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Se a esta altura você está se perguntando sobre o desfile, se este era o objetivo ou não, o fato é que ele se tornou apenas um apêndice diante da badalação da festa: um tableau vivant onde não se via quase nada – a sala estava lotada, o tablado baixo demais. Se você quer saber sobre os vestidos, vale o release da estação passada ou de qualquer estação do Victor: longos e curtos vaporosos, estamparia em destaque e socialites, é claro. Se você não entendeu o que a palavra socialites estava fazendo no meio da descrição de looks, a gente explica: Há muito tempo a marca deixou de ser moda, já é estilo de vida e business. Então melhor aproveitar a festa e depois passar na loja para comprar o vestido. Afinal, no próximo badalado evento, o dress code é Victor Dzenk, claro. Wanessa Araújo Xeroo Visitantes


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A Busca De Empregos .. Milhões de pessoas na busca de empregos e apenas 20 ou 30 empregos..

Um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) revela que, actualmente, há cerca de 210 milhões de desempregados em todo o mundo, mais 30 milhões do que antes da crise.

Além do crescimento do desemprego, a OIT assinala uma quebra média de quatro por cento no valor dos salários reais. De acordo com a agência da ONU, só no grupo dos países do G20 será necessário criar 21 milhões de empregos por ano ao longo da próxima década, para responder ao crescimento da população activa.


Postado em: 10:57 AM, 19/3/2011
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"Bullying"

O primeiro-ministro do Haiti, Jean-Max Bellerive, afirmou esta quinta-feira, que existe tráfico de crianças e de órgãos no país após o terramoto. «Há tráfico de órgãos para crianças e outras pessoas, porque existe uma necessidade para todo tipo de órgãos», afirmou Bellerive numa entrevista à CNN.

O primeiro-ministro haitiano não deu mais pormenores, mas quando a jornalista perguntou se também há tráfico de crianças, Bellerive respondeu: «As informações que eu recebi dizem que sim».

O Governo do Haiti tenta localizar crianças deslocadas e registá-las para entregar a familiares ou entregar para adopção, explicou. Segundo Bellerive, o tráfico de crianças é «um dos maiores problemas» do país.

O primeiro-ministro declarou que está a trabalhar com as embaixadas em Port au Prince para proteger as crianças dos traficantes.

A Unicef também já expressou preocupação com a saída de crianças supostamente órfãs do Haiti sem haver documentação adequada ou sem que os trâmites legais da adopção tenham sido concluídos.

 


Postado em: 10:36 AM, 19/3/2011
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Tráfico Infantil .. Vamos Combater Cotra Essa Droga

O primeiro-ministro do Haiti, Jean-Max Bellerive, afirmou esta quinta-feira, que existe tráfico de crianças e de órgãos no país após o terramoto. «Há tráfico de órgãos para crianças e outras pessoas, porque existe uma necessidade para todo tipo de órgãos», afirmou Bellerive numa entrevista à CNN.

O primeiro-ministro haitiano não deu mais pormenores, mas quando a jornalista perguntou se também há tráfico de crianças, Bellerive respondeu: «As informações que eu recebi dizem que sim».

O Governo do Haiti tenta localizar crianças deslocadas e registá-las para entregar a familiares ou entregar para adopção, explicou. Segundo Bellerive, o tráfico de crianças é «um dos maiores problemas» do país.

O primeiro-ministro declarou que está a trabalhar com as embaixadas em Port au Prince para proteger as crianças dos traficantes.

A Unicef também já expressou preocupação com a saída de crianças supostamente órfãs do Haiti sem haver documentação adequada ou sem que os trâmites legais da adopção tenham sido concluídos.

 


Postado em: 10:34 AM, 19/3/2011
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Crise Desempregados , Como Sustentar Familia?

Em quatro décadas a Terra vai ter que alimentar nove mil milhões de bocas. Para Cary Fowler, director executivo do Global Crop Diversity Trust, o maior desafio não é a urbanização ou a falta de terreno agrícola, mas as alterações climáticas que vão exigir novas variedades de alimentos capazes de resistir ao calor e à seca. A salvação pode estar na natureza.

