Corinthians 100 Anos

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Entrevista Mano Menezes

À sombra de Ronaldo e Roberto Carlos, Mano vira peça-chave para o Timão 2010

Treinador fala de planejamento, seleção brasileira, esquema tático e como espera levar o Corinthians ao título da Libertadores no centenário

Ampliar Foto Marcos Ribolli/GLOBOESPORTE.COM
Mano assumiu o Corinthians na Série B de 2008 e levou o time à disputa da Libertadores 2010

O ano mais importante da história do Corinthians está nas mãos de Mano Menezes. Ronaldo e Roberto Carlos são as estrelas, mas é na competência e na seriedade do treinador que o Timão aposta para coroar o centésimo aniversário com o tão sonhado e inédito título da Taça Libertadores.

Nesta entrevista exclusiva ao GLOBOESPORTE.COM, o treinador fala como construiu a carreira até chegar ao segundo time mais popular do país, evita falar sobre a possibilidade de assumir a seleção brasileira após a Copa do Mundo da África do Sul e garante que nunca foi contrário à contratação do lateral-esquerdo Roberto Carlos, maior reforço alvinegro para a temporada 2010.


GLOBOESPORTE.COM: Em poucos anos, você deixou o 15 de Campo Bom-RS para assumir o segundo time mais popular do país. Como você vê essa ascensão na carreira?

Mano Menezes: Eu penso que você não consegue traçar a carreira tão objetivamente em uma sequência. Muitas coisas vão acontecendo naturalmente. Procurei me preparar para quando a chance aparecesse, não decepcionar e, acima de tudo, aproveitá-la. Ela aparece muitas vezes e você tem que estar bem preparado, não só no fato de uma conquista de título, mas com um bom trabalho que transmita segurança para as pessoas. Acho que este é um ano em que essa oportunidade aparecerá de novo.

Acha que subiu muito rápido em comparação com os outros técnicos?

- Eu diria que, se considerasse a trajetória de carreira em um time grande, realmente ela surgiu rapidamente. Se considerar a trajetória de categoria de base, de preparação, de encaminhamento, acho que já surgiu de forma mais natural e mais equilibrada. Sempre digo que tive um pouco de sorte nesse encaminhamento de trajetória. Fui passando pelos segmentos com grau de dificuldade crescente. Trabalhei bastante em base. Isso me deu conhecimento técnico. Depois, trabalhei em base de clubes maiores, conhecendo o que é a vivência de um grande clube. Depois, trabalhei em clube profissional menor, depois médio e grande. Isso foi tornando as coisas mais naturais, sem sobressaltos.

Hoje, se transformou em um exemplo a ser seguido no país. Mas, quando ainda estava começando a carreira, em quem se inspirou?

 

- Quem está começando olha para muitos treinadores. Você precisa tirar a parte boa de cada um para ir se desenvolvendo. Eu tive a oportunidade de acompanhar o Ênio Andrade quando ainda não pensava em ser técnico. Você ouve, olha e aprende. Depois, tive a oportunidade de fazer estágio com o Paulo Autuori, no Cruzeiro, quando confirmei o que eu acreditava que poderia ser. Tive o Felipão, como um treinador ganhador, e o Parreira, no Inter. Aprendi muito. Ele gosta de sentar e conversar sobre futebol, indicar livros e coisas que foi buscar para se desenvolver.

Você sempre cita o Paulo Autuori como um exemplo de treinador. Ele foi sua maior inspiração?

- O Paulo Autuori é extremamente estudioso nas questões do futebol. Ele trabalha muito na montagem de uma filosofia de jogo, detalhe por detalhe. Vai construindo uma equipe, trabalhando no dia a dia para essa construção. O que me chamou mais a atenção quando fiz esse estágio é a noção clara que tem do que aconteceu de forma fortuita ou com base no trabalho. Não que você vai abrir mão da sorte, mas é preciso saber que foi sorte. A competência está em você saber o que foi sorte e o que foi trabalhando. Uma vez, ouvi de um técnico que a parte mais importante da semana é saber por que você ganhou e por que perdeu. Às vezes, você perde de forma injusta nos conceitos do futebol, mas também ganha de forma injusta. Qualquer interpretação errada vai lhe levar a um insucesso mais à frente.

Você tirou o Grêmio e o Corinthians da Série B do Campeonato Brasileiro e os colocou na Libertadores. Essas são suas principais conquistas? 

- Meu maior orgulho é a linha que consegui manter, porque no futebol você perde e ganha. Mas essa linha é que te torna mais respeitado, mesmo na hora ruim, na hora da derrota. Sei que no futebol tem conquista e tem ano que não anda tão bem. Mas esse respeito vem com essa linha de trabalho. Não tenho coisa negativa de que eu me arrependa.

Qual é a diferença do trabalho realizado no Grêmio e no Corinthians?


