AMIGOS DO KEFIR

Instrucoes para o preparo e cuidados com o KEFIR DE LEITE


>As instruções básicas para que você inicie o cultivo dos grãos de Kefir de leite estão neste orientativo. Leia com atenção as informações e dicas abaixo, retornando sempre que tiver alguma dúvida.

 

Iniciando o cultivo do Kefir de leite

Seus grãos chegam desidratados, é a maneira pela qual o envio à distância se viabiliza. É necessário um vidro (de início e em caso de urgência, até mesmo um copo) para acondicioná-los. Seu manuseio deverá ser preferencialmente com luvas descartáveis ou colher plástica, de bambu ou madeira. A peneira aonde diariamente o fermentado será coado deverá ser plástica e fininha. Lembre-se que o leite do molho precisa ter como componente a lactose, pois é dela que os grãos se alimentam. Aberta a embalagem, despeje todo o conteúdo do saquinho em 300mlde leite e deixe fermentar por 24 horas, coando a seguir. Descarte o primeiro molho e consuma normalmente a partir do segundo dia.  Após, lavar o vidro, secar ao natural e colocar novo líquido. Nunca utilize recipiente plástico para armazenar os grãos e nem colher metálica.

Na medida em que a reidratação da cultura for avançando, vá aumentando gradativamente o líquido do molho até dobrar a quantidade inicial, quando o processo se completar. Em um mês, aproximadamente, os grãos terão se recuperado e dobrado seu volume. Tenha sempre em mente, entretanto, que o consumo diário inicial de uma pessoa não habituada à alimentação natural, não deve ultrapassar 250ml a 300ml. Após 1 mês consumindo, querendo aumentar faça-o em não mais de 50 ml por semana. Não esqueça que o Kefir é um potente depurador. O consumo imediato acima disto pode ocasionar algumas reações indesejáveis como o aparecimento de brotoejas, dores estomacais, mal-estar passageiro, azia e outras mais.

O processo de reidratação dos grãos exige entre 10 dias e 30 dias, aproximadamente, com cuidados diários. Este período pode variar para mais ou menos, dependendo de vários fatores, como a qualidade dos suprimentos utilizados, os cuidados em seu manuseio, clima e temperatura ambiente. A fermentação ocorre desde o primeiro molho, porém irá atravessar um período instável e inconstante, até que a reidratação se complete e o ciclo biológico dos grãos se normalize.

Utilize no manuseio somente suprimentos adequados e de boa qualidade, recipientes higienizados e sem resquício de sabão ou cloro da água de enxague. A temperatura do molho indicada para o cultivo é de 22 graus. Admite-se uma oscilação eventual entre o mínimo de 12 graus e o máximo de 32 graus. Fora disso pode haver comprometimento da saúde dos grãos. 

Após a primeira semana, passe a verificar atentamente se o leite fermentado não está excessivamente consistente. Em caso afirmativo, adicione mais leite após a peneiragem do dia.

Não lave os grãos. Se quiser vê-los melhor enquanto estiverem na peneira, derrame devagar um pouco de leite sobre eles.

O leite para a troca do molho, ao ser utilizado, deve estar na temperatura ambiente. Os grãos em fermentação dentro do vidro não devem ir à geladeira, salvo em situações breves e especiais, devendo permanecer sempre na faixa de temperatura indicada, com a menor oscilação possível, longe de insetos e com o recipiente fechado, podendo ser utilizada uma tampa de rosca, tampa de pressão, como preferir, mas sempre fechado. A temperatura de 12 graus é o limite mínimo para que a ermentação dos ocorra normalmente. Abaixo disto, diminuem sua bio-atividade e não evoluem, podendo inclusive entrar em processo hibernativo. Já o limite máximo de 32 graus, quando ultrapassado, pode gerar a perda das leveduras, mesmo que ainda não se chegue de imediato à desintegração dos grãos, o que logo ocorrerá se a temperatura se elevar ainda mais. 

O líquido fermentado, após coado, pode ir a geladeira por até 3 dias sem problemas, visando ajustar a temperatura adequada para o consumo. Após este período poderá ser utilizado para outros fins, como a culinária, e mantido congelado por até 1 (hum ano).

Mais algumas dicas e informações sobre o Kefir de leite

O Kefir de leite pode ser cultivado em todo o tipo de leite, porém os de origem não animal, como o de arroz, de soja, castanha, de coco e outros, podem eventualmente impedir que os grãos continuem a se desenvolver. Assim, o ideal é separar uma parte do cultivo exclusivamente para esse fim ou alternar para leite animal 1 ou 2  vezes por semana. 

Em épocas de temperaturas mais frias, como as do inverno do sul do Brasil, são necessários alguns cuidados com a cultura do Kefir, como não deixar o vidro sobre o granito frio da pia da cozinha, podendo ser colocado dentro de um armário, por exemplo, em caso de uma queda brusca de temperatura. Ocorrendo temperaturas mais elevadas, o cuidado deve ser em manter a cultura refrigerada naturalmente. Colocá-la em imersão dentro de um vasilhame com água fresca é uma opção.

No tratamento da retenção intestinal, utilize o Kefir de leite com 12 horas de fermentação, em duas dose diárias de aproximadamente 150 ml cada, sendo a primeira de manhã, em jejum, e a segunda à noite, pelo menos duas horas antes de se deitar.  Na mesma dosagem acima indicada, utilize o Kefir de leite com 24 horas de fermentação, se a intenção for a de manter o funcionamento regulado, e o de 36 horas se o caso for tratar o intestino solto. Nunca se deve consumir o Kefir em dietas de jejum absoluto, nem acompanhando as refeições quentes.

 

Muita saúde para você e sua família!

 

 



 

 


Instrucoes para o preparo e cuidados com o KEFIR DE ÁGUA


As instruções básicas para que você inicie o cultivo dos grãos de Kefir de água estão neste orientativo. Leia com atenção as informações e dicas abaixo, retornando sempre que tiver alguma dúvida.

