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09:09 PM, 2/6/2012 .. Postado em Notícias .. 0 comentários .. Link

 

A nova rota logística


A ineficiência da matriz de transportes no Brasil, calcada nas rodovias, que respondem por 60% da movimentação de cargas, vem estimulando uma série de negócios pelo País afora. O trânsito complicado e as crescentes restrições à circulação de caminhões na cidade de São Paulo têm feito crescer a construção de condomínios industriais ao lado das rodovias que cortam o interior da capital paulista, enquanto operadores logísticos têm investido para aumentar sua presença nacional e para testar novos modais, de olho no aumento da eficiência e na redução de custos. A GR Properties, que atua na área imobiliária, inaugurou, em janeiro, em uma área próxima às rodovias Dom Pedro e Anhanguera, na região de Campinas, um espaço de 24 mil metros quadrados que funcionará como condomínio logístico.

Rossi, da GR Properties: empresário apostou em centros logísticos em regiões próximas às grandes metrópoles.
“Mal foi entregue, já está quase tudo locado, seja para empresas que querem o espaço para distribuição própria de produtos, seja para operadores que prestam serviços logísticos”, afirma Guilherme Rossi, fundador e presidente da GR Properties. A empresa está concluindo outra obra, na mesma região, com 36 mil metros quadrados, que já está em estágio avançado e deve ser entregue no segundo semestre. “Pretendemos alugar em dois ou três meses”, diz o empresário, que é herdeiro da incorporadora Rossi Residencial. Nos dois condomínios industriais, os investimentos somados chegaram a R$ 115 milhões. De acordo com Rossi, a empresa agora está prospectando oportunidades em terrenos próximos do trecho Oeste do Rodoanel.
 
“O Brasil anda de caminhão, então estamos de olho nessas áreas em que passa uma parcela importante da economia brasileira”, afirma. Os negócios atualmente estão concentrados em São Paulo, mas Rossi já estuda o ingresso no mercado do Rio de Janeiro, onde analisa a abertura de um escritório em 2013. A ideia é comprar terrenos na via Dutra, rodovia que liga São Paulo ao Rio de Janeiro, próximos da entrada da capital fluminense. Cada investimento da GR Properties é financiado por capital próprio e por investidores. “Há um interesse grande do investidor em participar, porque esse é um segmento em expansão”, diz Rossi. “A demanda logística é alta.” As dificuldades no trânsito têm feito também com que as operadoras logísticas invistam crescentemente em tecnologia da informação (TI).
 
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Cerco aos caminhões: Marginal Tiête, em São Paulo, onde os veículos pesados passaram
a ter restrições de circulação.
 
O objetivo é dar informações aos clientes sobre quando e em que condições os produtos encomendados foram entregues. Os motoristas das empresas trabalham com celulares equipados com programas eletrônicos que, em tempo real, indicam quando foi feita a entrega e quem a recebeu. Essa sofisticação também mudou o foco do negócio, exigindo que os transportadores não sejam apenas meros embarcadores de produtos, mas ofereçam amplas soluções dentro da cadeia de serviços. “Somos aqueles que manuseiam os produtos finais, mas às vezes temos de montar kits ou colar envelopes e rótulos”, diz Edward Montarroyos, diretor de vendas da Rapidão Cometa, que também tem ampliado sua cobertura nacional. “Em paralelo, precisamos usar equipamento de ponta, como GPS e satélite, para que o varejista saiba quando e como o produto transportado pela gente chegou ao cliente.”
 
A Rapidão Cometa abriu cinco filiais no Sul do País, em 2011, ampliando para oito o número de escritórios nos três Estados da região. Com uma frota de três mil veículos, grande parte do transporte é feito por rodovias, mas a empresa vem testando outros modais, para ganhar mais eficiência. No eixo São Paulo-Nordeste e de Manaus para o Nordeste, a navegação de cabotagem vem ganhando espaço, principalmente em períodos de pico das encomendas, como no fim do ano. “Há frequências regulares na rota e os preços têm sido competitivos”, diz Montarroyos. Segundo ele, os investimentos na cadeia do petróleo e gás e as perspectivas com a exploração da camada pré-sal estão abrindo novas oportunidades para as empresas do setor. “Neste ano, iremos estudar os clientes, quais suas necessidades, onde eles estão”, afirma Montarroyos.
 