- Eu acho que existe um momento que, talvez, não seja tão difícil assumir um grande, que é quando ele cai para a Segunda Divisão. No Grêmio, tive que montar um time durante a Série B. Mesmo assim, o sistema de disputa favorecia. Para quem não estava tão bem organizado, como era o caso do Grêmio, se classificar entre os oito era relativamente fácil para um grande. O acesso final foi mais dramático. Mas eu penso que a chance de um grande clube subir no primeiro ano e se reorganizar é bastante grande. Para iniciar o trabalho do técnico em si é o momento ideal. O torcedor sente uma necessidade especial de apoiar o clube. Existe uma união mais forte e uma humildade maior. Não tem melhor momento de o técnico assumir esse trabalho quando existe humildade. No Corinthians, pude reunir tudo aquilo que eu penso na elaboração de um trabalho por ter iniciado desde o começo. Fizemos um ano tranquilo dentro daquilo que era o ano do rebaixamento. No ano seguinte, qualificamos mais a equipe e tivemos duas conquistas em três possíveis. Agora, no terceiro ano, pretendo dar um salto maior ainda.

 

Você perdeu uma final de Libertadores com o Grêmio. Qual é o caminho a seguir para o Corinthians finalmente fazer uma grande campanha?

- Gostaria de repetir a trajetória do Grêmio, mas fazer um final diferente. Basicamente, os torneios têm uma característica de subjetividade muito grande quando se iniciam. Quem não tiver humildade de que pode cair na primeira fase ou ser campeão está muito perto de um fracasso. Os exemplos são bem parecidos. O Inter foi campeão do mundo e caiu na primeira fase da Libertadores no ano seguinte. Eu aprendi jogando a Libertadores que você precisa ter esse entendimento. São jogos iguais sempre. O adversário sempre tem a possibilidade de ganhar. Isso vai mostrando que os times estão acostumados com a competição, maduros, com os principais jogadores de seus países.

Quem são os favoritos?

- Pode aparecer uma equipe colombiana como o Once Caldas. Você pode ter também outra equipe equatoriana. A LDU era forte, mas o Emelec ficou com a vaga. Então, por que não pode se firmar também? Pode ser também um argentino porque eles possuem equipe para isso. É só olhar o Torneio de Verão agora. San Lorenzo e Boca fizeram um jogo de qualidade. Há as equipes de tradição, como Estudiantes e Vélez. Mas você só vai conhecer todas mesmo quando a competição começar.

Os dois piores segundos colocados serão eliminados por causa da mudança do regulamento. Isso muda o planejamento do Timão?

- Antes, você tinha uma visão só dentro do grupo. Agora, não basta. Você precisa ter a preocupação de não ser um dos piores segundos para não ficar fora. Isso exige a preocupação de trabalhar com margem de segurança maior, ter uma pontuação maior. Acho que muda um pouco o enfoque. 

Diretoria e torcida nunca esconderam o sonho de conquistar a Libertadores. Para que isso aconteça, o Paulistão fica em segundo plano, mesmo com o Corinthians sendo o atual campeão? 

 

- Eu não gosto desta questão de ir mal em uma competição e mal na outra. Não acho que seja uma coisa saudável. É possível fazer duas competições em alto nível. Montamos um grupo para isso. O Paulistão vai ser jogado com o mesmo objetivo do ano passado. Quando tivermos uma semana de jogo da Libertadores, talvez, tenhamos um entendimento mais voltado para ela. Fora isso, serão competições iguais. 

O Corinthians se caracterizou em 2009 por jogar com três atacantes. Como pensa a formação do time em 2010 depois da chegada dos sete reforços?


- Penso mais como base o 4-4-2. Você não pode abrir mão das alternativas que tem e dizer que não vai usar mais. Se tiver necessidade, já sabe que tem uma forma confiável de jogar. Esse é o ganho quando acrescenta jogadores de qualidade. Não vamos jogar fora o 4-3-3. Mas eu penso que vamos jogar muito contra linhas de quatro defensores, que é a realidade da Libertadores. Jogar com três atacantes contra quatro defensores é um favor que faz para eles (adversários) porque vão fazer a função para a qual foram escolhidos. É preciso criar variações para essa linha de quatro. Tirando um jogador de frente e colocando outro no meio, você acaba com isso.

 

O que pesou na escolha dos reforços? O que eles têm em comum com quem já estava no Parque São Jorge? 

- Eu acho que o Jorge Henrique foi um dos mais regulares. Mas temos jogadores que há dois anos estão sendo regulares, como o Alessandro,William, Chicão e Felipe. Você vai vendo nas conquistas que precisa de uma base muito regular, muito mais com quem vai viver jogos de mata-mata. Você não pode oscilar. Se fizer isso em um jogo errado pode sair da competição. O treinador gosta desse tipo de jogador confiável. Mesmo que não seja brilhante, ele nunca vai decepcioná-lo. Talvez, o Jorge tenha sido o jogador com maior variação, o polivalente. A característica dos jogadores que trouxemos é essa. Você não vê um Danilo fazer grandes oscilações. Você vê o Danilo jogar de forma estável, fazendo a parte tática. Com Iarley, Tcheco e Roberto Carlos também é assim. Por isso, escreveram toda essa trajetória. 