 

Iniciando o cultivo do Kefir de água

Seus grãos chegam desidratados, é a maneira pela qual o envio à distância se viabiliza. É necessário um vidro (de início e em caso de urgência, até mesmo um copo) para acondicioná-los. Seu manuseio deverá ser preferencialmente com luvas descartáveis ou colher plástica, de bambu ou madeira. A peneira aonde diariamente o fermentado será coado deverá ser plástica e fininha. Lembre-se que os grãos de água se alimentam de açúcares naturais. Aberta a embalagem, despeje todo o conteúdo do saquinho em 250 a 300ml de água, adicione uma colher de café cheia (3 a 4g) de açúcar mascavo (preferencialmente orgânico) e deixe fermentar por 24 horas, coando a seguir. Descarte o primeiro molho e consuma normalmente a partir do segundo dia. Após, lavar o vidro, secar ao natural e colocar novo líquido. Nunca utilize recipiente plástico para armazenar os grãos e nem colher metálica.

Na medida em que a cultura for avançando, vá aumentando gradativamente o líquido do molho até chegar a 500ml, quando o processo se completar ou quando os grãos dobrarem sua quantidade, passando a representar uma colher de sopa cheia. Siga aumentando também a quantidade de açúcar mascavo na medida aproximada de 0,6g a cada 50ml. Considere que os grãos de água se multiplicam com bem mais rapidez que os grãos de leite. Assim, ao chegar aos 500ml do molho para uma colher cheia de grãos, decida se vai continuar aumentando o molho e o açúcar ou vai dar outro destino aos grãos. Procure manter sempre em cultivo o que é para seu consumo diário. Tenha sempre em mente, entretanto, que estes 500 ml não podem ser consumidos por uma pessoa de imediato. Você deve consumir inicialmente a quantidade máxima de 250 a 300 ml diariamente. Após 1 mês consumindo, querendo aumentar faça-o em não mais do que 50 ml por semana, exceção feita às pessoas já adeptas das dietas naturais. Não esqueça que o Kefir é um potente depurador. especialmente o Kefir de água. O consumo imediato acima disto pode ocasionar algumas reações indesejáveis como o aparecimento de brotoejas, dores estomacais, mal-estar passageiro, azia e outras mais.

O processo de reidratação dos grãos exige entre 10 dias e 30 dias, aproximadamente, com cuidados diários. Este período pode variar para mais ou menos, dependendo de vários fatores, como a qualidade dos suprimentos utilizados, os cuidados em seu manuseio, clima e temperatura ambiente. A fermentação ocorre desde o primeiro molho, porém irá atravessar um período instável e inconstante, até que a reidratação se complete e o ciclo biológico dos grãos se normalize.

Utilize no manuseio somente suprimentos adequados e de boa qualidade, recipientes higienizados e sem resquício de sabão ou cloro da água de enxague. A temperatura do molho indicada para o cultivo é de 22 graus. Admite-se uma oscilação eventual entre o mínimo de 12 graus e o máximo de 32 graus. Fora disso pode haver comprometimento da saúde dos grãos.

O Kefir de água não deve ter em seu molho a adição de qualquer açúcar que tenha passado por processo de industrialização. Utilize açúcar mascavo orgânico, mel, melado natural de cana, rapadura, sucos naturais ou orgânicos de frutas, frutas secas ou outro adoçante natural. O limão rosa caseiro, livre de químicos, propicia um ótimo sabor ao líquido fermentado. A adição de açúcar mascavo e/ou orgânico, deve ser feita na proporção de uma colher de sobremesa cheia (6g) para 1/2 litro de líquido, que é a base para qualquer outra quantidade. A utilização de outros aditivos indicados deve ser feita nesta proporção, tendo-se em mente ainda que estamos tratando do componente do qual o Kefir de água se nutre e que o uso do bom senso é sempre a melhor medida.

A água mineral para a troca do molho, ao ser utilizada, deve estar na temperatura ambiente. Os grãos em fermentação dentro do vidro não devem ir à geladeira, salvo situações breves e especiais, devendo permanecer sempre na faixa de temperatura indicada, com a menor oscilação possível, longe de insetos e com o recipiente fechado, podendo ser utilizada uma tampa de rosca, tampa de pressão, como preferir, mas sempre fechado. A temperatura de 12 graus é o limite mínimo em que se garante os grãos fermentando normalmente. Abaixo disto, diminuem sua bio-atividade e não evoluem, podendo inclusive entrar em processo hibernativo. Já o limite máximo de 32 graus, quando ultrapassado, pode gerar a perda das leveduras, mesmo que ainda não se chegue de imediato à desintegração dos grãos, o que logo ocorrerá se a temperatura se elevar ainda mais.

O líquido fermentado, após coado, pode ir a geladeira por até 3 dias sem problemas, visando ajustar a temperatura adequada para o consumo. Após este período poderá ser utilizado para outros fins, como a culinária, e mantido congelado por até 1 (hum ano).   

Mais algumas dicas e informações sobre o Kefir de água 

 

Além do cultivo em água mineral, os grãos de Kefir de água podem ser fermentados em sucos ácidos naturais ou orgânicos e também em chás prontos e frios de ervas naturais. Por exemplo; você pode deixá-los no suco de laranja, maracujá, kiwi, uva, água de coco ou utilizar 50% de suco natural ou orgânico + 50% de água mineral para a fermentação. Atenção para a opção de suco de uva, pois além do sabor, a cor também fica impregnada nos grãos. Assim, o ideal é separar uma parte do cultivo exclusivamente para o suco de uva.

Em épocas de temperaturas mais frias, como as do inverno do sul do Brasil, são necessários alguns cuidados com a cultura do Kefir, como não deixar o vidro sobre o granito frio da pia da cozinha, podendo ser colocado dentro de um armário, por exemplo, em caso de uma queda brusca de temperatura. Ocorrendo temperaturas mais elevadas, o cuidado deve ser em manter a cultura refrigerada naturalmente. Colocá-la em imersão dentro de um vasilhame com água fresca é uma opção.

Muita saúde para você e sua família!

 

 

 





Instruções para o preparo e cuidados com o CASPIAN SEA YOGURT


Apresentação

 

Conhecido por IOGURTE DO MAR CASPIO, CSY, MATSOUN, MATSONI, CREME DE LEITE BRANCO e outras denominações, o iogurte da região situada entre o Mar Cáspio e o Mar Negro, na Europa Oriental, é um grande diferencial tratando-se de fermentados. Sua cremosidade única, ausência de acidez e especialmente o fato de não ser azedo como outros fermentados, agrada a todos. Mesófilo (se desenvolve melhor em condições de temperatura moderada), sua temperatura ideal de fermentação situa-se em torno de 22°.

De consistência firme e sabor suave, lembra o iogurte grego. Probióticos vivos (Lactococcus cremoris FC) e polissacarídeos viscosos (EPS) contribuem muito para a melhora do organismo, atuando na microflora intestinal e aumentando o teor de imunidade.