Evento

07:53 PM, 2/6/2012 .. Postado em Eventos .. 0 comentários .. Link

 



Produtos e empresas

07:44 PM, 2/6/2012 .. Postado em Produtos e Empresas .. 0 comentários .. Link

 

 Contêineres, paletes e recipientes
Palete de aço
Fornecedor: Arlok
Capacidade de carga dinâmica de 1.200 a 2.000 kg e acabamento galvanizado eletrolítico ou fogo.
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Produtos e empresas

07:41 PM, 2/6/2012 .. Postado em Produtos e Empresas .. 0 comentários .. Link

 

 Software e consultoria industrial
Bitz
Especializada em implantação de softwares para gestão empresarial. Conta com know-how diferenciado e equipe técnica altamente qualificada e certificada.
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 Transporte e operadores logísticos
Transporte rodoviário de cargas secas
Fornecedor: Marocco
Soluções rápidas que atendem a necessidade de cada cliente, minimizando custos e otimizando benefícios.
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 Empilhadeiras, paleteiras e outros veículos
Balança paleteira
Fornecedor: Líder Balanças
Transporte, pesagem e contagem com total segurança e agilidade. Tudo isso em um só instrumento.
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Produtos e empresas

07:39 PM, 2/6/2012 .. Postado em Produtos e Empresas .. 0 comentários .. Link

 

Etiquetagem, identificação e radiofreqüência
Outsourcing de impressão
Fornecedor: Copimaq
A eficiência, qualidade e agilidade que você precisa, com um controle que você nunca teve.
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Notícias

07:35 PM, 2/6/2012 .. Postado em Notícias .. 0 comentários .. Link

 

Primeiro quadrimestre positivo no Porto de Santos

Terminal movimentou, de janeiro a abril, 30,4 milhões de toneladas

 

A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) informa que a movimentação de cargas pelo Porto de Santos registrou novo recorde no primeiro quadrimestre, alcançando um total de 30,4 milhões de toneladas, impulsionadas pela alta das exportações com aumento de quase 12%, elevando o total operado em 6% sobre a até então melhor marca no período – 28,7 milhões de t no de janeiro a abril de 2011.

De acordo com a companhia, o crescimento das exportações é resultado dos elevados embarques do chamado complexo soja (grãos e pellets), que figura na liderança do movimento físico, com participação de 25% do total geral do porto no quadrimestre.

Com 7,6 milhões de t escoadas, a soja atingiu alta de 44% em relação a igual período do ano passado. O produto em grãos chegou a 6,8 milhões de t, colocando Santos como principal terminal escoador do produto, com quase 40% do total exportado pelo Brasil, seguido por Paranaguá, com participação de cerca de 25% . O Estado do Mato Grosso é a principal origem da soja exportada por Santos, representando 64,4% do total, seguido por Goiás que participa com 16,7%.

O açúcar, que ocupa o segundo lugar dentre as mercadorias de maior movimentação, registrou queda de 15,1% no período, atribuída ao atraso na moagem da cana na região centro-sul. A expectativa, no entanto, é de aumento com a chegada do volume da safra 2012/2013.

Ainda com menor participação, mas com forte tendência de aumento, a exportação teve como destaque os embarques de álcool e diesel, 48,1% e 44%, respectivamente.

Nas importações, a queda no quadrimestre foi de 3,7%, com praticamente todas as principais mercadorias acusando reduções. O carvão, carga de maior participação dentre as importações, teve baixa de 22,7%, seguindo pela diminuição de 15,1% do adubo e de 20,1% do trigo.

Com 977.411 TEUs movimentados, a carga conteinerizada mantém o crescimento, apontando 10,4% de alta no período.

Também mantendo a tendência de alta, a tonelagem média por embarcação cresceu quase 9%, com o total de navios no período caindo 2,5%, apesar do crescimento geral da movimentação de cargas, reflexo previsto do aprofundamento do canal com o consequente aumento da tonelagem e da produtividade no Porto de Santos.

Na balança comercial, Santos teve crescimento de 4,7%, com US$ 35,4 bilhões de cargas comercializadas com o mercado externo, representando 24,2% do total brasileiro. As importações somaram US$ 17,6 bilhões, com alta de 6,6%, e as exportações atingiram US$ 17,8 bilhões, com ligeiro aumento de 1%.