 

 

 O Corinthians contratou o Roberto Carlos, mas, nos bastidores, você era contrário à vinda dele por conta dos problemas de comportamento que ele e o Ronaldo tiveram na Copa de 2006, na Alemanha. Isso aconteceu realmente? Você não queria o Roberto Carlos e só o aceitou pela falta de opções na posição?


- O Parreira dizia que o grande jogador não dá trabalho. Como regra, não dá trabalho. E os dois são assim. A trajetória dos jogadores comprova isso. O Roberto Carlos foi muito questionado depois que saiu da seleção, mas nós notamos a dificuldade que é substituí-lo de forma indiscutível. Isso dá uma ideia da importância dele. Você não consegue fazer uma trajetória tão longa se não é qualificado, preparado para ideias, com personalidade e opinião. Se houver respeito, e é isso que eles querem, as coisas funcionam. Eu nunca vetaria um jogador como o Roberto Carlos. Tenho uma certa inteligência para ter conseguido chegar até aqui. Um jogador deste nível você não discute. Com a contratação, vem muita coisa boa e questão para se administrar. Se não quer administrar, não contrate. Numa derrota de Copa do Mundo, muita coisa que sai não corresponde à verdade e recai sobre o jogador. Eu acredito muito nessa parte da questão da conversa franca, olho no olho, que é o que faço com todos. No ano passado, tivemos essa experiência maior com o Ronaldo. Passamos o ano inteiro e não tivemos problemas quanto a isso. E vai funcionar igual com o Roberto. O que eu tenho sentido é que ele trabalha para burro e é disso que o treinador gosta. Ele se dedica, presta atenção e tem vontade de ganhar, como nós queremos que tenha.

- Você pode ser coroado com um título da Libertadores pelo segundo time mais popular do país. No mesmo período, a seleção brasileira poderá ter conquistado mais um título mundial ou terá outro fracasso. Como vê a chance de assumir a seleção caso consiga bons resultados pelo Timão? 

- Não estou pensando nisso. Seria até inoportuno falar, em respeito ao trabalho da seleção e também com a expectativa que vive o torcedor corintiano. Eu só penso em fazer mais uma grande temporada e aproveitar as oportunidades que temos. Nós traçamos um planejamento, montamos um grupo qualificado e eu tenho que ter todo esse meu tempo voltado para dirigir esses jogadores extremamente qualificados que conseguimos reunir. O segredo está aí: tirar o melhor de cada um. Você não pode desperdiçar essa oportunidade pensando em outras coisas que não sejam o trabalho.

Ronaldo e Roberto Carlos falam abertamente do sonho de disputar mais uma Copa do Mundo. Acha possível o Dunga mudar tanto assim o planejamento na reta final para o Mundial?

- O Dunga tem que responder, não sei o que ele pensa, quais as diretrizes que o norteiam. As condições em que eu vejo de Ronaldo e Roberto Carlos são aquelas que você sempre espera de um grande jogador. Nós vamos ter duas Copas do Mundo para jogar no primeiro semestre. É assim que eu vejo, é assim que eu e eles vamos querer. O resto é consequência. Nós sempre falamos que o Brasil tem duas ou três seleções para montar e ganhar o título. Não é verdade. É só olhar. Nossos atacantes não são titulares nos grandes times do mundo. É sinal de que não é tudo isso neste momento. É cíclico. Assim como Portugal passou por uma fase em que todo mundo era maravilhoso e agora já mudou um pouco. Nós também passamos por isso. Não vamos ganhar sempre. A Copa é muito de momento. A seleção chegou até agora em uma trajetória muito boa. Mas o que vai ser determinante para ganhar é como estará em junho. Se os jogadores estão em um momento ruim, você já tem um prejuízo muito grande.

Ampliar Foto Agência/Estado 

Mano com os ídolos Ronaldo e Roberto Carlos

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despedida marcelinho

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EMBAIXADOR DO CENTENÁRIO.

 

Marcelinho esteve nesta Terça Feira  no Arena Sportv. O eterno camisa  7 do Timão, embaixador do Centenário do clube, “entupiu” a caixa de e-mails do programa, o que demonstra que o quase ex-jogador continua sendo um grande personagem.

Marcelinho é na opinião do repórter que vos escreve o mais importante jogador da história do Corinthians. E o critério é simples. Durante 8 anos foi decisivo nas principais conquistas do clube, dentre elas a Copa do Brasil de 95, e o bicampeonato Brasileiro em 98-99, e o Mundial de 2000.

Não quero discutir se Marcelinho é ou não um cara legal ou um ser humano acima de qualquer suspeita. A análise é profissional e com a camisa do Corinthians Marcelinho entrou para a História.

Cláudio Carsughi, uma das opiniões mais respeitáveis do Mundo, citou Marcelinho entre os 3 jogadores mais importantes do Corinthians, ao lado de Luisinho, o pequeno polegar, e Rivellino. Certamente, o craque do quarto centenário, e o Reizinho do Parque, jogaram mais do que Marcelinho, mas não conquistaram tantos títulos, ou foram  decisivos em tantas conquistas quanto o embaixador do Centenário.

 

ter, 12/01/10
por carlos cereto |

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