De fácil manuseio, seu preparo necessita somente da cultura inicial (starter em pó, granulado ou pasta), leite, recipiente esterilizado e colher também esterilizada. Basta reidratar brevemente e misturar o starter ao leite, deixando descansar em temperatura ambiente, até que após 24 horas nota-se que endureceu no vasilhame. Este tempo para a obtenção do ponto é variável, especialmente por se tratar de produto natural e portanto suscetível a diversas influências decorrentes da qualidade do leite utilizado (sempre integral), manuseio e temperatura local (do ambiente aonde se dá a fermentação). Não utiliza iogurteira e basta ter uma vez para de seu próprio iogurte retirar a matriz para o próximo.

 

Instruções para o manuseio

 

1. Esterilize os utensílios.

2. Reidrate o conteúdo da embalagem recebida colocando-o em duas colheres de sopa de leite (integral e à temperatura ambiente) durante 15 minutos. Após, dê a partida inicial misturando o starter reidratado a 100ml de leite (integral e à temperatura ambiente) e batendo no liquidificador ou mixer por aproximadamente 2 minutos. Depois, despeje todo o conteúdo num recipiente de vidro e tampe com filme plástico, guardanapo ou toalha de papel, fixando com fio ou elástico.

3. Deixe fermentar até que atinja o ponto ideal de firmeza. O tempo base para este processo é de 24 horas, porém varia por estarmos trabalhando com produto natural, suscetível a diversas influências decorrentes de uma série de fatores, como a qualidade do leite utilizado (sempre integral e à temperatura ambiente), manuseio e temperatura local (do ambiente aonde se dá a fermentação). A temperatura ambiente indicada situa-se em torno de 24°.

4. O recipiente da fermentação deve ficar totalmente estático, sem ser movimentado ou balançado nesse período. 

5. Assim que perceber a consistência firme, coloque-o na geladeira para estabilizar a fermentação e a textura.

6. Entre duas e quatro horas pode retirar, está pronto seu CSY. Antes de servi-lo faça a nova partida, tirando um pouco do iogurte pronto do centro do recipiente. Para cada colher de sopa cheia retirada, coloque o equivalente a 100ml de leite integral e à temperatura ambiente.

7. O que sobrou pode ser consumido puro, com adição de frutas, a seu gosto.

8. Quando fizer pela primeira vez, não consuma o primeiro, apenas tire a próxima partida e comece a consumir a partir do terceiro ou quarto, de preferência. Nos primeiros dias o gosto ainda estará carbonatado, mas à medida que as fermentações forem se sucedendo o sabor passará a ser o natural . 

9. Se você perceber que o iogurte “desandou”, seja por por alteração brusca ou inadequação de temperatura, desproporção do leite ou qualquer outro motivo, não se preocupe; é só dessorar este resultante colocando-o em um coador de café e deixando-o na geladeira em torno de 4 horas (ou até todo o soro ser drenado). Após misture o conteúdo do coador a 100ml de leite (integral e à temperatura ambiente) e bata no liquidificador ou mixer por aproximadamente 2 minutos. Depois, despeje todo o conteúdo num recipiente de vidro e tampe com filme plástico, guardanapo ou toalha de papel, fixando com fio ou elástico.

10. Não esqueça de fazer seu starter reserva. Assim que fizer seu primeiro iogurte, lembre de retirar uma parte e congelar.

11. Basta seguir estas instruções, dar manutenção e o seu CSY será para sempre.

 

    Muita saúde para você e sua família!


Instruções para o preparo e cuidados com o FILMJOLK


Apresentação

 

O FILMJÖLK é um iogurte mesófilo (se desenvolve melhor em condições de temperatura moderada), de origem nórdica e existe desde o tempo dos VIKINGS, embora seus primeiros registros escritos datem do século 18. Assim, possui uma longa história de saúde e longevidade, já que os europeus do norte, especialmente os escandinavos, têm sua trajetória como povo intrinsicamente ligada aos animais leiteiros, estando o leite e seus derivados profundamente enraizados em sua cultura e tradição culinária.

Sua temperatura ideal de fermentação situa-se em torno de 22° e considera-se 25° já uma temperatura limite, que não deve ser excedida para que se obtenha a consistência ideal.

Devido ao seu sabor amanteigado e levemente adocicado, proporciona vasta utilização na culinária e é muito apreciado pelos escandinavos, utilizado em uma grande variedade de doces e afins, geléias, adicionado à aveia, granola, musli ou dessorando o iogurte pronto. Em forma de nata pode ser um saboroso creme de leite, altamente saudável, utilizado nos cremes em geral e até no molho do macarrão.

O FILMJOLK, misturado ao Kefir de leite (ambos já fermentados) apresenta um sabor entre o levemente doce e o levemente azedo, proporcionando cremes probióticos deliciosos.

De fácil manuseio, seu preparo necessita somente da cultura inicial (starter em pó, granulado ou pasta), leite, recipiente esterilizado e colher também esterilizada. Basta reidratar brevemente e misturar o starter ao leite, deixando descansar em temperatura ambiente, até que após 24 horas nota-se que endureceu no vasilhame. Este tempo para a obtenção do ponto é variável, especialmente por se tratar de produto natural e portanto suscetível a diversas influências decorrentes da qualidade do leite utilizado (sempre integral e à temperatura ambiente), manuseio e temperatura local (do ambiente aonde se dá a fermentação). Não utiliza iogurteira e basta ter uma vez para de seu próprio iogurte retirar a matriz para o próximo.

 

Instruções para o manuseio

 

1. Esterilize os utensílios.

2. Reidrate o conteúdo da embalagem recebida colocando-o em duas colheres de sopa de leite (integral e à temperatura ambiente) durante 15 minutos. Após, dê a partida inicial misturando o starter reidratado a 100ml de leite (integral e à temperatura ambiente) e batendo no liquidificador ou mixer por aproximadamente 2 minutos. Depois, despeje todo o conteúdo num recipiente de vidro e tampe com filme plástico, guardanapo ou toalha de papel, fixando com fio ou elástico.

3. Deixe fermentar até que atinja o ponto ideal de firmeza. O tempo base para este processo é de 24 horas, porém varia por estarmos trabalhando com produto natural, suscetível a diversas influências decorrentes de uma série de fatores, como a qualidade do leite utilizado (sempre integral e à temperatura ambiente), manuseio e temperatura local (do ambiente aonde se dá a fermentação). A temperatura ambiente indicada situa-se em torno de 22°.

