bilhões para R$ 34,5 bilhões no período, com alta de 11%.


Com relação à market share, os planos VGBLs mantiveram a liderança no volume de provisões, com 57,82% do total, seguidos pelos PGBLs, com 25,96% , enquanto os planos tradicionais contaram com 15,99%. Outros produtos - incluindo os Fapi - completam a equação, com 0,23%.



Carteira de Investimentos

Em relação à carteira de investimentos - diversas modalidades de ativos que garantem as obrigações corporificadas nas provisões - o segmento de planos de caráter previdenciário cresceu 21,97% em relação ao ano de 2009. Com isso, a carteira do setor totalizou R$ 223,2 bilhões.


De acordo com o balanço da Fenaprevi, a carteira relacionada aos VGBLs obteve alta de 29,46%, passando de R$ 96,2 bilhões para R$ 124,6 bilhões do total do valor dos investimentos. Já aquela referente aos PGBLs cresceu 15,92% no período, elevando-se de R$ 48,7 bilhões para R$ 56,4 bilhões entre 2009 e 2010. Por fim, a carteira atrelada aos planos tradicionais evoluiu de R$ 37,5 bilhões para R$ 41,6 bilhões, alta de 10,95%. Nos demais produtos, FAPI, PRGP, VRGP, a retração foi da ordem de 1,10%.



Resultado Mensal ? Dezembro

Em relação ao mês de dezembro de 2010, os planos de caráter previdenciário arrecadaram R$ 6,7 bilhões em aportes, um crescimento de 21,14% na comparação com o mesmo período de 2009.


Os VGBLs registraram no período depósitos de R$ 5,2 bilhões com alta de 23,33% em comparação ao mesmo mês do ano anterior. Já os PGBLs apresentaram alta de 21,36%. Arrecadaram aportes no valor de R$ 1,2 bilhão frente aos R$ 999,4 milhões registrados em dezembro do ano anterior. Os planos tradicionais apresentaram queda de 7,94% no período com R$ 298,9 milhões em arrecadação.


No resultado mensal o destaque mais uma vez ficou por conta dos planos individuais. A arrecadação foi de R$ 5,8 bilhões em dezembro de 2010, crescimento de 44,28% na comparação ao mesmo período de 2009. Os planos empresariais registraram aportes de R$ 772,3 milhões e crescimento de 16,05%. Os planos para menores arrecadaram R$ 163,1 milhão.



Crescimento na década

Os planos de previdência privada aberta obtiveram expansão na década que abrange os anos de 2001 a 2010. A estabilidade econômica e a modernização dos produtos, com o advento dos PGBLs e VGBLs, trouxeram uma nova perspectiva para os brasileiros no desenvolvimento da cultura da formação de poupança doméstica de longo prazo. Os aportes anuais aos planos do segmento aumentaram em 630%, passando de R$ 7,3 bilhões, em 2001, para os R$ 46 bilhões verificados no ano passado. A taxa média de crescimento foi, assim, de 25,51% ao ano, muito acima daquela experimentada pela economia brasileira (PIB), refletindo o acerto das políticas adotadas para o segmento, pelo governo e pelo mercado.


As poupanças acumuladas em produtos do segmento (provisões) também registraram forte expansão e avançaram de R$ 20,96 bilhões, em 2001, para R$ 216,2 bilhões, fechados ao final do exercício de 2010.


Também é importante verificar o crescimento da participação do segmento na formação do Produto Interno Bruto brasileiro que evoluiu de 0,82% em 2001 para 1,45% em 2010, considerando as receitas anuais. "O total de estoque de previdência privada aberta que atualmente soma R$ 223,6 bilhões já equivale a 6% do PIB estimado para 2010", analisa Marco Antonio Rossi, presidente da Fenaprevi.



J.N.
Revista Apólice

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