O norte-americano Cary Fowler não tem dúvidas: é necessário adaptar as culturas agrícolas que temos aos tempos que vêm aí. Ou escolhermos outras, que hoje não reconheceríamos se estivessem nos nossos pratos, se forem mais resistentes ao clima que cada região vai viver nas próximas décadas. A alternativa é vermos a produção decair e tornar-se mais cara. Tendo em conta que em 2050 a estimativa média da população mundial vai ser de nove mil milhões de pessoas – um terço a mais do que quando aterrámos no novo milénio – e a necessidade de comida vai subir 70 por cento do que é hoje, a alternativa é a fome.

O Governo britânico está preocupado com esta questão e decidiu olhar para todos os factores que vão influenciar a alimentação mundial. Saíram por isso recentemente 21 artigos de revisão na revista científica britânica Philosophical Transactions of the Royal Society B, acessíveis a todos.

O prefácio, escrito por John Beddington, o principal conselheiro científico do Governo, diz que “o desafio não é apenas aumentar a produção de uma forma sustentável, reduzindo as emissões de gases com efeito de estufa e preservando a biodiversidade”. É também necessário “tornar o sistema dos alimentos mais resiliente à volatilidade, tanto económica como climática”.

A avaliação global dos 21 artigos dá uma perspectiva ligeiramente animadora do futuro da alimentação. Uma visão não partilhada pelo director executivo da Global Crop Diversity Trust – uma parceria público-privada para a manutenção da diversidade biológica das variedades de culturas agrícolas, que recebe dinheiro de vários países e de fundações como a Rockefeller ou a Bill & Melinda Gates.

“Acho muito interessante que os economistas façam projecções sobre 2050 e digam coisas como “o mundo tem de produzir mais comida”. Do meu ponto de vista, não há nada de automático nisso”, disse Cary Fowler em conversa com o PÚBLICO quando esteve em Lisboa, para dar uma palestra no 28.º Congresso Internacional de Horticultura. “O mundo não precisa de produzir mais comida para a nossa espécie, as culturas agrícolas são domesticadas, não são selvagens, dependem de nós para se adaptarem a novas condições.”

Em 1950, quando Fowler nasceu, a população mundial ainda não tinha chegado aos três mil milhões. Mas, desde aí, apesar da terra cultivada só ter aumentado dez por cento, a comida por pessoa aumentou 23 por cento, mesmo que a população seja hoje mais do dobro. As desigualdades na distribuição é que fazem com que um sétimo da humanidade passe fome e outro sétimo tenha comida a mais. Como é que isto é possível? “A terra com agricultura irrigada duplicou, a quantidade de água utilizada triplicou, a quantidade de fertilizantes é 23 vezes mais, a quantidade de pesticida é 53 vezes mais”, explicou o especialista.

Não será possível continuar simplesmente a dedicar cada vez mais terra à produção de alimentos. A agricultura tornou-se intensiva, o que permitiu um rendimento muito maior, mas este impulso não é infinito. “Não vejo que possamos produzir alimentos da mesma forma no futuro, porque a água, a terra, a energia e os fertilizantes não vão estar disponíveis como estiveram no passado. Para mim, isso devolve a questão à agronomia, às práticas agrícolas e à reprodução de plantas”, apontou Fowler.
O artigo da Royal Society dedicado às alterações climáticas, apesar de ter inúmeras referências a projecções relacionadas com o aumento de temperatura, a variabilidade da precipitação ou o aumento de dióxido de carbono na atmosfera, defende que não existem dados suficientes para se saber quais os impactos reais destes factores. Outro artigo, que se concentra no futuro do rendimento das culturas, conclui que em 2050 o rendimento por unidade de área vai ser entre 50 e 75 por cento maior do que em 2007. Os autores calcularam o rendimento das culturas mundiais tendo em conta modelos de crescimento, o efeito das concentrações do dióxido de carbono e do ozono.Cenário negro

Cary Fowler contrapõe com exemplos para mostrar um cenário mais negro. “Se a temporada de crescimento agrícola for mais quente, com picos de calor em certos momentos, os agricultores vão querer alterar as datas de plantação para evitar estes picos. Será que a chuva também virá em alturas diferentes?” Outro exemplo: “Para o arroz, o aumento de um grau na temperatura nocturna diminui a produção em dez por cento, e ninguém está à espera de uma subida de apenas um grau.” O calor também afecta os polinizadores, o que potencialmente pode contribuir para a redução do rendimento das plantações.