4. O recipiente da fermentação deve ficar totalmente estático, sem ser movimentado ou balançado nesse período.

5. Assim que perceber a consistência firme, coloque-o na geladeira para estabilizar a fermentação e a textura.

6. Entre duas e quatro horas pode retirar, está pronto seu FILMJOLK. Antes de servi-lo faça a nova partida, tirando um pouco do iogurte pronto do centro do recipiente. Para cada colher de sopa cheia retirada, coloque o equivalente a 100ml de leite integral e à temperatura ambiente.

7. O que sobrou pode ser consumido puro, com adição de frutas, a seu gosto.

8. Quando fizer pela primeira vez, não consuma o primeiro, apenas tire a próxima partida e comece a consumir a partir do terceiro ou quarto, de preferência. Nos primeiros dias o gosto ainda estará carbonatado, mas à medida que as fermentações forem se sucedendo o sabor passará a ser o natural.

9. Se você perceber que o iogurte “desandou”, seja por por alteração brusca ou inadequação de temperatura, desproporção do leite ou qualquer outro motivo, não se preocupe; é só dessorar este resultante colocando-o em um coador de café e deixando-o na geladeira em torno de 4 horas (ou até todo o soro ser drenado). Após misture o conteúdo do coador a 100ml de leite (integral e à temperatura ambiente) e bata no liquidificador ou mixer por aproximadamente 2 minutos. Depois, despeje todo o conteúdo num recipiente de vidro e tampe com filme plástico, guardanapo ou toalha de papel, fixando com fio ou elástico.

10. Não esqueça de fazer seu starter reserva. Assim que fizer seu primeiro iogurte, lembre de retirar uma parte e congelar.

11. Basta seguir estas instruções, dar manutenção e o seu FILMJOLK será para sempre.

 

    Muita saúde para você e sua família!

 


Instrucões para o preparo e cuidados com o VIILI


Apresentação

 

O VIILI é um iogurte mesófilo (se desenvolve melhor em condições de temperatura moderada), procedente dos países nórdicos (Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia). Sua temperatura ideal de fermentação situa-se em torno de 22° e considera-se 25° já uma temperatura limite, que não deve ser excedida para que se obtenha a consistência ideal. 

A ação microbiana de bactérias lácticas produzem exopolissacáridos, responsáveis por sua consistência gelatinosa e o sabor suave e agradável, levemente doce se comparado a outros laticínios em cultura de iogurte, tornando-se uma boa opção inclusive para crianças pequenas. 

O VIILI  também apresenta uma superfície de crescimento de levedura, na qual se forma uma camada aveludada.

Nos países nórdicos o Creme VIILI é feito a partir de nata em vez de leite e é usado na culinária, como creme de leite, com cebolinha e outros temperos, como molho frio para os peixes ou como base para molhos de imersão. 

De fácil manuseio, seu preparo necessita somente da cultura inicial (starter em pó, granulado ou pasta), leite, recipiente esterilizado e colher também esterilizada. Basta reidratar brevemente e misturar o starter ao leite, deixando descansar em temperatura ambiente, até que após 24 horas nota-se que endureceu no vasilhame. Este tempo para a obtenção do ponto é  variável, especialmente por se tratar de produto natural e portanto suscetível a diversas influências decorrentes da qualidade do leite utilizado (sempre integral), manuseio e temperatura local (do ambiente aonde se dá a fermentação). Não utiliza iogurteira e basta ter uma vez para de seu próprio iogurte retirar a matriz para o próximo.

 

Instruções para o manuseio

 

1. Esterilize os utensílios.

2. Reidrate o conteúdo da embalagem recebida colocando-o em duas colheres de sopa de leite (integral e à temperatura ambiente) durante 15 minutos. Após, dê a partida inicial misturando o starter reidratado a 100ml de leite (integral e à temperatura ambiente) e batendo no liquidificador ou mixer por aproximadamente 2 minutos. Depois, despeje todo o conteúdo num recipiente de vidro e tampe com filme plástico, guardanapo ou toalha de papel, fixando com fio ou elástico.

3. Deixe fermentar até que atinja o ponto ideal de firmeza. O tempo base para este processo é de 24 horas, porém varia por estarmos trabalhando com produto natural, suscetível a diversas influências decorrentes de uma série de fatores, como a qualidade do leite utilizado (sempre integral e à temperatura ambiente), manuseio e temperatura local (do ambiente aonde se dá a fermentação). A temperatura ambiente indicada situa-se em torno de 22°.

4. O recipiente da fermentação deve ficar totalmente estático, sem ser movimentado ou balançado nesse período.

5. Assim que perceber a consistência firme, coloque-o na geladeira para estabilizar a fermentação e a textura.

6. Entre duas e quatro horas pode retirar, está pronto seu VIILI. Antes de servi-lo faça a nova partida, tirando um pouco do iogurte pronto do centro do recipiente. Para cada colher de sopa cheia retirada, coloque o equivalente a 100ml de leite integral e à temperatura ambiente.

7. O que sobrou pode ser consumido puro, com adição de frutas, a seu gosto.

8. Quando fizer pela primeira vez, não consuma o primeiro, apenas tire a próxima partida e comece a consumir a partir do terceiro ou quarto, de preferência. Nos primeiros dias o gosto ainda estará carbonatado, mas à medida que as fermentações forem se sucedendo o sabor passará a ser o natural .

9. Se você perceber que o iogurte “desandou”, seja por por alteração brusca ou inadequação de temperatura, desproporção do leite ou qualquer outro motivo, não se preocupe; é só dessorar este resultante colocando-o em um coador de café e deixando-o na geladeira em torno de 4 horas (ou até todo o soro ser drenado). Após misture o conteúdo do coador a 100ml de leite (integral e à temperatura ambiente) e bata no liquidificador ou mixer por aproximadamente 2 minutos. Depois, despeje todo o conteúdo num recipiente de vidro e tampe com filme plástico, guardanapo ou toalha de papel, fixando com fio ou elástico.

10. Não esqueça de fazer seu starter reserva. Assim que fizer seu primeiro iogurte, lembre de retirar uma parte e congelar.

11. Basta seguir estas instruções, dar manutenção e o seu VIILI será para sempre.

 

    Muita saúde para você e sua família!