Com o total apurado nos quatro primeiros meses mais a previsão para os demais, a expectativa aponta para o fechamento do ano em 100,1 milhões de t de carga movimentada.

 

 

 

 

 



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07:33 PM, 2/6/2012 .. 0 comentários .. Link

 

Tradeworks inaugura filial no Rio de Janeiro

Expectativa é que unidade gere 5% das vendas ainda em 2012

 

A Tradeworks, empresa prestadora de serviços na área de comércio exterior, inaugurou, no mês de maio, a sua nova filial na cidade do Rio de Janeiro. Com sua matriz em Campinas (SP), no Aeroporto de Viracopos, e instalações em Santos (SP) e Guarulhos (SP), essa é a quarta unidade que a empresa abre no País.

Para o diretor Comercial e de Operações da Tradeworks, Ignácio Fraga, a filial no Rio de Janeiro dará maior visibilidade à empresa, servindo de cartão de visitas no centro da cidade. “Temos que aproveitar o momento especial que a economia do Rio de Janeiro oferece com grandes eventos e projetos programados para os próximos quatro anos. Além disso, precisamos aproveitar as boas oportunidades no segmento de óleo e gás”, analisa o executivo.

A companhia já possui alguns negócios na cidade do Rio de Janeiro, e a filial passará a atender esses clientes. Segundo Fraga, a expectativa da empresa é que a nova filial deva ser a responsável por 5% das vendas em 2012 e 10% já em 2013. Os planos de expansão da Tradeworks ainda incluem mais dois estados, com futuras filiais nas cidades de Recife e Porto Alegre.

 



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07:25 PM, 2/6/2012 .. Postado em Notícias .. 0 comentários .. Link

 

Superporto do Açu terá fábrica de dutos submarinos

Acordo firmado entre LLX e Subsea 7 visa instalação de unidade fabril para dutos destinados ao transporte de petróleo e gás

 

A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, assinou, na última sexta-feira, 25 de maio, um contrato com a Subsea 7 para a instalação de uma unidade destinada à fabricação e revestimento de dutos rígidos submarinos de grande extensão no Superporto do Açu, em construção na cidade de São João da Barra (RJ).

Com o acordo, a LLX terá uma receita de aproximadamente R$ 21 milhões por ano com o aluguel da área e a utilização da infraestrutura pelos próximos dez anos. “A cada novo contrato fechado, fica evidente que o Superporto do Açu é o site definitivo para as indústrias de suporte ao setor de petróleo e gás”, analisa o diretor-presidente da LLX, Otávio Lazcano.

A unidade da Subsea 7, que contará com um píer de 250 metros de extensão e dois berços para atracação de embarcações, será instalada na entrada do canal do terminal TX2, na margem sul do porto. A previsão é que as atividades da empresa tenham início em 2014.

A Subsea 7 é uma empresa global que atua com engenharia e construção submarina, além de fornecer serviços para a indústria offshore em todo o mundo. Em 2011, a Subsea 7 registrou uma receita de US$ 5,5 bilhões. As empresas envolvidas não revelaram os valores de contrato e investimentos.

 



Notícias da semana

11:03 AM, 26/5/2012 .. Postado em Notícias .. 0 comentários .. Link

Deutsche Post DHL anuncia resultados do primeiro trimestre

Lucro líquido foi 13 bilhões de euros, enquanto Ebitda chegou a 691 milhões de euros

A Deutsche Post DHL anunciou que obteve, no primeiro trimestre deste ano, lucro líquido de 13 bilhões de euros, crescimento de 4,3% quando comparado ao mesmo período de 2011. O Ebitda registrou desempenho favorável de 691 milhões de euros, aumento de 9,9% no ano.

De acordo com a companhia, os resultados estão vinculados à presença da organização em diversos mercados e em várias regiões do mundo, como Ásia e América. Para atender às crescentes necessidades de seus clientes, a DHL informa que investiu fortemente na rede global DHL Express. Recentemente, foram aplicados US$ 50 milhões na construção de um hub em Cincinnati, nos Estados Unidos, e US$ 175 milhões no hub de Xangai, na China.