Neste momento, a meta para o Global Crop Diversity Trust e para os investigadores da Universidade de Stanford, na Califórnia, com quem a organização colabora, é 2030, um ano para o qual já existem dados sobre os efeitos das alterações climáticas. “Podemos esperar uma diminuição na produção de milho no Sul de África se tivermos as mesmas culturas de hoje. O milho é a principal cultura da região, totalizando 50 por cento da nutrição”, disse Fawlor, acrescentando que, se nada se alterar, aquelas populações vão enfrentar crises alimentares enormes.

A alternativa é começar agora à procura de novas variedades, de plantas selvagens que sejam parentes das culturas que produzimos e que vivam naturalmente em zonas extremas, onde já estão habituadas à seca e ao calor. “Precisamos de recolher estas plantas porque temos de ser capazes de as utilizar no futuro para a reprodução e isso demora pelo menos dez anos”, contabiliza o investigador. Serão necessários mais dez anos para estas novas variedades estarem prontas para o cultivo.

As novas culturas podem estar em qualquer lugar, nas margens de desertos, em montanhas. O norte-americano defende que uma comitiva de investigadores devia olhar para as mais diversas culturas que são produzidas pelos países e para os seus parentes selvagens. “Acho que se voltarmos a Portugal daqui a cem anos, as dietas não serão as mesmas”, adivinhou o cientista, apontando o inhame, o sorgo ou as chícharas como alimentos com possibilidade de estarem na ementa do futuro (ver caixa). Algumas culturas poderão aumentar na produção mundial do futuro, outras poderão diminuir. O importante será salvaguardar estes tesouros naturais até serem necessários.

Para uma empreitada destas seria necessário um esforço global, e isso continua a ser um problema. “Os líderes mundiais só respondem a problemas de curto prazo, temos uma liderança mundial que é bastante ignorante e despreocupada com a fundação biológica da civilização, que é a agricultura. É muito perigoso quando a sociedade assume que vai tudo correr bem”, defendeu.

O especialista refere que, mais uma vez, são os países em desenvolvimento, muitos deles produtores de alimentos para o mundo ocidental, que podem pagar o preço mais alto – mesmo que a sua responsabilidade nas alterações climáticas seja menor.

“Eu apostaria que entre hoje e 2030 vamos viver aquilo que os media descrevem como crises alimentares. Tivemos uma pequena crise há dois anos [referindo-se à escalada dos preços do arroz em 2008], mas essa não foi nada comparando com o que está para acontecer.”


Postado em: 12:31 AM, 19/3/2011
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Faltando Alimentos .. O que é isso GOVERNO ?

Em quatro décadas a Terra vai ter que alimentar nove mil milhões de bocas. Para Cary Fowler, director executivo do Global Crop Diversity Trust, o maior desafio não é a urbanização ou a falta de terreno agrícola, mas as alterações climáticas que vão exigir novas variedades de alimentos capazes de resistir ao calor e à seca. A salvação pode estar na natureza.

O norte-americano Cary Fowler não tem dúvidas: é necessário adaptar as culturas agrícolas que temos aos tempos que vêm aí. Ou escolhermos outras, que hoje não reconheceríamos se estivessem nos nossos pratos, se forem mais resistentes ao clima que cada região vai viver nas próximas décadas. A alternativa é vermos a produção decair e tornar-se mais cara. Tendo em conta que em 2050 a estimativa média da população mundial vai ser de nove mil milhões de pessoas – um terço a mais do que quando aterrámos no novo milénio – e a necessidade de comida vai subir 70 por cento do que é hoje, a alternativa é a fome.