 

 


Instruções para o preparo e cuidados com o AMASI


Apresentação

 

O AMASI é uma fermentação de leite com as características do que se tem denominado de “iogurte infinito”, originário da linhagem étnica Zulu e muito popular na África do Sul e outros países do continente africano. Seu preparo tradicionalmente é feito com a adição da “semente” ao leite acondicionado em uma cabaça e deixado um determinado tempo para fermentar. Este tempo situa-se em torno de 24 horas e o recipiente a ser utilizado é conveniente que seja um pote de porcelana ou vidro. Sua consistência e sabor ficam entre o do queijo cottage e o iogurte natural e não tem as mesmas exigências com relação à temperatura ambiente que outros iogurtes naturais apresentam para se obter o ponto.

É fato corrente que Nelson Mandela era um apreciador do AMASI, cultivando-o com muito zelo e consumindo-o em forma de coalhada.

Está comprovado cientificamente por pesquisadores como Dr  Richard A Mokua, Dr Josh Axe entre outros, que o AMASI mata a bactéria Escherichia Colli (E. Colli), responsável pela intoxicação alimentar, o que por si só é um ponto de destaque diante de outros iogurtes naturais. Apresenta mais de 30 microorganismos probióticos e rivaliza com o Kefir de leite na gama de benefícios oferecidos ao organismo. Solicitado a emitir opinião comparando as qualidades entre o Kefir de leite e o AMASI respondeu o pesquisador americano Dr Josh Axe: “são equivalentes”

De fácil manuseio, seu preparo necessita somente da cultura inicial (starter em pó, granulado ou pasta), leite (preferencialmente integral), recipiente esterilizado e colher também esterilizada. Basta reidratar brevemente e misturar o starter ao leite, deixando descansar em temperatura ambiente, até que após 24 horas nota-se que firmou no vasilhame. Depois de pronto, mistura-se o soro produzido (denominado umlaza) ao fermentado e está pronto para ser consumido. Este soro pode também ser descartado ou adicionado a alimentos como na África do Sul. Não utiliza iogurteira e basta ter uma vez para de seu próprio iogurte retirar a matriz para o próximo.

 

Instruções para o manuseio

 

1. Esterilize os utensílios.

2. Reidrate o conteúdo da embalagem recebida colocando-o em duas colheres de sopa de leite (preferencialmente integral e à temperatura ambiente) durante 15 minutos. Após, dê a partida inicial misturando o starter reidratado a 100ml de leite (preferencialmente integral e à temperatura ambiente) e batendo no liquidificador ou mixer por aproximadamente 2 minutos. Depois, despeje todo o conteúdo num recipiente de vidro e tampe com filme plástico, guardanapo ou toalha de papel, fixando com fio ou elástico.

3. Deixe fermentar por 24 horas. O AMASI não apresenta as mesmas dificuldades de outros iogurtes para se obter o ponto.

4. O recipiente da fermentação deve ficar totalmente estático, sem ser movimentado ou balançado nesse período. 

5. Assim que perceber a consistência firme, coloque-o na geladeira para estabilizar a fermentação.

6. Entre duas e quatro horas pode retirar, misturar bem e está pronto seu AMASI. Pode ser consumido puro ou em uma infinidade de opções doces ou salgadas, a seu gosto.

7. Antes de servi-lo faça a nova partida, tirando um pouco do iogurte pronto do centro do recipiente. Para cada colher de sopa cheia retirada, coloque o equivalente a 100ml de leite preferencialmente integral.

8. Quando fizer pela primeira vez, não consuma o primeiro, apenas tire a próxima partida e comece a consumir a partir do terceiro ou quarto, de preferência. Nos primeiros dias o gosto ainda estará carbonatado, mas à medida que as fermentações forem se sucedendo o sabor passará a ser o natural . 

9. Se acaso acontecer do iogurte “desandar”, por desproporção do leite ou qualquer outro motivo, não se preocupe; é só dessorar este resultante colocando-o em um coador de café e deixando-o na geladeira em torno de 4 horas (ou até todo o soro ser drenado). Após misture o conteúdo do coador a 100ml de leite (preferencialmente integral e à temperatura ambiente) e bata no liquidificador ou mixer por aproximadamente 2 minutos. Depois, despeje todo o conteúdo num recipiente de vidro e tampe com filme plástico, guardanapo ou toalha de papel, fixando com fio ou elástico.

10. Não esqueça de fazer seu starter reserva. Assim que fizer seu primeiro iogurte, lembre de retirar uma parte e congelar.

11. Basta seguir estas instruções, dar manutenção e o seu AMASI será para sempre.

 

    Muita saúde para você e sua família!

 


Instrucões para o preparo e cuidados com o BULGARICUS


Apresentação

 

Procedente da Bulgária, terra dos iogurtes, o BULGARICUS é produto da sinergia entre as bactérias Streptococcus Thermophilus e Lactobacillus BULGARICUS (desde 2014 denominada Delbrueckii Lactobacillus subespécie Bulgaricus), identificada em 1905 pelo biólogo Estame Grigorov. Existente ao natural somente no ar búlgaro, tem uma única subespécie (GLB44) extraída da flor da snowdrop (também na Bulgária), mas é produzido artificialmente em diversos países.

Mesófilo (se desenvolve melhor em condições de temperatura moderada), o BULGARICUS tem sua temperatura ideal de fermentação em torno de 22°, mas atinge a consistência ideal até em temperaturas mais elevadas, na faixa limite dos 30°. Seu sabor é neutro e muito agradável.  Sintetiza lactose produzindo ácido láctico e produz também bacteriocinas, que matam bactérias indesejáveis no organismo, destacando-se por uma gama enorme de benefícios à saúde. Não por acaso, os búlgaros formam um dos povos de maior longevidade saudável de nosso planeta.

De fácil manuseio, seu preparo necessita somente da cultura inicial (starter em pó, granulado ou pasta), leite, recipiente esterilizado e colher também esterilizada. Basta reidratar brevemente e misturar o starter ao leite, deixando descansar em temperatura ambiente, até que após 24 horas nota-se que endureceu no vasilhame. Este tempo para a obtenção do ponto é variável, especialmente por se tratar de produto natural e portanto suscetível a diversas influências decorrentes da qualidade do leite utilizado (sempre integral), manuseio e temperatura local (do ambiente aonde se dá a fermentação). Não utiliza iogurteira e basta ter uma vez para de seu próprio iogurte retirar a matriz para o próximo.