Ainda segundo a empresa, os resultados atingidos no primeiro trimestre deste ano contrastam com a desaceleração econômica no ambiente financeiro global. Para o CEO da Deutsche Post DHL, Frank Appel, a companhia está no caminho certo, que contempla um crescimento sólido para o grupo. “A previsão do Ebitda da DHL para o ano de 2012 é cerca de 2,6 billhões de euros. Além disso, esperamos que nossas unidades de negócios continuem produzindo ganhos anuais, com uma média de crescimento de 13 a 15% até 2015”, afirma.



Notícias da semana

10:50 AM, 26/5/2012 .. Postado em Notícias .. 0 comentários .. Link

Recondicionamento de componentes eletrônicos, da Trilab

Serviço otimiza custos com substituição de equipamentos e reduz o descarte de lixo eletrônico

A Trilab oferece ao mercado brasileiro, como alternativa à aquisição de equipamentos novos, o serviço de recondicionamento de controladores eletrônicos de tração para empilhadeiras, transpaleteiras, rebocadores e veículos industriais.

O tratamento dos módulos e placas de veículos elétricos proporciona uma significativa redução – que pode chegar a 70% – nos custos em relação à substituição dos equipamentos. Outra vantagem apresentada pelo serviço é o tempo de ociosidade da máquina. Na maioria dos casos o processo de recondicionamento leva apenas cerca de dez dias.

O serviço, que possui garantia de três meses, é realizado com componentes originais e submetidos a rigorosos testes de qualidade. Para a efetuar os trabalhos de recondicionamento, a Trilab conta com oito técnicos, dois engenheiros eletrônicos e dois técnicos para atendimento externo, sempre em constante treinamento e atualizados com as novas tecnologias disponíveis no mercado.

Além da redução de custo e da otimização da ociosidade dos equipamentos, o recondicionamento proporciona também ganhos ambientais, evitando o descarte do lixo eletrônico proveniente de máquinas elétricas substituídas por equipamentos novos.



Notícias da semana

10:32 AM, 26/5/2012 .. Postado em Notícias .. 0 comentários .. Link

EcoRodovias adquire 41% de participação do Complexo Tecondi

Negócio, orçado em R$ 540 milhões, inclui a opção de compra dos 59% restantes no prazo de um ano

O grupo EcoRodovias anunciou, no último dia 22 de maio, que adquiriu, por R$ 540 milhões, 41% de participação do Complexo Tecondi, formado pelas empresas Tecondi, Termares e Termlog, que possui três berços de atracação, com extensão total de 703 metros, e cinco pátios de armazenagem que totalizam 181 mil m². A companhia informa que o negócio inclui, ainda, uma opção de compra dos 59% restantes no prazo de um ano.

Localizado na margem direita do Porto de Santos (SP), o complexo possui hoje 16% de participação de mercado na movimentação de contêineres no porto, o que o coloca como terceiro maior terminal portuário da região. Vale lembrar que as cargas conteinerizadas responderam, em 2011, por 35% do total movimentado em Santos. Com exceção de 2009, em que o setor foi fortemente afetado pela crise financeira mundial, vem crescendo há mais de dez anos.

A EcoRodovias informa que já existem investimentos previstos para melhor estruturar as operações. Entre as ações previstas estão a aquisição de novos equipamentos – portêineres e RTGs – e o reordenamento da área. A compra dos equipamentos tem como meta aumentar a produtividade, enquanto o objetivo com as alterações nas áreas é maximizar as atividades operacionais do terminal.

Segundo informações da EcoRodovias, com essa aquisição a companhia dá mais um passo com foco na integração logística. As operações da empresa estão organizadas em sistemas logísticos, que incluem terminais multimodais e concessões rodoviárias nos principais corredores de importação e exportação e de circulação de bens, de produção, de consumo e de turismo do país. Pelos 1.935 quilômetros de rodovias administradas pela empresa, já considerando os 476 quilômetros da BR-101, passam 50% das cargas movimentadas para importação e exportação. A EcoRodovias conta ainda com 14 unidades de logística, entre centros de distribuição, armazenagem e portos secos, e três plataformas multimodais.

Com a aquisição, a companhia destaca que, junto com os Ecopátios Cubatão e Imigrantes e as demais unidades da Elog Sudeste, todas localizadas em um raio de até 200 quilômetros do Complexo Tecondi, passa a contar com a maior retroárea do Porto de Santos e poderá otimizar a operação do cais transferindo parte do volume armazenado no terminal para essas áreas.



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