O Governo britânico está preocupado com esta questão e decidiu olhar para todos os factores que vão influenciar a alimentação mundial. Saíram por isso recentemente 21 artigos de revisão na revista científica britânica Philosophical Transactions of the Royal Society B, acessíveis a todos.

O prefácio, escrito por John Beddington, o principal conselheiro científico do Governo, diz que “o desafio não é apenas aumentar a produção de uma forma sustentável, reduzindo as emissões de gases com efeito de estufa e preservando a biodiversidade”. É também necessário “tornar o sistema dos alimentos mais resiliente à volatilidade, tanto económica como climática”.

A avaliação global dos 21 artigos dá uma perspectiva ligeiramente animadora do futuro da alimentação. Uma visão não partilhada pelo director executivo da Global Crop Diversity Trust – uma parceria público-privada para a manutenção da diversidade biológica das variedades de culturas agrícolas, que recebe dinheiro de vários países e de fundações como a Rockefeller ou a Bill & Melinda Gates.

“Acho muito interessante que os economistas façam projecções sobre 2050 e digam coisas como “o mundo tem de produzir mais comida”. Do meu ponto de vista, não há nada de automático nisso”, disse Cary Fowler em conversa com o PÚBLICO quando esteve em Lisboa, para dar uma palestra no 28.º Congresso Internacional de Horticultura. “O mundo não precisa de produzir mais comida para a nossa espécie, as culturas agrícolas são domesticadas, não são selvagens, dependem de nós para se adaptarem a novas condições.”

Em 1950, quando Fowler nasceu, a população mundial ainda não tinha chegado aos três mil milhões. Mas, desde aí, apesar da terra cultivada só ter aumentado dez por cento, a comida por pessoa aumentou 23 por cento, mesmo que a população seja hoje mais do dobro. As desigualdades na distribuição é que fazem com que um sétimo da humanidade passe fome e outro sétimo tenha comida a mais. Como é que isto é possível? “A terra com agricultura irrigada duplicou, a quantidade de água utilizada triplicou, a quantidade de fertilizantes é 23 vezes mais, a quantidade de pesticida é 53 vezes mais”, explicou o especialista.

Não será possível continuar simplesmente a dedicar cada vez mais terra à produção de alimentos. A agricultura tornou-se intensiva, o que permitiu um rendimento muito maior, mas este impulso não é infinito. “Não vejo que possamos produzir alimentos da mesma forma no futuro, porque a água, a terra, a energia e os fertilizantes não vão estar disponíveis como estiveram no passado. Para mim, isso devolve a questão à agronomia, às práticas agrícolas e à reprodução de plantas”, apontou Fowler.
O artigo da Royal Society dedicado às alterações climáticas, apesar de ter inúmeras referências a projecções relacionadas com o aumento de temperatura, a variabilidade da precipitação ou o aumento de dióxido de carbono na atmosfera, defende que não existem dados suficientes para se saber quais os impactos reais destes factores. Outro artigo, que se concentra no futuro do rendimento das culturas, conclui que em 2050 o rendimento por unidade de área vai ser entre 50 e 75 por cento maior do que em 2007. Os autores calcularam o rendimento das culturas mundiais tendo em conta modelos de crescimento, o efeito das concentrações do dióxido de carbono e do ozono.Cenário negro

Cary Fowler contrapõe com exemplos para mostrar um cenário mais negro. “Se a temporada de crescimento agrícola for mais quente, com picos de calor em certos momentos, os agricultores vão querer alterar as datas de plantação para evitar estes picos. Será que a chuva também virá em alturas diferentes?” Outro exemplo: “Para o arroz, o aumento de um grau na temperatura nocturna diminui a produção em dez por cento, e ninguém está à espera de uma subida de apenas um grau.” O calor também afecta os polinizadores, o que potencialmente pode contribuir para a redução do rendimento das plantações.