 

Instruções para o manuseio

 

1. Esterilize os utensílios.

2. Reidrate o conteúdo da embalagem recebida colocando-o em duas colheres de sopa de leite (integral e à temperatura ambiente) durante 15 minutos. Após, dê a partida inicial misturando o starter reidratado a 100ml de leite (integral e à temperatura ambiente) e batendo no liquidificador ou mixer por aproximadamente 2 minutos. Depois, despeje todo o conteúdo num recipiente de vidro e tampe com filme plástico, guardanapo ou toalha de papel, fixando com fio ou elástico.

3. Deixe fermentar até que atinja o ponto ideal de firmeza. O tempo base para este processo é de 24 horas, porém varia por estarmos trabalhando com produto natural, suscetível a diversas influências decorrentes de uma série de fatores, como a qualidade do leite utilizado (sempre integral e à temperatura ambiente), manuseio e temperatura local (do ambiente aonde se dá a fermentação). A temperatura ambiente indicada situa-se em torno de 24°.

4. O recipiente da fermentação deve ficar totalmente estático, sem ser movimentado ou balançado nesse período.

5. Assim que perceber a consistência firme, coloque-o na geladeira para estabilizar a fermentação.

6. Entre duas e quatro horas pode retirar, está pronto seu BULGARICUS. Antes de servi-lo faça a nova partida, tirando um pouco do iogurte pronto do centro do recipiente. Para cada colher de sopa cheia retirada, coloque o equivalente a 100ml de leite integral e à temperatura ambiente.

7. O que sobrou pode ser consumido puro, com adição de frutas, a seu gosto.

8. Quando fizer pela primeira vez, não consuma o primeiro, apenas tire a próxima partida e comece a consumir a partir do terceiro ou quarto, de preferência. Nos primeiros dias o gosto ainda estará carbonatado, mas à medida que as fermentações forem se sucedendo o sabor passará a ser o natural.

9. Se você perceber que o iogurte “desandou”, seja por por alteração brusca ou inadequação de temperatura, desproporção do leite ou qualquer outro motivo, não se preocupe; é só dessorar este resultante colocando-o em um coador de café e deixando-o na geladeira em torno de 4 horas (ou até todo o soro ser drenado). Após misture o conteúdo do coador a 100ml de leite (integral e à temperatura ambiente) e bata no liquidificador ou mixer por aproximadamente 2 minutos. Depois, despeje todo o conteúdo num recipiente de vidro e tampe com filme plástico, guardanapo ou toalha de papel, fixando com fio ou elástico.

10. Não esqueça de fazer seu starter reserva. Assim que fizer seu primeiro iogurte, lembre de retirar uma parte e congelar.

11. Basta seguir estas instruções, dar manutenção e o seu BULGARICUS será para sempre.

 

   Muita saúde para você e sua família!

 

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Instrucões para o preparo e cuidados com o KOMBUCHA


Apresentação

 

O KOMBUCHA é uma colônia composta de micro-organismos em uma massa de celulose parecida com uma panqueca. Define-se como uma colônia ou cultura scoby (Symbiotic Colony of Bacteria and Yeast - colônia simbiótica de bactérias e leveduras). Tal aglomerado recebe o nome em português de zoogléia ou biofilme, resultado de uma simbiose complexa entre espécimes de bactérias e leveduras.

Esta zoogléia (scoby) é colocada num recipiente junto a uma mistura de chá e açúcar. Utiliza-se tradicionalmente chá preto ou chá verde, mas pode ser qualquer chá, desde que rico em cafeína e que não seja antibiótico natural. Desta fermentação obtém-se uma bebida probiótica refrescante, levemente borbulhante, com uma fragrância frugal muito saborosa, doce e azeda, que fornece diversos ácidos e nutrientes excelentes para a saúde, e hipoteticamente é promotora da força física.

A cultura do KOMBUCHA se alimenta do açúcar e, na troca, produz outras substâncias valiosas que se formam na bebida: o ácido glucurônico, ácido glucônico, ácido láctico, vitaminas, aminoácidos, substâncias antibióticas. Dentre outras substâncias, o álcool de 0.5% a 1% também é produzido, mas não caracteriza bebida alcoólica.

O KOMBUCHA evoluiu a milhões de anos aparentemente de organismos do gênero das plantas e seu cultivo data de milhares de anos, disseminado por culturas diversas, possuindo menções bíblicas (Rute 2.14, 1000 A.C.) e depoimentos históricos interessantes (Ronald Reagan, ex-presidente americano, atribuiu ao uso constante do KOMBUCHA sua cura  de um câncer em estágio metástico).

A seguir está uma lista de alguns dos principais componentes encontrados no chá de KOMBUCHA: várias enzimas, ácido acético, ácido carbônico, ácido fólico, ácido glucônico, ácido glucurônico, L(+) láctico, ácido de Usnic, aminoácidos (vários), ácidos hidróxidos (vários), vitamina B1 (tiamina), vitamina B2(riboflavina), vitamina B3 (niacina, niacinamida), vitamina B6 (pyridoxina), vitamina B12 (cobalamina, cyanocobalamina), vitamina C.

   

Instruções para o manuseio

 

1. Esterilize um vidro de boca larga e os utensílios.

2. Prepare um chá preto ou verde na proporção de 4 saches para 1 litro de água mineral. Deixe esfriar em temperatura ambiente e acrescente 100g de açúcar refinado ou cristal, mexendo bem, e coloque em torno de 50ml de vinagre de maçã nessa mistura fria. 

3. Abra o conteúdo recebido e despeje dentro do vidro com esse molho já pronto para a fermentação. Tampe com um pano ou papel preso com elástico, para um período de fermentação entre 14 e 21 dias, exclusivamente para a formação do scoby.

4. Para o seu consumo, proceda nova fermentação conforme indicado anteriormente, com as variantes de utilizar o chá já fermentado ao invés do vinagre de maçã (50ml para 1 litro d´água) e de já poder fermentar um scoby, mesmo que ainda em formação, ao invés da muda recebida (coloque a parte mais lisa e fina para cima, no molho da fermentação).  

5. O recipiente da fermentação deve ficar estático, não movimente ou balance-o nesse período, salvo no dia da troca do chá, que agora deve ser feita semanalmente. Com o tempo você vai constatar que não há regra fixa para o KOMBUCHA, é sua experiência que vai lhe oferecer a melhor maneira de prepará-lo.