Neste momento, a meta para o Global Crop Diversity Trust e para os investigadores da Universidade de Stanford, na Califórnia, com quem a organização colabora, é 2030, um ano para o qual já existem dados sobre os efeitos das alterações climáticas. “Podemos esperar uma diminuição na produção de milho no Sul de África se tivermos as mesmas culturas de hoje. O milho é a principal cultura da região, totalizando 50 por cento da nutrição”, disse Fawlor, acrescentando que, se nada se alterar, aquelas populações vão enfrentar crises alimentares enormes.

A alternativa é começar agora à procura de novas variedades, de plantas selvagens que sejam parentes das culturas que produzimos e que vivam naturalmente em zonas extremas, onde já estão habituadas à seca e ao calor. “Precisamos de recolher estas plantas porque temos de ser capazes de as utilizar no futuro para a reprodução e isso demora pelo menos dez anos”, contabiliza o investigador. Serão necessários mais dez anos para estas novas variedades estarem prontas para o cultivo.

As novas culturas podem estar em qualquer lugar, nas margens de desertos, em montanhas. O norte-americano defende que uma comitiva de investigadores devia olhar para as mais diversas culturas que são produzidas pelos países e para os seus parentes selvagens. “Acho que se voltarmos a Portugal daqui a cem anos, as dietas não serão as mesmas”, adivinhou o cientista, apontando o inhame, o sorgo ou as chícharas como alimentos com possibilidade de estarem na ementa do futuro (ver caixa). Algumas culturas poderão aumentar na produção mundial do futuro, outras poderão diminuir. O importante será salvaguardar estes tesouros naturais até serem necessários.

Para uma empreitada destas seria necessário um esforço global, e isso continua a ser um problema. “Os líderes mundiais só respondem a problemas de curto prazo, temos uma liderança mundial que é bastante ignorante e despreocupada com a fundação biológica da civilização, que é a agricultura. É muito perigoso quando a sociedade assume que vai tudo correr bem”, defendeu.

O especialista refere que, mais uma vez, são os países em desenvolvimento, muitos deles produtores de alimentos para o mundo ocidental, que podem pagar o preço mais alto – mesmo que a sua responsabilidade nas alterações climáticas seja menor.

“Eu apostaria que entre hoje e 2030 vamos viver aquilo que os media descrevem como crises alimentares. Tivemos uma pequena crise há dois anos [referindo-se à escalada dos preços do arroz em 2008], mas essa não foi nada comparando com o que está para acontecer.”


Postado em: 12:30 AM, 19/3/2011
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Fomee .. O Brasil Ta Pegando Fogo Com a Fome.

Responsáveis de organizações humanitárias portuguesas prevêem um quadro de fome em Portugal ainda mais grave do que o actual devido à subida em curso dos preços dos principais bens alimentares, noticia a agência Lusa.

«A situação é preocupante», alerta Isabel Jonet, presidente da Federação Portuguesa de Bancos Alimentares Contra a Fome, organização que no ano passado ajudou mais de 232 mil pessoas carenciadas em todo o país e se prepara para realizar mais uma campanha de angariação de alimentos no próximo fim-de-semana.

A responsável apela, por outro lado, à «serenidade» para «evitar corridas ao mercados» e à acumulação de bens alimentares que tem como consequência fazer disparar ainda mais os preços.

«As pessoas estão com a corda ao pescoço», afirma o presidente da Assistência Médica Internacional (AMI), uma estrutura que em Portugal apoiou mais de sete mil pessoas em 2007 através dos oito centros Porta Amiga que tem nos principais centros urbanos do país.

Em declarações à agência Lusa, Fernando Nobre atribui esse facto ao endividamento das pessoas, «aliciadas pelos bancos», o que teve como consequência o «empobrecimento da classe média».

Dois milhões de pobres em Portugal

Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística em Outubro de 2007 calculavam em dois milhões o número de pobres em Portugal, o que equivale a um terço da população entre os 16 e os 64 anos.

Isabel Jonet, também contactada pela Lusa, destaca, entre os diferentes cenários de pobreza o que é constituído pelos idosos, que além da alimentação têm ainda um grande encargo com medicamentos.