6. O local para o descanso do molho deve ser seco, arejado e com luz natural. Livre de produtos de limpeza, restos de alimentos e frutas, pois a colônia pode ser contaminada. 

7. Após a fermentação, o líquido retirado do vidro pode ser novamente envasado numa mistura de água e suco de frutas natural, para descansar em geladeira por um período de 15 dias e gaseificar. Este procedimento é uma segunda fermentação, muito apreciada pelos adeptos do KOMBUCHA, que necessita e merece uma abordagem à parte.  

8. O KOMBUCHA é leve, saboroso e muito parecido com um chá doce. 

9. É necessário respeitar as necessidades de temperatura ideal da cultura, compreendida entre 23 e 27 graus. 

10. O KOMBUCHA pode mofar se for contaminado. E pode parar de fermentar se a água contiver cloro.

11. Para descansar a cultura basta colocá-la na geladeira e fazer a troca mensal do chá doce. Assim os discos de KOMBUCHA podem ficar armazenados por até um ano.

 

   Muita saúde para você e sua família!         

  

 

 

 


Instruções para o preparo e cuidados com o JUN TEA


Apresentação

 

O JUN é, assim como o Kombucha, uma colônia composta de micro-organismos em uma massa de celulose, definida como uma colônia ou cultura scoby (Symbiotic Colony of Bacteria and Yeast - colônia simbiótica de bactérias e leveduras).  Esta zoogléia (scoby) é colocada para fermentar num recipiente junto a uma mistura de chá verde e mel cru, mas pode-se misturar outros chás, desde que contenham cafeína e que não sejam antibióticos naturais.

O fermentado de JUN, poderoso probiótico, é descrito como um tônico de saúde efervescente, considerado por experts um verdadeiro elixir. Com uma fragrância mais leve e um sabor mais suave que o Kombucha, fornece nutrientes excelentes para a saúde, atuando ainda como desobstrutor e potencializador da circulação de energia (Chi) no corpo. Devido a seu suave sabor, ligeiramente ácido e levemente doce, é chamado de champagne de fermentos. Produz em torno de 2% de álcool e por este motivo não é indicado para gestantes e crianças.

A história do JUN permanece ainda envolta em rumores e mistério, sem muita comprovação efetiva. É fato, porém, que é amplamente disseminado no Tibete ocidental e que há uma tendência proveniente de antigos mercadores de especiarias a localizar sua origem no nordeste da China, aproximadamente em 600 aC. Sua ação mística é ligada à espiritualidade e à iluminação, sendo muito valorizada a antiguidade e a origem de determinada cultura, visto que há linhagens especialíssimas de JUN disponíveis somente nos recônditos de alguns monastérios tibetanos.

 

Instruções para o manuseio

 

1. Esterilize um vidro de boca larga e os utensílios.

2. Prepare um chá verde na proporção de 4 saches para 1 litro de água mineral. Deixe esfriar em temperatura ambiente, acrescente uma xícara de mel, mexendo bem, e coloque em torno de 50ml de vinagre de maçã nessa mistura fria. Opcionalmente pode-se acrescentar uma colher de sopa rasa de pólen de abelha.

3. Abra o conteúdo recebido e despeje dentro do vidro com esse molho já pronto para a fermentação. Tampe com um pano ou papel preso com elástico, para um período de fermentação entre 14 e 21 dias, exclusivamente para a formação do scoby.

4. Para o seu consumo, proceda nova fermentação conforme indicado anteriormente, com as variantes de utilizar o chá já fermentado ao invés do vinagre de maçã (50ml para 1 litro d´água) e de já poder fermentar um scoby, mesmo que ainda em formação, ao invés da muda recebida (coloque a parte mais lisa e fina para cima, no molho da fermentação).  

5. O recipiente da fermentação deve ficar estático, não movimente ou balance-o nesse período, salvo no dia da troca do chá, que agora deve ser feita semanalmente. Com o tempo você vai constatar que não há regra fixa para o JUN TEA, é sua experiência que vai lhe oferecer a melhor maneira de prepará-lo.

6. O local para o descanso do molho deve ser seco, arejado e com luz natural. Livre de produtos de limpeza, restos de alimentos e frutas, pois a colônia pode ser contaminada. 

7. Após a fermentação, o líquido retirado do vidro pode ser novamente envasado numa mistura de água e suco de frutas natural, para descansar em geladeira por um período de 15 dias e gaseificar. Este procedimento é uma segunda fermentação, muito apreciada pelos adeptos do JUN, que necessita e merece uma abordagem à parte.  

8. O JUN é leve, suave, saboroso e aromático. 

9. É necessário respeitar as necessidades de temperatura ideal da cultura, compreendida entre 23 e 27 graus. 

10. O JUN TEA pode mofar se for contaminado. E pode parar de fermentar se a água contiver cloro.

11. Para descansar a cultura basta colocá-la na geladeira e fazer a troca mensal do chá com mel. Assim os discos de JUN podem ficar armazenados por até um ano.

 

    Muita saúde para você e sua família!         

  

 


Porque meu iogurte DEU ERRADO?


Orientações para Manuseio do Iogurte Natural


NÃO ATINGIU A CONSISTÊNCIA DESEJADA

Na quase totalidade dos casos em que a consistência ideal não foi atingida, o problema está relacionado com a temperatura ambiente, ou seja, não foi respeitada a temperatura necessária para a fermentação. Portanto,  antes de iniciar a ativação do seu starter de iogurte, leia atentamente as instruções em passo a passo, seguindo-as rigorosamente. Com relação à temperatura, de nada adianta verificar a previsão do tempo e dizer que na sua cidade hoje está fazendo 22 graus, que é o ideal para o iogurte. É preciso verificar a temperatura do local aonde ficará o fermentado e analisar cuidadosamente que fatores poderão gerar alteração na coagulação do leite. Uma janela com sol, um forno ligado, uma porta de geladeira constantemente aberta no mesmo ambiente no qual a fermentação está sendo feita, um ar condicionado ligado, panelas ligadas produzindo umidade, vapor, enfim...qualquer fator influindo na temperatura local poderá interferir na fermentação e comprometer a consistência. Mexer no recipiente enquanto o iogurte está em processo de fermentação, balançando-o, é um dos principais motivos de não se atingir a consistência ideal e é uma atitude característica de ansiedade por um resultado imediato. Não se preocupe se algo não der certo de inicio, sempre haverá uma forma de recuperar o seu starter, basta usar de bom senso e ter um pouco de paciência. O leite a ser utilizado para ativar o seu primeiro iogurte e o leite a ser utilizado nos próximos preparos tem que ser INTEGRAL EM TEMPERATURA AMBIENTE. Nunca use leite morno ou gelado, leite desnatado, leite vegetal, leite sem lactose, leite sem gordura. O que faz o iogurte dar a consistência é a combinação de leite com alta concentração de lactose e gordura. Aos sem paciência recomendamos comprar iogurte no supermercado, já vem pronto e não requer trabalho algum que não seja o de abrir e consumir. O iogurte natural não é uma ciência exata e a paciência faz parte do aprendizado.

 


IOGURTE FINO - CONSISTÊNCIA DE LEITE COMUM

Isso pode ocorrer quando utilizado leite reprocessado ou quando o starter não for batido o suficiente, ficando a solubilidade comprometida. Tampe o recipiente (com o fermentado que já deveria ter a consistência de iogurte) e guarde na geladeira por 4 horas. Se não firmar, faça a dessoragem e repita o processo inicial de ativação com a massinha que ficar no coador. Respeite a temperatura e o tempo aproximado de fermentação (em torno de 24 horas na temperatura ideal necessária conforme informado nas instruções e mais 4 horas na geladeira). O iogurte vai firmar e apresentar a consistência correta.

 

NÃO FERMENTOU OU SÓ "TALHOU"

Proporções incorretas de “iogurte” e leite e/ou temperatura inadequada podem ocasionar isso. Ajuste a temperatura (conforme informado nas instruções de manuseio) e a concentração (para cada colher de sopa de iogurte, 15g drenado, coloque 100 ml de leite fresco em temperatura ambiente, nunca morno ou gelado). Não esqueça, leite sempre INTEGRAL.

 

IRREGULAR E "COALHADO"

Tempo demais fermentando ou exposto a temperatura acima do ideal informado nas instruções de manuseio. Misture ou agite o pote para que fique homogêneo (uma camada única) e coloque para gelar.


CONSISTÊNCIA "RALA” COM SABOR “AMARGO”

Se ocorrer tem que ser feito a dessoragem e repetir o processo inicial da ativação, pois houve proporção incorreta de “iogurte” e leite no preparo anterior. Importante lembrar que a base é sempre a mesma, para cada colher de sopa de iogurte pronto utiliza-se 100 ml de leite integral na temperatura ambiente de cada iogurte.  Para obter o ponto, o tempo de fermentação é sempre em torno de 24 horas com mais 4 horas de estabilização na geladeira.
 

SABOR "AZEDO"

Tempo demais fermentando ou exposto a temperaturas acima do necessário para a fermentação. Tempo demais na geladeira ou estocagem inadequada (em contato com outros organismos microbiológicos contidos na geladeira). Manter sempre muito bem tampado na geladeira. 


SEPAROU EM DUAS CAMADAS (COALHADA E LIQUIDO CLARO - SORO)

MUITO SORO: ficou tempo demais fermentando ou fermentou em temperatura acima da ideal. Ajuste o tempo de exposição e a temperatura (em torno de 24 horas na temperatura informada nas instruções de manuseio e mais 4 horas de geladeira). 

POUCO SORO: isso é normal, mas você pode drenar o soro (para iogurte mais consistente) ou misturar tudo (para iogurte mais ralo). 


ARENOSO OU GRANULADO

O leite fervido muito rapidamente, há necessidade de pasteurização mais lenta. No caso de leite UHT isso só é possível se estiver com qualidade bem suspeita. Mude de marca/lote de leite e após uma dessoragem desse iogurte pronto arenoso reinicie o processo. 


COM LEITE CRU NÃO FUNCIONOU

As bactérias presentes no leite cru (direto da vaca) competem com as do iogurte. Faça pasteurização lenta antes do próximo uso.


ESPUMOSO OU COM MAU CHEIRO

Essa espuma se refere a contaminação, não tem relação com a espuma formada quando se bate o starter no liquidificador com leite. A espuma que mencionamos aqui é uma espuma que lembra a de sabão, com bolhas maiores. Para evitar esse problema certifique-se de higienizar bem todos os utensílios e o balcão/pia utilizados para fazer o iogurte e, principalmente, o vidro do iogurte, que nunca deve conter sequer gotas de água da lavagem, quanto mais resíduo de qualquer outra substância. 


MOFOU

É muito raro o iogurte mofar, tanto mais porque o ácido láctico produzido pelo processo de fermentação também atua como conservante, ajudando o leite fermentado a ficar fresco por muito mais tempo. As dicas, regras e instruções contidas no passo a passo do manuseio da cultura devem ser respeitadas sempre, pois são baseadas em inúmeras experiências anteriores. O tempo de fermentação, a temperatura necessária para a coagulação do leite, a qualidade do leite e a higiene no preparo da ativação, vão determinar o resultado. Certifique-se de higienizar todos os utensílios e o balcão/pia utilizados para fazer o iogurte. SE MOFOU DENTRO OU FORA DA GELADEIRA JOGUE TUDO FORA.


NÃO SEI DESSORAR (DRENAR O SORO)

Certifique-se de higienizar todos os utensílios e o balcão/pia utilizados, assim como suas mãos e braços, utilizando preferencialmente luvas descartáveis. O fermentado a ser dessorado deve ser colocado num coador (próprio para esse fim) e deixado na geladeira escoando devidamente tampado (protegido) por pelo menos 4 horas. O soro vai escoar e deve ser descartado nessa etapa. Apenas a massinha que ficou nas paredes do coador deve ser utilizada para reiniciar o processo de ativação do iogurte.


CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES

O LOTE DE CONSUMO (o que é guardado na geladeira para  posterior ingestão) deve ser consumido em até 7 dias, pois mesmo na geladeira, o ácido latico continua trabalhando e deixando o iogurte cada vez mais ácido.

Faça uma RESERVA DE SEGURANÇA sempre. Assim que o seu primeiro iogurte firmar coloque um pouco num potinho bem fechado dentro do congelador/freezer e troque-o antes de completar 90 dias.

NÃO EXISTE SEGREDO ou mágica para fazer iogurte, pois o starter que você recebeu nada mais é que as próprias bactérias desidratadas ou com a bioatividade suspensa TEMPORARIAMENTE, esperando apenas uma ativação para iniciarem a fabricação de iogurte. Desde que respeitadas as instruções em passo a passo não há como dar errado.
  

 



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