«Como não podem deixar de tomar os medicamentos, acabam por comer menos», o que acaba por os colocar no grupo cada vez maior da população portuguesa que necessita de ajuda alimentar, sustenta a mulher que lidera a estrutura constituída por 13 bancos alimentares que recolhem bens doados e os distribuem através de instituições de solidariedade.

Salário não chega para as despesas

Isabel Jonet salienta ainda o aumento de pedidos de auxílio vindos de pessoas que têm emprego, mas cujo salário já não lhes chega para pagar as despesas correntes.

Os números da AMI, por seu lado, indicam 85 por cento das pessoas que recorrem à organização vão à procura de ajuda alimentar e, dessas, 90 por cento dizem que o fazem por razões financeiras, disse Fernando Nobre.


Postado em: 12:28 AM, 19/3/2011
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Povo Brasileiro Sem Abrigo

 

Desde 1999, já foram atendidas 5.376 pessoas em situação de Sem-Abrigo.

Em 2006, pela primeira vez, foi possível caracterizar a população Sem-Abrigo que frequenta os serviços da AMI, pelo que para além do número total de Sem-Abrigo, locais de pernoita e tempo de situação sem-abrigo, foi possível obter dados mais específicos como a naturalidade, a idade, o estado civil, a família, a saúde, os recursos económicos e o motivo pelo qual procuram o apoio da AMI.

Assim, em 2006 foram atendidos pela AMI 789 novos casos que se enquadram nesta tipologia, mais de 180 casos que em 2005.
Quando aos locais de pernoita, 32% da população dormia na rua, seguindo-se albergues com 22% e as barracas com 6%.
O recurso económico mais frequente é a mendicidade (27%), seguindo-se os apoios / subsídios institucionais (22%), os apoios de amigos e de familiares (13%). O Rendimento Social de Inserção abrange 10% da população sem abrigo.
A população apresenta outras características:
- 89% está desempregada
- 28% tem formação profissional
- 92% tem familiares vivos, mas apenas 37% se relaciona com eles
- 39% não tem médico de família
- 7% tem HIV
- 28% consome substância activas
- 43% tem filhos
Quanto à evolução da população Sem-Abrigo do sexo feminino, verificamos que também tem vindo a aumentar, sendo que no espaço de 7 anos, passou de 13% para 31%.
A população imigrante continua a recorrer aos equipamentos sociais. A população oriunda dos PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) aumentou acentuadamente em 2006 em relação a 2005. Quanto à dos países de Leste, a sua incidência tem vindo gradual e marcadamente a diminuir. Assim, em 2006 foram atendidos 104 novos casos de Imigrantes de Leste (decréscimo de 62%) e 367 dos PALOP (aumento de 47%).
No total, incluindo novos casos e recorrentes de anos anteriores, frequentaram os Equipamentos da AMI 258 Imigrantes de Leste e 881 dos PALOP.

Tenho Apenas 10 anos de idade mais reconheço o quantos as pessoas sofrem .



Postado em: 12:26 AM, 19/3/2011
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Desigualdade Social

 Esta realidade envolve atualmente 400 milhões de crianças. Os dados são de organizações humanitárias, que indicam também que os menores representam mais de 10% do potencial de mão-de-obra no mundo.

Essas crianças geram cerca de 13 milhões de euros anuais ao Produto Interno Bruto mundial. As organizações denunciam, em particular, que poderosas empresas multinacionais famosas em todo o mundo, com produções que vão desde automóveis e roupas até bebidas e tênis, são consideradas culpadas. Elas “exploram meninos e meninas nos países pobres com subcontratos para diminuir o preço da mercadoria que é vendida em outros lugares e da qual aquelas crianças nunca poderão usufruir”.

O Movimento Cultural Cristão Espanhol diz que é vergonhoso, em pleno século XXI, presenciar a escravidão infantil, guerras, prostituições, exploração de trabalho, fome e maus-tratos. Na Espanha, dois milhões de crianças vivem abaixo da linha de pobreza. Dessas, entre 500 mil e um milhão são obrigadas a trabalhar, abandonando o lazer e a escola”.

Ainda para o Movimento Cristão, “a escravidão infantil é o maior problema trabalhista e, portanto, sindical do mundo. Apesar disso, o sindicalismo internacional e os partidos políticos, inclusive aqueles espanhóis, não se preocupam com tais questões. Para eles, a escravidão infantil não existe”. Ao contrário, acrescenta, “a escravidão infantil é um holocausto planetário em crescimento”.

O documento do Movimento Cristão ressalta que a escravidão infantil se transformou em um instrumento de guerra comercial internacional. As crianças e os adolescentes formam o grupo de trabalhadores mais vulnerável e menos protegido. O problema é considerado moral e político e pode encontrar soluções graças a “uma política de solidariedade”.

No dia de hoje, a proposta é lutar pela abolição total da escravidão infantil e contra o desemprego e a precariedade do trabalho imposta aos adultos.

A escolha do 16 de abril como Dia Mundial contra a Escravidão Infantil não é casual. Nesta data, no ano de 1995, morreu Iqbal Masih, um menino de 12 anos assassinado pela máfia têxtil do Paquistão porque tinha denunciado explorações. Ele foi vendido como escravo pelo próprio pai, aos quatro anos de idade, em troca de US$ 12. Ao fugir da fábrica de tapetes onde trabalhava, tornou-se porta-voz do drama das crianças trabalhadoras de todo o mundo.


Postado em: 12:24 AM, 19/3/2011
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População Brasileira Que Vergonha !!

 Esta realidade envolve atualmente 400 milhões de crianças. Os dados são de organizações humanitárias, que indicam também que os menores representam mais de 10% do potencial de mão-de-obra no mundo.

Essas crianças geram cerca de 13 milhões de euros anuais ao Produto Interno Bruto mundial. As organizações denunciam, em particular, que poderosas empresas multinacionais famosas em todo o mundo, com produções que vão desde automóveis e roupas até bebidas e tênis, são consideradas culpadas. Elas “exploram meninos e meninas nos países pobres com subcontratos para diminuir o preço da mercadoria que é vendida em outros lugares e da qual aquelas crianças nunca poderão usufruir”.

O Movimento Cultural Cristão Espanhol diz que é vergonhoso, em pleno século XXI, presenciar a escravidão infantil, guerras, prostituições, exploração de trabalho, fome e maus-tratos. Na Espanha, dois milhões de crianças vivem abaixo da linha de pobreza. Dessas, entre 500 mil e um milhão são obrigadas a trabalhar, abandonando o lazer e a escola”.

Ainda para o Movimento Cristão, “a escravidão infantil é o maior problema trabalhista e, portanto, sindical do mundo. Apesar disso, o sindicalismo internacional e os partidos políticos, inclusive aqueles espanhóis, não se preocupam com tais questões. Para eles, a escravidão infantil não existe”. Ao contrário, acrescenta, “a escravidão infantil é um holocausto planetário em crescimento”.

O documento do Movimento Cristão ressalta que a escravidão infantil se transformou em um instrumento de guerra comercial internacional. As crianças e os adolescentes formam o grupo de trabalhadores mais vulnerável e menos protegido. O problema é considerado moral e político e pode encontrar soluções graças a “uma política de solidariedade”.

No dia de hoje, a proposta é lutar pela abolição total da escravidão infantil e contra o desemprego e a precariedade do trabalho imposta aos adultos.

A escolha do 16 de abril como Dia Mundial contra a Escravidão Infantil não é casual. Nesta data, no ano de 1995, morreu Iqbal Masih, um menino de 12 anos assassinado pela máfia têxtil do Paquistão porque tinha denunciado explorações. Ele foi vendido como escravo pelo próprio pai, aos quatro anos de idade, em troca de US$ 12. Ao fugir da fábrica de tapetes onde trabalhava, tornou-se porta-voz do drama das crianças trabalhadoras de todo o mundo.


Postado em: 12:21 AM, 19/3/2011
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